Disciplinando a enteada II

Por: gabriel-114 • 24/07/2026 • 1077 leituras
Capa do conto

Agora estava claro pra minha pequena enteada quem mandava na casa, então era hora de eu ir pro segundo passo: despertar nela o desejo. Como disse antes eu a tinha proibido de usar determinadas roupas, em casa era saia sem calcinha e blusa sem sutiã. Ela me obedecia que era uma beleza, o que uma surra não faz. As vezes pegava ela e mandava ir tomar banho. Só que eu fazia ela se despir na minha frente. Gostava de ver a vergonha dela, e quando ela esitava, eu tirava o cinto da minha calça e mandava ela tirar a roupa, só o medo da surra era suficiente pra ela obedecer. Ela ficava completamente nua, peixinhos duros, médios ainda em crescimento. Minha vontade era agarrar ela mas sei me controlar, essa hora iria chegar. Os primeiros banhos eu só olhava, ficava sentado na privada enquanto ela tomava banho. Depois comecei a ajudar, ensaboava o corpo dela, passava a mão nos peitos e na buceta dela. De início ela ficava sem graça, mas foi acostumado, até que eu tbm entrava pra tomar banho com ela. Daí foi fácil colocar ela pra me chupar, sem jeito mas ela fazia. Apesar de eu ser rígido, eu tratava ela bem, não passeavamos, shoppings, praia, comprava as coisas que ela queria. Tbm tratava bem a mãe dela, claro, as duas tinham que sempre me obedecer. Foi um dia depois da praia que chupei a buceta dela. Ela tava linda, toda corada. Já tinha tomado banho ,lanchado e foi dormir. Estava de short e camisa de pijama, eu dei um beijo na boca dela que a fez acordar. Puxei o short dela, abre as pernas na garota e dei uma bela lambida na bucetinha. Ela gostou, a buceta estava molhada, respirava fundo enquanto eu chupava com vontade. Metia o dedo e ela gemia. Meu pau tava muito duro, doido pra meter nela. Mas segurei, no dia seguinte eu iria começar outra etapa da educação submissa dela: a sodomização. Esse dia tive que me aliviar com a mãe dela.
No dia seguinte, a tarde mandei ela tomar banho e quanto acabasse era pra me chamar. Assim ela fez. Enrolei ela na toalha e levei pro quarto dela. Mandei tirar a toalha e deitar de lado na cama. Ela obedeceu, ajeitei como eu queria, pernas dobradas e braços também na junto ao peito. Amarrei os pés e mãos. Ela perguntou o que eu tava fazendo e mandei calar a boca. Fui ao meu quarto e peguei os presentinhos dela: alguns supositório e uns plugs de tamanhos diferentes. Abri a bundinha dela e fui empurrando pra dentro do cu o primeiro supositório, no que ela tentou recuar mas enfiei mais fundo. Não esperei e coloquei o segundo, o terceiro e o quarto. Ela disse manhosa, meio assustada: --- pára, pai. É muito.
Minha vontade era estourar o cu dela. Mas me controlei, bati uma e gozei nas costas dela. Deixei a garota ali, amarrada e com o cu cheio. Depois de uns 15 minutos, voltei. Ela disse que queria levantar, mas eu neguei. Disse que só iria levantar quando eu acabasse. E avisei que agora iria fazer uma coisa e era pra ela não reclamar. --- aguenta quetinha ou vou ter que te bater. Pequei o primeiro plug e fui metendo no cu dela com calma,ela segurava o gemido e apertava as mão. Deixava lá dentro e puxava, depois coloquei um maior, lambuzei bem com lubrificante e mesmo assim foi ruim de entrar. Ela gemia nervosa, mas forcei e entrou. Deixei o plug e fui mexer na buceta, tava um pouco molhada. Meti o dedo e lambi a bucetinha dela. Tirei o plug com calma e coloquei o maior, tbm ruim pra entrar, ela sentiu mas dor, reclamou. Pediu manhosa: --- não, papai. Mas isso só me deu mais tesão e meti com força o plug nela. Ela deu grito mas eu continuei meter tudo. Depois tirei o plug, e não aguentando mais tirei meu pau pra fora e deitei ao lado dela, ajeitei meu pai na entrada do cu e fui metendo. Não encontrei muita recistencia pois já tava um pouco aberto. Ela se contorcia, mas não tinha muito como se mexer. Reclamou que tava doendo só que eu metida sem pena. Tentei segurar o gozo, queria ficar mais tempo bombando naquele cuzinho, mas não deu e gozei dentro dela. Bom, agora aquele cu ja era meu e passei a comer sempre. Continuei com as práticas de enfiar supositórios nela. As vzs em casa, outras quando ela ia pra escola, com a bundinha cheia. E quando chegava, eu socava no cu dela sem dó. Colocava ela nua, só com meia de 4 no sofá e comia o cuzinho com vontade. Gemia muito, me chamava de pai pra ver se eu ia com calma. Ela tava virando uma mulher linda e agora só faltava tirar o cabacinho da buceta.

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