Ele lava o carro e mete no dono

Por: Roberto 08/07/2026 487963 leituras
Capa do conto
Após meses sem um no dia seguinte surgiu uma entrevista para representante comercial. Fui dar um trato na cara, cortar o cabelo. O carro perfeito para representar a nova empresa. Meu nome é Roberto e eu não sou um modelo de desfile, moreno claro, 1m69, corpo magro, 42 e um pai solteiro exemplar, o filho mora com a mãe. Eu estava no centro da cidade e cai uma chuva que ninguém esperava. Chego em casa vejo o carro, todo sujo já era quase 6 da tarde e para piorar em cidade pequena onde eu iria levar o carro para lavar. Por sorte perto de casa, morava o Júlio, que tinha um pequeno negócio de lavar carros. Eu sempre deixava meu carro com ele.
Júlio, um jovem rapaz com seus 30 e poucos anos, branco, olhos castanhos claros, 1,70, peito bem espalhados, não era o cara de academia, mas um corpo bem definido. Eu já tive experiências com homens e já bati muita punheta pensando em Júlio. Porém, nunca dei indicações e sabia que ele é hétero.
Continuando, fui até a casa dele. Ele estava tomando uma cerveja, descansando do dia de trabalho.
-- Júlio, meu parceiro. Preciso de um grande favor, eu pago a mais. Amanhã, eu tenho uma entrevista de emprego e meu carro não pode chegar na empresa neste estado.
-- Oh seu Roberto.
-- Já falei, não me chame de seu Roberto, me sinto com 100 anos.
-- Desculpa, Roberto. O meu ajudante foi embora e eu estou com a mão machucada.
-- Você me orienta e eu faço o que você falar.
-- Então pode ser.
-- Já estou pronto. Eu aliviado.
Ele estava só com um short branco e sem camisa. Eu com um shorts normal mas que delineava bem meu rabo, não é um bundão, mas gostoso. Teve um momento que a mangueira o molhou e aquele shorts branco marcava a cueca e a rola.
Então ao final do trabalho eu estava secando e fiquei de bunda arrebitada, viro repentinamente e o vejo com a mão sobre o shorts. Ele todo sem graça.
-- Olha se quiser pode vir trabalhar aqui como meu ajudante.
-- Não chego aos seus pés de perfeição, mas aqui no para choque não consegui passar o pano.
Nisso, ele chega por trás pega minha mão e faz uma manobra e dá certo. Nisso, ele deu uma encoxada que senti o volume da rola. A cena foi rápida.
-- Você me salvou. Vou pra casa que deu sede.
-- Não seja por isso, toma uma cerveja, é por conta da casa.
O local era fechado. Mas ele deu uma ideia. -- Vamos beber lá na sala, assim ligo e vejo o resultado do jogo e tem um ar-condicionado.
Eu com a camisa molhada a tirei e segurava na mão e fomos para dentro da casa. Quando chego na sala ele feito me dá uma agarrada por trás me apertando.
-- Cara não dá para controlar que rabo gostoso você tem...Eu sei que você gosta.
-- Toda vez que eu trazia meu carro aqui queria isso...
Ele então me vira, me abraça deliciosamente. E eu passo a língua na sua orelha pescoço, sinto sua barba deliciosa, e vou descendo. Mordisco seus mamilos, o peito no peitoral me dava mais tesão. Com as mãos vou abaixando o shorts e cueca e vejo um pau perfeito.Cabeça rosada, grossa, e tamanho ideal, uns 16cm ou 17cm.
Ele continuava em pé. Passei a língua na cabeça e fui engolindo. Ele gemia de tesão.
Abraçava aquelas coxas grossa peludas. E mamava com gosto. Ele foi para o sofá e o tratei como rei.
-- Que tesão de boca... mas eu quero é comer seu rabinho. A minha namorada não dá o cu. Quero o seu.
Eu mamava e nossos olhos fixos. Então, ele se levanta me coloca de quatro. -- Posso te comer?
-- Sou teu ajudante e sua putinha.
Ele abaixa meu tronco e me faz ficar com a bunda arrebitada, eu já totalmente pelado. Sem medo de ser feliz molha a cabeça o pau, esfrega na portinha.
Nisso para deixar ele mais louco, pisco na rola. -- Não faz isso. E então, sinto a cabeça da rola entrar.
-- Tenho um gel no carro.
-- Não dá pra esperar.. ele passa mais cuspe. Gel raiz.
Parecia quando dei a primeira vez. Um misto de dor e prazer...
Eu de quatro. Apertada o pau dele de dor e ele entra tudo.... Ai não podia voltar atrás...Eu rebolava.
Ele socava com tesão.... -- Que rabo, você tem...Eu gemia baixinho. Foi então que não aguentei e cai deitado e ele em cima...
Sentir aquele corpo em mim... -- Eu vou gozar..
-- Isso meu tesão... goza
De propósito ele aumenta a socada.
-- Isso, não para.. Quando eu gozo instintivamente, dou uma travada no pau dele.
-- Puta que pariu,,,,agora eu vou gozar.. Ele sentindo aquele aperto gozou.
Que louco, eu sentia as veias do pau jorrando o leite.
Ele todo suado, no tesão nem lembramos de ligar o ar-condicionado. Júlio se levantou, pegou na minha mão e me levou ao banheiro. E ele começou a se explicar.
-- Você é um cara legal. Te respeito.. isso é um segredo.
-- Relaxa. Isso fica entre nós. Você é um tesão na cama.Ou no chão.
Rimos e nos despedimos.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados