Dose Dupla

Por: andre-385 • 13/07/2026 • 50512 leituras
Capa do conto
Estava trabalhando fora da minha área pra ajudar um setor que precisava atingir uns resultados, já haviam levado bronca do chefe geral em duas datas anteriores pelos atrasos, e estavam caminhando pra terceira vez, quando ele me colocou no meio pra intervir. O responsável era um negão grande encorpado, dava uns 3 de mim, acabei indo pro setor dele e mal dava o horário ele estava se trocando pra sair, a sala dele era retirada e só tinha nós dois por lá então e manteve a rotina de trocar de roupa ali mesmo, ficava babando de ver aquele macho grande, peludo e com um imenso volume, ele percebia e soltava umas piadinhas. _ Para de olhar vai acabar me deixando de pau duro. _ Mas isso aí cresce mais ainda? _ Fica brincando pra ver. Logo no primeiro mês conseguimos superar as metas, tinha facilidade em destravar e organizar as coisas, o chefe parou de reclamar e até elogiou algumas coisas e ele veio todo alegre.

Estranhei quando chegou perto do horário e ele não se trocou, então perguntei: _ Ué esqueceu o horário? _ Não vou completar uns trabalhos, não vai ficar me ajudando sempre, daqui a pouco te chamam e vão me tratar mal de novo. _ Mas por que a pergunta, estava querendo dar aquela olhada? _ Olhar não tem mais graça. _ Pela imensa ajuda e deixar eu levar os créditos, até que merecia mais, mas precisa ficar no segredo? _ Pra mim tudo bem. _ Vou levar mais uma meia hora aqui, me espera no depósito lá do fundo, daqui meia hora e deixo pegar um pouco. Estava muito ansioso fui no banheiro dar aquela esvaziada, não foi muito fácil como no chuveiro e acabei lavando a bunda no final na pia com sabonete pra ficar cheirosa, tudo ligeiro, na saída do banheiro um polaco me parou na entrada e disse: _ Preparando o cuzinho pra mim? _ Da onde, ficou doido? _ Vi você se lavando, deixa que faço o serviço, vai gostar. _ Foi só dor de barriga, acabei me sujando. _ Bom agora pode sentir uma outra dor na barriga do meu pau te cutucando? _ Saí fora, está me atrapalhando, empurrei ele de lado e saí.

Quando cheguei no depósito estava trancado e achei que tinha perdido a chance, resolvi bater na porta e logo ele abriu e disse: _ Achei que não vinha mais, demorou. _ Imagina, do jeito que estou curioso. Entrei ele chaveou e fui levando a mão no volume, ele afastou e disse: _ Calma, sem pressa, deixa eu ver essa bundinha antes. Ele me tirou toda roupa me virou e ficou alisando minha bunda e meu cuzinho, aquela mão grande e áspera estava me deixando doido, logo ele encostou o pintão quente e duro e disse: _ Quer dar pra mim? _ Não sei se aguento? Deixa eu ver primeiro. _ Aguenta sim, vou com calma, vou abrir você devagarinho. Virei e abaixei e segurei o pintão, era enorme, comprido, grosso, dei uma lambidas e chupadas e ele gostou e disse: _ Quero meter, deixa eu entrar aí. _ Mas vai me arrebentar com esse pauzão, nunca levei algo assim tão grande. _ Nada aos poucos acostuma. _ Mas até lá vou gritar feito uma égua sendo enrabada pelo cavalo. Ele riu e disse: _ Tem razão, aqui não dá, alguém pode ouvir e dar problema, melhor só mamar. Ele começou a meter e bater na cara e mandar engolir seu saco, e eu obedecia não demorou ele gozou e me fez tomar tudo. Guardou e disse: _ Vamos indo senão pode chegar alguém e sentir o cheiro de foda.

Saímos e percebi que tinha esquecido o celular, ele disse: _ Pega a chave e busca, nos vemos amanhã, não esquece de fechar senão some algo e sobra pra mim. Voltei no depósito e logo na porta encontrei um mulato da manutenção, o sujeito era encorpado, malhado de academia, muito tezudo, quando viu perguntou: _ Ué ainda trabalhando? _ Não esqueci o celular no depósito. _ Mas o que fazia no depósito? É de acesso só pro pessoal da manutenção. _ Bom estou ajudando o Jandir uns dias e ele tem acesso, até me emprestou a chave pra buscar. _ Bem que vi você pela fábrica mais tempo, então é por isso. _ Passa a chave, essa porta é meio tranqueira. Quando me aproximei ele sentiu o cheiro e disse: _ Andou fazendo coisa por aí. Fiquei vermelho, ele abriu a portão e entrou, foi até onde tinha uma mesa do Jandir e viu uns pingos de pôrra no chão, a cadeira estava virada ao contrário, então olhou pra mim e disse: _ Andou chupando pica? Safado sabia que gostava pela olhadas que me dava. _ Tá doido, não sei de onde tirou isso. _ Simples a cadeira virada ao contrário, o chão com leite e você cheirando a pau, onde mamando sim e aqui, vai ter de dar pra mim também. Ele foi me pegando e me encoxou e esfregou a barba no pescoço e eu me entreguei. Vamos lá atrás, aqui podem escutar, me puxou abriu mais umas duas portas e vi um quartinho pequeno, com um colchão em pé e jornal no chão, entrou e fechou a porta então pedi pra sair: _ Deixa eu ir, está me forçando. _ Jogou a chave no volume e disse: _ Pode pegar e sair. Assim que levei a mão ele me abraçou e começou a apertar minha bunda e disse no ouvido: _ Dá gostoso pra mim? Estou precisando.

Ele foi tirando a minha roupa e me deixou pelado, logo tirou tudo também e eu vi um pinto duro, bem menor na grossura que do João e um pouco mais curto, mesmo assim devia ter uns 17cm, então disse: _ Tá bom vou mamar um pouco, mas aí me libera. _ Fazemos assim tira leite do meu pau e te libero. Comecei a mamar com vontade, socava engolia o saco ele nada de esboçar prazer, então disse: _ Precisa de alguém que te ensine a engolir uma varra. Põe língua pra fora o mais que puder e deixa eu meter, se engasgar avisa. Ele empurrou tudo e segurou minha cabeça, estava entalando na garganta aquele pinto, fiquei sem ar ele percebeu e tirou e disse: _ Vaidinho mais corajoso, perder o ar e não larga a varra, toma mais um pouco, meteu várias vezes assim e nada de gozar, então disse: _ Preciso ir tenho um compromisso. _ Tem nada, agora está ocupado com meu pau. _ Mas você não goza nunca? _ Safado já descobriu meu segredo, pode mamar a noite todo que não gozo, sem segurar. _ Então deixa eu ir? _ Só depois que gozar, vai ter de dar esse rabinho.

Meio a contragosto acabei deixando ele me virar e colocar de quatro, foi metendo e eu gemendo, no ínício abaixei a cabeça e chorei ele entendeu como uma entrega e atolou tudo, larguei um urro forte e ele diz: _ Queito assim vão te ouvir, aí vai ter mais macho querendo te comer, é isso que quer? _ Não. _ Então geme mansinho e baixinho, morde minha cueca aí se doer. Ele começou a meter e mexer e tive de morder a cueca, ele socava com força e eu me jogava pra frente pra impedir a cravada ele se jogava sobre mim e enterrava assim mesmo e dizia: _ Tadinho está perdendo as pregas, né viadinho? Nem conseguia responder, logo ele me levantava e me deixava de quatro de novo de dava mais metidas, me joguei umas 3 vezes pra frente acabei parando colada na pare, nem consegui deitar, ele puxou a bunda e ficou metendo e eu gemendo, tinha deixado a cueca cair e ele não parava, metia e dizia: _ Tá gostando, né! Está virando uma mulherzinha mansa, nem reclama mais dos fincões, assim que gosto, aguenta aí. Mais um tempo ele gozou e tirou de dentro e levantou e disse: _ Olha seu leitinho aí, quer tomar? _ Não já chega. Então tira minha camisinha e amarra pra guardar quando der vontade. Vai !

Acabei fazendo e ele rapidamente se vestiu e saiu, eu também me vesti e fui andando, antes olhei pra ver se não tinha deixado nenhum vestígio, limpei a porra do Jandir, tranquei o portão e caminhei atrás do depósito numa trilha e joguei a camisinha fora.

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