Enchendo novamente o cu de gala quente.

Por: denise-correia-528 12/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
O que vou relatar aqui tem exatamente nove meses, e meu cuzinho ainda sente o prazer usufruído, tinha que resolver um assunto na Prefeitura do meu município, uma espécie de posto avançado, mas cheguei muito cedo, receando filas, mas não tinha ninguém, pede ao vigilante que permitisse eu ir ao banheiro, era pequeno que cabe apenas 2 pessoas por vez, quando estava saindo pra lavar as mãos, vejo um coroa de corpo definido ele sabia que eu estava lá, depois percebi que se tratava de algum funcionário do departamento, ele ficava diante do espelho, de calças semi-arriadas e ajeitando a cueca e alisando o pau... Aquilo me deu um gelo no corpo, ainda mais quando percebi que a porta estava com trinco, eu fiquei com a garganta seca, mas tive a coragem de voltar ao Box e abaixar as calças até o meio das pernas e fingir que estava urinando, foi o sinal para aquele macho.
Derrepente senti uma língua áspera no meu ouvido e algo duro entre minhas pernas, me entreguei totalmente, fiquei um pouco desnorteado com a objetividade do moço. Aí “caiu a ficha”: fazia algum tempo que eu não transava com um homem, o momento se apresentava e, sem pensar muito nas conseqüências, decidi aproveitar. Segurei firme no pau do macho, ajoelhei-me diante daquele mastro e, depois de uma lambida básica na glande, abocanhei com gosto a pica e com uma cabeça parecida com um cogumelo, brilhante que nem um picolé. O Coroa só fazia gemer e passar as mãos sobre minha cabeça, afagando meus cabelos, enquanto eu mamava o seu caralho com maestria, proporcionando-lhe as delícias de um boquete bem dado. Ele devia estar com certo “atraso”, pois não demorei nem cinco minutos e logo senti o pênis pulsar mais forte e o gosto meio ácido de seu gozo inundar minha boca.

– Caralho, que chupada! – exclamou ele, enquanto mantinha as mãos segurando minha cabeça, temendo que eu rejeitasse o leite que ele me despejava goela abaixo.

Ainda ajoelhado e passando a língua pelos lábios, ousei comentar:

– Pode ter mais, se você quiser...

Ele me segurou pelos ombros, me levantou e, por sua vez, ajoelhou-se e tratou de arriar minhas calças, da mesma forma que eu havia feito, inclusive me livrando também da cueca. Mas virou-me de costas e, mantendo-me apoiado na coluna, abriu minhas nádegas e meteu a língua diretamente no meu anel, me fazendo estremecer de tesão. Encheu de saliva o orifício do prazer e, talvez numa pausa para respirar, vez por outra introduzia um dedo no meu buraquinho.

Quando achou que era o suficiente ergueu-se e posicionou o membro duro sobre o anel. Uma das mãos mantinha abertas as nádegas e com a outra direcionava o pênis, pressionando para tentar penetrar em mim.

Eu rebolava timidamente e empinava a bunda na direção do cacete e procurava relaxar para que a invasão se desse com pouca dor, gemendo já de prazer guardado há tanto tempo.
Foram vários minutos até que o senti arriar sobre mim, seu hálito em minha nuca provocando arrepios e ele confessar que enfim havia conseguido deixar o pau todo encravado em mim. Disse então que minha bunda era realmente muito gostosa, que ele gostava de cus apertados assim como era o meu.

Começou então os movimentos de foda; a princípio devagar, tirando quase toda a rola e em seguida enfiando novamente, se deliciando em me penetrar. Eu o incentivava com palavras e também procurando rebolar debaixo de seu corpo. Ele me fudeu por quase meia hora, até que senti o caralho crescer mais ainda e, mordendo gostoso o meu pescoço, me inundou as entranhas com creme farto, o mesmo que eu tomara minutos atrás. Permaneceu colado em mim durante algum tempo, até que o membro foi ficando flácido e escapando do cuzinho recém comido.

Com um sorriso maroto ele então afirmou:

– Por essa bunda e essa boca, eu faço qualquer coisa, viadinho!

Sai com o rabo todo esporrado e escorrendo pelas pernas e fui embora sem resolver meu problema... Mas valeu a pena...

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🔥 Os mais lidos da comunidade