E iniciou falando que nem mais beijo na boca dava, pois o marido não conseguia, se cansava rápido. Eu ouvindo aquilo e me sentindo um canalha pois o que queria de verdade era beijá-la e muito e ela abrindo as suas lutas, tristezas e ansiedades. Ora meus caros...Ela nunca falara assim comigo e sobre um assunto tão íntimo. Ela religiosa, frequentadora assídua de uma Igreja, estava ali abrindo o coração para um perdido pecador. Inevitável os sorrisos, inevitável os olhares, inevitável o meu pau subir vertiginosamente como também inevitável o seu olhar maroto, sensual e lindo. Caros leitores, ela ali sorrindo e me surpreendendo, pois estávamos em uma missão amarga, triste, pegar o material do esposo que não iria mais trabalhar, depois de uma forte complicação cardíaca.Mesmo diante deste contexto de amargor a surpresa aconteceu. Faltando aproximadamente uma hora para chegar na referida cidade onde o professor Miller lecionava iniciou uma chuva.
Ela disse baixinho...adoro chuva, eu realmente não ouvi e lhe perguntei: O que você disse: Adoro chuva, o cheiro, o som...e suspirou: Eu fico muito excitada na chuva! Aquela voz suave fez com que o meu pau subisse na hora e eu disse: Não diga isso cunhada! E e ela disse: Fazer o que? É absoluta verdade, se ajeitando no banco e olhando para mim com olhar de desejo, vontade de sexo que trazia ao meu nariz o cheiro certamente da sua impenetrável bucetinha molhada. O meu coração acelerou e quase explodiu quando ela sem dizer uma palavra colocou o se braço sobre a minha perna e com aquelas mãos brancas, suaves e com os pelos loirinhos do seu braço tocou no volume preponderante que estava por baixo da minha calça. A surpresa, o susto, o desejo distante reprimido, estava agora ali, de verdade vindo com a intensidade igual a chuva que caia e eu disse: Elis, temos que parar...ela balançou a cabeça e disse: Hum, hum..Saindo da estrada com cuidado e atento para ficarmos em lugar seguro parei o carro. Olhei para aqueles olhos intensos dela, para aquela boca quase desenhada, a chuva agora forte batendo sobre a lataria do carro em silencio, beijei a minha cunhada, que pegava em meu pau como se fosse algo que pudesse lhe promover segurança. O beijo, molhado, de língua, suspiros, olhares revirando acentuou quando peguei em seus seios, mesmo como mãe, mulher com filho adulto aquele seio era incrivelmente lindo. Baixei a sua blusa em meio a suspiros, nossas vozes e desejos. Abri a sua blusa, e comecei a lamber aquele seio lindo, gostoso, uma profunda obra da natureza, chupando gostoso fui beijando e fazendo com que a sua cadeira se inclinasse, ali, ao som da chuva que parecia celebrar o momento de prazer inusitado que estávamos a viver, ela com um sorriso disse: Pera, e soltou o sinto, e eu também, sorrimos e ela tira a minha camisa, baixo o meu banco e ficamos sem ligar, para o pudor ou aperto, ou o local, o que queríamos era uma ao outro e foi aí que desci para a barriga dela e ao som da chuva e dos seus gemido consegui fazê-la subir um pouco no banco para chegar na sua calça e abrir aquele faixe éclair que me levou para aquela gruta sagrada paradoxalmente cheirosa e molhada, cai de boca devocionalmente naquela bucetinha quente e gostosa. Descobri que a buceta dela tinha gosto de mel,morango, amora e uva verde, a língua entrava aberta querendo sorver absolutamente tudo, ela já gritava e dizia entra, lauro, (sim, eu sou o Lauro)Entra, me fode, me come, trepa vai, vai, vai e foi aí que assustado e ao mesmo tempo feliz com aquele momento meu pau entrou naquela bucetinha quente, apertada e gostosa, pegava na sua bunda, peito, cabelos molhados agora pela umidade e suor, entrando em um bailar desconcertante dentro do meu carro, que loucura gostosa, , meu pau ali, dentro do paraíso, a sua bucetinha raspada tocando em mim, sua bunda tão desejada por mais de 22 anos que a conhecia estava ali para mim, e no meio destes suspiros e desejos, ela pede para subir em mim. Nos acomodamos no carro, ela começa a chupar o meu pau, chupar o meu saco, engolir a cabeça do meu pau, eu quase a gozar ela sobe para o meu peito e com aquela língua ela chega a minha língua e como em uma conexão mística ela sobe em mim, e inicia um dos momentos mais mágicos e únicos da minha vida. Ela, aquela diva está ali, sobre mim, cara a cara, peito a peito, cabelos longos, seios subindo e descendo em um ritmo alucinado como se para ela fosse o último momento, aquela fera insaciável que nunca eu poderia imaginar que ela era esse vulcão com o convalescente Miller me comia, sim, era ela que me devorava agora, aquela buceta branquinha, raspadinha, loirinha entrava engolindo o meu pau latejante, engolindo os meus dedos com a sua boca quente gritava enquanto a minha outra mão segurava a sua bunda gostosa que bailava naquele vai e vem inesquecível, e aí meus dedos descia para o seu cuzinho, meu dedo delicadamente entrou e ela gritava de tesão, ela gemia que parece que juntos íamos explodir de paixão quando fomos diminuindo a intensidade e pedi para ela deixar o meu pau realizar um sonho. Naquele momento tudo já valia...ela sorrindo disse já sei! e VIROU...AÍ ela virou e disse: Eu sou virgem aqui. Ele nunca quis, eu disse: pois eu quero...e caindo primeiro de língua naquele cuzinho, lambendo ele e a bucetinha que não parava de sair aquele líquido gostoso e inigualável meu pau finalmente entrou, desbravando terras nunca penetradas, invadindo aquele local que junto aquela bunda ao socar o meu pau encostando naquele corpo, suado, freneticamente excitado, tocando ainda com uma mão em sua bucetinha e com a outra na sua boca, comendo aquele cu tão desejado no aperto do carro com os vidros totalmente embaçados pelo calor interno gozamos freneticante em uma explosão de som, gritos, suspiros e ais que sobrepujavam a chuva que parecia celebrar o nosso coito. Que gozada...parecia que jorrava, que saia dela e de mim, que GOZADA! Estávamos ali não sei onde, agora um sobre o outro, molhados de suor, cheirando a sexo, pecado, desejo, amor.A respiração voltando ao normal, os risos de amigos íntimos, sorrisos de cúmplices, sorrisos de cunhados que em um dia absolutamente suigeneres nos predestinou a maior trepada da minha vida. Ela sorriu e disse: Vamos pegar as coisas? Sorrimos...Nos ajeitamos...e voltamos para estrada sem saber se era para direita ou esquerda, enfim, voltamos ao caminho para pegar as coisas do meu cunhado Miller. A viagem ainda reservou grandes surpresas...Mas isso é para uma próxima oportunidade....rsrsrs