Desvirginado pelo cabo de rôdo

Por: carlos-303 • 07/07/2026 • 177688 leituras
Capa do conto
Aconteceu naquela fase onde tudo é curiosidade. Tinha assistido um cara usar um dildo no rabo e seu tesão em fazer aquilo me deixou louco de desejos. Eu precisava fazer o mesmo.

Só que morava com a família, não tinha muita privacidade e também não teria como comprar um item que eu pudesse penetrar. Decidi deixar de pensar nisso, mas a imagem era muito nítida, o tesão e os gemidos do cara magrelo, que se parecia comigo na época me faziam pirar.

Tentei pressionar com o dedo, mas não causava tantas sensações. Deu aquele friozinho na espinha quando apertei meu botão, mas não era o que esperava.

Foi quando, ao rapar o banheiro após o banho, uma ideia surgiu. E se eu escapasse o cabo de rodo para dar meu cuzinho? A ideia ganhou muita força porque devia me preocupar apenas em comprar e esconder os preservativos. Dei meu jeito.

No banho, liguei o chuveiro, tirei a camisinha do pacote pela primeira vez e encapei o cabo, que era liso, de madeira, fino ao ponto de ter folgas na camisinha. Coloquei a parte de rapar contra a parede e inclinei a ponta, me ajeitei na frente, direto ao ponto e então senti aquilo me cutucar. Senti muito tesão. Ficava assim, cutucando e ia me masturbando ao mesmo tempo, logo gozei achando que estava dando para o rodo. Mas após sair da posição, notei que nada tinha entrado, tinha sido só a cutucada. Achei ótimo e ficou por isso mesmo.

A cada três dias o ato se repetia. Sempre cutucando. Passei a ver mais vídeos, de gays e até mesmo hétero, das mulheres dando rabo e deles chupando piroca. Algo que me aguçou também a vontade. Então tive a ideia de chupar bananas, aquela da terra, que é grande e grossa, e também fica babada fácil.

Eu sentava na tampa do vaso e primeiro mamava a banana vendo alguma cena ou foto. A banana se derretia em minha mão, boca e rosto. Comia as sobras e então, depois, ia para a cutucada.

Mas aquilo logo passou a ser pouco. Resolvi pressionar mais o cabo pra ver no que daria. Então entrei para o banho decidido a ir com calma e pressionar mais.

Não me masturbei, só ia forçando devagar. Aquilo me fazia fechar os olhos até que tuff, o cabo passou e entrou um punhado. Senti um tesão absurdo com aquilo, encostou em minha próstata e isso me deixou mais tarado, fui dando devagar, com jeito, me masturbando, sentindo o pau não crescer, mas um tesão absurdo.

Demorou um pouco, movimentos lentos, com cuidado pra não ser empalado. Até que gozei. Foi uma delícia. Desde desse dia o rodo virou meu comedor. Era seguro, não envolvia mais ninguém e fazia quando dava vontade. Até deixei a banana pra lá.

Dei por um bom tempo assim até surgir a oportunidade com uma pessoa real, que foi uma experiência ótima. Hoje me considero bi. Adoro bucetas e paus, são excitantes.

O melhor nisso tudo era que meus pais brigavam falando que eu demorava demais no banho porque estava na punheta. Só que eles nem sonham que punheta louca era aquela.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados