Dor e prazer no Motel

Por: caio-zeta-1 10/07/2026 1236 leituras
Capa do conto
Necessário dizer que dar o cu dói na mesma proporção que comer um cu é delicioso.
Quem faz as duas coisas há de concordar.
Talvez até seria mais normal que alguém que já tivesse sido passivo, sentisse mais tesão ainda sendo ativo, por saber ao que está submetendo o parceiro, já que, venhamos e convenhamos, a submissão do passivo à dor é um fator que excita o macho comedor. Pela minha experiência ser passivo se torna delicioso lá pela quarta trepada, quando vc está aberto e o pênis entra livremente batendo na sua próstata. Mas quantos encontros sexuais podem durar horas para o desejo ser despertado inúmeras vezes? Outros fatores facilitadores seriam um cacete mediano e extremamente duro. Quer dizer: transar com um casado de 58 anos e de pau grande desobedece todas as especificações. 58 anos, a idade que colocar camisinha corta o tesão, que a ereção já não é tão potente. Bem, depois dessas considerações, fica mais fácil de contextualizar meu último encontro.
Morrendo de tesão eu e o casado marcamos de nos encontrar. Ele me pegou de carro perto de casa. Fomos desta vez num motel bem bacana aqui perto em São Bernardo do Campo. Um quarto bonito e confortável. Levei um par de meias pretas sociais para ele usar comigo.
Ele estava de barba, completamente branca, e lhe caiu muito bem. Fomos nos desvencilhando de nossas roupas conforme nos beijavamos e esfregavamos nossas rolas duras. Nu, ele foi calçando as meias enquanto eu chupava seu caralho grosso. Estava muito gostoso, a boca cheia daquele pau gordo e delicioso. Ele foi se reclinando na cama e logo meu pau tbm estava na boca dele. Ambos socavamos o cacete freneticamente na boca do outro, cheguei a me engasgar e lacrimejar. Era um tesão sentir aquele macho sendo impetuoso, me submetendo aos seus desejos. Tive de interromper o 69 pois senão iria gozar.
Ele me abraçou e fiquei com o rosto enfiado no seu peito peludo. Ele quis me comer logo. Me posicionei de quatro na beira da cama, e meu macho lambeu meu cu demoradamente me fazendo delirar. Colocou camisinha e passou lubrificante na sua rola e no meu rabo. Ele em pé, só de meias pretas, pau bem duro. Eu pirei de desejo olhando pra trás e tendo aquela visão. Ele foi enfiando e a dor era lancinante. Perdi a ereção e ficou extremamente incômodo. Tentamos de frango assado e ele novamente quis que eu colocasse os pés no peito dele, como no nosso encontro passado. Infelizmente não foi fácil como na cadeira erótica.
Ele socou por um tempo e tirou para aliviar meu cu e dar um descanso. Pedi que ele ficasse de bruços e comecei a lamber seu cu. Minha ereção tinha voltado e eu estava muito excitado. Encostei a cabeça da rola naquele cu peludo e pressionei. Minha intenção era apenas brincar um pouco mas estava absurdamente gostoso. A cabeça entrou e imediatamente comecei a gozar. Tirei o pau e as jatadas atingiram a cama. Foi muito cedo mas não foi decepcionante, foi o que meu corpo pedia naquele momento. Demos um pequeno tempo e ele ficou novamente em pé fora da cama pedindo que o chupasse. Com o pau bem molhado ele voltou a enfiar em mim de quatro. Agora era mais fácil de aguentar aquele invasor largo e cabeçudo, e quando ele estava pra gozar tirou o pau e deitamos na cama novamente num 69, mas desta vez eu chupava sua rolona e ele enfiava dedos no meu cu laceado. Ao mesmo tempo que ele gozava em jatos na minha boca e rosto eu gozei com a estimulação anal. Foi delicioso.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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