No dia seguinte, passei de novo em casa, sem avisar, ela estava lavando o banheiro, ajoelhada no chão, todo molhado, já com sua roupa toda molhada, blusa e shorts, e o chuveiro ligado, Quando ela me viu, levou um susto, disse que tinha ligado o chuveiro pois estava terminando o chão e que já iria tomar banho também. Falei que tudo bem, que poderia tomar o banho que eu já estava de saída. Ela trancou a porta, eu fui para meu quarto, tirei a roupa toda, pau mais que duro, tesão lá em cima, olhei pelo buraco da fechadura, ela já tinha tirado toda a roupa e estava entrando no Box, deu para ver aquela bunda mais gostosa. Dei um grito lá de fora que já ia embora, mas que precisava pegar o fio dental no banheiro. Ela falou que já ia abrir a porta. Quando abriu, eu entrei já pelado e de pau duro, falei vamos tomar um banho juntinhos, ela disse que não, que não era certo, peguei ela pelas mãos, entremos no Box e comecei a passar o sabonete por todo o corpo dela, ela ficou que era só espuma, virei ela de frente para a parede, segurei sua bundinha abrindo bem, e encaixei a cabeça do meu pau por trás. Ela ficou na ponta dos pés, começou a rebolar, a água do chuveiro caia em nós dois, e meu pau foi entrando, e ela rebolando, como rebolava gostoso. Comecei vai e vem, ela gemendo, e segurei nos seus peitões e enfiei todo o meu pau. Para o corpo dela deslizar melhor, peguei o frasco de condicionador e espalhei por toda minha barriga e nas costas dela também.. Quanto mais ela rebolava, mais o condicionador se espalhava, e mais liso a gente ficava. Uma delícia. Ela gemia, e no entra e sai do meu pau, disse que ia gozar. Coloquei novamente um dedo no seu cuzinho, que entrou fácil por causa do condicionador, depois coloquei mais um, e ficava naquele entra e sai com meus dedos no seu cu e meu pau na sua bocetinha. Perguntei se estava gostando, ela só mexia a cabeça que sim, e gemia. De repente olhei na prateleira do Box e vi um fraso de desodorante tipo roll-on, que parece a cabeça de um pau. Tirei meus dois dedos do cuzinho dela, ia metendo meu pau devagar para nem eu nem ela gozarmos, e comecei a forçar o cuzinho dela com o frasco. Ela perguntou: O que é isso? Ta forçando. Dói um pouco... E tentava olhar para trás e eu não deixava. Segurava sua cabeça de encontro à parede. Falei, surpresa, pensa que é outro pau, você vai gostar.... Encostei a base do frasco na minha barriga, bem perto do meu pau, já com a parte maior encostada bem no cuzinho dela. Conforme ia enfiando meu pau, o frasco pressionava o cuzinho dela, e ela só gemia, e dizia: Ta me alargando, vai me arrombar. Encostei mais ainda minha barriga nela, e senti quando o frasco rompeu a resistência da entrada do cuzinho, e entrou até a metade. Quanto mais eu estocava meu pau, mais o frasco entrava. Ela começou a contrair o cuzinho, começou a gemer mais alto e começou a gozar... Tremeu toda, parecia que ia ter uma convulsão. Como ela ainda estava tendo os espasmos, tirei o frasco do cuzinho dela, tirei meu pau da bucetinha e enfiei meu pau de uma só vez no cuzinho dela, já lubrificado pelo condicionador e alargado pelo frasco. Ela jogou o corpo todinho para trás, pôs a cabeça encostada em meu ombro e começou a rebolar, enquanto eu segurava seus peitos. Meu pau foi inchando, e gozei como nunca dentro do cuzinho dela... Foi uma gozada fenomenal, que até minhas pernas ficaram bambas... terminamos de tomar banho juntos, me troquei e fui para meu trabalho normalmente, como se nada tivesse acontecido. Por muitos outros dias metemos muito gostoso, ela de quatro, no sofá, etc... Mas poucas vezes ela me deu o cuzinho de novo, como a vez do chuveiro, e nunca tinha me chupado. E nem deixado que eu chupasse a bucetinha dela, até tinha tentado algumas vezes, mas ela não deixava.
Até que um dia, ela diz que vai voltar para o interior, que o caso dela com o namorado estava ficando sério e que eles iriam morar juntos e começar uma vida nova lá, pois era tudo mais fácil. Fazer o que, arrumamos outra para cuidar das crianças e ela se foi. Mas eu não tirava aquelas trepadas da cabeça. Vez ou outra, tocava uma bela punheta pensando nas nossas trepadas, quando comi o cuzinho dela no chuveiro, quando ela pedia para comê-la de quatro. Passou uns dois anos, nesse tempo todo ela sempre mantinha contato com o pessoal aqui, ligava nos dias dos aniversários das crianças, etc., e por causa do trabalho, tive que ir na mesma cidade onde ela estava morando. Liguei para ela, avisei que chegaria à noite, iria dormir num hotelzinho no centro, e que no dia seguinte na hora do almoço, teria que voltar. Então era para ela inventar uma desculpa qualquer para o namorado, que às oito horas encontraria com ela próximo da rodoviária, e iríamos para meu hotel. Ela disse que não dava, que era impossível. Então falei que iria na casa dela. Ela achou melhor ir me ver na rodoviária e combinamos. Viagei de pau duro o tempo todo, só pensando em comê-la novamente. Não saberia quando mais iria encontrá-la. Cheguei na cidade, deixei as coisas no hotel, tomei um banho e fui para a rodoviária, perguntando para todo mundo onde era, pois não conhecia nada lá. Bem na esquina, debaixo de uma arvore, no escurinho, vejo que ela estava lá. Parei o carro e disse entra. Ela falou que disse para o namorado que iria na farmácia, por isso não poderia demorar, e que se alguém a visse ali, com certeza contaria para ele. Falei entra, e vamos para outro lugar. Ela disse Não posso. Falei entra, te deixo perto de sua casa, então. Ela entrou, perguntei como estava, falei que ela estava mais linda ainda, mais gostosa. Ela disse: Você só pensa nisso... Falei e você? Ela disse: É andei penando algumas vezes, sim... Falei: olha aqui, e pus a mão dela no meu pau. Viajei de lá até aqui com maior tesão e você diz que vai embora. Ela falou: Mas eu preciso ir... Falei: Vamos para o hotel, rapidinho... Ela falou: você ta louco, todo mundo se conhece nessa cidade, se me virem entrando lá com você é meu fim. Falei: então ta. E saí com o carro, para a estrada, procurando por um motel. Ela falou: estou sem documento nenhum. Eles não vão deixar a gente entrar. E ela com a mão no meu pau, que a essa altura, já tinha posto para fora. E ela punhetando ele. Daí ela falou. Ali na frente tem uma entrada de uma fazenda, vire ali, Falei: Mas vão ver a gente. Ela falou: entra, pega a estrada de terra e entre no trilho do café. Ninguém vai ver a gente lá. Parei o carro, já estava quase gozando com a punheta dela, ela me olhou e disse: Vou fazer uma coisa que nunca fiz com você. Abocanhou meu pau, começou a chupar gostoso, e eu gemia. Ela chupava meu pau, meu saco, fui tirando minha roupa, baixei as calças até o pé, e ela chupando sem parar. Falei: assim vou gozar. E ela: pode gozar. Mas se eu gozar meu pau demora uns 40 minutos para levantar novamente. Não consigo dar a segunda assim, logo depois. E eu quero é meter em sua bucetinha. Ela falou: goza gostoso, que vou chupar tudo... Já não estava agüentando mais, ela descia até meu saco, me punhetava, enfiava tudo na boca de novo. Eu coloquei os peitos dela para fora, e comecei a apertar os biquinhos. Ela ficou toda arrepiada. Falei: gosta que aperta os biquinhos? Ela respondeu com meu pau na boca: Hum, hum. Já não agüentava mais, pedi para ela parar, senão iria gozar, e ela chupava cada vez mais, passava a língua no meu saco e deslizou até perto do meu cuzinho. Nossa, que sensação deliciosa... Ela levantou minha perna, e percebendo que eu tinha gostado, continuou me punhetando e foi com a lingüinha até tocar no meu cuzinho. Me arrepiei inteiro, e comecei a ter as contrações do gozo. Ela logo abocanhou meu pau, sugando toda a porra dele, enquanto com um dedinho, ia massageando meu cuzinho. E quanto mais eu gozava, mais meu cuzinho contraía... Mas ela não enfiou o dedo, apenas ficou alisando... Quando acabei de gozar, meu pau estava limpo, e ela tinha engolido toda minha porra. Falei: Ta vendo, agora meu pau não fica duro de novo... Vamos embora... Ela continuou chupando meu pau, sem tirá-lo da boca, e com o dedinho, começou novamente a alisar meu cuzinho. Falei: Pára, não adianta... E ela chupando cada vez mais, e de repente, enfiou o dedinho no meu cuzinho, e começou a massageá-lo por dentro. Fiquei bravo, falei: Filha da puta, pensa que sou viado? E ela chupando. De repente, meu pau começa a endurecer, e ela enfiando cada vez mais o dedinho no meu cu, e aquilo foi ficando gostoso, e meu pau inchando. Ela falou: você nunca deu a segunda em seguida porque não sabem tratar bem seu pau. Ele ficou duro de novo. Abaixei os dois bancos da frente, tirei toda a roupa dela e fiquei no banco de trás, falei: Apóia as mãos no console do carro, põe as pernas apoiadas aqui no encosto do banco (que estavam reclinados no banco de trás), para você ter apoio, e levanta essa bucetinha para mim. Dei umas pinceladas naquela bucetinha piscando para mim, e fui enfiando devagar... Ela disse: Nossa, que diferença do pau do meu namorado. O seu parece que me rasga no meio. Vai devagar. Quero sentir cada centímetro... E fui enfiando devagar, até encostar meus pelinhos com os poucos dela. Estava ajoelhado no chão, atrás, e metia meu pau gostoso na bucetinha dela, que gemia, enquanto chupava os peitões dela. Como ela foi se cansando e abaixando o corpo, percebi que sua bundinha estava batendo no freio de mão, que estava puxado. Levantei um pouco mais ela, coloquei uma camisinha no freio de mão e disse que era para não machucá-la. Voltei a socar meu pau nela, e segurei ela pela bundinha, enfiei dois dedos no cuzinho dela. Ela disse: Devagar, calma. Mas fui enfiando logo dois. E ela rebolava, segurando no painel do carro, com as pernas bem abertas apoiadas no encosto do banco. Abri bem sua bundinha, e ela veio se abaixando, abaixando até que encostou no freio de mão. Tirei meu dedo do cuzinho dela, fui posicionando a cabeça do freio de mão até encostar no cuzinho dela. Ela falou: Não. É muito largo. Falei: Só apóia, não precisa enfiar, para fazer apenas uma pressão enquanto meu pau soca sua bucetinha. Ela apenas apoiou o cuzinho e eu fui socando. Ela gemia, rebolava, e de repente, começou a entrar o freio de mão no cuzinho dela. Eu fui ajeitando com calma, ela fechou os olhos, inclinou a cabeça para trás, deu um gemido alto e soltou o corpo, deixando o freio de mão entrar todinho no cuzinho... E ela com as pernas, fazia movimentos para cima e para baixo. Me falou que ia gozar, e eu não agüentei, apesar dela nunca ter deixado, tirei meu pau da bucetinha dela e comecei a lamber, lambia o grelinho, enfiava a língua lá dentro, enquanto ela subia e descia com o freio de mão atolado no cuzinho. Ela soltou um último gemido, soltou o corpo e gozou, gozou como nunca... E gemia... E o freio de mão todo no cuzinho dela. E eu chupando cada vez mais aquele líquido gostoso que saía da sua bucetinha.
Ela ficou em transe... Foi levantando lentamente, falei para ela se virar, ela ficou de quatro, chupei sua bucetinha por trás, e vendo aquele cuzinho ali, e eu ainda sem gozar pela segunda vez, pincelei meu pau na entrada do cuzinho, ela sentindo o que eu queria, rebolou e entrou tudo, dei umas estocadas e gozei de novo, dentro de seu cuzinho. Ela tirou meu pau e começou a chupar as últimas gotas de porra. Ela disse: Nossa, estou até sem forças.... Que trepada maravilhosa. Você precisa voltar mais vezes aqui. Disse que sim, que iria voltar mesmo que a empresa não me mandasse... Até hoje espero novamente a oportunidade de dar outra foda com a empregadinha gostosa.