Ele já sabe que é corno.

Por: jessica-campos-72 12/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Comecei a fazer sexo muito cedo, e a cada namorado ia me entregando cada vez mais. Fui ficando tão viciada em sexo que dava até para alguns amigos do meu namorado por quem estava muito apaixonada. Mas só que minha vontade por sexo me fazia ser bastante inconsequente: Além do sexo normal adorava dar a bunda e chupar uma pica bem dura. Ao ser dispensada pelo namorado que ficou sabendo que eu andava traindo com seus amigos, resolvi que precisava ser mais discreta. Pra tentar diminuir meu fogo, acabei entrando para a religião evangélica e logo que comecei a frequentar a igreja arrumei um novo namorado. Celso era um bom homem (35 anos) e tinha uma situação financeira bem razoável. Passei a bancar a difícil com o Celso, custando a liberar meus peitos pra ele chupar e deixar alisar minha xoxota. Só liberei minha xoxota pra ele quando me pediu em casamento. Casei-me com 21 anos, e já na lua de mel fui deixando Celso esgotado por querer sexo todos os dias... Mas sabia que não podia pedir mais do que o sexo normal, mesmo tendo vontade de dar uma boa chupada e também de dar a bundinha. Quando fui morar no apartamento que Celso já tinha todo mobiliado, passei a fazer muitas amizades no prédio que tinha como síndico um homem negro de mais ou menos uns 40 anos... Soube que era um militar reformado, por ter tido um acidente no quartel que o deixou com problema em uma das suas pernas; mancava muito pouco. E era com o síndico; de nome Rafael, que todos recorriam quando tinha algum problema no apartamento. Celso foi quem me orientou a chamar o síndico quando tivemos um vazamento na pia da cozinha, quando liguei pro seu serviço... O próprio Rafael gostava de resolver os problemas; sempre que era possível, e rapidamente fez o conserto. Também cheguei a chamar o Rafael até pra trocar lâmpada queimada enquanto Celso estava no serviço. Estava tomando um banho na suíte quando o registro do chuveiro emperrou não deixando que eu fechasse a água que continuou caindo do chuveiro. Rapidamente vesti um roupão e corri pra ligar pro Rafael que em poucos minutos apareceu com sua maleta de ferramentas. A posição do registro fez com que Rafael ficasse todo molhado até conseguir fecha-lo. Dei-lhe uma toalha pra que se enxugasse, e quando ele tirou a camisa me mostrando seu belo físico fui ficando toda assanhada... Fiz questão de eu mesma enxugar suas costas.
- Não quer tirar a calça Rafael? Tá muito molhada.
- Não precisa dona Cristina... Eu a troca em casa.
- Mas é só pra torcer um pouco pra diminuir a quantidade de água.
- Não tem problema do Celso chegar de repente?
Sem nenhuma vergonha fui ajudando a abrir sua calça.
- Não... Não tem! Hoje quando liguei pra ele, ele me disse que ia ter uma reunião muito importante agora a tarde.
Quando Rafael arriou sua calça bem na minha frente, meus olhos logo foram para sua cueca branca que mostrava exatamente o contorno do seu pauzão mesmo ainda mole. Rafael percebeu meu olhar e meu discreto sorriso.
- Tá tudo bem dona Cristina?
- Não precisa me chamar de dona, tá?
Enquanto ele mesmo ia torcendo a calça, eu ia vendo aquele volume ir crescendo a ponto de não caber mais dentro da cueca e sair a cabeça e um pedaço pra fora.
- Desculpa-me Cristina; não estou conseguindo me controlar.
- Não tem problema Rafael... Não se preocupe comigo.
Quando ele arriou um pouco sua cueca liberando seu pinto, comecei a analisar aquela coisa negra que devia passar tranquilamente de 25 cm. Rafael já tinha percebido que eu estava dando mole pra ele.
- Quer colocar a mão Cristina?
Quando segurei aquele monstro negro, que era praticamente o dobro do pinto do Celso, Rafael foi abrindo meu roupão até fazê-lo cair o chão me deixando completamente nua passando a massagear meus peitos. Sentindo minha buceta latejando de tesão puxei Rafael pela mão pra dentro do quarto e fazendo ele sentar no sofá terminei de tirar sua cueca pra cair de boca naquele enorme mastro. Dei uma boa mamada e o chamei pra cima da cama. Arreganhei minhas pernas e ele vindo por cima foi enfiando sua mangueira na minha buceta que urrei feito uma cadelinha do cio. Bastou dar umas dez socadas pra que eu tivesse um maravilhoso orgasmo. Colocou-me de quatro e voltou e enterrar tudo bombando sem parar que tive mais dois orgasmos antes de gozar muito na minha buceta. Facilitou muito Rafael ser separado e morar sozinho que passei a visita-lo constantemente e ir pra sua cama, onde Rafael me fazia ter maravilhosos orgasmos na sua enorme pica que me fodia por vários minutos me dando total prazer. Eu que sempre adorei também dar a bunda; estava na cama com Rafael pronto pra me foder novamente quando lhe ofereci minha bunda. Rafael lambeu muito meu cuzinho, e salivou bastante antes de colocar seu cassetete e começar a empurrar.
- Aaaaiiiii! Aaaaaiiii! Não para... Mete tudo... Arromba meuuuuu cuuuuuu...
Aquele pau duro foi entrando e alargando meu cuzinho me dando um prazer inimaginável com a dor que ia sentindo. E quando começou a socar, parecia até que seu pau ia me atravessar e sair pela minha boca. Sem nem encostar na minha buceta cheguei a ter dois orgasmos seguidos.
O meu problema foi quando Celso, naquele mesmo dia à noite resolveu fazer sexo comigo e me mandou ficar de quatro. Ele metendo na minha buceta acabou reparando do meu ânus mais aberto do que de costume... Fiquei apavorada quando senti ele colocando e enfiando o dedo no meu ânus, imaginando que ele ia desconfiar de alguma coisa.
- Hummmm! Hummmm! Não faça isso Celso...
- Tá gostando?...
Logico que eu tinha que mentir.
- Não sei... Nunca fiz isso antes.
Celso tirou na minha buceta e foi enfiando no meu cu bombando cada vez mais rápido até começar a gozar... Fiquei apertando meu cuzinho no seu pau pra tentar despistar que já tinha sido arrombada antes... Celso passou a gostar de meter na minha bunda de vez em quando. Só fui ter certeza quando o pastor da nossa igreja veio conversar comigo querendo me alertar sobre as desconfianças de Celso. Pedi para que o Pastor me ajudasse a preservar o meu casamento, e acabei tendo que aceitar ir pro motel com ele. Adorei ser fodida pelo pastor que apesar de ter quase sessenta anos mete muito melhor do que o meu marido, e tem uma pica deliciosa pra chupar. Hoje sou uma ajudante fiel do pastor com o consentimento do meu marido, que passou a aceitar a ser chifrado e me fazer contar com detalhes minhas idas com o pastor pro motel, enquanto trepa comigo... Só não sabe ainda do Rafael.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🔥 Os mais lidos da comunidade