É errado satisfazer sexualmente uma cadela no cio?

Por: kapa-pente-1 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Não era o primeiro cio da minha cachorrinha, já deve ter tido umas 2 ou 3 vezes, mas eu sempre reparava o comportamento e no tamanho que ficava a bucetona dela.

Amigos, esse conto é uma espécie de relato e de dúvida que me surgiu durante o último cio da minha cachorrinha, que também se chama cachorrinha. Perdoe-me a falta de criatividade pra dar o nome pra minha cachorra, sou pessimo nisso! Também tenho um gato que se chama gatinho. Kkkkk, bom, vamos ao conto.

Tenho 24 anos, natural de Manaus. Acabei de terminar a faculdade de educação física e já trabalho nessas academias por aí. Saí da casa dos meus pais faz pouquinho tempo, me mudei pra um apartamento junto com minha cachorra e gato.

Não era o primeiro cio da minha cachorrinha, já deve ter tido umas 2 ou 3 vezes, mas eu sempre reparava o comportamento e no tamanho que ficava a buceta dela durante o período fértil. Era evidente a necessidade que ela tinha pra querer cruzar. Na casa dos meus pais era uma luta diária pra impedir que ela saísse ou que outro cachorro entrasse. Quando eu ia fazer carinho nela ela ficava muito oferecida, empinava a bunda, ficava eufórica. Cheguei até comentar em casa que ela ficava igual uma gata quando tava no cio. Via aquele comportamento e só consegui pensar no fogo que essa cachorrinha tinha em cruzar. Numa das vezes eu dei um tapinha de leve na buceta dela só pra ver a reação e ela ficou doidona -kkkkk, ela ficou brincando esperando que eu desse outro tapa, mas deixei quieto.

Um dia qualquer eu percebi uns pontinhos de sangue no chão de casa, logo imaginei que ela estava entrando no cio. De fato estava, além da buceta começar a ficar inchada ela não parava de lamber. Passou uns dias e chegou o final de semana, - durante a semana não tenho tempo pra nada!

Pois bem, eu tava em casa de bobeira, apos acordar mais tarde, deitado na minha cama. A cachorrinha pula no colchão e já deita lambendo a buceta. Fiquei olhando aquilo, e entre uma lambida e outra a vulva se abria e dava pra ver o rosa vívido e brilhoso da bucetona dela.

Óbvio que ao ver aquela cena, naturalmente fui ficando excitado, meu pau enrijeceu super rápido e eu comecei a pressionar por baixo do cobertor - eu durmo pelado pois gosto da sensação de liberdade. Eu já tinha assistido uns videos zoo algumas vezes, achava bem legal, mas nunca tinha tido vontade de fazer, ou talvez tivesse sido por falta de oportunidade, - agora que eu tava morando sozinho e tinha uma cachorrinha desesperada pra ser fecundada talvez fosse o momento certo de fazer.

Já que estávamos na cama e minha pica dura feito pedra, peguei a cachorrinha e comecei a fazer carinho nela. Claro que ela ficou toda eufórica, fui descendo a mão até chegar na bucetona inchada. Fui dando uns tapinhas de leve e ela empurrando pra trás cada vez mais, além de ficar pulando pra um lado e pra outro, obviamente por gostar da brincadeira. - Confesso que nessa hora eu tava bem nervoso, o coração acelerado e respiração um pouco ofegante, mas não hesitei em nenhum momento.

Abri a vulva dela pra olhar com mais detalhes. Por dentro a pele tinha uma cor rosada bem intensa, além de escorrer um líquido que deixava tudo brilhoso. Comecei a dedilhar, sem precisar de esforço pois a buceta sugava o meu dedo. O que me surpreendeu foi a temperatura. Era muito quente!!! Nessa hora parei com o rodeio e quis logo partir pra penetração, porque eu queria muito saber a sensação. Fiquei de joelhos na cama, botei ela na minha frente e com as maos segurando a base do meu pau, comecei a pincelar a cabeça da minha pica na bucetona dela, meu pau ficou todo molhado com o líquido que a cachorrinha excitada soltava.

Não precisei passar nenhum lubrificante, nem nada, ela tava super lisa. Meu pau ia deslizando pra dentro sem muito esforço, por um breve momento ela deu um latido baixo e meu pau enfrentou um pouquinho de dificuldade, talvez fosse por ser a primeira vez, mas depois fluiu de boa - E MANOOO, É MUITO QUENTEE!! - CARA, AQUILO TAVA GOSTOSO DEMAIS!! Nessa hora eu tinha descoberto o paraíso, mal tinha atolado toda a minha rola na cachorrinha e eu já tava pensando nas próximas vezes que faria aquilo, rsrsr!

Quando a buceta dela encostou na minha virilha, depois do meu pau sumir dentro dela e a vulva roçar nos meu pentelhos, fiz aquela forçada que todo macho faz pra empurrar o pau um pouco mais fundo e dei uma segurada enquanto curtia aquele momento divino. Em nenhum momento a cachorrinha quis tirar, eu olhava pra ela através do espelho do guarda-roupas e deva pra perceber que, enfim, ela tinha conseguido suprir aquela necessidade instintiva de cruzar. O rabinho dela abanava euforicamente igual quando ela me recebia em casa.

Eu sabia que se começasse a me movimentar, fazer o vai e vem, gozaria no mesmo instante. Então pra satisfação dela, imaginando que se eu ficasse parado, com todo meu pau fundo nela, - que nem os cachorros ficam ao cruzar na rua, ela estaria mais satisfeita. Eu também não estava preocupado em apenas me satisfazer, sabia que aquele ato era a primeira de milhares de outras vezes que viriam. Além de que, por amar tanto minha cachorrinha, pensei que se eu me movimentasse poderia machuca-la. - engano meu, pois tenho que ter muita energia pra dar conta atualmente, rsrsrs!

Pois bem, enquanto eu ainda tava parado atolado nela, algo começou a acontecer dentro da bucetinha da cachorrinha! Uma pressão enorme, tipo sucção, começou a contecer. A sensação era de que a temperatura só aumentava, e meu pau estava sendo mastigado. Nesse momento não resisti, a gozada veio! Ainda cheguei a tentar bombar um pouco na hora de gozar, mas não conseguia movimentar meu pau. Gozei muito, gozei forte, nunca tinha sentido tantas jatadas de leite sair de mim de uma só vez, meu sacão esvaziou por completo. Nessa hora ela ficou novamente euforica, com certeza sentia o meu leite, o leite do seu tutor, o leite da pessoa que ela mais ama, escorrendo pra dentro do seu útero como se fosse fertilizar. E eu estava estasiado, não sabia que minha filinha podia me proporcionar tanto prazer, minhas pernas tremiam tanto que eu nem conseguia ficar de joelhos na cama.

Mas as surpresas ainda não tinham terminado. Alguns minutos depois de gozar, simplismente a "sucção" não deixava meu pau sair. Como ele não tava mais tão duro, perto da base a buceta da cachorrinha tava muito apertada, amassou um pouco fazendo com que o meu pau ficasse preso dentro dela. - era como se eu tivesse botado um anel peniano. A cabeça da minha rola tava muito sensível, provavelmente por conta da pressão, tentar fazer forçar pra tirar incomodava e eu tbm fiquei com medo de machucar minha filhinha. Então deixei dentro e me permiti a aproveitar nosso momento de união em uma só carne. Aliás, é bom demais ter uma cadelinha dócil presa na nossa pica, estava me sentindo o macho fodão na hora.

Me ajeitei na cama pra ficar numa posição mais confortável, sentado e de pernas esticadas, enquanto minha cachorrinha, de costas pra mim, sentada na minha virilha, não soltava meu pau. Ao observar ela, presa no meu pau, ofegante, abanando o rabo, e com a mesma carinha de satisfação que ela faz quando estou fazendo cafuné nela e ela está prestes a pegar no sono, esse momento me fez pensar na questão que eu expus no título desse conto. Aquele momento foi mágico pra mim e pra ela, com toda certeza nós ficamos mais íntimos ainda depois desse ato de união.

Por fim, depois de selado a nossa união carnal, ela soltou meu pau, que já tava duro novamente, e imediatamente começou a lamber ele. Deixei ela lambendo enquanto pensava em penetra-la de novo, mas resolvi esperar, por ser a primeira vez e não saber dos limites dela, fiquei com medo de machucar. Mas no mesmo dia rolou outro vezes, rsrs!

Bom, na nossa sociedade, alguns hipócritas dizem que isso é agressão ou um ato abominável, mas eu discordo totalmente! Minha cadela é muito amada por mim e ela me ama mil vezes mais, sempre cuidei dela e o tempo todo ela gosta de ficar perto de mim, se sente segura ao meu lado. Quando eu chego em casa ela pula de alegria, e sempre ouço os latidos de felicidade dela bem antes de me aproximar do portão.

Agora imagina a felicidade pra minha cachorrinha poder me ter o mais próximo possível que um tutor poderia chegar, DENTRO DELA, penetrando-a sem usar camisinha, sem nada entre a gente, pele com pele, com troca de fluidos, ela sentindo meu pau, uma parte de mim quente e macia, alargando e pressionando a carne da bucetinha dela, preenchendo-a por completo enquanto faço carinho no resto do corpinho dela, em um momento que, instintivamente a cachorrinha necessita ser fecundada, estimulada e engatada pra poder receber fundo, e sem desperdício, o meu leite em seu interior quentinho e molhado. Leite esse de alguém que ela confia e ama. Acredito que nesse momento de aproximação, carinho e tesão, ela se sinta a cachorrinha mais super amada e valorizada do universo.

E pra você, é errado satisfazer sexualmente uma cadelinha no cio?

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