“_ Calma, D. Nenê! Fica tranquila: não precisa de nervosa com isso.”
“_ Ai, meu filho! Eu nem sei o que dizer. Estou muito envergonhada. Como vou chegar para suas tias e conversar com elas, sabendo que você... Ai, que vergonha!”
“_ Não se preocupe D. Nenê, eu não vou falar nada com ninguém, Todo mundo tem tesão e vontade de satisfazer aquelas necessidades. Só fiquei surpreso, só isso!”
“_ Eu só queria passar a vontade e aproveitei que minha filha não veio comigo---...”
Nesse momento não pude segurar e meu pinto começou a subir e engrossar dentro da calça, pois estávamos eu e ela alí, no meio do nada – até o cachorro sumiu enquanto estávamos conversando. Ela havia se controlado um pouco, mas ainda estava aflita e já começou a percebeu pelo volume do meu short que eu não estava normal. Aproximei-me dela e acariciando seu ombro e continuei:
“_ É normal sentir uma coceira nas partes por falta de meter. Eu, por exemplo: quando eu estou com vontade, eu bato uma punheta e aí fico bem satisfeito.”
“_ Eu sei: eu gosto de fazer usando uma cenoura, mas queria alguma coisa mais quente. Então passei a fazer com o cachorro, mas hoje ele não conseguiu.”
Confessou ela, e então fui um pouco mais a fundo:
“_ Bom, D. Nenê, não sei como ele conseguiu das outras vezes: a senhora tem uma bunda muito grande e com um homem mesmo você consegue.”
Aquele elogio coube como uma luva, pois percebi que os bicos dos seios grandes ficaram pontudos como amendoins, mostrando que ela começou a gostar do papo, que me fez minha rola ficar toda molhada de gala: já estava louco para comer aquela coroa. Então, com a minha mão já descendo para a cintura, fui mais ousado:
“_ Você ainda deixa muito homem com vontade de meter, D. Nenê, não está descartada para o sexo: já bati várias punhetas pensando na senhora.” Pronto: falei!
E não estava exagerando, pois gosto de dar meu cuzinho, mas também tenho minhas fantasias como ativo e uma bunda bem larga e grande era uma delas. Ela já parecia outra: pensei que não ia contornar a situação, mas já estávamos falando como adolescentes sobre sexo. Ela ouviu minha confissão e sorriu discretamente, passando a mão na altura da buceta, como se secasse aquela vulva que voltou a ficar úmida e querer ser preenchida por um pinto e eu querendo ser o escolhido. Levei a mão dentro do vestido dela alisei o bico do seio dela, até que ela me chamou:
“_ Vem aqui comigo que eu quero te mostrar um negocio...”
Ela se virou de costas e foi me conduzindo para a mata, meio sem graça mas determinada a dar para mim. Chegando no ponto em que o mato se afastava e formava uma clareira. Ela tirou o vestido enquanto e tirava minha roupa e ficamos nus, um abraçado no outro, sem dizer uma palavra, já que havia conversado bastante e era hora de curtir o momento. Caramba: que coroa! Os seios eram enormes, caídos mas as aréolas além de apontarem para a frente, eram achatadas e da largura de rodelas de laranja, bem escuras. A cintura já acumulava uma certa banha, escondendo aquela vagina extremamente peluda com cabelos brancos e pretos: um tesão! Levei a mão a xana, procurando a entrada no meio daqueles cabelos todos e encontrei os lábios melando e quente de prazer. Comecei a roçar o pinto na perna dela que deixou-a toda arrepiada. Depois de alguns minutos lustrando o carocinho no alto da buceta dela, deitei ela no chão, arreganhei as pernas para encaixar meu quadril, fiz mais um carinho com a cabeça da rola na entrada da buceta dela, quando ela soltou:
“_ Mete na vovó, Querido! Come a vovó!”
Fui entrando devagar para não machucar aquela mulata gostosa, sentindo meu pau cada vez mais sendo envolvido naquela carne melada, tipo clara de ovo, e comecei a bombar nela quando ela começou a gemer gostoso, sentindo a cabeça do meu pau entrando por completo naquela buceta cabeluda. Assim que ela começou a gostar da sacanagem, comecei a meter com vontade: tirava a pica toda e enterrava até as bolas. Ela já estava realizada com aquele momento sensual que há muito tempo não tinha sentido. Apesar do frio daquela tarde de Maio, as coisas estavam quente entre nós até que não aguentei segurar: depois de mais de meia hora em cima daquela coroa, meu pinto formigou e despejou tudo dentro daquela buceta molhada. Não gozava assim há muito tempo e teria que ser com alguém experiente como D. Nenê. Ela estava em outra órbita, havia saído de uma fase de aflição e encontrado a pessoa ideal para quebrar a escrita. Nos vestimos e fiz questão de ajudar a carregar a lenha que estava preparada para levar até sua casa. Depois dessa transa, ainda comi essa adorável coroa mais duas vezes, até que tive que ir trabalhar na mineração como ajudante de topografia e ela se mudou para o Vale do Jequitinhonha. Hoje eu tenho 41 anos e, se eu encontra-se com ela novamente, não pensaria duas vezes em me deitar e fazer essa vovó realizada novamente. Até breve!