- Não é o que você está pensando, pai!...
Fiz com que ela sentasse na cadeira, e fazendo-lhe carinho nos cabelos.
- Está tudo bem filha... Eu já andava desconfiado.
Regina esfregando as mãos, visivelmente apavorada.
- Mas pai... Foi apenas uma brincadeira da Vanda.
- Não precisa querer esconder de mim... Se você gosta da sua amiga sexualmente, pra mim está tudo bem!...
- Não pai... Não...
- Você tem namorado?...
- Não!...
- Então a Vanda é sua namorada, não é?...
- Tá pai... É sim...
Dei-lhe um beijo no rosto.
- Então você é como se fosse o homem?
Ela gaguejando e procurando não olhar diretamente pra mim.
- Bem... Mais ou menos pai...
- Entendo filha... É por isso que nunca te vi com nenhum namorado, não é?
- Já... Já namorei um garoto sim... Mas foi por pouco tempo.
Eu sentia que ela ia ficando cada vez mais calma, parecendo estar tirando um peso dos ombros. Eu sempre fazendo carinho nos seus cabelos.
- Quer me contar mais alguma coisa? Pode se abrir comigo, prometo que vou te ajudar, ok?
E pra minha surpresa, Regina me olhando e sorrindo meio sem graça foi falando que fazia muito tempo que percebeu que sentia muito mais atração pelas suas amigas do que pelos seus amigos homens. Tentou até namorar um garoto, mas que por mais que tentasse não sentia nenhum prazer... Percebendo que ela ficou bastante corada.
- Prazer como; fazendo sexo com ele?...
- Ah pai, prefiro pular essa parte.
- Tudo bem se não quiser falar...
Ela respirando fundo.
- Foi sim pai... Fiz sexo com ele sim...
- E não gostou?...
- Achei horrível!...
Conversamos por mais uns 10 minutos, explicando pra que ela e a Vanda tomassem cuidado pra não se expor na frente das outras pessoas... Que namorassem escondidas; por exemplo, ali dentro de casa que eu daria todo apoia. Com o tempo, as duas ficavam na sala abraçadinhas e dando beijinhos uma na outra mesmo na minha frente. E quando elas iam pro quarto, eu ia vê-las pelo monitor do meu computador... A cena das duas chupando a xoxota uma da outra, os peitinhos e minha filha socando o pinto de borracha na amiga, me dava um tesão tão grande que eu acabava me masturbando. Cheguei do serviço e fui direto tomar um banho, e estava me enxugando quando Regina bateu na porta.
- Pai?
- Oi filha?...
- Me arruma um dinheiro pra ir no cinema com a Vanda?
- Já vou sair filha!...
- Estou atrasada pai... Onde está sua carteira?
Percebendo que estava na calça que tirei dentro do banheiro.
- Está aqui comigo!...
- Então me dá ai, uns 100 reais?...
Naquela hora tomei uma decisão repentina. Mesmo estando pelado, abri a porta do banheiro e só depois fui até a calça pegando a carteira e tirando o dinheiro. Me virei e ela olhava pro meu pau com os olhos arregalados.
- Pai? Olha como você está?...
Eu tentando controlar meu pau pra que ele não ficasse duro.
- Qual o problema, se você não gosta de homem?... Kkkkkkk.
- Nossa pai... Precisa falar assim?...
- Estou brincando filha... Me perdoe!...
Ela sorriu e pegando o dinheiro da minha mão, ainda me deu um beijo antes de sair. Assim que ela virou as costas meu pau deu um pulo ficando duríssimo... Tive que bater uma punheta. No café da manhã, no dia seguinte, ela me olhando e rindo.
- Você não ficou com vergonha de ficar pelado na minha frente?
- Ué, porque eu ficaria com vergonha da minha filha?
- Porque eu sou mulher, né?...
- Mas você mesma me disse que não gosta de homem.
- Não gosto mesmo... Mas achei estranho te ver pelado.
- Desculpa filha... Não vai acontecer mais, tá?...
- Você é bobo pai... Qual o problema se acontecer de novo?
- Por mim nenhum... Não sei se pra você!...
- Pra mim também não...
E foi dois dias depois, nem bem tirei minha roupa pra tomar meu banho quando Regina novamente bateu na porta dizendo que precisava escovar os dentes... Percebi que ela tinha dado apenas o tempo pra me pegar novamente pelado, e que ela bem que poderia esperar já que não ia sair pra rua, pois já estava de camisola. Abri a porta e ficando de pé sobre a banheira fui abrindo o chuveiro... Como era tudo aberto, eu molhando meu corpo olhava pra minha filha que de costas pra mim começando a escovar seus dentes. Não conseguindo me segurar fui ficando de pau duro... Resolvi não me esconder. Regina sem parar de passar a escova na boca foi virando e me olhando de pau duro... Sorriu, e terminando de limpar a boca voltou a me olhar.
- Nossa pai... Ficou excitado, é?...
- Perdão filha... Não consegui me controlar.
- Sem problema pai... Quer que eu saia do banheiro?
- Se quiser ficar, pode!...
E Regina ficou encostada na pia me olhando até que terminei e sai pegando a toalha ficando bem próximo dela (menos de meio metro). Ela sem despistar que olhava pro meu pau.
- O seu é bonito pai!...
- Ué, por quê? O que você já viu, era feio?
- Feio, torto e bem pequenininho... Kkkkkkk.
- Você acha que o meu é grande?...
Cheguei a lembrar do tamanho do pênis de borracha que ela usava com a Vanda, que não devia chegar nem na metade do meu em tamanho e nem grossura.
- Eu acho... Também né pai; só tinha visto um até hoje.
Continuei enxugando meu corpo, quando ela.
- Ele fica muito duro?...
- Fica!... Quer colocar sua mão pra ver?
- Eu????... Mas pai????
- Se você não gosta, não vejo problema nenhum colocar a mão.
Foi quando ela colocou a mão, segurando e apertando pra sentir a dureza.
- Mas o seu é diferente pai!...
- Diferente como? Só porque é maior?
- É que o seu estou gostando de ver.
Ela continuava segurando e eu vendo o sorriso no seu rosto.
- Filha... Quer me pedir alguma coisa?
- Pedir o quê pai?...
- Quer ir lá no meu quarto?...
Sem parar de sorrir, balançou a cabeça num sinal de que “sim”. Sai pelado do banheiro e fui pro meu quarto com ela me acompanhando. Sentei na cama e apontando pra minha perna.
- Quer sentar aqui, um pouco?
Rapidamente Regina que usava uma camisola curta sentou sem se importar da sua coxa estar encostando no meu pau duro. Eu com todo cuidado pra não deixa-la assustada fui passando a mão na sua coxa e entrando um pouco por baixo da camisola... Ela olhou pra onde estava minha mão, e sorrindo.
- Cuidado heim?...
Parei e voltei com a mão pra trás. Ela me abraçando e me dando um beijo no rosto.
- Você eu deixo pai!...
- Posso mesmo?...
- Pode!...
Fui novamente com a mão lentamente até chegar na calcinha... Regina abriu um pouco mais as pernas e ao mesmo tempo segurou meu pau. Empurrei sua calcinha pro lado e passei no dedo na sua xoxota que parecia estar um pouco úmida... Ela enrijeceu todo seu corpo.
- Nossa pai... Hummmmm...
Enfiei um dedo e fiquei movimentando-o lá dentro.
- É uma pena que você não gosta; né filha?
- Com você estou gostando pai... Continua... Continua!...
Eu socando o dedo um pouco mais rápido.
- Quer deitar na cama filha, quer?...
- Quero pai... Quero sim!...
- Posso tirar a camisola?...
Ela levantou no meu colo e eu também levantando fui suspendendo a camisola até tirá-la pela sua cabeça deixando-a só de calcinha... Eu colocando-a deitada na cama.
- Está tudo bem?
- Tá pai... Tá sim!...
Fui tirando sua calcinha com ela cobrindo seus olhos com um dos braços evitando me olhar diretamente. Mas quando comecei a me posicionar sobre seu corpo, ela me olhou um pouco assustada.
- Pai? Você vai fazer mesmo, vai?...
- Você não quer?...
- Eu quero, mas estou com medo!...
- Não confia em mim?...
- Em você eu confio!...
Coloquei meu pau na portinha e comecei a empurrar sentindo ir deslizando apertado pra dentro da sua bucetinha.
- Pai!!!!! Pai!!!! O meu Deus! Oooooohhhhh!!!!
Enfiei tudo, e olhando pro seu rosto.
- Tá gostando filha?...
- Adorando pai!...
Comecei a bombar lentamente e aos poucos fui aumentando o ritmo, fazendo-a gritar e gemer bem alto.
- Paaaaiiiiii!!!! Paaaaiiiiii!!!! Mais... Maaaiiisssss!!!!
Quando ela segurando meus braços apertou com muita força, notei que ela estava tendo um orgasmo... Soquei com mais vontade.
- Goza filha...Goza pro papai, goza!!!
- Aaaah... Aaaahhhh... Tô gozando... Tô goooozannnndo!...
Dei mais umas dez socadas antes de tirar e gozar sobre seus peitos. Ela limpando com o seu próprio vestido.
- Nossa pai... Nunca pensei que pudesse gostar tanto!...
- Gostou mesmo?...
- Adorei pai...
Regina foi pro banheiro tomar um banho, e foi minha vez de ficar olhando-a debaixo do chuveiro.
-Você não vai contar pra Vanda, não né?...
- Claro que não... Pra ela e nem pra ninguém!...
No dia seguinte à tardinha, estava na sala quando Regina chegou da rua, me deu um beijo.
- A Vanda vem dormir aqui hoje, tá bom?...
- Tá filha!...
Ela sentando no meu colo e começando a suspender a blusa (sem sutiã) me mostrando os peitinhos.
- Mas ela vai demorar quase uma hora pra chegar.
Cai de boca e chupando enquanto ela mesma ia terminando de tirar a blusa.
- Oooooh pai... Que goooostoso!!!!...
- Quer ir lá pro quarto?...
- Não pai... Vamos ficar aqui mesmo!...
Era difícil de acreditar, pelo tudo que eu tinha visto entre ela e sua amiga; além de ser minha própria filha, vê-la na minha frente ir terminando de tirar toda sua roupa e ainda me pedindo pra tirar meu pau pra fora. Tirei, e ela completamente nua foi ficando de joelhos no sofá.
- Vem pai... Vem cá, vem!!!!
Meti gostoso na minha filha de quatro sobre o sofá, que gemia feito uma gatinha no cio e me pedia pra meter com força... Consegui me controlar até ela ter o seu orgasmo, tirar e esporrar sobre sua linda bundinha. Quando Vanda chegou, mesmo estando perto de mim, Regina deu-lhe um beijo na boca com volúpia passando a mão em sua bunda.
- Estava com saudades de você!...
- Eu também Regina!...
Sem nenhum constrangimento as duas abraçadas foram pro quarto. Fui pro meu, e quando consegui ligar o computador e começar a ver as duas, elas já estavam completamente nuas na cama se beijando. Depois de uns 10 minutos de muita chupação (peitinhos e xoxotas) minha filha usando a cinta de borracha começou a meter na amiga de quatro, com violência e ainda dando tapas em suas nádegas. Naquele momento, ficando novamente excitado, comecei a imaginar eu junto com as duas peladinhas. No dia seguinte comecei a bolar um plano pra conseguir ter as duas ao mesmo tempo. Regina a noite, tomou um banho e enrolada em uma toalha entrou no meu quarto vindo direto deitar no meu lado. Tirei-lhe a toalha, chupei um pouco seus peitinhos e descendo com a boca dando-lhe vários beijinhos cheguei na sua xoxota... Dei um beijinho, uma passada de língua e uma forte chupada no seu grelinho.
- Gosta disso filha?
- Nooooossa... Aaaadoro!...
Eu só alisando sua xoxotinha com meus dedos.
- Você chupa a bucetinha da Vanda?...
- Chhuuuuupo!...
- E ela também chupa a sua?...
- Também pai... Chupa mais... Chupa!...
Voltei a chupar por mais alguns minutos, e quando percebi que ela ia começar a ter um orgasmo, parei.
- Tinha vontade de ver você duas na cama, pra ver como vocês fazem!...
- Tá doido pai... Mas me chupa mais!...
Voltei a chupar e logo Regina começou a tremer todo seu corpo num delirante orgasmo. Subi sobre seu corpo e metendo na sua buceta toda encharcada.
- Você ficaria com vergonha, se eu ficasse olhando vocês duas na cama?
- Hummmm... Hummm... Eu não... Maas acho que a Vanda ia fiiiiicaaaarrrr!!!!...
Eu metendo com toda força que conseguia, fazendo meu corpo bater com violência na sua virilha.
- Você ficaria com ciúmes, né?...
- Ai! Ai! AAaaaiiii!!!! Nunca ciúmes de você com a Vanda!...
- Então tenta conversar com a Vanda, tenta?...
- Aaaahhhh!!!!! Aaaahhh!!! Vou tentar pai... Voooouuuuu tennnnnntar!!!!!
E minha filha gozou novamente, e sorrindo enquanto eu gozava sobre seu corpo.
- Você é muito sem vergonha pai...
- Porque filha?...
- Acho que você está é querendo transar com a Vanda, não é?...
Rimos muito, e, passados mais de dois meses estou esperando minha filha convencer a amiga... Pelo que parece vai rolar alguma coisa.