Só voltei a estar com o João três dias depois, e como combinado fomos para a garagem do seu avô. Quando entramos reparei que era uma garagem normal onde cabiam dois carros, com uma mesa de trabalho no canto e um sofá enorme ao fundo, muito limpa, pois o João tinha limpo tudo no dia anterior. Estávamos ambos muito nervosos, e sentamo-nos no sofá aos beijos mas algo estava errado então parei, e afastamo-nos, conversamos um bocado, o que serviu para noa acalmar, principalmente a mim, então pedi a ele para se despir o que ele fez de forma apressada e desajeitada, e pude ver um “homem” (adolescente) nu pela primeira vez, então ele dirigiu-se a mim, eu levantei-me e beijei-o sentindo as suas mãos pelo meu corpo, a apalpar-me de forma apressada, pedi que fosse com calma, o que ele assenti-o, passado a ser mais carinhoso que fogoso, então eu comecei a despir-me primeiro a parte de cima ficando com as minhas maminhas á mostra o que ele beijou e chupou agora de forma carinhosa, deixando-me louca de prazer e por fim as calças e a tanguinha, e ai estava eu pela primeira vez nua com alguém do sexo oposto, abraçamo-nos beijamo-nos, podia sentir o seu pau no meio das minhas pernas, a cutucar a minha passarinha, as suas mãos a explorar todo o meu corpo, a apertar o meu rabo, a esfregar a minha passarinha, nesta altura já havia mais excitação que nervos, os beijos eram ardentes, a tesão eram muita então ele muito meigo perguntou se queria, eu disse que sim e ele pegou uma camisinha, disse-lhe que não era necessário pois tomava a pilula, então deitei-me no sofá e ele vaio para cima de mim, posição de missionário e senti o seu pau na entrada da minha passarinha a rocar, a tentar entrar, meio desajeitado a cutucar tudo menos onde devia então com a minha mão guiei-o para a minha abertura e no mesmo momento ele enfiou, pedi que fosse devagar mas acho que ele nem ouviu pois senti enfiar até ao fundo, senti uma dorzinha meia desconfortável, tipo uma pontadinha mais forte e pensei para comigo “já foi a minha virgindade”. Ele ficou dentro de mim sem mexer apenas me beijando, e depois lentamente um vai e vem que durou pouco, onde pude pela primeira vez sentir um pau a gozar dentro de mim, a sensação foi muito boa, beijamo-nos, ele tirou o seu pau de mim e então vi o sangue em seu pau misturado com algum leitinho. Beijou-me e limpamo-nos. O que me fez sentir algum desconforto pois esperava mais, mais prazer, mais atenção dele, mais amor.
Saímos apressados pois já era tarde e no caminho de casa procurei a minha prima Joana, onde lhe contei o sucedido, ela explicou que era normal pois a inexperiência tinha destas coisas, que com o tempo ia melhorar, que nos iriamos conhecer melhor, que tudo iria ser diferente. Esta conversa tranquilizou-me, embora tenha ficado sempre a pensar porque não gozei quando ele estava dentro de mim.
Nos dias seguintes repetimos praticamente dia sim dia não e eu nada de gozar, então resolvi falar com ele, explicar a situação, embora ele fosse muito atencioso não adiantou muito continuei sem gozar e notei que ele agora já não me tocava como anteriormente, que com ele era basicamente beijos e penetrar. Mais uma vez conversei com ele e ele zangado, por tantas críticas terminou o namoro comigo.
Na altura fiquei muito triste pois numa semana tinha confiado nele para ser o meu primeiro e agora ele fazia isto, desiludida, uma sensação de traição, incompreensão, quando cheguei a casa a minha mãe notou logo que algo se passava comigo , então entrou no meu quarto e obrigou-me a contar porque estava assim, senti muita vergonha e acabei por contar, ela foi muito compreensiva e deu-me muito apoio, relativizando tudo, e fazendo me compreender que as desilusões com pessoas fazem parte da vida, e do nosso crescimento, depois veio a parte das camisinhas e da necessidade de as usar sempre independente da contraceção, e por fim um beijo e um forte abraço, tendo me agradecido por ter confiado nela e contado tudo.
Nesse dia senti que podia contar com a minha mãe e que ela não estava ali para me criticar mas sim para me apoiar.