Vendo-o ali, passando a mão na rola mole, me deu um tesão danado. Enfiei a mão por dentro do calção, e iniciei uma punhetinha.
A família do Elias ainda foi assunto nas nossas rodinhas de conversa por alguns dias.
Com certeza eu ia sentir muita falta dele, o Elias era safado, tinha atitude, agitava para a gente se encontrar. O Tutu era mais fechado, mais tímido, assim como eu.
Brincávamos na rua, e ele não falava nada, parecia que não tinha acontecido nada entre a gente.
Estávamos soltanto pipa, em frente à casa dele, e mal eu coloquei o meu no alto, e fui cortado. Fiquei decepcionado, enrolei a linha, e já me preparava para ir embora, quando Tutu falou:
_Eu tenho outro pipa em casa...
Olhei para ele, e ele completou:
_Você aceita o pipa em troca daquela brincadeira? (antes que alguém comente, sempre que falávamos de "pipa" utilizávamos o artigo masculino. Só não me perguntem o porquê).
Era a primeira vez que ele tocava nesse assunto, com o foguinho que eu estava, aceitei.
_Ah...pode ser...pode ser...não achou nenhuma tampinha esses dias?
Tutu começou a rir.
_O quê que foi? Perguntei.
_Se eu te falar uma coisa...você não vai ficar com raiva de mim? Falou.
_Não Tutu....pode falar...
_Eu nunca procurei tampinha, o Elias que me dava...ele dizia que era o único jeito de continuar com a brincadeira...
Não fiquei com raiva, e nem fiquei muito surpreso com isso. O Elias era bem safado.
Tutu me trouxe o pipa, ajudou a passar mais cortante, e combinamos de ir à casa em construção, mais tarde. Ele tinha dois irmãos pequenos, não dava para fazer na casa dele.
Quando perdemos os pipas, já estava meio tarde, e resolvemos deixar para o outro dia.
Cheguei em casa cedo, e o Seu Everaldo estava lavando as ferramentas.
_Ainda falta muito Seu Everaldo?
_Aqui dentro não falta muito, mas é meio demorado....falta chapiscar as paredes da cozinha e do banheiro...aqui do corredor... rebocar...colocar o piso...e o azulejo... ainda vai demorar um pouquinho...mas ó já tem até chuveiro....kkk
Era só o cano de água, na parede.
_Nossa...banho gelado...ninguém merece. Falei.
_Que isso...no calor é gostoso. Aliás, se me dá licença, preciso tomar um banho agora. Disse.
_Gelado? Tá doido?
_Geladinho...gostosinho. Agora vai lá para casa...deixa eu tomar meu banho.
Seu Everaldo já tinha tirado a camisa, e começava a tirar o cinto da calça. Como o banheiro ainda não tinha porta, só o batente, me despedi, e fui para casa.
No meu banho, me veio o pensamento: "Será que se eu demorasse mais um pouco ele ficava pelado na minha frente?". Pronto, meu pintinho ficou duro. Imediatamente me veio à mente, a rolona assustadora do Pedrão. "Será que a do Seu Everaldo é igual?" Consumido pelo fogo, me acabei na punheta.
Terminei meu banho, e fui lá na construção. O pedreiro já tinha saído.
Meu pintinho voltou a ficar duro, só em imaginá-lo tomando banho. Não sei o que me deu, mas peguei sua calça que estava pendurada num prego, e fiquei cheirando, mas não tinha cheiro de pinto, era cheiro de cimento mesmo...
Pendurei a calça de volta, e o prego fincado na parede, me deu uma idéia mirabolante para vê-lo tomando banho.
Peguei um prego, e o martelo, e furei o bloco dos dois lados, depois, com um negócio mais comprido e pontiagudo(ponteiro), atravessei a parede. Agora era só esperar o dia seguinte.
No outro dia, terminei de almoçar, e fiquei no portão de casa, esperando o Tutu descer. Ele chegou, ficamos conversando um pouco, até uns outros meninos dispersarem, e fomos para a casa em construção.
Fiquei apoiado numa janela, que dava para ver a entrada da casa. Tutu se aproximou por trás, e quando ele colocou as mãozinhas nas minhas bandinhas, me arrepiei todo, e já fui empinando a bundinha.
Suas mãozinhas separaram minhas bandinhas, e suavemente seu pinto foi abrindo caminho. Um gemidinho abafado no momento em que a cabecinha tocou meu buraquinho, em seguida a pressão, e a penetração.
Segurando minha cintura, ele metia gostoso, cadenciado.
_Ahhh...ahhhh...é muito gostoso...pena que eu não tenho nada para ficar te dando em troca. Disse.
_Ah...pode ser outro pipa. Falei.
Tutu acelerou as estocadas, e começou a gozar.
_Eu vou descolar outro pipa, e aí a gente combina de novo...blz?
Balancei a cabeça afirmativamente. Passei um paninho velho na bunda, para limpar a porra, e comecei a subir meu calção, só que o Tutu segurou minha mão.
_Espera...vamos fazer mais um pouquinho. Ainda estou com tesão....
Olhei para a cara dele, e ele completou:
_Vai....só mais um pouquinho...eu te dou meu cortante para passar na sua linha...vai deixa...
Agora, eu só tinha o Tutu para brincar, não ia dificultar nada para ele. Abaixei novamente o calção, e falei:
_Beleza então...
Ele se encaixou de novo, e meteu gostoso. Agora, ele meteu forte, e rápido. Aproveitei, peguei meu pinto, e me acabei na punheta.
Começou a me dar um negócio estranho, meu corpo estremeceu, acabei travando o pinto do Tutu, e soltei um gemido forte. Ele também não aguentou.
_Ai caralho...ai..assim é foda...ahhhhhhh.
E ele inundou meu cuzinho.
Resolvi fazer mais um agrado ao Tutu. Me abaixei e abocanhei seu pinto, limpei toda a melequinha dele.
Saímos dali, nos juntamos aos outros meninos, brincamos, mas quando deu umas 17h fui para casa, tinha uma outra coisa para fazer.
Quando cheguei, ouvi barulho de água. Meu coração disparou. Em silêncio, dei a volta pelo corredor, fui ao cômodo onde seria a cozinha, praticamente me deitei no chão, e olhei pelo buraco na parede.
Nossa...era grande, grosso...não como o do Pedrão, mas era grande, devia ter uns 18 cm. Vendo-o ali, passando a mão na rola mole, me deu um tesão danado. Enfiei a mão por dentro do calção, e iniciei uma punhetinha.
Seu Everaldo tinha 48 anos, era branco, queimado de sol, pernambucano, casado, não era alto, devia ter 1,70m, o corpo era bem troncudinho.
Quando Seu Everaldo fechou o registro, eu saí dali, na pontinha dos pés. Minutos mais tarde eu voltei, e o encontrei trocado, pronto para ir embora.
Meu corpo estava super quente, conversamos um pouquinho, e ele se foi... ai...ai....