Enquanto minha esposa trocava a calcinha (sugeri uma mais picante), preparei a sala. Deixei só a luz do abajur acesa, numa gostosa penumbra. E tirei o rolo de papel higiênico do banheiro (maldade de corno). Calcei uma meia para andar sem fazer barulho e fiquei no corredor, onde quem está na sala não consegue enxergar. E também cuidava das crianças. Se alguém acordasse, eu acudia e, com o barulho, o casal poderia se arrumar.
A partir de agora junto ao meu relato aquilo que consegui ver e o que ela me contou depois. Minha esposa estava visivelmente nervosa. Sem meu incentivo, aquilo não aconteceria.
Ouvimos uma batidinha bem de leve e a porta abriu. Ele estava de bermuda, camiseta e chinelos. Entrou rápido e já abraçou minha esposa procurando sua boca... Ela resistiu à primeira tentativa mas ele a envolveu com seus braços grandes. E logo estavam se beijando. Como ele é bem maior que ela, minha esposa teve que ficar na ponta do pé. As mãos dele percorriam o corpo dela. Ele perguntou por mim... "Está dormindo... pesado..."
Wagner tirou rapidamente a camisola, deixando-a só de calcinha. Deu pra ver os bicos dos peitos dela bem durinhos... e ele mamou ferozmente... enfiando o dedo na calcinha dela... Minha Claudinha gemia de olhos fechados. E se assustou ao me ver de relance , olhando pelo fim do corredor... Aproveitando que o comedor estava de costas pra mim, mostrei o pau duro...
Era como se fosse um recado: estou adorando...
Ele estava apressado, queria meter logo... Ela então o puxou para o banheiro. Ali eu não conseguia ver, mas percebi que ele a colocou sentada na privada. Dava para escutar ela chupando, ele ofegante... dizia pra ela que era uma delícia... se estava gostando da pica do vizinho (Pica do vizinho, sensacional...) Ela não respondia... só chupava...
Eu continuava sentado no chão do corredor. De pau duro e na mão... Me punhetando de leve e escutando aquela sacanagem. Não estava acreditando que o vizinho das nossas fantasias esta ali, no lavabo da minha casa, transando com a minha esposa.
A chupada parou e percebi que era hora da minha esposa ganhar uma vara nova. Ela me contou depois que apoiou na pia, ficando de costas para ele. É uma posição que ela adora e fazíamos muito antes do casamento, quando a gente transava escondido na casa dos meus pais.
Mas antes de meter, foi a vez dele chupar... Se abaixou, lambeu o rabo dela e enfiou o dedo na buceta... Escutei ele falando baixinho.. "como você é molhadinha..." É um orgulho dela: a buceta fica ultralubrificada...
Ele tentou meter no banheiro mesmo, mas a posição não estava ajudando. Ele puxou minha esposa de volta para a sala e colocou ela de quatro no braço do sofá. A pica dele ficou mais próxima da entradinha dela. E quando foi enfiar ela falou da camisinha... Ele se deitou sobre ela, o pau esfregando na bunda, e disse no ouvido dela que já tinha feito vasectomia. E que não se preocupasse, já tinha feito exame de HIV após um período de separação da esposa (ela exigiu para voltar ao casamento com ele) e desde então só tinha transado com a própria esposa... Certo ou errado, ela não fez mais objeções. Ele voltou a se levantar e pincelou aquele pauzão... Ela olhava para o corredor e fechou os olhos: e escutei o suspiro, um gemido de dor seguido por um sussurro: é graaande. Wagner foi paciente. Botei um pouco a cara pra fora do corredor e deu para perceber que ele só tinha metido a metade... Parado, alisava os cabelos e as costas da minha esposa, falando que compreendia a dor... "O pau do corno é bem menor, né?" Ela concordou..
Meu pau babava no corredor...Eu nem tocava com medo de gozar logo... No sofá ele foi aprofundando a penetração. Ela gemia mais e mais. Logo os movimentos foram acelerados e o barulho dos dois corpos se batendo ficou maior. Ele também gemia... dizia do tesão que estava sentindo. Ele perguntou se estava gostando de dar pro vizinho enquanto o maridinho estava dormindo... Ela teve seu primeiro orgasmo nesse momento... Mudaram de posição. Ele sentou no sofá e pediu para ela sentar. Pude ver o pau dele sumindo na buceta da minha esposa. Dava para perceber como o pau dele saia brilhando. A ideia dele era que ela cavalgasse. Mas minha esposinha não conseguiu. Estava com as pernas trêmulas. Só conseguiu ficar parada. E o Wágner mostrou novamente que era um Comedor com letra maiúscula. Passou a levantar o quadril, fudendo minha Claudinha de baixo pra cima... às vezes fazendo ela dar pequenos saltos tamanha a força das metidas... E gozou. Ela gozou de novo. E acabou desabando sobre o corpo dele. De frente pra mim, ela encostou a cabeça nos ombros dele, fazendo o corpo do vizinho de colchão e ainda com o pau cravado em si. Eu escutava a respiração forte dos dois. E ele logo começou a murmurar que tinha sido delicioso, alisando os peitos dela. Ela só conseguiu sorrir e dizer que nunca tinha feito nada igual. Ele voltou a si, perguntando se não era melhor ir embora logo, com medo que eu acordasse. Ela só assentiu com a cabeça, saiu de cima do corpo dele mas continuou estirada no sofá e pediu que ele pegasse o rolo de papel higiênico no banheiro. Mas não havia nenhum. O vizinho se vestiu, deu um longo beijo na boca da minha mulher e saiu lentamente. Quando ela tentou se levantar para ir fechar a porta, eu apareci, fiz um gesto pedindo silêncio e fui até a porta, trancando a fechadura. Pelo olho mágico, esperei a luz do corredor apagar. Minha esposa pediu o papel, mas ao invés entregar aquilo que escondi, beijei sua boca. Ela se assustou mas não negou o beijo. Beijar minha mulher logo depois dela chupar o pau do Wágner me levou às alturas. Fui descendo até os seios, lambendo e beijando os biquinhos que até instantes atrás estavam na boca do meu amigo. Continuei descendo mas ela não abria as pernas. Ao chegar aos pentelhos, o perfume do suor e do sexo era inebriante... beijei, puxei o ar fortemente para ter aquele aroma dentro de mim. E enfiei o rosto entre as pernas. Ela pediu para tomar um banho. Retruquei que queria agora. Aos poucos ela cedeu. E fui enfiando o rosto. Meu rosto logo sentiu o melado do líquido que os dois liberaram... No sofá, havia um punhado de porra mas primeiro me dediquei à bucetinha. Fui lambendo de cima para baixo. Tinha porra dele e muito líquido dela. Lambi tudo misturado. O sabor era incrível. Ela respirou pesado e murmurou: era isso que você queria, corninho? Confirmei e continuei chupando. Então ela destravou a língua: chupa safado...chupa a porra do vizinho... Tirei todo o excesso, inclusive o que restava no sofá. Me posicionei e enfiei meu pau. Entrou fácil, seja pela lubrificação, seja pelo tamanho bem mais portentoso do pau do vizinho. Me debrucei sobre ela e beijava sua boca, enquanto ela me falava como tinha sido bom. E perguntou seu eu gostei do chifre? Enquanto gemia um sim, explodi num gozo de intensidade incrível. Foi a vez dela me amparar, alisar meus cabelos e balbuciar: "goza corninho... goza que estou adorando". Quando ia me levantando, ela me puxou segurou pelos cabelos. Foi firme, mas carinhosa. Já que você tirou o papel higiênico, limpa de novo. Deixa tudo limpinho. E puxou minha cabeça pelos cabelos até entre suas pernas. E caí de língua novamente. Agora eram três gozos. E minha empolgação foi tamanha que ela gozou pela terceira vez. Levei ela pelada para a cama, cobri minha esposa com uma boa coberta e logo ela adormeceu. Voltei à sala para arrumar as coisas. E a calcinha dela ainda estava no banheiro, molhada e melada. Percebi que o Wágner usou a peça que sugeri ela usar escolhi para limpar o pau. Tinha muita porra. Cheirei e lambi o pedaço de pano de novo, e acabei batendo uma longa punheta repassando tudo o que tinha acontecido. Fui pra cama feliz.