Derrepente senti uma língua áspera no meu ouvido e algo duro entre minhas pernas, me entreguei totalmente, fiquei um pouco desnorteado com a objetividade do moço. Aí “caiu a ficha”: fazia algum tempo que eu não transava com um homem, o momento se apresentava e, sem pensar muito nas conseqüências, decidi aproveitar. Segurei firme no pau do macho, ajoelhei-me diante daquele mastro e, depois de uma lambida básica na glande, abocanhei com gosto a pica e com uma cabeça parecida com um cogumelo, brilhante que nem um picolé. O Coroa só fazia gemer e passar as mãos sobre minha cabeça, afagando meus cabelos, enquanto eu mamava o seu caralho com maestria, proporcionando-lhe as delícias de um boquete bem dado. Ele devia estar com certo “atraso”, pois não demorei nem cinco minutos e logo senti o pênis pulsar mais forte e o gosto meio ácido de seu gozo inundar minha boca.
– Caralho, que chupada! – exclamou ele, enquanto mantinha as mãos segurando minha cabeça, temendo que eu rejeitasse o leite que ele me despejava goela abaixo.
Ainda ajoelhado e passando a língua pelos lábios, ousei comentar:
– Pode ter mais, se você quiser...
Ele me segurou pelos ombros, me levantou e, por sua vez, ajoelhou-se e tratou de arriar minhas calças, da mesma forma que eu havia feito, inclusive me livrando também da cueca. Mas virou-me de costas e, mantendo-me apoiado na coluna, abriu minhas nádegas e meteu a língua diretamente no meu anel, me fazendo estremecer de tesão. Encheu de saliva o orifício do prazer e, talvez numa pausa para respirar, vez por outra introduzia um dedo no meu buraquinho.
Quando achou que era o suficiente ergueu-se e posicionou o membro duro sobre o anel. Uma das mãos mantinha abertas as nádegas e com a outra direcionava o pênis, pressionando para tentar penetrar em mim.
Eu rebolava timidamente e empinava a bunda na direção do cacete e procurava relaxar para que a invasão se desse com pouca dor, gemendo já de prazer guardado há tanto tempo.
Foram vários minutos até que o senti arriar sobre mim, seu hálito em minha nuca provocando arrepios e ele confessar que enfim havia conseguido deixar o pau todo encravado em mim. Disse então que minha bunda era realmente muito gostosa, que ele gostava de cus apertados assim como era o meu.
Começou então os movimentos de foda; a princípio devagar, tirando quase toda a rola e em seguida enfiando novamente, se deliciando em me penetrar. Eu o incentivava com palavras e também procurando rebolar debaixo de seu corpo. Ele me fudeu por quase meia hora, até que senti o caralho crescer mais ainda e, mordendo gostoso o meu pescoço, me inundou as entranhas com creme farto, o mesmo que eu tomara minutos atrás. Permaneceu colado em mim durante algum tempo, até que o membro foi ficando flácido e escapando do cuzinho recém comido.
Com um sorriso maroto ele então afirmou:
– Por essa bunda e essa boca, eu faço qualquer coisa, viadinho!
Sai com o rabo todo esporrado e escorrendo pelas pernas e fui embora sem resolver meu problema... Mas valeu a pena...