Moro em Salvador e na correria do trabalho fui fazer uma visita a um cliente num bairro que morei há muito tempo. Sabe aquela vontade de ver como ficou sua rua depois que sai de lá? Nossa, quando dobrei a esquina minha memória reviveu toda a minha infância.
Desde cedo sempre sentia uma vontade tamanha de estar em contato sexual com o meu corpo. Aos 07 anos eu adorava ficar sem roupas pelo apt. Brincava com meus bonecos, e com minha varinha fina correndo da sala ao quarto, e onde parava sempre esfregava meu bumbum, e minha rolinha enxada no colchão ou no braço do sofá, até subir um calorzinho. Como não estudava ainda, eu passava o dia todo com a babá, até meus pais voltarem do trabalho. E ela quando me via nu roçando nos moveis dava cada grito brigando, eu corria de novo com o pauzinho duro pelos cômodos, pra me esconder.
Lembrei que tinha um vizinho, um amiguinho meu, nem lembro o nome nem a sua idade. Ele era branquinho, magro, com os cabelos meio aloirados todo cortado em estilo cuia, e tinha uma bundinha inchadinha. Toda tarde a babá me levava pro parquinho, do conjunto habitacional para brincar. Ela me deixava correr, se sujar, nem olhava direito para nossas brincadeiras. Queria mesmo era bater papo com as amigas. Quando nos encontrávamos lá ficávamos montando e desmontando carrinhos para a grande corrida que fazíamos pelo parque. Montava os carrinhos irados, e saiamos correndo subindo nos brinquedos, caindo, até chegar de volta na largada.
E eu já na malícia inocente da putaria, um dia levei ele para dentro da casinha que havia no parquinho, e na intenção de ajudar com a montagem do carrinho fiquei atrás me roçando de leve. Quando percebi que ele nem ligava baixei meu short já sem cueca pro meu pauzinho durinho cutucar melhor seu cuzinho e ele via e ria. Ai falei baixinho em segredo para baixar o short também e fez. Depois convenci a se deitar no chão para ver mais perto o carrinho montando, e já fui deitando em cima dizendo que também queria ver, ele sorriu e deixou. Já estávamos suados pelo calor que a casinha fazia e meu pau escorregava naquele cuzinho delicioso sem atrito nenhum. Eu fiquei feito cachorrinho movimentando meu quadril na sua bunda até subi um calorzinho no pau de novo. Ele só ria e se ajeitava para mim. Pareciam horas que estava lá, mas acho que só foram alguns minutos curtindo o prazer.
De uma hora pra outra só ouvir um grito da minha babá mandando sair de cima do menino, e uma mão me batendo na bunda, ele coitado assustado começou a chorar achando que era algo de errado que fazíamos. Fui pra casa, com ela me batendo e ameaçando contar pra meus pais. Quando cheguei corri pro quarto e acabei dormindo pesado. No outro dia, a babá me chamou pra conversar, e me explicou sobre convenções heteros... Mas no fundo sabia que nada iria me deter sexualmente. Hoje estou com 39 anos curtindo minha sexualidade numa boa. Depois conto mais naquele feliz bairro que morei... Vai desculpando meus erros, mas da próxima tentarei corrigir.
Doces Lembranças
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