Infelizmente ainda era Quarta Feira e precisaríamos ir para o colégio no outro dia. Ana já estava melhor mas a sua alegria estava escondida atrás da vergonha que ela ficou sentindo por ter passado mal. Assim que chegamos Ela entrou na nossa sala e não saiu por nada. Fiquei com ela, Gabriela e samira o tempo todo. Só tivemos uma aula nesse dia e o colégio não deixou que liberasse nossa turma. Após a 3° aula vaga eu falei para Ana que iria no banheiro e não demoraria.
Foi quando eu desci para o térreo e vi a namorada de Marcelo, Larissa e outra menina se pegando pelos cabelos. Todo o colégio estava olhando e ninguém separou. Até que Marcelo veio correndo e tentou separar, quando de repente sua namorada começou a dar tapas e chutes nele o chamando de abordo, lixo, que ele não era fiel que tinha pego a menina que ela tava brigando. A briga terminou entre ela e a menina que saiu correndo né, porque agora ela tava brigando com Marcelo. Ele por sua vez começou a negar, realmente ele era safado mas pelo o que chegava ao meu ouvido, ele odiava aquela menina.
Foi quando surgiu uma raiva enorme nela e empurrou a namorada a tirando de cima dele mandando ela se fuder, arrancou o colar que ela tinha dado a ele a anos, e disse:
A partir de hoje não olhe na minha cara, cansei dos seus showzinhos garota ridícula.
Ela começou a implorar dizendo que não, que não queria terminar... menina idiota queria fazer ele de gato e sapato. Foi quando eu o puxei e falei velho não se estressa. Percebi que seus olhos estavam cheios de lágrimas. Todos ficaram surpreendidos por minha atitude pois eu nunca falei com quase ninguém, muito menos em me meter em uma briga.
O levei para minha sala e ele no meu ombro começou a chorar. As amigas de Ana ficaram me olhando com aquela cara de : ‘’ hmm eu shippo’’ e eu falei baixinho: idiotas.
Ele chorava e falava que já não aguentava mais, pois todos seus namoros ele tinha que terminar por ciúmes. Nesse momento eu tapei a boca dele e falei para não ficar triste, o problema foi que quando ele foi levantar a cabeça quase se beijamos sem querer e a sala toda ficou sem reação.