Sou o Marcos,46 anos, branco, grisalho,bi , taxista a 22 anos. Relato aqui, algumas de minhas aventuras sexuais libidinosas, q tive ao longo de tantos anos, atrás de um volante.
Conheci o morro do Boqueirão a 9 anos, e desde então, frequento o local, ali encontro de tudo pra minhas práticas sexuais depravadas.
A 12 anos, o local tinha sido palco de uma tragédia, onde morreu alguns moradores, num enorme temporal, com deslizamento de terra. Depois da catástrofe, o governo retirou os moradores pra outro local, mas aos pouco, os menos favorecidos voltaram a ocupar o morro, apessar dos riscos.
Hoje, é um local esquecido pelo estado, a população é basicamente de moradores de rua, desocupados, mendigos e viciados, q vivem precariamente nos barracos em escombros, abandonados. O comércio de drogas é muito pequeno, apenas pra atender a população do morro, e a polícia não vai até lá.
Nunca usei drogas e como disse, minhas idas ao Boqueirão, e exclusivamente pra minha satisfação sexual.
Sempre trabalhei a noite, é nas madrugadas q as coisas acontecem, ou fazemos acontecer.
A primeira vez q fui ao Boqueirão, foi pra levar um passageiro, um senhor 60 tão, sobrevivente e ex morador antigo do morro. Ele estava indo visitar o filho, um viciado , q insistiu em permanecer no morro.
Já passava da meia noite quando chegamos. O local, além de distante, era escuro e bem acidentado. Apessar de experiente, eu estava temeroso, mas o coroa, conhecedor do local, logo me tranquilizou.
Achamos o filho dele, na única birosca no alto do morro. Depois de se abraçarem, me convidaram pra uma cerveja, como não sou de dispensar uma gelada, sentamos os três a mesa.
Tião o filho, era um negro trintão feio e desdentado, mas bem simpático e falastrão. Estava só de short, descalço e sem camisa e meus olhos, logo se fixaram, no enorme volume sob seu short fino e surrado.
Depois da terceira cerveja, o coroa pagou a corrida e a conta,disse pro filho q iria dormir na casa da uma tal Odete, e saiu.
Perguntei ao Tião se queria beber mais, ele respondeu:
— só se vc pagar, tô duro, como um côco.
Enquanto bebiamos, Tião notou meus olhares insistentes em direção a sua pica, e colocando a mão sobre ela,perguntou, na lata:
— aí…tu gosta?
— uhumm…bastante— respondi, com naturalidade
— me adianta 5 merreis, q deixo vc pagar um boquete— disse, com um sorriso safado.
Tá fechado, onde vai ser? — perguntei.
Paguei a conta e saímos, por uma ruela escura e entramos num terreno baldio, cheio de mato. Nos fundos tinha um casebre semi destelhado, entramos num comodo,onde antes era uma varanda, e ali, Tião colocou o picão preto pra fora. Era enorme , grosso e cabeçudo. Comecei a punlheta-lo e logo o tarugo endureceu na minha mão, cheio de veias grossas. Logo sentei na mureta e abocanhei o cabeção babado, q fedia a sebo , mijo e suor.
O cheiro de macho agusou meu lado viado e meu cu começou a piscar. Mamei por uns dez minutos, então me ergui e perguntei:
— quanto vc cobra pra gozar no meu cu?
— me dá mais dez merreis, .
Sem responder, fui logo descendo a calça, e me apoiando na mureta, empinei a bunda.
Tião, cuspiu na chapeleta e forçou a entrada, a pica resvalou. Pedi pra ele dar outra cuspida, tirei a calça, e abrindo bem as pernas, peguei na jeba, apontei na portinha do cu e mandei ele empurrar.
Desta vez a chapeletona entrou queimando. Mesmo acostumado a dar o cu, aquela trolha era bem acima da média, não pude conter um gemido alto, mas mesmo assim, rebolei a bunda, forçando contra o picão, q logo deslizou inteiro pra dentro.
Tião sabia fuder gostoso, bombando com pegada forte, ele suspirava de prazer. Pena q ele tava num tremendo atraso, e Gosou em 5 minutinhos. Depois q tirou a trolha, meu cu, expulsou o excesso de gala pra fora. Peguei a jeba lambuzada, coloquei na boca e fiz uma limpeza geral, só então voltamos pro bar.
Tião, foi direto a um cara sentado num canto, e deu a ele , o dinheiro q tinha recebido de mim.
Assim q voltou pra mesa,revelou q aquele cara era quem repassava as drogas no morro e estava devendo duas "cargas"a ele, e q minha chegada ali tinha sido providencial, pois não tinha como paga-lo.
Enquanto bebiamos, Tião abria o jogo , dizendo,
q sustentava seu vício com pequenos biscates q fazia no morro, e comia viados , q assim como eu, iam até ali, perder uma graninha em troca de pica de viciados, ou afim de algum novinho(a), moradores do morro, q tbm se ofereciam por alguns trocados.
Enquanto conversávamos, surgiu uma guria q parecia ter entre 10/11 anos, deu um tchalzinho pro Tião, e foi até ao balcão. Era uma negrinha linda, vestia uma sainha bem curta, q deixava a mostra suas coxas roliças e a calcinha branca enterrada na bundinha carnuda. Estava toda maqueava, e seus peitinhos duros em formação pareciam furar o tecido fino.
Ao me ver olhando a guria com interesse Tião sorriu e perguntou:
— gosta dessa "fruta" tbm?
— adoro— respondi— essa é minha outra fraqueza!
— Essa é a aninha, minha meia irmã filha do meu pai com a dona Odete— disse Tião.
—Muito gostosinha, o q essa belezinha ta fazendo a essa hora na rua?— perguntei sem tirar os olhos da bundinha dela.
— já tá na pista pra negócio. Tá afim?— perguntou o negão, falando sério.
— não acredito q esse bebêzinho, já esteja fudendo!.— respondi, incrédulo.
— podes crer, foi o maninho aqui , q tirou o cabacinho dela— disse o negão, orgulhoso.
Logo, Tião chamou a menina, q se aproximou, toda faceira com um sorriso malicioso no rostinho, sentou no colo do irmão, mascando chiclete.
— aí, maninha esse é o Marcos, meu parceiro, tá afim de um programinha contigo— disse Tião, já com a mão sobre a calcinha da irmã, provando q não estava mentindo.
— beleza— disse ela , abrindo as perninhas, pra me provocar— mas hoje não vai dar, já tenho um compromisso, volta aqui, amanhã.
— tá ok,— respondi, beijando seu rostinho.
Logo, ela saiu rebolando a bundinha e sumiu na escuridão, me deixando de pau duro.
Já passava das duas da madruga, quando eu pagava a despesa pra ir embora, quando Tião foi conversar com alguém q o chamou na rua. Minutos depois o negão voltou com o cara e perguntou:
— aí, tá afim de perder "dezinho" pro parceiro aqui,ele tá sem grana e quer fumar um bagulho.
— já é— respondi, admirando o garotão de uns 20 anos, branco , alto , magro e bonito.
Minutos depois, eu estava com ele , no mesmo local, onde Tião tinha me levado. Mas uma vez, depois de um longo boquete, recebi no meu cu esporrado, a pica fina e comprida do garotão.
Desta vez, por sorte, ele custou a gozar, bombando a pica no meu cu, por uns 20 minutos, até me encher de leite.
Ali mesmo paguei a ele, q saiu às pressas, pra comprar a droga.
Me sentindo realizado, me despedi do Tião, prometendo voltar no dia seguinte, desta vez pra comer Aninha, sua irmã.
Isso ,conto na próxima.
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