Quando o ônibus ficou vazio, me dirigi até as últimas cadeiras e fiquei lá distraído em meus pensamentos ouvindo música, e uns cinco minutos depois o ônibus parou e um passageiro subiu e segundos depois estava sentando ao meu lado, neste momento pensei que com a porra do ônibus inteiro pra sentar aquela criatura foi logo sentar ali, mas deixei rolar e continuei perdido em meus pensamentos quando apenas sinto o meu fone de ouvido sendo puxado e uma voz doce em meu ouvido – Não vai falar comigo não? Olhei um pouco sem ação e logo abri um sorriso que foi retribuído com aqueles dois beijinhos no rosto quando se encontra com um amigo, porém na hora do segundo beijo o ônibus fez uma curva e nossas bocas se encontraram.
Eu – Me desculpa, não foi de proposito Amanda! (Era esse o nome daquela linda moça ali ao meu lado)
Amanda – Tudo bem, mas ... (e sorriu de canto de boca)
Eu – Continue.
Amanda – Como vão todos? Faz um tempo que não nos encontramos!
Eu – Todos estão bem, obrigado, faz um bom tempo que não aparece lá em casa
Ela vestia uma camiseta vermelha de alças com tecido leve, e nesse momento não pude mais segurar e olhei em direção aquele lindo decote, que cobria seus peitos por mim sempre desejados, com um tecido leve evidenciando que ela estava sem sutiã.
Deixe-me descrever Amanda:
Uma moça que tem aproximadamente 168 cm, pele branca, porém queimada do sol, com uma barriguinha linda, cabelos pretos até a cintura que por sinal é fina e evidencia seu quadril um pouco largo. Coxas redondas cobertas por alguns pequeninos pelos dourados até próximo do joelho e uma bundinha linda, que todas as vezes que a encontro na praia fico de pau duro imaginando comer aquele espetáculo de mulher.
Continuando!
Quando voltei meus olhos pra cima, ela estava sorrindo e perguntei o que foi.
Amanda – Pensei que não ia parar de olhar!
Eu – Difícil é não olhar Amanda.
Amanda – Tá bom.
E em uma curva um pouco mais brusca, ela veio em minha direção e sua boca colou na minha. Aproveitamos e trocamos um beijo gostoso e depois olhamos um para o outro com uma cara de desejo guardado a algum tempo. Verificamos se estávamos sozinhos realmente e voltamos a nos beijar, com receio de subir alguém que nos conhecesse ou pior, conhecesse minha namorada. Coloquei minha mão entre suas coxas e fui subindo lentamente, procurando sua calcinha para acariciar sua buceta enquanto nos beijávamos, ela não se fez de santa e foi logo colocando sua mão em meu pau e acariciando, estava tão excitado que ela sentiu a minha calça um pouco molhada onde estava a cabeça do meu pau.
Amanda – [ mordendo minha orelha ] sempre tive curiosidade em ver como ele é.
Eu – Aproveita a oportunidade então!
Amanda – Posso mesmo?
Balancei a cabeça concordando e voltei a beijá-la, tentando colocar sua calcinha de lado para sentir o calor de sua buceta e ter o seu doce mel em meus dedos para poder provar, mas quando estava quase conseguindo ela tirou minha mão e parou de me beijar para assim poder abrir o zíper de minha calça e colocar meu pau pra fora no ônibus, pois nosso tempo agora era bem menor, estávamos prestes a chegar no ponto final onde começa a subir muitos passageiros.
Amanda então olhou meio que indecisa em direção a ele enquanto o punhetava e parava vendo minha excitação escorrer pela cabeça, até que não aguentou e abriu minhas pernas e passou entre elas se abaixando para começar um boquete gostoso com sua boca quente e macia, que hora desciam e chupavam minhas bolas e subia lambendo até a cabeça colocando todo em sua boca deixando todo babado pra depois voltar a lamber. Amanda ficou ali me chupando por cerca de cinco minutos, minutos que pareceram uma eternidade, até que o ônibus parou e ela às pressas se levantou e sentou ao meu lado me dando poucos segundos para guardar o pau e fechar a roupa antes que o primeiro passageiro entrasse e nos flagrasse daquele jeito.
Mas enquanto fechava o zíper, ela colocou seus dedos úmidos em minha boca e falou em meu ouvido – Queria que você provasse o gostinho dela direto da fonte. Beijei sua boca e falei baixinho que estava quase gozando quando ela parou.
Amanda – Podemos continuar ou está com pressa de chegar em casa?
Eu – Podemos sim, quer descer mais na frente e ir ao motel?
Amanda – Não, estou sozinha em casa esse final de semana, dorme comigo, tenho medo do escuro!