Depois da Corrida - A Escalada do Prazer

Por: zeta-ekato-2 09/07/2026 58438 leituras
Capa do conto
Santa Catarina. Serra do Rio do Rastro.

O céu ainda tingido de tons rosados anunciava um amanhecer épico. Lívia e Natasha estavam na linha de largada da famosa corrida de montanha, um percurso de 25 km serpenteando as curvas íngremes e viscerais da serra mais desafiadora do Brasil.

Ambas usavam uniformes colados ao corpo, adaptados ao frio da altitude: meias de compressão até os joelhos, tops esportivos justos, jaquetas leves e leggings que desenhavam cada músculo das pernas treinadas.

Antes da prova, em silêncio, as duas se encararam com um sorriso de cumplicidade e desejo. O beijo discreto, trocado atrás do ônibus da assessoria, foi rápido, mas carregado de promessas.

— Depois dessa prova, você vai ter que me carregar no colo — brincou Lívia, ajeitando o rabo de cavalo loiro.

— Eu te carrego pra cama. Mas antes, quero ver você suada, exausta e completamente entregue a mim no topo daquela serra — sussurrou Natasha com os olhos verdes queimando.

A largada aconteceu. O desafio era real: subidas longas, trechos estreitos, vento cortante. Mas cada passo de Lívia e Natasha parecia sincronizado. Corriam lado a lado, trocando olhares suados e ofegantes. Incentivavam-se com toques sutis: uma mão na lombar, um toque na coxa, um sorriso suado entre os lábios entreabertos.

Quando cruzaram a linha de chegada, exaustas e arrepiadas pelo vento da serra, o mundo parecia em câmera lenta. Os pulmões queimavam, os músculos latejavam… mas os olhos estavam fixos uma na outra.

Foram direto para o hotel na pequena cidade ao pé da serra. Um chalé reservado com lareira e banheira de hidromassagem os aguardava. Ao entrar, sem dizer uma palavra, Natasha trancou a porta, arrancou a jaqueta e puxou Lívia pela cintura com força.

— Você me enlouquece quando corre daquele jeito… — murmurou, beijando sua boca com desejo bruto.

Lívia gemeu ao sentir o peso do corpo da ruiva colado ao seu. As roupas molhadas de suor foram sendo arrancadas no caminho até a cama. Natasha a jogou sobre os lençóis brancos e frios, e deitou-se sobre ela, os corpos quentes contrastando com o ambiente gelado.

Beijos molhados, sugadas intensas nos seios siliconados, as línguas explorando cada curva com fome. Natasha desceu até o ventre de Lívia e, com uma lambida firme e profunda, fez a loira arquear as costas, agarrando os lençóis com força.

— Ai… você me deixa louca… — arfava, completamente entregue.

Natasha sugava com força, alternando o ritmo com provocação. Lívia não resistiu por muito tempo, gozando com gemidos altos, sem vergonha de ser ouvida.

Mas a ruiva não parou. Virou-se de costas e ajoelhou-se na cama, oferecendo-se a Lívia com a bunda empinada. A loira, ainda ofegante, deslizou a língua por entre as nádegas firmes, provocando arrepios intensos. Penetrou Natasha com os dedos, com precisão e firmeza, enquanto alternava com lambidas profundas que deixaram a ruiva completamente fora de controle.

— Isso… não para… mais fundo, Lívia… — gritava, os cabelos ruivos caindo pelo rosto enquanto se desfazia de prazer.

Depois, se abraçaram suadas, exaustas e ofegantes, como se tivessem corrido uma segunda prova. O quarto cheirava a suor, prazer e montanha. E ainda havia mais.

Foram para a banheira com água quente, rodeadas por velas que acenderam juntas. Natasha sentou-se no colo de Lívia, beijando-lhe o pescoço enquanto a cavalgava com movimentos lentos e profundos, olhando-a nos olhos.

— Estamos ficando viciadas nisso — sussurrou Natasha, ofegante.

— Isso? — provocou Lívia, apertando-lhe os quadris.

— Em nós duas. Em correr, gozar, amar desse jeito.

E então, gozaram juntas, dentro da banheira, olhando a serra pela janela embaçada.

Era mais do que uma prova. Era uma escalada íntima. E, definitivamente, estavam apenas no começo da subida.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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