Com o passar dos anos nossas transas estavam cada vez melhores, mas escassas por ela ter passado a trabalhar à noite e tb por causa das crianças. Chegava a ficar mais de uma semana sem transar e uma vez falei que uma mulher gostosa dessa não pode ficar sem fuder, ela disse: ??Não mesmo, você não tá dando conta de mim? Ela estava com 33 anos, já não tinha o mesmo corpo, seios flácidos, primeiras marcas de celulite aparecendo e vasinhos, mas ainda muito gostosa, luzes e escova no cabelo, roupas provocantes, ainda chamava muito a atenção principalmente por conta da xana que só ela tem, e a vontade de sexo aumentava. E eu com 42 já não era o mesmo, passei a tomar viagra de vez em quando, escondido, para impressionar. Nossa relação estava esfriando e comecei a ser mais direto, falava nas transas que imaginava outro fodendo ela, passei a citar nomes, disse que o Sérjão, um negão visinho da mãe dela, sempre que íamos lá ele ficava secando ela, e que ele era comedor e era louco por ela e que ele tinha fama de ter pau grande. Eu falava: ? ? quer dar pro negão amor? fala que você tem vontade de dar para ele, fala safada!? Ela : ??você deixa amor?? ?Deixo? e assim gozávamos. Ela foi se soltando e percebendo que eu realmente queria aquilo e que não era só para apimentar a transa. Praticamente estava pedindo para ela dar para outro. E aconteceu quando fomos para o litoral com uns parentes e amigos. Resumindo, ela tinha um primo chamado Carlos de sua idade que morava em Brasília e estava passeando em S.P. com quem ela teve um caso antes de me conhecer e estavam com umas intimidades na praia que despertou ciúme em mim. Um dia estavam todos na praia exceto nós dois que queríamos ficar na casa para aproveitar e tirar o atraso, na sala eu estava tomando cerveja e ela vinho, ela estava no meio da garrafa e eu partindo pra cima com dois dedos na xana melada por baixo da saia perguntando com a boca colada no seu ouvido se ela tinha dado pra ele e que ela estava caidinha por ele de novo, e eis que chega na casa o próprio, interrompendo nossa ralação, nos recompusemos, mas o safado percebeu e também meio alto começou a papear conosco, a Maura estava já no final da garrafa de vinho e com tesão à flor da pele, então eu decidi, é agora que ela vai realizar minha maior fantasia; nem precisei falar nada, só fui trancar a porta da sala, disse que ia ao banheiro mijar e deixei-os sós. A Maura já estava certa do que eu queria, mas até então não havia aceitado, e também não houve a oportunidade nem a pessoa certa, e essa liberação aliada ao efeito da bebida e à atração pelo primo fez com que ela se abrisse para ele. Ela deve ter falado da minha tara para o primo porque após demorar de propósito no banheiro a cena que vi foi ele beijando minha esposa com a mão subindo por entre as coxas dela. Ela com os olhos quase fechados e sorrindo embriagada se deixava levar e disse: ??Amor foi você que pediu não foi?? ? ?Vai fundo amor, aproveita? Parece que minhas palavras despertaram-na da bebedeira, pois ela imediatamente levou a mão ao pau do Carlos por cima da bermuda, a partir daí pareciam dois animais se devorando, Carlos abaixou a bermuda e empurrou a cabeça da Maura para chupá-lo, a pica dele estava crescendo ainda e já percebi que era mais grossa que a minha. Maura, minha querida esposa, estava mamando naquele pau que não parava de engrossar, era meu sonho se realizando...Em segundos estavam trepando, Carlos sentado no sofá terminou de baixar a bermuda e Maura só tirou a calcinha, levantou a saia e trepou nele de frente e de costas para mim começando a cavalgá-lo, tive uma visão que fez me lambuzar todo. Maura passou a falar alto: ?È isso que você queria amor? Pois fique sabendo que estou adorando, ai que saudade desse pau gostoso, me fode Carlos, mostra pro Zé como você me fodia antes de ir pra Brasília, daqui pra frente vou ser uma puta, vou dar pra quem eu quiser e você vai ter que apoiar seu corno!? E meteram até Maura desmaiar no sofá, depois Carlos ficou meio sem graça e saiu da sala. Maura não virou puta coisa nenhuma, continua comigo. Só que Carlos ainda comeu ela de novo antes de voltar pra Brasília, mas sem bebida e sem minha presença, foram caminhar ao anoitecer e transaram na praia. Nossa relação reacendeu e estamos bem, ela tem toda liberdade, mas, como diz, só vai rolar de novo se valer a pena. Estou com planos de entregá-la para o Sérjão que está sempre virtualmente ?presente? em nossas transas, o problema é que não queremos nos expor e vamos levando assim, se ela pula a cerca escondido eu não sei, só sei que nos amamos muito
Ela Não resistiu!
Com o passar dos anos nossas transas estavam cada vez melhores, mas escassas por ela ter passado a trabalhar à noite e tb por causa das crianças. Chegava a ficar mais de uma semana sem transar e uma vez falei que uma mulher gostosa dessa não pode ficar sem fuder, ela disse: ??Não mesmo, você não tá dando conta de mim? Ela estava com 33 anos, já não tinha o mesmo corpo, seios flácidos, primeiras marcas de celulite aparecendo e vasinhos, mas ainda muito gostosa, luzes e escova no cabelo, roupas provocantes, ainda chamava muito a atenção principalmente por conta da xana que só ela tem, e a vontade de sexo aumentava. E eu com 42 já não era o mesmo, passei a tomar viagra de vez em quando, escondido, para impressionar. Nossa relação estava esfriando e comecei a ser mais direto, falava nas transas que imaginava outro fodendo ela, passei a citar nomes, disse que o Sérjão, um negão visinho da mãe dela, sempre que íamos lá ele ficava secando ela, e que ele era comedor e era louco por ela e que ele tinha fama de ter pau grande. Eu falava: ? ? quer dar pro negão amor? fala que você tem vontade de dar para ele, fala safada!? Ela : ??você deixa amor?? ?Deixo? e assim gozávamos. Ela foi se soltando e percebendo que eu realmente queria aquilo e que não era só para apimentar a transa. Praticamente estava pedindo para ela dar para outro. E aconteceu quando fomos para o litoral com uns parentes e amigos. Resumindo, ela tinha um primo chamado Carlos de sua idade que morava em Brasília e estava passeando em S.P. com quem ela teve um caso antes de me conhecer e estavam com umas intimidades na praia que despertou ciúme em mim. Um dia estavam todos na praia exceto nós dois que queríamos ficar na casa para aproveitar e tirar o atraso, na sala eu estava tomando cerveja e ela vinho, ela estava no meio da garrafa e eu partindo pra cima com dois dedos na xana melada por baixo da saia perguntando com a boca colada no seu ouvido se ela tinha dado pra ele e que ela estava caidinha por ele de novo, e eis que chega na casa o próprio, interrompendo nossa ralação, nos recompusemos, mas o safado percebeu e também meio alto começou a papear conosco, a Maura estava já no final da garrafa de vinho e com tesão à flor da pele, então eu decidi, é agora que ela vai realizar minha maior fantasia; nem precisei falar nada, só fui trancar a porta da sala, disse que ia ao banheiro mijar e deixei-os sós. A Maura já estava certa do que eu queria, mas até então não havia aceitado, e também não houve a oportunidade nem a pessoa certa, e essa liberação aliada ao efeito da bebida e à atração pelo primo fez com que ela se abrisse para ele. Ela deve ter falado da minha tara para o primo porque após demorar de propósito no banheiro a cena que vi foi ele beijando minha esposa com a mão subindo por entre as coxas dela. Ela com os olhos quase fechados e sorrindo embriagada se deixava levar e disse: ??Amor foi você que pediu não foi?? ? ?Vai fundo amor, aproveita? Parece que minhas palavras despertaram-na da bebedeira, pois ela imediatamente levou a mão ao pau do Carlos por cima da bermuda, a partir daí pareciam dois animais se devorando, Carlos abaixou a bermuda e empurrou a cabeça da Maura para chupá-lo, a pica dele estava crescendo ainda e já percebi que era mais grossa que a minha. Maura, minha querida esposa, estava mamando naquele pau que não parava de engrossar, era meu sonho se realizando...Em segundos estavam trepando, Carlos sentado no sofá terminou de baixar a bermuda e Maura só tirou a calcinha, levantou a saia e trepou nele de frente e de costas para mim começando a cavalgá-lo, tive uma visão que fez me lambuzar todo. Maura passou a falar alto: ?È isso que você queria amor? Pois fique sabendo que estou adorando, ai que saudade desse pau gostoso, me fode Carlos, mostra pro Zé como você me fodia antes de ir pra Brasília, daqui pra frente vou ser uma puta, vou dar pra quem eu quiser e você vai ter que apoiar seu corno!? E meteram até Maura desmaiar no sofá, depois Carlos ficou meio sem graça e saiu da sala. Maura não virou puta coisa nenhuma, continua comigo. Só que Carlos ainda comeu ela de novo antes de voltar pra Brasília, mas sem bebida e sem minha presença, foram caminhar ao anoitecer e transaram na praia. Nossa relação reacendeu e estamos bem, ela tem toda liberdade, mas, como diz, só vai rolar de novo se valer a pena. Estou com planos de entregá-la para o Sérjão que está sempre virtualmente ?presente? em nossas transas, o problema é que não queremos nos expor e vamos levando assim, se ela pula a cerca escondido eu não sei, só sei que nos amamos muito
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