Tive uma fase um tanto quanto conturbada em minha vida. Uma época em que eu, por alguns meses, transei com meu pai. Foi logo que minha mãe o deixou, na verdade ele a pegou o traindo com meu padrinho e os dois foram embora juntos. Eu depois de um tempo, com meu pai chegando em casa bêbado, sempreo ajudava no banho e foi lá que tudo começou a acontecer. Mas já falei sobre isso em um dos meus contos. O que venho contar hoje, é que, como vez ou outra eu tenho lembranças de coisas que aconteceram, e hoje passei o dia inteiro lembrando das vezes que meu pai me buscava em festas e baladas, logo depois que começamos a transar, e eu sempre lhe fazia um gostoso boquete dentro do carro. Ás vezes começava na rua e terminava quando chegávamos em casa. Ele sempre gozava fartamente em minha boca e eu, putinha que já era, engolia tudo maravilhada. Foi uma fase muito gostosa de minha vida. Meu pai era um homem maravilhoso e também se mostrava um excelente macho. Ele me fazia gozar de formas que não tem explicação. A sensação de pele que tinha com ele é indescritível. A vontade de sentir ele gozando era algo ipossível de segurar. Foram meses e meses de muito, mas muito sexo e prazer inigualáveis. Eu tenho plena convicção de que já provei tudo o que me interessei em termos de sexo, não tenho nenhuma fantasia ou desejo que não tenha realizado, por mais bizarro ou estranho que pudesse parecer. Mas ninguém, nem nada nesse mundo conseguiu me dar o orgasmo que o meu pai me deu. Minha vida pode ser resumida brevemente assim:
meu primeiro homem foi meu irmão, após isso, tive vários relacionamentos com pessoas da minha família. Fui uma verdadeira devassa desde sempre. Conheci e experimentei tudo relacionado à sexo através de uma pessoa maravilhosa que apareceu em minha vida em um momento complicado. Conheci boa parte do mundo, na maioria das vezes sozinha. Quando voltei para o Brasil conheci o homem com quem sou casada até hoje. Ele não faz ideia de quem eu fui no passado, e nem precisa saber. Cortei relações com tudo o que tem a ver com meu passado. Morro de vontade de rever minha deusa, Kátia, a mulher da minha vida.
Mas quando eu resolvi casar e mudar minha vida radicalmente, vivendo praticamente só para minha profissão, resolvemos que seria melhor não nos encontrarmos mais, e assim está sendo ao longo de muitos anos. Para quem gosta de julgar a vida alheia, não tenho o mínimo interesse em saber o que acham. Sei que quem viveu isso tudo, considerado certo ou errado fui eu. Tenho vergonha algumas coisas que fiz e não consegui ainda me arrepender de outras coisas que fiz, mas nunca deixei de realizar nada por medo. Não faço apologia ao incesto, mas acho que relações assim deveriam ser permitidas com mais naturalidade, claro, quando consentidas. Tenho menos vergonha de contar para todos os leitores que transei com muitas pessoas da minha família do que encarar, na época, a vergonha de contar para a minha melhor amiga que o pai dela me estuprou dentro da casa dela, com toda a família dormindo. Na minha opnião, estupro é crime, incesto não. Mas não quero que ninguém pense que é a coisa mais fácil do mundo você sair transando com toda a sua família, isso que leio volta e meia nos contos, as estórias de homens que pegam as irmãs ou mães que já ficam de quatro e pedem enlouquecidas para serem logo "enrabadas" porque seus sonhos era "dar o cuzinho", gente, por favor, isso não existe tá...existe sim um sentimento de culpa algumas vezes, um tesão incontrolável, um medo extremo de ser descoberto e a certeza de que, se for descoberto a sua vida mudará radicalmente. Eu mesma não tenho contato com minha família, e olha que nunca foi a público o que rolava lá em casa. Só quem sabe da minha vida sexual é meu irmão e minha prima e ninguém mais, mas a partir do momento em que meu pai me mandou embora sem motivo aparente, o resto da família já me olhou diferente e eu...mandei um belo FODA-SE para todos, e estou muito bem vivendo minha vida sem eles!
meu primeiro homem foi meu irmão, após isso, tive vários relacionamentos com pessoas da minha família. Fui uma verdadeira devassa desde sempre. Conheci e experimentei tudo relacionado à sexo através de uma pessoa maravilhosa que apareceu em minha vida em um momento complicado. Conheci boa parte do mundo, na maioria das vezes sozinha. Quando voltei para o Brasil conheci o homem com quem sou casada até hoje. Ele não faz ideia de quem eu fui no passado, e nem precisa saber. Cortei relações com tudo o que tem a ver com meu passado. Morro de vontade de rever minha deusa, Kátia, a mulher da minha vida.
Mas quando eu resolvi casar e mudar minha vida radicalmente, vivendo praticamente só para minha profissão, resolvemos que seria melhor não nos encontrarmos mais, e assim está sendo ao longo de muitos anos. Para quem gosta de julgar a vida alheia, não tenho o mínimo interesse em saber o que acham. Sei que quem viveu isso tudo, considerado certo ou errado fui eu. Tenho vergonha algumas coisas que fiz e não consegui ainda me arrepender de outras coisas que fiz, mas nunca deixei de realizar nada por medo. Não faço apologia ao incesto, mas acho que relações assim deveriam ser permitidas com mais naturalidade, claro, quando consentidas. Tenho menos vergonha de contar para todos os leitores que transei com muitas pessoas da minha família do que encarar, na época, a vergonha de contar para a minha melhor amiga que o pai dela me estuprou dentro da casa dela, com toda a família dormindo. Na minha opnião, estupro é crime, incesto não. Mas não quero que ninguém pense que é a coisa mais fácil do mundo você sair transando com toda a sua família, isso que leio volta e meia nos contos, as estórias de homens que pegam as irmãs ou mães que já ficam de quatro e pedem enlouquecidas para serem logo "enrabadas" porque seus sonhos era "dar o cuzinho", gente, por favor, isso não existe tá...existe sim um sentimento de culpa algumas vezes, um tesão incontrolável, um medo extremo de ser descoberto e a certeza de que, se for descoberto a sua vida mudará radicalmente. Eu mesma não tenho contato com minha família, e olha que nunca foi a público o que rolava lá em casa. Só quem sabe da minha vida sexual é meu irmão e minha prima e ninguém mais, mas a partir do momento em que meu pai me mandou embora sem motivo aparente, o resto da família já me olhou diferente e eu...mandei um belo FODA-SE para todos, e estou muito bem vivendo minha vida sem eles!