E assim fomos em 6 amigas para um bar na beira mar, numa cidade aqui do litoral de Santa Catarina (não vou dizer a cidade. Nem todas sabem que escrevo isso). Três foram embora, e ficaram a Juliana (Ju), Peni e eu. A mais mal intencionada, a Ju, havia programado a maior putaria pra mim, ou melhor, pra todas nós. A bem da verdade, a brincadeira era pra mim e para ela. A Peni entrou de “gaiato”, e foi a maior das surpresas da noite.
A Ju tinha conversado com um conhecido dela, realmente não sei de onde, para nos “acompanhar” num motel, e fazer a verdadeira despedida de solteira. Isso mesmo, putaria da grossa, igual a que os homens fazem antes de casar, com muita bebida e sexo, e até um pouco de “red bulls”, se é que me entendem.
Após algumas doses, a Ju me perguntou com um tom provocante: - tá preparada pra despedida de verdade? - Que despedida? Respondi eu assustada.
A Peni, já sabendo de tudo a esta hora, olhou pra mim de forma risonha: – despedida de solteira né?!!! Tu acha que vai ser assim, sem emoção, heheh?!!!.
- que vocês estão inventando? – disse eu imaginando o que poderia vir pela frente. Fiquei apreensiva, mas ansiosa. Aquela noite eu estava para o crime mesmo. Lá no bar mesmo, a calcinha já estava toda molhada.
- a Ju (de longe a mais linda, morena, cabelos longos e lisos, bronzeada, corpo extremamente malhado, “rata de academia”), minha amiga e parceira de faculdade, de balada e outras coisas mais, chegou perto de mim, e falou no meu ouvido: - Vc confia em mim? Tá afim de fazer uma despedida de verdade?
Sorrindo, e me segurando para não morder os lábios, e eu só afirmava positivamente com a cabeça.
Discretamente e com uma pegada firme, a Ju tocou a minha coxa, e sussurrou no meu ouvido: - sem limite e sem pudor hoje, hein? Pode ser?
Dei uma piscadinha pra ela: - Vc é quem manda. Acompanho em tudo vocês.hehe
A idéia original seria encontrarmos o tal amigo num local próximo a via de acesso aos motéis da cidade, numa loja de conveniência num posto de gasolina. Só que ficamos esperando mais de 20 minutos e nada do cretino aparecer. E pior, com o celular desligado. Nós, exalando excitação pelos poros, não agüentávamos mais esperar.
- Vamos nós mesmos, beber e assistir e falar putaria!!! – disse a Peni. A Ju nem pensou muito, ligou o carro e tocou para o motel.
Chegamos lá, a primeira providência: bebida, música e TV com filme pornô com volume alto. Aberta a champagne, brindamos ao encerramento da minha vida de solteira.
Bebidas, filme e conversas pra lá de picantes foi o tempero necessário pra iniciar algo até então jamais imaginaria que faria. Ainda mais com amigas. Foi nessas conversas picantes por sinal que eu descobri que a Peni (loirinha, pele bem branca, corpo mignon, bem patricinha, cara de boa menina) adorava ser submissa com os seus parceiros, fazendo tudo, absolutamente tudo, o que ele desejavam. Descobri também que a Ju já havia transado com 05 meninos (02 primos e 03 amigos dos primos) juntos, com direito a gozada na cara e tudo mais.
Já com a “mente nas alturas”, e uma vontade explosiva de transar, a Ju apareceu com um vibrador enorme: - Vamos lá noivinha, arranjei um garanhão pra ti. Mostra aí como se faz heheh.
Depois de uma resistência bem forjada, a tesão falou muito alto. Deu um grande gole de champagne e encarei o “garanhão” em tom de brincadeira.
Com as duas na minha frente, sentadas na cabeceira da cama, e eu em pé do outro lado, simulei uma dancinha de stripper e deslizei o vibrador pelo corpo inteiro. Ajoelhei na cama, comecei um sexo oral no vibrador, olhando fixamente nos olhos de cada uma. Ao poucos eu ia abrindo as pernas, deixando o meu vestido subir pra cima das minhas coxas, aparecendo a minha calcinha (então já completamente ensopada). O vibrador todo lambusado, eu passava pelos meus peitos e esfregava encima da minha buceta.
Eu estava em estado de êxtase. Nunca tinha ficado numa situação de perder o controle dos meus sentidos de tão excitada. Sentia alguns “choquinhos” cada vez que passava o vibrador pela buceta. Eu fiquei esfregado mais um pouco, e devagarinho puxei minha calcinha para o lado, deixando minha buceta toda a mostra. Comecei a brincar com o vibrador no meu clitóris.
Olhei para a Peni e ela estava sentada na cabeceira da cama, com uma mão dentro do shorts e a outra acariando o seu peito por baixo da blusa.
A Ju, ainda de roupa, veio engatinhando até atrás de mim, e começou a passar a mão pelos meus peitos, pernas e, aos poucos, foi descendo até minha bucetinha. Virei de frente pra ela, e iniciamos uma troca de beijo voraz. Enquanto nos beijávamos, eu “buscava” a buceta dela com a minha mão. Quando a senti, toda quente e molhada, por baixo da calcinha, eu umedeci meus dedos, e em seguida passei nos lábios da Ju, como se aquele líquido fosse um verdadeiro batom. E continuávamos nossos beijos.
- Eu quero te chupar, “ordenou” a Ju. Deitei na cama e apenas tirei a minha calcinha e levantei o meu vestido. Senti uma pegada firme com duas mãos no meu quadril, e uma língua deliciosa passando na minha buceta inteira. Ela dava umas lambias e em seguida umas chupadinhas no clitóris. Eu já não me segurava mais, e gemia muito alto a cada investida da Ju.
A Peni, já toda sem roupa, deitou ao meu lado, e fez o mesmo comigo. Ela molhava a minha mão na buceta dela, e em seguida passava nos seus lábios, e me beijava. Nem bem começamos isso, e puxei a Peni para cima de mim. Eu que nunca tinha transado com uma mulher, apesar de muita vontade reprimida, naquele momento eu realmente desejava sentir uma buceta inteira na minha boca. E foi uma sensação maravilhosa. Ela, de pele bem branca e buceta bem rosinha, tava linda.
Eu alternava entre abrir bem a buceta da Peni para poder tentar enfiar minha língua nela, e dar longas lambidas. Circulava com a ponta da língua o clitóris dela, e ficava mais envolvida ainda vendo ela se morder toda e apertar bem forte o seu peito de tão exitada.
Só parei um pouco quando senti um pau enorme entrar em mim. A Ju estava “me comendo” com o vibrador.
A Peni saiu de em cima de mim, e ficou ao lado assistindo aquela cena. Ela se masturbava rápido em com força. Passava a mão na minha boca, e tornava a enfiar na sua buceta. Quando ela veio mais uma vez “molhar a mão”, e eu cuspi, e ela se tocou até gozar. Eu, só de olhar, já tinha gozada uma vez.
A Ju ainda com parte da roupa aberta, me penetrava sem parar. As vezes tirava o vibrador para dar uma lambida, se lambuzar e sentir o gostinho da minha buceta. Fez isso até eu gozar por inteiro.
Por alguns minutos, meros minutos, ficamos totalmente entregues na cama, descansando, bebendo e rindo muito.
Se alguém imaginava que o que tínhamos acabado de fazer foi uma loucura, estava completamente enganado. Na banheira, no chuveiro e depois na cama novamente, nós realmente perdemos o juízo e parte do bom senso (resultado do efeito do álcool com outras “coisitas más”).
Sem relatar em detalhes, pelo menos agora, mas fizemos coisa dignas dos filmes pornôs mais pesados: - beijos triplos, com troca de champagne uma na boca da outra; - 69 diversos entre todas. Mudava somente quem estava encima, quem ficava embaixo permanecia mais uma rodada de “chupação”; - todas se submeteram a dupla penetração, iniciando pela Ju que ficou de quatro e foi penetrada duplamente por mim e pela Peni. Dois dedos meus na buceta e um dedo da Peni no ânus. Isso depois de muita língua, na frente e “atrás”; - a Peni se deliciou muito com sexo anal com o vibrador e a minha boca na buceta dela; - e por fim, a Ju realizou a fantasia mais bizarra da Peni. As duas no banheiro, e eu assistindo tudo de camarote, as duas de pernas entrelaçada, se beijavam enquanto a Ju urinava na buceta da Peni.
De fato, estávamos no limite da excitação. Não poderia ter sido melhor.
Depois dessa noite, nunca mais aprontei uma dessas com a Peni. Mas com a Ju, mesmo depois de casada, realizei as mais exitantes fantasias sexuais.
Outro dia eu conto.