Depois da festa, um caldo e uma foda

Por: mariana-42 • 13/07/2026 • 10324 leituras
Capa do conto
Nos olhamos no meio da festa, algumas vezes nossos sorrisos se encontraram e pensei que era só uma paquera sem maiores conseqüências. Mas no estacionamento, o dia já clareando a vejo andando entre os carros, tinha se perdido das amigas. Ofereci carona e ela disse que aceitaria por saber que sou amigo do seu irmão, eu nunca tinha visto a Virgínia, mas adorei saber que teríamos algo a conversar no caminho, chamei-a para tomar um caldo e a saideira, ela aceitou e disse que tinha que fazer hora, tinha combinado com os pais que dormiria na casa das amigas e agora não sabia se as amigas já estavam em casa ou se tinham ido namorar, rimos e eu disse que ela deveria fazer o mesmo, chamando-a para minha casa, ela respondeu que namorar não, mas que adoraria ficar conversando comigo, perguntei se a conversa poderia ser deitado de conchinha, rsrsrsr.

Foi deitar e ela sentir meu pau duro na sua bunda, o suficiente para não resistir em nada. Tirei sua roupa e beijei cada pedacinho dela, gozou duas vezes com minha língua entrando, saindo, lambendo e friccionando sua buceta, chupou meu pau como se fizesse isso todos os dias, muita experiência para aquela menina de 18 aninhos. A coloquei de quatro e entrei lentamente naquela buceta quente, mas após entrar foi só pressão, fudi com força e ela correspondia com mais força aindafui metendo e molhando seu cuzinho, molhava e enfiava o dedinho.. dois... três e pronto. Estava no ponto, aproveitei que ela tremia o corpo todo e fui colocando e comendo aquela bunda linda.

Ao meio dia deixei-a em casa, prometemos nos encontrar novamente, e cumprimos nossa promessa. Esse é a primeira experiência que transcrevo aqui, terão outras, por enquanto deixo vocês com algumas de minhas delícias que farão parte das futuras narrativas. A Virgínia está entre essas... descubra ?

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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