Doce na Ponta da Língua

Por: marcos-169 • 09/07/2026 • 25710 leituras
Capa do conto
O quarto estava iluminado apenas pela luz quente das velas, o ar preenchido com o cheiro adocicado de morango e baunilha. Bia entrou usando apenas uma calcinha vermelha fina e um robe de cetim escorregando pelos ombros. Antônio já a esperava deitado na cama, com uma bandeja ao lado — chantili, pedaços de morango, calda quente de chocolate e sorvete de creme derretendo lentamente.

— Hoje, o prato principal é você — Bia sussurrou, subindo na cama como uma gata prestes a atacar.

Bia começou devagar, lambendo o sorvete do canto da tigela e deixando cair uma gota propositalmente sobre o peito dele. Antônio estremeceu. Ela passou a língua devagar, sentindo o contraste do frio com o calor da pele dele, gemendo baixinho.

Pegou um morango, mergulhou na calda quente e o levou até a boca dele. Quando ele mordeu, Bia pressionou os seios contra o corpo dele, deixando os bicos endurecidos roçarem no seu peito. Em seguida, espalhou chantili sobre os próprios seios, sem dizer uma palavra, apenas olhando nos olhos dele com desejo cru.

— Vai lamber ou vai me deixar derreter? — provocou.

Ele não pensou duas vezes. Lambeu cada gota, sugando os mamilos com vontade, deixando estalos molhados e gemidos abafados preencherem o quarto.

Ela então se deitou, abrindo as pernas devagar, o robe já esquecido aos pés da cama. Com um sorriso sujo, pegou a calda e derramou sobre a buceta, escorrendo até a calcinha rendada, que logo ficou manchada e pegajosa.

— Prova a sobremesa — disse, mordendo o lábio.

Antônio desceu com fome. Rasgou a calcinha com os dentes e mergulhou de cara entre as pernas dela. A mistura de calda quente e seu gosto natural era viciante. Bia agarrou os lençóis, gemeu alto, o quadril subindo e descendo ao ritmo da língua dele. Quando ele enfiou dois dedos e começou a chupar o clitóris com força, ela veio com tudo, tremendo, gritando, gozando com gosto.

Mas ela não estava satisfeita. Não ainda.

Montou nele de frente, pegou o pote de sorvete e despejou uma colherada sobre o pau dele, que já pulsava duro, vermelho. Ele arfou. Ela o encaixou devagar na sua buceta, sentindo o contraste absurdo entre o gelado e o calor do corpo. Rebolou lenta, depois rápido, os seios balançando, a calda melando a barriga dos dois.

— Goza dentro, porra. Me enche — gritou, cavalgando descontrolada.

Ele explodiu dentro dela com um urro, os dois grudados, lambuzados, derretidos um no outro como uma sobremesa proibida.

Silêncio. Apenas respirações pesadas e o som doce do prazer bem servido.

Fim

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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