Do Inferno ao céu-parte 2

Por: ana-107 • 10/07/2026 • 167748 leituras
Capa do conto
Coloquei a cueca a calça  e fiquei pensando no que Daniel tinha me dito, como podia  um cara que foi ingnorante comigo na sala de aula, ter me protegido de Heitor Miguel e Pedro, e ainda tinha dito que eu precisava fazer aula de lutas, quando sair do banheiro Marina e Augusto estavam no bar que tem perto da faculdade.
  Marina: até que enfim viado pensei que tu tinha ido pra casa.
Eu: se antes fosse, o babaca do Heitor junto com Miguel e Pedro tentaram abusar de mim no banheiro da faculdade.
Augusto: sério que tremendo filhos da puta, vou lá  agora quebrar a cara  desses três  babacas.
Eu: calma amigo não precisa, Daniel fez isso
Marina: oi ? Como assim Daniel brigou com os três pra te defender? Mas por qual motivo.
Eu: nem eu sei, só  sei que ele me defendeu e ainda colocou os três pra correrem. Ele ainda falou que se eu querer aprender artes marciais ele me leva pra aprender.
Marina: estranho,  na sala  o cara  nem responde teu cumprimento, e no banheiro ele te defende ai tem coisa.
Augusto: começa não Marina o cara defendeu Yago e isso é o que importa.
   Ficamos por lá  mais alguns minutos  até  que decidimos ir embora deixamos Marina no ponto de ônibus e eu e Augusto fomos andando.
Augusto: e ai Yago vai fazer alguma coisa agora ?
Eu: bem além de ouvi meu pai me chamar de tudo menos de filho,  acredito que não.
Augusto: então cola lá em casa mano, meus pais sairam e eu estou sozinho tá  ligado.
Eu: to ligado, além do mais estou super ligado.
  E lá  vomos nós em silêncio, chegando lá Augusto tirou a camisa, a calça e se jogou na cama apenas de cueca.
Augusto: vem car meu japonês.
Eu: chinês eu sou descedente de chinês.
Augusto: Japonês, Chinês tanto faz o que eu quero mesmo é essa boca na minha rola.
Eu: será que todo africano é assim convencido e metido a gostoso- falo passando a língua  na boca.
Augusto: se são  não sei, só  sei que essa boca e meu pau são a combinação perfeita.
Eu fui até ele e comecei a lamber a rola dele pela cueca, fui tirando com minha boca e quando  vi lá  estava  aquela rola linda de 21cm da cabeça  roxa que sai o liquido do pré gozo, abocanhei e comecei a fazer garganta profunda, Augusto  estava de olhos fechados se contorcendo com a minha chupada, ele alisava meus cabelos, tinha hora que ele olhava pra mim tinha hora que ele puxava a minha cabeça de encontro a seu pau como se tivesse mais alguma  coisa pra  entrar e outras vezes ele me deixava respirar, quando isso acontecia a minha boca e a rola dele estava ligado por uma linha de baba, voltava a colocar na boca, depois comecei a lamber a cabeça fui pra base e desci pro saco.
Augusto: caralho mano que chupada gostosa, muito melhor que o de muita mulheres, se eu não  fosse hetero te fudia gostoso.
Eu: hetero sei- falei  rindo pra ele e voltando a chupar, voltei a fazer garganta profunda  nele, arrancando gemidos cada vez mais intenso de Augusto até  que ele não  aguenta mais e goza na minha boca.
Augusto: nossa cara eu nunca gozei tão gostoso como hoje.
Eu: é porque em questão a boquete sou expert- falo rindo olhando pra ele que está  ofegante procurando o ar- uma pena que você  seja  hetero e não  queira comer meu cu.
Augusto: mano, eu poderia até  fazer isso mais me sentiria  mal, porque acredito que ai envolve sentimentos o cara que mete rola  só  por meter não  está certo, espero que você ms entenda.
Eu: claro né Zé ruela-falo dando um soco de leve no ombro dele- agora deixa eu ir que meu pai deve ta furioso com filho viado dele.
   Chegou em casa minha mãe  está  no quarto e  meu pai sentado na potrona dele como sempre, ao me ver chegando ele me olha furioso.
Gustavo: estava por onde aberração, devia ta dando essa bunda.
Eu: a bunda não  mais a boca tava trabalhando que era uma beleza.
  Nessa hora sinto um tapa na minha cara, tapa esse que me derruba.
Gustavo: seu desgraçado seu amaldiçoado, você devia ter morrido.
  Me lavanto vou pro meu quarto me deito na cama e começo a chorar, queria entender o porque do meu pai me odiar tanto, será que era pelo simples fato de eu ser gay ou teria algo a mais nisso tudo, vejo a porta se abrindo e com medo que fosse ele fecho os olhos fingindo está  dormindo.
Mitisuko: abre o olho  Yuri eu sei que você  não  está  dormindo.
Eu: mãe  por qual motivo meu pai me odeia tanto.
Mitsuko: meu filho  seu pai é preconceituoso criação passada pra ele, assim como minha família  na China que me expulsou de casa quando descobriram que eu tinha gostado de seu pai quando ele foi a turismo lá, logo fiquei grávida de você, minha família me expulsou e seu pai ficou alegre em saber que ia ter um filho homem, mas com  quinze anos você se assumiu imagina o baque que seu pai teve, sei que isso não  é motivo pra ele fazer o que faz com você, mas ele.é muito cabeça dura, se pra mim na hora foi difícil aceitar imagina pro seu pai, a diferença entre nós dois é que eu sei lhe dar com isso e te aceitar como você  é ja seu pai não,  porém quero que você saiba que eu sempre vou está aqui do seu lado em todos os momentos.
  Minha mãe  me abraça  e sai do meu quarto, acabo acontecendo, mal sabia o que o outro dia ia me reservar.

Gente me desculpa ai acabei escrevendo o título do conto errado, o título  certo é do Inferno ao Céu.

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