ENFIM ELE ME FEZ UMA HOTWIFE
A história que vou compartilhar agora é um relato de amor que floresceu em terras distantes e promessas ardentes. Sou Paulina, e aos 17 anos, mergulhei no vínculo sagrado do casamento ao lado do meu marido, cinco anos mais velho. Juventude e beleza nos envolviam, e quando a oportunidade se apresentou para ele trabalhar por alguns meses na Argentina, decidimos que era hora de selar nosso amor e embarcar juntos nessa aventura. Em uma cerimônia simples, unimos nossas almas perante os céus e logo após, nos lançamos nos braços de Buenos Aires, onde cada esquina parecia pulsar com a promessa de um amor eterno. Onde quer que fôssemos, o calor do nosso amor nos acompanhava, tecendo laços de paixão que transcenderiam fronteiras e desafios.
Nossa paixão era como um fogo ardente que queimava desde os nossos primeiros dias de namoro, quando entreguei a ele minha inocência. Desde então, cada momento era uma oportunidade para nos perdermos nos braços um do outro. Éramos destemidos, buscando o êxtase do amor em lugares inusitados - trilhas secretas que testemunhavam nossos suspiros apaixonados, salas escuras de cinema onde nossos corpos se encontravam em um frenesi de desejo, o calor íntimo do carro que se tornou nosso santuário de paixão, e até mesmo nos cantos escondidos do estacionamento da faculdade onde nos entregávamos à luxúria proibida. Éramos como dois amantes selvagens, alimentando nosso fogo interior com cada toque, cada gemido, cada sussurro de amor.
Mesmo nos primórdios do nosso relacionamento, a intensidade do nosso amor transbordava para o quarto, onde explorávamos os limites da paixão sem hesitação. Cada toque, cada suspiro, era uma dança de prazer e entrega mútua. No entanto, nunca precisamos verbalizar nossas fantasias mais profundas ou buscar além do que já tínhamos. Em nossa conexão, encontramos tudo o que precisávamos para manter o fogo da paixão aceso, sem a necessidade de buscar além dos limites do nosso amor mútuo.
À medida que nos estabelecíamos na Argentina, meu marido mergulhava em viagens frequentes pela região, retornando aos finais de semana para nossos preciosos momentos juntos. Enquanto ele se aventurava pelas estradas, eu me entregava à beleza da cidade, explorando seus encantos com a curiosidade de quem acabara de chegar. Cada rua, cada esquina, era uma nova descoberta, uma oportunidade de me perder nas cores, nos sons e nos aromas de Buenos Aires, enquanto aguardava ansiosamente o retorno do meu amado.
Em uma sexta-feira ensolarada, meu marido retornou de mais uma de suas viagens, trazendo consigo a energia revigorante das estradas percorridas. Após um banho reconfortante, ele me convidou para um jantar especial em um restaurante charmoso, o Parrila, onde os aromas tentadores da culinária argentina nos envolveram em uma dança sedutora de sabores. Ao terminarmos nossa refeição, ele sorriu para mim, os olhos brilhando com uma promessa velada, e sugeriu que explorássemos a agitação da região de Palermo, onde a juventude se reunia para celebrar a vida e suas paixões. O convite era irresistível, e juntos mergulhamos nas ruas vibrantes da noite portenha, prontos para nos perdermos na dança efervescente da cidade e nos braços um do outro.
Ao chegarmos ao bar, nossos olhos se iluminaram com a energia contagiante que emanava do lugar. Escolhemos uma mesa próxima a um grupo de jovens radiantes, cujas risadas e conversas preenchiam o ar com uma atmosfera de alegria e entusiasmo. Enquanto observávamos, admirados, esses belos espíritos livres, nos deixamos envolver pelo clima animado e descontraído do ambiente. Os rapazes lançavam suas cantadas ousadas, acompanhadas de sorrisos sedutores, enquanto as meninas respondiam com graciosidade, aceitando os elogios com charme e, por vezes, retribuindo com beijos roubados, transformando cada interação em uma dança encantadora de flertes e conexões fugazes. Era como se estivéssemos testemunhando a própria essência da juventude e da paixão em sua forma mais pura e efervescente.
Após alguns drinks, meu marido se levantou da mesa e, inclinando-se sobre meu ombro, sussurrou em meu ouvido que precisava ir ao banheiro e que ficaria um pouco ausente. Com um sorriso travesso, ele brincou, dizendo: "Vamos ver se alguém se atreve a te cortejar como os brasileiros fazem". Sua provocação despertou uma faísca de curiosidade em meu peito, enquanto eu aguardava, ansiosa, para ver o desenrolar dessa brincadeira sedutora em meio à agitação do bar.
Com meu marido desaparecendo rapidamente em direção aos banheiros, uma onda de excitação percorreu meu corpo, fazendo meu coração bater mais rápido. Era uma sensação nova para mim, pois nunca havia experimentado nada parecido. Nunca fui uma pessoa de flertar ou de buscar aventuras amorosas; meu único relacionamento antes de conhecer meu marido fora breve e inocente, apenas um vislumbre do que poderia ser. Agora, no entanto, diante da perspectiva de ser abordada por estranhos em um bar animado, um frisson de expectativa e nervosismo se misturava em minha mente, deixando-me completamente envolvida pela imprevisibilidade do momento.
Não demorou mais do que alguns minutos para que as brincadeiras começassem e os rapazes, com seu charme brincalhão, começassem a me provocar. Um deles, com cabelos longos que dançavam ao ritmo da brisa, irradiava um carisma contagiante enquanto me lançava um olhar travesso e, com um gesto brincalhão do dedo, pediu permissão para se juntar a mim para uma conversa. A maneira como ele se aproximou com confiança e leveza fez meu coração palpitar ainda mais, enquanto eu me via, provocada pelo meu marido, mergulhando em um mar de possibilidades e flertes encantadores.
Com um sorriso travesso, concordei com a cabeça, decidida a me divertir com a situação, afinal, se meu marido estava aprontando, por que não entrar na brincadeira? O rapaz se aproximou, puxou uma cadeira e me cumprimentou, revelando-se brasileiro para minha surpresa. Ele se apresentou, compartilhou um pouco sobre sua vida na Argentina, onde estudava medicina. Em seguida, de forma direta e sincera, ele me elogiou, confessando que havia me notado desde que entrei no bar e que estava encantado. Quando mencionei que meu marido estava comigo, ele pareceu surpreso, mas não desanimou. Então, gentilmente, entregou-me um cartão, dizendo que prestava serviços de manutenção residencial e que estaria disponível para mim caso precisasse, a qualquer hora do dia ou da noite. Após a despedida, ele partiu deixando-me com uma mistura de surpresa e divertimento diante dessa inesperada e curiosa interação.
À medida que o tempo passava, a atmosfera descontraída do bar envolvia todos nós, e os rapazes se aproximavam ainda mais, envolvendo-se em brincadeiras animadas. Um deles, com um sorriso brincalhão nos lábios, perguntou se poderia me oferecer uma bebida, prometendo caprichar porque, segundo ele, eu era uma princesa. Sua gentileza e galanteria me arrancaram um sorriso, enquanto eu me via imersa naquele jogo divertido de flertes e elogios, aproveitando cada momento dessa experiência inesperada e cheia de surpresas e sentindo-me excitada de uma forma nunca sentida.
Após cerca de trinta minutos, meu marido retornou à mesa, inclinando-se novamente sobre meu ombro. Com um tom brincalhão, ele sussurrou em meu ouvido: "Minha esposinha fez sucesso?" Sua voz carregava uma mistura de curiosidade e diversão, enquanto eu me via dividida entre a vontade de compartilhar as interações animadas que havia tido e a necessidade de manter o mistério e a surpresa da noite. Com um sorriso travesso nos lábios, respondi com um aceno cúmplice, deixando-o imaginar o que quisesse sobre as aventuras que havia vivido na sua ausência.
Enquanto voltávamos para casa, meu marido mal conseguia conter a curiosidade, ansioso para saber o que havia acontecido enquanto ele estava ausente, lá no fundo do bar, sem ter presenciado nada, segundo ele mesmo. Eu mantive o mistério, provocando-o com olhares sugestivos e mordidinhas nos lábios, alimentando ainda mais sua curiosidade. Cada gesto, cada olhar, era um convite para ele explorar os segredos daquela noite animada, deixando-o completamente intrigado e ansioso para desvendar o que havia ocorrido na sua ausência.
Ao chegarmos em casa, com nosso apartamento no terceiro andar, eu subi na frente enquanto meu marido me seguia, aproveitando para brincar, apertando levemente meu bumbum e dando tapinhas provocativos. Era evidente como a situação tinha mexido com ele, sua excitação tornava-se indisfarçável a cada toque, transformando-o em um turbilhão de desejo e paixão que mal podia ser contido. Cada passo da escada parecia aumentar a tensão entre nós, até que finalmente chegamos à segurança do nosso lar, pronto para nos entregarmos à intensidade daquela noite cheia de segredos e revelações.
Assim que entramos em casa, meu marido me pegou em seus braços, carregando-me como se eu fosse sua preciosidade. Ao chegarmos ao quarto, ele me jogou suavemente sobre a cama, unindo seu corpo ao meu em um abraço apaixonado, enquanto seus lábios encontravam os meus em um beijo longo e ardente. Cada toque, cada carícia, era uma expressão do desejo que ardia entre nós, um reflexo da paixão que havia sido despertada por aquela noite cheia de mistérios e provocações. Naquele momento, éramos apenas nós dois, entregando-nos ao frenesi do amor e da luxúria, sem reservas nem restrições.
Sob a leveza da minha saia, que delineava as curvas do meu corpo jovem, meu marido desvendou um desejo intenso e voraz. Com um movimento decidido, ele ergueu minha saia, revelando minha pele delicada e convidativa. Seus lábios encontraram meu umbigo, iniciando uma jornada de prazer e êxtase. Com mordidas suaves e lambidas ardentes, sua língua percorreu minha pele sedosa, deixando uma trilha de calor e desejo por onde passava. Cada toque era uma promessa de êxtase, cada beijo uma explosão de paixão, enquanto nos entregávamos ao calor do momento, fundindo nossos corpos em uma dança arrebatadora de amor e luxúria.
Sem hesitar, ele continuou seus beijos ardentes sobre a minha pele, avançando sobre a minha calcinha. Quando finalmente ergueu a cabeça, seus olhos encontraram os meus com um brilho travesso. Com um sorriso malicioso nos lábios, quando nossos olhares se encontraram, ele sussurrou: "Safadinha... você adorou toda essa brincadeira, não é? Está toda molhadinha...". Sua voz carregava uma mistura irresistível de desejo e admiração, enquanto ele revelava o quanto meu corpo reagia às suas carícias ousadas. Era como se nossos segredos compartilhados naquele bar movimentado tivessem se transformado em uma dança íntima de prazer e cumplicidade, tornando cada momento ainda mais intenso e eletrizante.
Com um frenesi crescente, alimentado pelo desejo mútuo que nos consumia, meu marido despiu-me lentamente, dedicando cada movimento a explorar e apreciar cada centímetro do meu corpo como se fosse a primeira vez. Sua própria nudez logo se juntou à minha, revelando a paixão e a entrega que nos envolviam. Estávamos à beira de colher os frutos das nossas brincadeiras provocativas, prontos para nos perdermos juntos na exuberância do amor e da luxúria que nos envolviam, um paraíso de prazer esperando para ser explorado por dois amantes entrelaçados em êxtase e desejo.
Em um momento de pura entrega e desejo avassalador, eu assumi o controle sem palavras, apenas deixando-me levar pela intensidade do momento. Empurrei-o suavemente para trás e sem hesitação, posicionei-me sobre ele, sem dizer uma palavra. Minha mente estava tomada pelo calor da paixão, e eu não conseguia conter a ânsia que me consumia. Segurando seu membro com firmeza, eu o guiei até a entrada da minha bucetinha, sentindo o pulsar do desejo enquanto me inclinava lentamente sobre ele, permitindo que nossos corpos se fundissem em um só num movimento lento e irresistível. Cada centímetro de nós se unia em uma explosão de prazer e união, enquanto nos entregávamos à dança ardente da paixão, sem palavras, apenas os gemidos e suspiros que ecoavam pelo quarto, testemunhas silenciosas do amor e da entrega que nos consumiam.
Com os dedos entrelaçados em meus cabelos, meu marido sussurrava em meu ouvido, sua voz carregada de desejo e ternura. Ele queria saber se eu havia gostado, se o prazer que compartilhamos tinha sido mútuo, se eu via alguma questão com o que acabávamos de fazer. Cada mordida suave em minha orelha era uma expressão do seu carinho e preocupação, uma demonstração do seu desejo genuíno de me proporcionar felicidade e satisfação. Eu sorri para ele, perdida em suas palavras, reassumindo o controle da situação com um toque suave em seu rosto, deixando-o saber que cada momento ao seu lado era um presente que eu valorizava acima de tudo.
Compreendendo a importância de responder sua pergunta, eu tranquilizei meu marido, confessando que tinha adorado cada instante daquela experiência, que me deixara excitada e que não via nenhum problema na nossa brincadeira. Enquanto isso, continuava a me movimentar sobre ele, sentindo seu tesão crescer a cada rebolada que eu dava. Sua expressão denunciava seu prazer revelando-se em seu corpo que tremia e enrijecia cada vez mais. Cada movimento era uma troca de emoções e desejos, uma celebração da intimidade e da paixão que nos unia, selando nossa conexão em um momento de êxtase e cumplicidade que mais à frente se revelaria na realização de uma fantasia dele.
Em um momento de íntima conexão, enquanto continuava a sentar naquele pau gostoso de meu homem, senti o desejo de expressar meu carinho de uma maneira mais tangível. Baixando-me sobre seu corpo, encostei meus lábios nos seus, transmitindo todo o amor e gratidão que eu sentia naquele momento. Beijei sua testa com ternura, sem perceber que tinha tocado em um ponto sensível dele, um ponto que desconhecia. Seu gemido alto foi a confirmação de que havia encontrado um caminho para um prazer novo e intenso. Ele segurou minhas mãos e as guiou até seu cabelo, pressionando meus polegares contra sua testa enquanto experimentava um orgasmo que jamais havia experimentado antes. Seus grunhidos de prazer enchiam o quarto, enquanto ele beijava minhas mãos e as recolocava em sua cabeça, incapaz de parar de me beijar e agradecer. Naquele momento, para mim, era apenas um casal compartilhando um momento íntimo de prazer e conexão, sem perceber a profundidade do impacto que tínhamos um sobre o outro.
Após o momento de êxtase dele, o desejo entre nós não se dissipou. Quando recomecei a me mover, senti seu membro se enrijecer novamente, ainda dentro de mim, e assim, entregamo-nos mais uma vez ao amor, envolvendo-nos em uma dança de prazer e intimidade que parecia não ter fim. Enquanto nossos corpos se uniam em uma união apaixonada, minha mente vagueava para os flertes e provocações do bar, reacendendo o fogo que ardia dentro de mim. Então, em um momento de total entrega e êxtase, fui consumida por um orgasmo poderoso, que me fez desabar sobre o corpo do meu marido. Juntos, nos entregamos ao cansaço, caindo para o lado e sucumbindo ao doce torpor do sono, envoltos em um abraço cálido e reconfortante. Naquele momento de paz e serenidade, encontramos a verdadeira essência do amor e da intimidade, adormecendo juntos, unidos pelo vínculo indomável que nos ligava.
No sábado, despertei antes do meu marido, sentindo-me cheia de energia e animação. Decidi surpreendê-lo com um café da manhã especial, então me levantei e fui até a rua comprar alguns ingredientes frescos. Enquanto passeava pelas ruas, peguei alguns ovos de codorna, sabendo que seriam uma pequena provocação para ele. Ao retornar, preparei um café da manhã delicioso, com frutas frescas, pães recém-assados e tudo mais que ele merecia.
Montei a mesa com carinho e chamei meu marido para se juntar a mim. Ele prontamente levantou-se, tomou um rápido banho e logo se juntou à mesa. Ao sentar-se e avistar os ovos de codorna, ele me olhou e me chamou de palhaça, mas logo ambos rimos da situação. Decidimos então aproveitar o dia e sair para visitar a feirinha que acontecia todos os sábados ao lado do nosso apartamento. Era uma oportunidade perfeita para desfrutar juntos da atmosfera animada da feira e saborear algumas delícias locais enquanto aproveitávamos o tempo juntos.
Na aconchegante barraquinha da feira, nós pedimos um delicioso chocolate quente e nos acomodamos, prontos para aproveitar o momento juntos. Enquanto saboreávamos nossas bebidas, meu marido não hesitou em trazer à tona o assunto da noite anterior. Ele expressou sua gratidão pelo meu entusiasmo em participar da brincadeira, reconhecendo o prazer intenso que compartilhamos naquela ocasião. Eu concordei, compartilhando suas palavras, reconhecendo a explosão de prazer que experimentamos juntos.
Entre goles de chocolate quente e risadas, meu marido me perguntou sobre nossa noite no barzinho, e eu prontamente compartilhei sobre os flertes e interações, especialmente mencionando o jovem brasileiro que se sentou ao meu lado e me deu o cartão de visitas dele. Ele, brincalhão como sempre, comentou: "Vixe, fui corno por quantos minutos?" Nós rimos juntos, reconhecendo o humor misturado com uma pitada de verdade na observação. Respondi, em tom leve: “foi apenas por alguns minutos, uns quinze no máximo”. Ele brincou com sarcasmo, sugerindo que poderíamos ter aproveitado para uma "rapidinha". Retruquei, prometendo caprichar mais da próxima vez. Percebi naquele momento, olhando-o nos olhos, que nossas brincadeiras divertidas continuariam no que dependesse dele. Gostei já que aqueles momentos fortaleceriam nossa conexão e cumplicidade.
Saímos de mãos dadas andando pela feirinha e conversando sobre nossas estripulias quando ele de repente me convidou para irmos no outlet. Disse que queria me comprar algumas coisas.
Ele me ajudou a escolher leggings, conjuntos de pijamas e lingeries que perfeitos para diferentes ocasiões, desde algo confortável para relaxar até algo mais sensual para apimentar a noite.
Percebi que meu homem mostrava cuidado e atenção aos meus desejos e preferências, mas sutilmente escolheu peças que me deixariam mais exposta e sensual. Estava claro que ele queria criar uma atmosfera de sensualidade e intimidade em nosso relacionamento, e suas escolhas refletiam isso.
De volta ao assunto, ele disse que aquele momento que vivemos despertou algo novo e poderoso dentro dele, e ressaltou que ele gozou como nunca vivido antes. Sua admiração e apreciação pela experiência que pediu e vivemos expos desejos mais íntimos dele que eu desconhecia. Falou-me abertamente que nunca havia sentido tamanho prazer e que aquela situação, apesar de ter até dado dor no peito e calafrios, o fez completo como homem e também o fez muito feliz.
Já de forma mais formal, me perguntou se gostei de fato e se podíamos continuar com as brincadeiras. De forma aberta e franca perguntei-lhe o que almejava com aquele pedido da noite anterior onde me expos as assertivas de outros homens. Aquilo, eu percebi que havia dado a ele prazer imensurável e a mim idem.
Fitando-me de forma carinhosa me disse que foi um pedido de um desejo daquele momento, mas, que aquele momento lhe fez feliz e nos propiciou um prazer inigualável. Em seguida me perguntou o que realmente eu havia sentido. Abrindo meu coração lhe respondi que me senti viva, poderosa, dominando a situação, e que no sexo me fez sentir um gozo também nunca vivido.
Ao decidirmos nos casar, estabelecemos a promessa de uma total honestidade, comprometendo-nos a nunca esconder nada um do outro, independentemente do assunto. Acordamos que as escolhas feitas em conjunto não seriam motivo de recriminação, e que, uma vez acordadas, não poderiam ser usadas contra nós mesmos.
Ao relembrá-lo desse compromisso, expressei que estaria disposta a continuar com as brincadeiras, desde que tudo fosse devidamente acordado. Acrescentei que só seguiria adiante se ele me enviasse um e-mail solicitando o que desejasse, e eu respondesse. Estabelecemos também que qualquer tentativa de usar isso contra o outro resultaria em uma multa de U$ 10.000,00 (dez mil dólares), conforme combinado. Ele concordou com os termos e em seguida me convidou para irmos ao cinema para matar o tempo.
Chegamos no cinema fora da hora da sessão e para matarmos o tempo compramos uma pipoca e nos sentamos na praça de alimentação já que teríamos que esperar por quase uma hora. Nesse momento passou um belo rapaz sozinho caminhando para a bilheteria do cinema. Ele na maior cara de pau pediu: “segue e fique na entrada para ver se ele dá em cima de você”. Eu sem pestanejar lhe disse: “passe o e-mail de forma clara que eu faço”.
Ele então passou o e-mail com esses dizeres, que aqui resumo: “amor, peço-lhe que vá atras do homem que passou em nossa frente agora e fique dando mole na entrada dos cinemas. Se ele chegar em você, entre na sessão com ele que fico te esperando”.
Respondi de imediato: “ok. E se ele chegar e nós entrarmos no cinema e ele tentar alguma coisa”.
O safado me respondeu: “te autorizo a dar uns malhos, se quiser”.
Sem sequer dirigir-lhe um olhar, demonstrando a seriedade da situação, levantei-me e me dirigi para a entrada das catracas e ficava olhando ansiosamente para o relógio, como se tivesse sido deixada esperando por alguém que não apareceu.
Com o passar dos minutos, o saguão começou a esvaziar-se à medida que as pessoas entravam nas salas. Então, aquele rapaz passou por mim, lançou um olhar rápido e seguiu em direção ao banheiro. Decidi permanecer no mesmo lugar, sentando-me no sofá de espera e cruzando as pernas de modo que ele pudesse ver minha coxa quando saísse do banheiro.
Que coincidência inesperada! Ele sentou-se na poltrona em frente à minha e perguntou se também havia perdido a sessão. Fiquei surpresa ao perceber que ele não pretendia entrar na sala. Respondi afirmativamente, explicando que teria que esperar quase uma hora e que só tinha aquele momento para assistir ao filme, não querendo perder a oportunidade. Ele então revelou que também estava esperando, e para minha surpresa, pelo mesmo filme.
Após as apresentações, ele, sem hesitar, sugeriu que poderíamos esperar juntos na choperia em frente. Num piscar de olhos, percebi a situação complicada em que meu marido se envolveu. Aceitei o convite e caminhamos até a choperia, passando pela mesa onde meu marido estava, como se fosse um completo desconhecido.
Na choperia, pedi para me sentar em uma das primeiras mesas, escolhendo uma posição de frente para a mesa onde meu marido estava. Se ele estava buscando brincadeira, a situação agora tomava uma seriedade inesperada. Meu marido com um sorriso malicioso, parecia uma criança que acabara de ganhar um novo brinquedo no parque! Estávamos a cerca de seis metros da mesa do meu marido. Aquela proximidade despertou em mim uma excitação indescritível.
Pedimos nossas bebidas, eu optei por um drink e ele por um chopp, e começamos a conversar animadamente por cerca de quarenta minutos. Enquanto isso, meu marido parecia inquieto e até se ausentou para ir ao banheiro. Quando chegou a hora de entrarmos para o cinema, foi o ápice da situação.
Levantamo-nos, e o rapaz, gentilmente, ofereceu-me a mão para ajudar-me a levantar da cadeira. Ficamos de mãos dadas enquanto caminhávamos em direção ao cinema, passando bem perto da mesa onde meu marido estava e aproveitei para lhe mandar um piscar de olhos provocativo. Sem hesitar, entrei no cinema com o rapaz, dando um tchauzinho por trás do corpo para meu marido, provocando-o.
Entramos quando as luzes já estavam apagadas, e o rapaz me guiou até uma das últimas fileiras do cinema. Com o brilho das cenas, percebi que o cinema estava praticamente vazio. Durante toda a sessão, nos entregamos ao clima de paquera. Houve carícias intensas, e, estando eu ao lado da parede do cinema, ele se virou o suficiente para me pedir que o masturbasse, o que fiz até que ele gozou fartamente. Gentilmente, ofereci-lhe minha echarpe para que pudesse se limpar, guardando-a em minha bolsa em seguida.
Com o final do filme, o rapaz expressou o desejo de prolongar a noite, mas eu lhe disse que tinha compromissos e precisava ir embora. Ele compreendeu e me passou seu número de telefone. Marcamos de jantar durante a semana, deixando uma expectativa no ar.
Então, quando aquele homem foi para o estacionamento do shopping, voltei para a entrada do cinema e lá estava meu marido. Sem dizer uma palavra peguei meu celular e lhe mandeu um e-mail dizendo: “sai com aquele rapaz e dentro do cinema brincamos muito e no final bati uma punheta para ele até o final. Está feliz agora? Te excitou?”.
Ele então me respondeu: “foi para mim um baque quando vi que havia conseguido mais do que te pedi. Estou feliz e muito excitado. Gosto de quero mais! Depois disso nos e beijamos longamente e saímos em silêncio rumo ao taxi.
Chegamos em casa era um pouco antes das 21 h. De novo, dessa vez sem dizermos uma palavra, fizemos amor de forma viril até que explodimos, novamente, num gozo maravilhoso.
Levantamos e fomos tomar banho para sairmos para jantar quando ele me pediu para usar a saia que havia me comprado, mas, sem calcinha. Lá estava aquele brilho felino nos olhos de meu macho. Perguntei de pronto para ele: “você quer mais?”. Ele disse que sim e que o limite dependeria sempre de mim.
Ao saímos de casa para jantar, já estávamos preparados para a possibilidade de decidirmos ir para uma balada. No caminho, decidimos parar para comer um petisco em algum lugar, seguindo a noite com espontaneidade.
Chegamos no barzinho e ficamos bebericando e comemos um petisco quando meu marido deu a ideia de irmos para uma balada. E lá seguimos para a Club 69.
Chegamos e já estava lotada a casa com um pessoal diverso e pessoas bonitas. Todos alegres e radiantes. Ficamos pouco tempo na fila e ao entrarmos meu marido já encostou em mim e me disse: “vamos nos separar e ver o que rola”. Novamente lhe falei: “Envie o e-mail. É o que você quer ou quer apenas darmos uma volta sozinhos?”. Ele disse: “se você topar, para o que rolar”. Esperei o e-mail e ele me mandou na hora. Respondi com um ok. Aproveitei e perguntei para ele se ele iria azarar as meninas também. Ele me respondeu que não. Disse que iria acompanhar minha performance de longe.
Foi um momento de clareza, quando percebi que precisava tomar uma atitude. Puxei meu marido de lado, peguei a echarpe do cinema e a coloquei em seu pescoço. De forma firme, disse-lhe que se a retirasse por um instante, nosso acordo estaria cancelado. Sem dar-lhe sequer um beijo, virei-me e saí para explorar o local, deixando-o refletindo sobre minhas palavras.
Iniciei uma dança animada no salão, sem nem sequer me preocupar com o paradeiro ou as ações do meu marido. Continuei dançando por um longo tempo e, já completamente suada, dirigi-me ao bar para pegar uma Tequila. Fui abordada por uma garota que me informou que seu primo havia se interessado por mim e queria me conhecer. Ela perguntou se eu estava sozinha, e respondi prontamente que estava com um primo também, mas que ele estava pela casa e que só iríamos embora juntos.
Peguei minha tequila e saímos juntas do bar, dirigindo-nos para um camarote mais discreto, localizado no fundo da casa. Foi lá que ela me apresentou seu primo, um espanhol que estava envolvido em negócios na Argentina.
Ele era um homem atraente, de aparência viril, alto e muito forte. Apresentamo-nos e começamos uma conversa descontraída repleta de trivialidades, rindo bastante. O grupo era animado, composto por pessoas de diferentes lugares, o que proporcionava uma variedade de assuntos e muitas risadas.
Ao ser questionada se tinha algum compromisso, pausei por um momento antes de responder que não tinha nada sério e que ele não precisava se preocupar. Nesse instante, olhei para o lado do camarote e vi meu marido conversando animadamente com uma garota, mas sem desviar os olhos de mim. Senti-me protegida e, ao mesmo tempo, provocada, já que meu homem estava engajado em uma conversa com outra fêmea.
Naquele momento exato, percebi que era a minha chance de provocá-lo, já que estávamos a menos de três metros de distância um do outro. Então, de propósito, virei-me e debrucei-me no parapeito do camarote, como se estivesse conversando com a menina que me havia acompanhado até ali, erguendo sutilmente minha bunda na direção daquele homem que já havia demonstrado interesse por mim. Funcionou perfeitamente; imediatamente senti aquele homem encostar-se em minha bunda, disfarçadamente debruçando-se sobre mim e roçando em mim seu pau já muito duro, o que me atiçou ainda mais.
Diante da percepção de que meu marido estava observando a cena, virei-me e me aproximei ainda mais daquele homem. Sem hesitar, ele me puxou para si e começou a me beijar apaixonadamente, sem cerimônia, enquanto suas mãos exploravam livremente minha bunda.
Após um longo amasso, sentindo as mãos daquele homem explorarem cada parte do meu corpo, desde minhas nádegas até minhas costas, nuca e coxas, voltei a ficar de frente para a pista de dança. Ele então me puxou, colando minha bunda em seu sexo, e começamos a dançar juntos, bem coladinhos, deixando a química entre nós tomar conta do ambiente. Eu estava sendo bolinada em frente ao meu marido. Ele me olhava inquieto e mal dava atenção para a garota que estava com ele. Dei-lhe um sinal e dizendo que precisava ir ao banheiro sai para encontrá-lo.
Ao cruzar com meu marido no caminho para o banheiro, rapidamente lhe dei a desculpa que deveria usar se necessário de que era meu primo e pedi-lhe para agir naturalmente. Entrei no banheiro para disfarçar, e ao sair, nos encontramos novamente no balcão do bar, onde começamos a conversar e rir para disfarçar a situação. Foi então que ele me revelou que teve que se masturbar no banheiro porque não aguentou. Aquelas palavras inesperadas provocaram em mim um tesão diferente, como se eu estivesse apreciando a ideia de provocá-lo com outras pessoas. Fiquei alucinada com aquela verdadeira declaração de amor, cumplicidade e confiança absoluta em mim, mesmo sabendo que eu estava envolvida em aventuras.
Então, tomada pelo desejo, puxei-o pela echarpe e perguntei se continuava ou se disfarçávamos e iríamos embora. Ele então me disse para escolher. Preferi continuar, mas com a condição dele ficar no camarote sentindo de pertinho o que estava rolando. Ele aceitou e eu o apresentei como meu primo e ele foi muito bem recebido.
Passados alguns minutos, meu parceiro começou a se aproximar novamente e discretamente me provocava na frente do meu marido. Eu estava controlando a situação, até que ele perguntou se havia algum problema por causa do meu primo. Ao confirmar que não, ele se sentiu mais à vontade e me encostou na parede do camarote, começando a me beijar com ardor e desejo.
A excitação dele era evidente, especialmente por causa da calça de malha que usava, e isso estava claro, a menos de dois metros de distância do meu marido, que foi meu primeiro homem. Ali, eu estava me entregando a esse homem, enquanto tentava compreender como meu marido podia compartilhar sua mulher, que só conheceu ele como seu macho. Era uma confusão de pensamentos, mas o desejo, a luxúria e o prazer de provocar meu marido eram mais fortes.
A noite avançava e todos estavam mais descontraídos devido à bebida, a música fluía e o clima ficava cada vez mais excitante. Ao meu lado, a garota que me abordou para me levar ao camarote estava flertando com meu marido, o que me incomodava um pouco. Percebi que ele tentava se esquivar, mas ela era bonita e provocante! Minutos após ele veio ao meu ouvido e sussurrou perguntando se queria ir embora, e é claro que eu disse que não. Afirmei que ficaria um pouco mais.
Para provocá-lo ainda mais, perguntei se ele tinha algum desejo especial para aquela noite. Ele se abriu e admitiu que gostaria que eu fizesse aquele homem gozar, mas enfatizou que não queria que transássemos ou que saíssemos juntos da balada. Explicou que pegaria um táxi para casa para buscar nosso carro, me esperando na saída da balada.
Então, combinamos que se alguém perguntasse, eu diria que ele foi levar uma amiga em casa e que voltaria para me buscar às quatro horas da manhã. Assim, eu teria mais duas horas para ficar ali.
Comecei novamente a dançar ao lado daquele homem e de imediato ele já me enlaçou me virando de costas para ele e começamos a dançar até que ele se sentou na poltrona ao lado de meu marido que estava terminando sua bebida para ir embora e me puxou para o colo. Sentei e como se não bastasse coloquei as penas em cima do braço da poltrona o que deixava meu marido de frente comigo.
Como se fosse obra do destino, começou a tocar música latina, que aliás, eu adoro. Aproveitei a batida e comecei a rebolar cerca de um palmo acima do colo dele, enquanto ele, sem nenhum pudor, acariciava todo o meu corpo. Com minha bunda virada para ele, por trás ele passava a mão em minha xoxota, apertando de leve, enquanto meu marido, sentado à altura dos olhos do que estava acontecendo, podia ver tudo claramente. Eu olhava para meu marido e discretamente provocando-o e me abria para aquele homem. Então, ele se levantou e se encostou na parede, ainda de costas e aproveitando o ambiente escuro, senti sua mão passar pela minha bunda e, em seguida, o pau daquele homem se encaixar entre minhas coxas. A penumbra nos escondia, mas não escapava dos olhos de quem provocou toda aquela situação.
Nesse momento meu marido se levantou veio até nós e se despediu e se foi.
Ficamos ali curtindo e aquele homem me bolinando e se revelando um verdadeiro safado. Então, ele recebe uma ligação que interrompe a noite já que por uma urgência ele precisou ir embora de imediato. Eu, como meu marido iria voltar, fiquei.
Eu fiquei ali no camarote sendo bem servida, com bebida em excesso, mas sozinha. Então, liguei para meu marido e expliquei a situação brincando com ele dizendo: “vem cuidar de sua mulher senão vou encher o ambiente”. Ele sem pestanejar me respondeu: “só vou te buscar. Me surpreenda”.
Confesso que não sei se minha vontade era matá-lo ou castrá-lo. Seguindo o protocolo, passei um e-mail assim: “já progredi bastante no que me pediu na noite. O camarote está vazio e você não quer vir. O que quer que eu faça. Peça”. Ele me respondeu: “encha o camarote. Farreie e me surpreenda. No mesmo trato de antes”.
No decorrer da noite, algumas meninas passaram pelo camarote, mas saíram rapidamente, já que seus companheiros não podiam entrar. Então, vi uma menina muito bonita que já estava lá antes e a chamei. Expliquei o que estava acontecendo e perguntei se ela conhecia as outras meninas, sugerindo que poderiam vir para o camarote e trazer os meninos. Em menos de dez minutos, já havia mais duas meninas e quatro jovens rapazes no camarote.
As duas meninas que vieram estavam se divertindo já que estavam sozinhas e eu, claro, também. Os meninos, todos muito jovens também se divertiam demais. Mas, creio que pelo fato de serem muito jovens, eram tímidos e não chegavam, até que um deles chegou em mim e me pediu um beijo. Claro, caprichei.
Ele era um rapaz bonito e educado, e ficamos ali brincando e nos provocando. Então, ele me perguntou que horas iria embora, e eu disse que em breve, pois faltavam apenas uns trinta minutos. Ele ofereceu carona, mas quando mencionei que meu primo viria me buscar, percebi que ele perdeu um pouco o interesse. Perguntei se ele estava com carro, e ele confirmou que sim. Então, convidei-o para sairmos dali, já que a balada para mim estava terminando. Ele aceitou, e saímos juntos.
O wallet trouxe o carro dele e pude ver que era alguém com poder aquisitivo. Então me convidou para um lanche que aceitei desde que fosse para a direção de minha casa. Seguimos.
Passei então uma mensagem para meu marido dizendo: “aqui a noite ainda não terminou. Sai da balada com um menino gente boa e ajuizado que pediu para irmos lanchar e eu aceitei. Estamos indo em direção a nossa casa, assim, não venha me buscar ainda. Me responda, contínuo ou encerro? O que meu maridinho quer?”. Ele me respondeu de imediato: “já sai para ir até vocês, mas vou voltar. Se precisar vou te buscar onde estiver. Continue. Me surpreenda”.
Fato era que meu homem estava vibrando com nossas aventuras e acompanhando de perto. Aliás, olhei no telefone e ele estava acompanhando pelo aplicativo que temos e que nos monitoramos por segurança.
Paramos então em um drive-thru de lanches e fizemos nossos pedidos, mas logo fomos informados de que estavam fechando. No entanto, nos disseram que poderíamos ficar no estacionamento, pois não havia perigo, já que era em frente à delegacia de polícia. Ele, talvez de propósito, estacionou embaixo de uma árvore e de frente para a entrada do estacionamento. De lá, podíamos observar todo o movimento local e quem se aproximava.
Comemos nossos lanches e ficamos ali conversando até que as últimas pessoas saíram do local. Então, aquele rapaz me fitou nos olhos e, com um olhar suplicante, pediu-me um beijo, dizendo que havia me visto na balada e ficado na vontade. Elogiou meu corpo, meu jeito de dançar e disse que infelizmente não deu certo de chegar em mim naquele momento.
Claro, coloquei a mão em sua boca para que parasse de falar e o trouxe até mim, e nos beijamos intensamente. Foi um beijo com pitadas de ternura, daquelas que sugerem um desejo de namoro. No entanto, é importante lembrar que sou casada, aliás, muito bem-casada!
Então, vendo que ele estava indo muito devagar, para apimentar levantei sua camiseta e dei-lhe chupadinhas e mordidinhas em seus mamilos que se retesaram de imediato. Ele se esticava no banco do carro de tanto tesão que ficou. Pronto, eu havia despertado um homem no menino.
Ele então reclinou o banco do carro até o máximo, fazendo o mesmo com o meu. Em seguida, tranquilizou-me, dizendo que do lado de fora do seu carro, um Camaro, ninguém conseguiria ver o que acontecia e que o carro era blindado.
A noite já estava acabando e, na verdade, não tínhamos tempo. Entre beijos, fui descendo a mão até desabotoar o cinto e, abrindo seu zíper, coloquei a mão por dentro, podendo perceber seu membro todo lambuzado e duro como ferro. Passei a mão delicadamente sobre ele e, sem deixar de beijá-lo, puxei-o para fora para que pudéssemos ficar mais à vontade. Então, ele levou as duas mãos e baixou as calças até os joelhos, e eu completei levando-as para ele até os seus pés. Naquele momento, meu rosto estava colado ao seu pau. Eu sentia o cheiro daquele homem-menino, sentia o quanto ele estava excitado, e sentia que deveria aliviá-lo.
Sem nada dizer, sem um som que fosse, peguei aquele mastro com as duas mãos e levando até minha boca comecei a chupar primeiramente com delicadeza e minutos depois com volúpia.
Aquele homem foi se contorcendo, gemendo alto e segurando minha cabeça para que minha boca ficasse alinhada com seu pau, permitindo-nos brincar de tira e põe. Percebi que ele não iria durar muito e, num movimento rápido, deitei-me no banco do carro e pedi que viesse por cima para gozar em meus seios. Eu o olhava nos olhos, fazendo um pedido safado para que gozasse gostoso em meus seios. Clamava para que me desse seu leite quentinho... eu precisava daquilo. Em minutos, ele explodiu em um gozo abundante, quente e espesso. Espalhei com as mãos e desci o sutiã, pedindo-lhe que me levasse para casa. Ele, ainda trêmulo, se recompôs.
Chegamos em meu endereço onde parei um pouco longe por privacidade, trocamos telefone e ele se foi. Rumei para casa ao entrar fui surpreendida com um espumante aberto, frutas e rosas com um belo cartão que trazia a seguinte mensagem: “primeiro dia de realizações que muitos levariam anos para vivê-las, se o privilégio de uma mulher como eu tenho lhes fosse concedido”. Amei.
Meu marido estava no banho, e quando lhe disse que havia chegado, ele respondeu que estava me acompanhando e que decidiu tomar um banho. Logo depois, saiu e, sem dizer mais nada, começou a me beijar com amor e carinho, agradecendo-me por tudo. Fiquei apaixonada com a atitude dele, que foi sincera e superou qualquer preconceito.
Começamos a dar risadas do nada e ele nos serviu o espumante e fomos papeando sobre as travessuras que aprontamos em tão pouco tempo. Mas, antes que o assunto evoluísse eu pedi-lhe que pegasse a echarpe que havia determinado que usasse. Ele pegou e ainda que dissesse que só a tirou para tomar banho, fiz com que ele cheirasse ela todinha e que a recolocasse para dormir. Era punição por me desobedecer.
Em complemento, pedi a ele que pegasse o copo de espumante e me acompanhasse até nossa cama. Lá, ergui o sutiã e o fiz me limpar com o espumante, sorvendo cada gota do sêmen daquele homem. Em seguida, coloquei o sutiã todo cheio e manchado do esperma daquele homem debaixo do travesseiro dele e disse que só aceitaria que saísse dali no domingo à noite, quando ele viajaria novamente. Ele obedeceu sem questionar. Percebi que meu homem havia se tornado submisso a mim.
Perguntei-lhe o que o levou a me conduzir para as aventuras vividas naquele dia. Queria saber qual o motivo, o que ele esperava, o que realmente queria. Então ele me disse que nada foi programado e que foi um desejo de momento e que ele teve coragem de me pedir e eu de fazer. Disse que confia em mim e sabe que essas brincadeirinhas não atrapalhariam nosso relacionamento, com o que, concordei.
Disse que o tesão que sentiu no barzinho, na balada e depois no final da balada são distintos e que todos os momentos ele sentiu muito prazer e gozou de forma totalmente diferente do que goza normalmente. Disse que quando via me tocarem que tudo tremia por dentro, que dá arrepios e o prazer é enorme. Ele falou que quando eu estava trocando beijos sentiu um pouco de ciúmes, mas, no mesmo momento se repreendeu já que quem havia instigado e pedido foi ele.
Então, querendo saber até onde ia aquele tesão do meu marido, até onde ele iria me pedir para chegar, perguntei abertamente: “e se eu tivesse ido para um motel com um dos homens?” Ele me respondeu que aguentaria já que quem pediu e estava provocando era ele. Entendi ali a dimensão do prazer que meu macho sentia com aquelas travessuras. E levando o caso mais para frente, perguntei-lhe se ele sentia aquilo somente ao meu lado ou se quando estava fora também. Ele respondeu que era ainda mais forte.
Então, para saber com mais profundidade perguntei se poderia então chamar o primeiro rapaz do barzinho para consertar algo em casa quando ele pedisse, ainda que em viagem. Ele respondeu que poderia chamar a qualquer momento, qualquer um, desde que compartilhasse com ele. Desacreditei.
O resultado foi que nos pegamos a noite inteira, transamos inúmeras vezes e em todas o gozo do meu homem foi totalmente diferente. Mais intenso, mais entregue, enfim, ele tinha realmente tesão naquela brincadeira.
Fomos dormir e só saímos de casa café mana já que ele iria viajar após o almoço só voltando na próxima sexta-feira.
Chegamos em casa do café por volta das dez horas e ficamos no sofá de bobeira até que ele começou a me bolinar. Brincamos um pouco na sala mesmo e decidimos ir para o quarto onde ele após muito me malhar, me catou gostoso e forte.
Ao final de nosso namoro, apenas para testar, perguntei casualmente se a nossa caixa de gordura precisava de uma limpeza e se a revisão elétrica do nosso apartamento estava em dia, já que eu pensava em trocar as tomadas. Antes que ele respondesse, ele já estava ficando excitado novamente. Ri da situação e aquilo nos deixou felizes. Em seguida, ele pediu um caderno e detalhou o que precisaria ser feito. Com um olhar safado, ele sugeriu que isso levaria cerca de dois dias, ou seja, duas visitas. Perguntei se ele estava falando sério, e ele respondeu afirmativamente. Pronto, ele deu sinal verde para que eu chamasse o rapaz do barzinho.
Então, sem dizer mais nada, perguntei o que estava faltando. Ele, prontamente me encaminhou um e-mail com os seguintes dizeres: “autorizo você a chamar o homem da manutenção para prestar-nos serviços elétricos e outros necessários, não sem você o provocar na forma como achar que deve, ficando autorizada a ir até onde quiser em nossas fantasias. Desde já assumo total responsabilidade sobre o que aqui fica autorizado. Essa autorização está condicionada ao uso de roupas provocantes que me deverão ser encaminhadas fotos das mesmas em seu corpo”.
De novo, desacreditei do que li!
Chegou a hora dele partir e ele foi para seu compromisso profissional deixando-me só.
Na segunda-feira eu pensando em tudo que aprontamos naquele final de semana, no final da tarde, experimentei as roupas que ele me presenteou. As leggings eram justíssimas e marcavam, ainda que pouco, por conta do corte delas, minha bucetinha e minha bunda que aliás ficou show.
Os pijamas um era curto, mas larguinho e o outro justinho e bem coladinho. Mas, todos ficaram lindos!
Estava terminando de experimentar quando meu marido me ligou. Atendi dizendo o que estava fazendo e lhe disse que não tinha ainda achado jeito de estar com aquelas roupas quando o rapaz chegasse. Ele então me deu as dicas que eram perfeitas.
Ele me mandou chamar o rapaz no final da tarde e recebê-lo com uma legging. Quando ele começasse a ver o serviço, que eu dissesse que havia acabado de chegar da academia e que iria tomar um banho rápido. Ao sair, sairia com o pijama. Perfeito.
Ele queria saber quando eu iria azarar o rapaz e eu disse que na terça-feira eu tinha compromisso e que talvez na quarta-feira daquela semana. Ele então disse que dependendo do serviço ele poderia voltar na quarta-feira e assim atrapalharia meus planos já que o menino viria em casa. Era a forma como eu poderia fazer. Ficamos no suspense até que ele então falou: “chama hoje”. Pedi para pensar um pouco e marcamos de nos falar mais tarde.
Desliguei o telefone com um suspiro pesado, sentindo-me incandescente com a intensidade da nossa conversa. Cada palavra trocada parecia acender uma chama dentro de mim, deixando-me completamente em brasa. Movida pelo desejo ardente, peguei o cartão do rapaz e imediatamente o cadastrei no WhatsApp. Com um toque de ousadia, me identifiquei e solicitei um orçamento, mesmo que não houvesse tempo para resolver no mesmo dia.
Em questão de minutos, sua resposta chegou, marcando de vir as 17:30, o qual prontamente aceitei. Sem hesitar, capturei a tela da nossa conversa e a enviei para meu marido. Sua resposta rápida veio com um simples "muito obrigado", indicando sua compreensão e aprovação da situação. Ele mencionou seus planos de estar no hotel às 18:00 e sugeriu que ativássemos a webcam do meu notebook, deixando-a estrategicamente posicionada. Uma onda de excitação percorreu meu corpo ao pensar nos eventos que estavam por vir, a antecipação da sedução e do jogo sensual que aguardavam.
Com a mente borbulhando de expectativa, preparei-me para receber o rapaz no horário combinado. Antes de sair de casa, mandei uma instrução sutil, informando que estaria na academia, mas que se ele chegasse antes, deveria me contatar pelo celular. Era parte do jogo, uma maneira de aumentar a tensão e a excitação da situação. O plano estava em andamento.
Com a casa impecavelmente arrumada, às 17:15 deslizei para dentro da legging mais ajustada, delineando cada curva do meu bumbum e coxas. A camiseta de academia abraçava meu corpo, enquanto borrifava água para criar a ilusão de suor, adicionando um toque de autenticidade ao meu disfarce. Com o cabelo amarrado em um rabo de cavalo alto, aguardei com nervosismo e antecipação a chegada do trabalhador. Cada detalhe do encontro estava meticulosamente planejado, e eu estava pronta para seduzir e provocar até o limite. Para adicionar um toque final de provocação, deixei um pijama curto largo disposto sobre a cama na suíte, uma estratégia importante do que estava por vir.
Com cinco minutos de atraso, a campainha tocou, fazendo meu coração palpitar. Atendi e era ele, a quem, é claro, mandei subir.
O rapaz chegou carregando uma maleta de ferramentas, seu corpo destacado pelo macacão jeans que vestia, emanando uma aura de virilidade irresistível. Confesso que era um trabalhador muito bonito. Assim que entrou, trocamos cumprimentos, dois beijinhos que provocaram arrepios sutis na minha pele. Sem perder tempo, ele perguntou do que eu precisava, e eu, com um sorriso travesso, indiquei os reparos que precisavam ser feitos, saboreando a expectativa do jogo que estava apenas começando.
Conduzi o rapaz pelos corredores da casa, explicando os reparos que precisavam ser feitos, focando especialmente na troca das tomadas. Ao chegarmos à suíte, onde o pijama estava estrategicamente posicionado sobre a cama, ele notou o detalhe com um leve sorriso nos lábios, uma sugestão sutil do que poderia vir a seguir. A tensão no ar era palpável, e eu mal podia esperar para ver como ele reagiria à provocação que havia preparado.
Ao final, acrescentei que também era necessário limpar a caixa de gordura sob a pia. Ele prontamente perguntou por onde deveria começar, e pedi que ele verificasse todas as tomadas mais problemáticas para que pudéssemos fazer uma lista de compras. Enquanto ele se ocupava com essa tarefa, mencionei que iria tomar um banho, alegando que acabara de chegar da rua e precisava me refrescar. Era apenas mais uma desculpa para criar um momento de intimidade e antecipação entre nós.
Enquanto ele começava a desmontar as tomadas, eu me apressei no banho, consciente de que cada minuto contava para o nosso encontro planejado. Saí do banheiro com agilidade e segui o plano, vestindo o pijaminha largo que meu marido havia escolhido. Naquele momento, compreendi a escolha peculiar do meu marido na hora da compra. Mas, como dizem, missão dada, missão cumprida. Com uma toalha enrolada na cabeça, fui verificar como estava o progresso do trabalho que estava sendo realizado.
Percorri os cômodos da casa, mas o encontrei na cozinha, agachado sob a pia, inspecionando a caixa de gordura. Ao me aproximar, ofereci-lhe uma bebida para se refrescar, sugerindo suco ou cerveja. Quando ele emergiu da escuridão da pia, nossos olhares se encontraram, e pude sentir o calor do desejo palpitar entre nós. Ele educadamente optou por uma cerveja.
Com a cerveja servida, observei enquanto ele lavava as mãos, resignado com a constatação de que nada poderia ser feito naquele dia devido ao fechamento das lojas. Tranquilizei-o, sugerindo que relaxasse e viesse para a sala para desfrutar a cerveja com tranquilidade. Era hora de aproveitar o momento e deixar o clima descontraído nos envolver.
Ele demonstrou certa timidez ao recusar o convite para se sentar no sofá, alegando estar suado. Embora eu insistisse que não haveria problema, ele optou por se acomodar no tapete. Enquanto ele estava ali, sentado diante de mim, com aquele pijama provocante que eu usava, tive que ser cuidadosa para não revelar mais do que o momento permitia. A tensão sensual entre nós era palpável, cada movimento calculado, cada olhar carregado de desejo contido.
Ao notar sua hesitação quando ofereci outra cerveja, sugeri alternativas, e ele expressou interesse em uísque. Sem demora, perguntei-lhe sua preferência e servi-lhe uma dose generosa. Optei por um gin com tônica para acompanhar e nos acomodamos para uma conversa descontraída. Enquanto trocávamos ideias e risadas, o clima entre nós se tornava cada vez mais íntimo e carregado de expectativa. Era apenas o começo de uma noite que prometia ser memorável.
Enquanto estávamos prestes a terminar aquela dose, meu celular emitiu o sinal de uma mensagem. Ao verificar, vi que era meu marido pedindo que eu ajustasse o notebook, pois a imagem estava ruim e pegando muito da mesa. Sem hesitar, sugeri ao rapaz que fosse tomar um banho para se sentir mais confortável. Ele respondeu que não tinha roupa para vestir após o banho, mas eu prontamente ofereci emprestar-lhe algumas peças, desde que ele as trouxesse de volta no dia seguinte. Consciente de que ainda teria que voltar para concluir o serviço, ele aceitou minha oferta. E assim, aquele homem incrível se dirigiu para o banho, naturalmente na minha suíte. A antecipação do que poderia acontecer a seguir inundava o ar, deixando-me ansiosa e excitada com as possibilidades que estavam por vir.
Ele estava no banho e aproveitei para conversar com meu marido dizendo onde já estávamos na brincadeira o que o animou. Ele então me chamou de caçadora pelo fato do que aprontei e já tinha mandado o menino para o banho. Então, ele disse que se eu quisesse poderia ir além. Confesso que não entendi o que ele me disse e o questionei. Ele então disse em palavras claras: “se quiser e sentir vontade, acabe com ele. Dê para ele até fazer ele desmaiar pelo gozo”. Fiquei surpresa com aquele posicionamento de meu marido. Havíamos brincado, bati duas punhetas mas isso é totalmente diferente de fazer sexo com alguém! Nem entrei em detalhes e como o chuveiro desligou, despedi-me e foquei no momento.
Ofereci a ele uma bermuda e uma camiseta do meu marido, que tem um corpo semelhante ao dele. Embora ele fosse um pouco mais forte e ligeiramente mais alto, as roupas serviram perfeitamente. Assim, ele emergiu da suíte, vestindo uma mistura do meu marido com um toque de estranho. Brincando, ele comentou sobre o bom gosto do dono das roupas. A situação era divertida e excitante, com uma pitada de humor que apenas aumentava a tensão sensual entre nós.
Agora, já refrescado pelo banho, ele se juntou a mim no sofá, sentando-se ao meu lado. Servi-lhe outra dose de uísque e, para acompanhar, preparei uma para mim também. Estávamos próximos, compartilhando o calor do momento e as vibrações eletrizantes que fluíam entre nós. Cada gole era como um convite para nos entregarmos ao desejo que ardia dentro de nós.
Ele então puxou o assunto sobre o barzinho e perguntou por que eu estava sozinha. Respondi, com um sorriso malicioso, que na verdade não estava sozinha, mas que isso não importava naquele momento. A tensão sexual entre nós estava alcançando um nível palpável, e cada palavra trocada era como uma faísca que alimentava o fogo da atração que ardia entre nós.
Sem mais palavras, aquele homem se aproximou de mim no sofá, de forma que nossas respirações se misturavam. Com delicadeza, ele envolveu meu pescoço e guiou meus lábios aos seus em um beijo que começou suavemente, mas logo se intensificou deixando claro a volúpia avassaladora. Cada toque, cada movimento, era uma dança de desejo e entrega, uma fusão de nossos corpos e almas que parecia transcender o tempo e o espaço. Naquele momento, éramos apenas nós dois, perdidos no êxtase do momento presente.
Diante da cena provocante, ele se ergueu no sofá de modo que seu membro ficou à altura da minha boca, lançando um olhar suplicante em minha direção. Era evidente o desejo ardente que ele sentia por mim, uma jovem senhora com um corpo ainda jovem e bem delineado. Diante dessa tentação irresistível, me vi confrontada com a decisão de seguir adiante, sabendo que o caminho que estávamos trilhando inevitavelmente nos levaria ao ápice do prazer físico. A chama da luxuria que queimava entre nós era impossível de ignorar, e eu me perguntei se deveria render-me aos impulsos do momento e mergulhar na intensidade do desejo mútuo, ainda que autorizada e provocada pelo meu homem.
Então, disfarcei e fui ao banheiro momento em que aproveitei e chamei meu marido pelo aplicativo. Ele, respondendo de imediato, perguntou-me o que havia. Disse em poucas palavras: “se eu deixar, ele vai me comer”. Emendou ainda: “guarde o produto em seu pijama, isso, se não quiser a pelo.
Bem, entendi que deveria deixar correr o encontro que estava sendo seguido pelo maior interessado, meu marido, e que era uma pegado diferente do que havíamos feito anteriormente. Deixei rolar.
Voltei e coloquei uma música ambiente gostosa e continuamos a conversar quando perguntei: “onde paramos?”. Ele sem pestanejar novamente levantou-se e aproximou seu quadril de forma que eu sentia até o latejar do pau daquele homem. Sem pensar, com carinho e cuidado fui baixando a bermuda dele até que saltou para fora um membro bonito, grande e robusto, com veias saltadas pelo êxtase que ele estava sentindo. Peguei-o, senti seu cheiro e vagarosamente comecei a dar beijinhos nele todo.
Brincamos ali por alguns minutos e cada vez mais aquele macho ia se retesando, ia ficando maior e mais duro. Meus carinhos faziam que brotassem gotas de prazer, as quais, eu sorvia com desejo.
Então, ele percebendo talvez meu temor, ternamente me beijou e me chamou para apenas brincarmos. Aceitei e ele começou a mamar meus seios com desejo, pegando forte, mas sem me causar dor, alternava-os me levando a loucura descendo sua língua até meu umbigo e depois com a língua toda aberta descendo até o final de minha bucetinha. Aquilo foi me deixando alucinada, escorrendo em bicas e ele sorvendo com vontade. Em determinado momento ele parou somente em meus seios chupando-os por baixo e me pediu para deixar uma marquinha o que permiti e senti então ele chupar com vontade puxar e soltar. Subiu mais, me deu um beijinho e colocou o pau em minha boca com vontade. Eu abria a boca e tentava, mas não ia. Então ele me puxou para cima do sofá e recostou minha cabeça no encosto, inverteu seu corpo e colocou de novo o pau em minha boca pressionando. Não doía, mas me afogava e então ele tirava. Lágrimas escorriam de meus olhos mas aquilo não tocava aquele homem que estava inteiramente dedicado em nosso momento de sexo.
Em um dos momentos em que ele me deixou relaxar a boca ele me puxou e abrindo minhas pernas batia seu pau em minha xoxota dando-lhe uma surra por cima do pijama.
Ele então se deitou ao meu lado e eu ainda com pijama ele cutucava minha bucetinha com força, mas sem entrar, num aviso de que estava chegando e iria judiar.
Então, num movimento firme e forte, numa de suas avançada ele mirou a entradinha de minha buceta e foi mais da metade daquele membro grande e gostoso arrancando de mim um grito de susto misturado com pitada de dor e muito prazer. Nesse momento ele travou minha anca para que eu não escapasse dele só me pediu que confiasse nele. Então, novamente, sem dó colocou até o final me fazendo delirar.
Seu pau era muito mais grosso que o de meu marido e confesso que quando senti seu quadril encostar em minha bunda senti alívio.
Após alguns poucos minutos, com ele todinho colado em mim, ele começou a movimentar chegando num frenético vai e vem. Saiam de meus lábios grunhidos e gritos abafados de prazer, extraídos sem dó por aquele macho saboroso.
Com seus movimentos viris, ele ocasionalmente complementava com palmadas fortes nas minhas nádegas, aliviando a tensão do momento. Então, enquanto me penetrava com força, ele erguia o corpo sobre o meu, me envolvendo completamente de uma maneira que eu jamais havia experimentado com meu marido. Sob aquele ataque delicioso, eu alcancei um orgasmo avassalador, com ele dentro de mim por completo. Segundos depois ele se retesou todo e também explodiu num gozo forte onde segurando-me forte socava fundo até depositar todo seu gozo em mim.
Ele então deitou-se ao meu lado, acariciando meus cabelos com ternura, enquanto eu me recuperava da intensidade daquele orgasmo tão forte.
Levantei-me para buscar um suco para nós, sentindo o gozo daquele macho escorrer pelas minhas pernas. Dirigi-me ao armário de roupas de cama, pegando uma fronha para me limpar.
Cheguei com o suco e tomamos em silêncio, até que ele esticou o braço e acariciou gentilmente um dos meus seios. Segurou-o pelo biquinho e me puxou delicadamente até colocá-lo inteiramente em sua boca, sorvendo-o com uma voracidade irresistível, como se fosse um sorvete delicioso.
Novamente, fui tomada por um desejo avassalador e comecei a retribuir aquele carinho, chupando seus mamilos e percorrendo seu tórax com beijos, lambidas e mordidinhas delicadas. Conforme eu explorava seu corpo, percebi que ele voltava a ficar excitado. Em seu ouvido, sussurrei para que ele se deitasse de costas para mim, e ele prontamente obedeceu, ansioso pelo que viria a seguir.
Na posição em que ele se deitou, eu estava a menos de um metro do meu notebook, que supostamente deveria estar com a câmera ligada para meu marido assistir. Aproveitei a situação para enviar discretamente uma piscada e um beijo para a câmera, enquanto me entregava aos encantos daquele homem que, a essa altura, estava sob mim. Nua, encaixei-me nas nádegas dele, deixando que ele sentisse o calor da minha bucetinha, enquanto meus cabelos soltos tocavam suas costas. Subi lentamente, explorando sua pele, até alcançar seu pescoço, onde comecei a mordiscar delicadamente toda a região lombar, as orelhas e, enfim, retribuí cada carinho que ele me proporcionou com juros, em um jogo de prazer mútuo.
Naquele momento, com ele todo arrepiado, e ao beijar sua orelha e deslizar a ponta da minha língua, sua reação foi imediata. Com um movimento viril, ele se virou sob mim, levando a mão ao seu membro e posicionando-o na entrada, e de uma só vez, ele me penetrou por completo, arrancando mais um forte grito de prazer dos meus lábios, enquanto começava a me socar com vigor, proporcionando uma experiência intensa e eletrizante.
Ele deslizou as duas mãos por baixo das minhas pernas e segurou firmemente minhas nádegas, para ditar o ritmo das estocadas. Eu podia sentir cada centímetro daquele homem dentro de mim, e embora às vezes seu toque alcançasse meu útero, causando um leve desconforto, diante do prazer intenso que inundava meu corpo, essas sensações eram insignificantes.
O ritmo frenético das estocadas era alucinante, provocando arrepios de tesão por todo o meu corpo. Quando ele diminuiu um pouco o ritmo, percebi que meu orgasmo estava se aproximando rapidamente. Abraçando-o com força, implorei em seu ouvido para que não parasse, e naquele momento ele retomou as estocadas com ainda mais força. Enquanto eu alcançava o ápice do prazer, ele também atingiu seu clímax, e juntos explodimos em um êxtase avassalador. Ele continuou a me penetrar de forma mais espaçada, evidenciando cada jato de prazer que ele derramava dentro de mim. Abraçados, tremíamos com a intensidade daquele sexo ardente que acabamos de compartilhar.
Ficamos deitadinhos juntinhos e como ele estava deitado em meus seios eu podia provocar meu marido que deveria estar vendo aquela cena que ele pediu e permitiu que acontecesse.
Apesar do ar-condicionado, ambos estávamos cobertos de suor depois da nossa deliciosa batalha. Então, sugeri que ele fosse tomar um banho enquanto eu preparava algo para jantarmos. Ele assentiu e se retirou para o banheiro.
Para ganhar mais tempo, fui até o banheiro e preparei a banheira, dizendo a ele que traria um vinho e que relaxasse um pouco. Na verdade, eu queria esse tempo extra para falar com meu marido e verificar se ele realmente tinha acompanhado tudo como havia prometido.
Então, fui até a cozinha e peguei uma taça de vinho para ele, coloquei uma música suave e disse para ele relaxar e aproveitar o banho, enquanto eu iria falar com meu marido, já que era o horário em que ele costumava me ligar. Ele me lançou um olhar malicioso e pediu para eu não demorar.
Antes de tudo eu novamente peguei a mesma fronha e limpei-me tirando todo aquele gozo de dentro de mim, o que não era pouco. Ele gozava muita quantidade!
Ao retornar ao meu notebook e para verificar se meu marido realmente estava assistindo através da câmera, apontei meu celular para ele e pedi que me escrevesse. Em questão de segundos, recebi um "oi" como resposta. Confirmado, ele estava de fato acompanhando tudo. Perguntei se tinha visto, e ele confirmou, apenas questionando se, dada a intensidade, eu não tinha sido machucada pelo tamanho. Respondi que discutiríamos isso mais tarde, após ele ir embora. Meu marido agradeceu-me por fazê-lo feliz e por proporcionar um prazer sem igual. Fiquei tocada ao perceber que ele realmente estava desfrutando de tudo o que estávamos fazendo.
Meu marido então perguntou se já havíamos parado e quando falei que ele estava na banheira ele pirou. Perguntou se eu estava querendo mais e o lembrei do e-mail que havia me passado. Disse-lhe que se dependesse de mim, eu iria acabar com aquele macho, claro, se eu aguentasse. Então, meu marido falou: “estou aqui torcendo por você e me matando na punheta” Você está me deixando doido!”. Lembrei-o então que tudo quem começou foi ele e que eu só fiz o que ele estava me pedindo. Perguntei se queria que parasse e a resposta foi: “acabe com ele. Estou torcendo por você”.
Com receio de perder tempo na banheira, corri para o outro banheiro e tomei um banho rápido. Enquanto lavava minha bucetinha, percebi que ela estava inchada e vermelha. Estava um pouco dolorida, mas nunca havia experimentado uma relação tão intensa, nem com alguém do tamanho do pau daquele homem. Então, entrei no quarto só de toalha e como dá vista para a banheira ele ficou me tentando a entrar nela com ele, o que neguei. Coloquei então o pijaminha curtinho que me marcava por inteira.
Enquanto ele terminava preparei um rondele para nós e jantamos sem pressa falando de banalidades. Era i
A história que vou compartilhar agora é um relato de amor que floresceu em terras distantes e promessas ardentes. Sou Paulina, e aos 17 anos, mergulhei no vínculo sagrado do casamento ao lado do meu marido, cinco anos mais velho. Juventude e beleza nos envolviam, e quando a oportunidade se apresentou para ele trabalhar por alguns meses na Argentina, decidimos que era hora de selar nosso amor e embarcar juntos nessa aventura. Em uma cerimônia simples, unimos nossas almas perante os céus e logo após, nos lançamos nos braços de Buenos Aires, onde cada esquina parecia pulsar com a promessa de um amor eterno. Onde quer que fôssemos, o calor do nosso amor nos acompanhava, tecendo laços de paixão que transcenderiam fronteiras e desafios.
Nossa paixão era como um fogo ardente que queimava desde os nossos primeiros dias de namoro, quando entreguei a ele minha inocência. Desde então, cada momento era uma oportunidade para nos perdermos nos braços um do outro. Éramos destemidos, buscando o êxtase do amor em lugares inusitados - trilhas secretas que testemunhavam nossos suspiros apaixonados, salas escuras de cinema onde nossos corpos se encontravam em um frenesi de desejo, o calor íntimo do carro que se tornou nosso santuário de paixão, e até mesmo nos cantos escondidos do estacionamento da faculdade onde nos entregávamos à luxúria proibida. Éramos como dois amantes selvagens, alimentando nosso fogo interior com cada toque, cada gemido, cada sussurro de amor.
Mesmo nos primórdios do nosso relacionamento, a intensidade do nosso amor transbordava para o quarto, onde explorávamos os limites da paixão sem hesitação. Cada toque, cada suspiro, era uma dança de prazer e entrega mútua. No entanto, nunca precisamos verbalizar nossas fantasias mais profundas ou buscar além do que já tínhamos. Em nossa conexão, encontramos tudo o que precisávamos para manter o fogo da paixão aceso, sem a necessidade de buscar além dos limites do nosso amor mútuo.
À medida que nos estabelecíamos na Argentina, meu marido mergulhava em viagens frequentes pela região, retornando aos finais de semana para nossos preciosos momentos juntos. Enquanto ele se aventurava pelas estradas, eu me entregava à beleza da cidade, explorando seus encantos com a curiosidade de quem acabara de chegar. Cada rua, cada esquina, era uma nova descoberta, uma oportunidade de me perder nas cores, nos sons e nos aromas de Buenos Aires, enquanto aguardava ansiosamente o retorno do meu amado.
Em uma sexta-feira ensolarada, meu marido retornou de mais uma de suas viagens, trazendo consigo a energia revigorante das estradas percorridas. Após um banho reconfortante, ele me convidou para um jantar especial em um restaurante charmoso, o Parrila, onde os aromas tentadores da culinária argentina nos envolveram em uma dança sedutora de sabores. Ao terminarmos nossa refeição, ele sorriu para mim, os olhos brilhando com uma promessa velada, e sugeriu que explorássemos a agitação da região de Palermo, onde a juventude se reunia para celebrar a vida e suas paixões. O convite era irresistível, e juntos mergulhamos nas ruas vibrantes da noite portenha, prontos para nos perdermos na dança efervescente da cidade e nos braços um do outro.
Ao chegarmos ao bar, nossos olhos se iluminaram com a energia contagiante que emanava do lugar. Escolhemos uma mesa próxima a um grupo de jovens radiantes, cujas risadas e conversas preenchiam o ar com uma atmosfera de alegria e entusiasmo. Enquanto observávamos, admirados, esses belos espíritos livres, nos deixamos envolver pelo clima animado e descontraído do ambiente. Os rapazes lançavam suas cantadas ousadas, acompanhadas de sorrisos sedutores, enquanto as meninas respondiam com graciosidade, aceitando os elogios com charme e, por vezes, retribuindo com beijos roubados, transformando cada interação em uma dança encantadora de flertes e conexões fugazes. Era como se estivéssemos testemunhando a própria essência da juventude e da paixão em sua forma mais pura e efervescente.
Após alguns drinks, meu marido se levantou da mesa e, inclinando-se sobre meu ombro, sussurrou em meu ouvido que precisava ir ao banheiro e que ficaria um pouco ausente. Com um sorriso travesso, ele brincou, dizendo: "Vamos ver se alguém se atreve a te cortejar como os brasileiros fazem". Sua provocação despertou uma faísca de curiosidade em meu peito, enquanto eu aguardava, ansiosa, para ver o desenrolar dessa brincadeira sedutora em meio à agitação do bar.
Com meu marido desaparecendo rapidamente em direção aos banheiros, uma onda de excitação percorreu meu corpo, fazendo meu coração bater mais rápido. Era uma sensação nova para mim, pois nunca havia experimentado nada parecido. Nunca fui uma pessoa de flertar ou de buscar aventuras amorosas; meu único relacionamento antes de conhecer meu marido fora breve e inocente, apenas um vislumbre do que poderia ser. Agora, no entanto, diante da perspectiva de ser abordada por estranhos em um bar animado, um frisson de expectativa e nervosismo se misturava em minha mente, deixando-me completamente envolvida pela imprevisibilidade do momento.
Não demorou mais do que alguns minutos para que as brincadeiras começassem e os rapazes, com seu charme brincalhão, começassem a me provocar. Um deles, com cabelos longos que dançavam ao ritmo da brisa, irradiava um carisma contagiante enquanto me lançava um olhar travesso e, com um gesto brincalhão do dedo, pediu permissão para se juntar a mim para uma conversa. A maneira como ele se aproximou com confiança e leveza fez meu coração palpitar ainda mais, enquanto eu me via, provocada pelo meu marido, mergulhando em um mar de possibilidades e flertes encantadores.
Com um sorriso travesso, concordei com a cabeça, decidida a me divertir com a situação, afinal, se meu marido estava aprontando, por que não entrar na brincadeira? O rapaz se aproximou, puxou uma cadeira e me cumprimentou, revelando-se brasileiro para minha surpresa. Ele se apresentou, compartilhou um pouco sobre sua vida na Argentina, onde estudava medicina. Em seguida, de forma direta e sincera, ele me elogiou, confessando que havia me notado desde que entrei no bar e que estava encantado. Quando mencionei que meu marido estava comigo, ele pareceu surpreso, mas não desanimou. Então, gentilmente, entregou-me um cartão, dizendo que prestava serviços de manutenção residencial e que estaria disponível para mim caso precisasse, a qualquer hora do dia ou da noite. Após a despedida, ele partiu deixando-me com uma mistura de surpresa e divertimento diante dessa inesperada e curiosa interação.
À medida que o tempo passava, a atmosfera descontraída do bar envolvia todos nós, e os rapazes se aproximavam ainda mais, envolvendo-se em brincadeiras animadas. Um deles, com um sorriso brincalhão nos lábios, perguntou se poderia me oferecer uma bebida, prometendo caprichar porque, segundo ele, eu era uma princesa. Sua gentileza e galanteria me arrancaram um sorriso, enquanto eu me via imersa naquele jogo divertido de flertes e elogios, aproveitando cada momento dessa experiência inesperada e cheia de surpresas e sentindo-me excitada de uma forma nunca sentida.
Após cerca de trinta minutos, meu marido retornou à mesa, inclinando-se novamente sobre meu ombro. Com um tom brincalhão, ele sussurrou em meu ouvido: "Minha esposinha fez sucesso?" Sua voz carregava uma mistura de curiosidade e diversão, enquanto eu me via dividida entre a vontade de compartilhar as interações animadas que havia tido e a necessidade de manter o mistério e a surpresa da noite. Com um sorriso travesso nos lábios, respondi com um aceno cúmplice, deixando-o imaginar o que quisesse sobre as aventuras que havia vivido na sua ausência.
Enquanto voltávamos para casa, meu marido mal conseguia conter a curiosidade, ansioso para saber o que havia acontecido enquanto ele estava ausente, lá no fundo do bar, sem ter presenciado nada, segundo ele mesmo. Eu mantive o mistério, provocando-o com olhares sugestivos e mordidinhas nos lábios, alimentando ainda mais sua curiosidade. Cada gesto, cada olhar, era um convite para ele explorar os segredos daquela noite animada, deixando-o completamente intrigado e ansioso para desvendar o que havia ocorrido na sua ausência.
Ao chegarmos em casa, com nosso apartamento no terceiro andar, eu subi na frente enquanto meu marido me seguia, aproveitando para brincar, apertando levemente meu bumbum e dando tapinhas provocativos. Era evidente como a situação tinha mexido com ele, sua excitação tornava-se indisfarçável a cada toque, transformando-o em um turbilhão de desejo e paixão que mal podia ser contido. Cada passo da escada parecia aumentar a tensão entre nós, até que finalmente chegamos à segurança do nosso lar, pronto para nos entregarmos à intensidade daquela noite cheia de segredos e revelações.
Assim que entramos em casa, meu marido me pegou em seus braços, carregando-me como se eu fosse sua preciosidade. Ao chegarmos ao quarto, ele me jogou suavemente sobre a cama, unindo seu corpo ao meu em um abraço apaixonado, enquanto seus lábios encontravam os meus em um beijo longo e ardente. Cada toque, cada carícia, era uma expressão do desejo que ardia entre nós, um reflexo da paixão que havia sido despertada por aquela noite cheia de mistérios e provocações. Naquele momento, éramos apenas nós dois, entregando-nos ao frenesi do amor e da luxúria, sem reservas nem restrições.
Sob a leveza da minha saia, que delineava as curvas do meu corpo jovem, meu marido desvendou um desejo intenso e voraz. Com um movimento decidido, ele ergueu minha saia, revelando minha pele delicada e convidativa. Seus lábios encontraram meu umbigo, iniciando uma jornada de prazer e êxtase. Com mordidas suaves e lambidas ardentes, sua língua percorreu minha pele sedosa, deixando uma trilha de calor e desejo por onde passava. Cada toque era uma promessa de êxtase, cada beijo uma explosão de paixão, enquanto nos entregávamos ao calor do momento, fundindo nossos corpos em uma dança arrebatadora de amor e luxúria.
Sem hesitar, ele continuou seus beijos ardentes sobre a minha pele, avançando sobre a minha calcinha. Quando finalmente ergueu a cabeça, seus olhos encontraram os meus com um brilho travesso. Com um sorriso malicioso nos lábios, quando nossos olhares se encontraram, ele sussurrou: "Safadinha... você adorou toda essa brincadeira, não é? Está toda molhadinha...". Sua voz carregava uma mistura irresistível de desejo e admiração, enquanto ele revelava o quanto meu corpo reagia às suas carícias ousadas. Era como se nossos segredos compartilhados naquele bar movimentado tivessem se transformado em uma dança íntima de prazer e cumplicidade, tornando cada momento ainda mais intenso e eletrizante.
Com um frenesi crescente, alimentado pelo desejo mútuo que nos consumia, meu marido despiu-me lentamente, dedicando cada movimento a explorar e apreciar cada centímetro do meu corpo como se fosse a primeira vez. Sua própria nudez logo se juntou à minha, revelando a paixão e a entrega que nos envolviam. Estávamos à beira de colher os frutos das nossas brincadeiras provocativas, prontos para nos perdermos juntos na exuberância do amor e da luxúria que nos envolviam, um paraíso de prazer esperando para ser explorado por dois amantes entrelaçados em êxtase e desejo.
Em um momento de pura entrega e desejo avassalador, eu assumi o controle sem palavras, apenas deixando-me levar pela intensidade do momento. Empurrei-o suavemente para trás e sem hesitação, posicionei-me sobre ele, sem dizer uma palavra. Minha mente estava tomada pelo calor da paixão, e eu não conseguia conter a ânsia que me consumia. Segurando seu membro com firmeza, eu o guiei até a entrada da minha bucetinha, sentindo o pulsar do desejo enquanto me inclinava lentamente sobre ele, permitindo que nossos corpos se fundissem em um só num movimento lento e irresistível. Cada centímetro de nós se unia em uma explosão de prazer e união, enquanto nos entregávamos à dança ardente da paixão, sem palavras, apenas os gemidos e suspiros que ecoavam pelo quarto, testemunhas silenciosas do amor e da entrega que nos consumiam.
Com os dedos entrelaçados em meus cabelos, meu marido sussurrava em meu ouvido, sua voz carregada de desejo e ternura. Ele queria saber se eu havia gostado, se o prazer que compartilhamos tinha sido mútuo, se eu via alguma questão com o que acabávamos de fazer. Cada mordida suave em minha orelha era uma expressão do seu carinho e preocupação, uma demonstração do seu desejo genuíno de me proporcionar felicidade e satisfação. Eu sorri para ele, perdida em suas palavras, reassumindo o controle da situação com um toque suave em seu rosto, deixando-o saber que cada momento ao seu lado era um presente que eu valorizava acima de tudo.
Compreendendo a importância de responder sua pergunta, eu tranquilizei meu marido, confessando que tinha adorado cada instante daquela experiência, que me deixara excitada e que não via nenhum problema na nossa brincadeira. Enquanto isso, continuava a me movimentar sobre ele, sentindo seu tesão crescer a cada rebolada que eu dava. Sua expressão denunciava seu prazer revelando-se em seu corpo que tremia e enrijecia cada vez mais. Cada movimento era uma troca de emoções e desejos, uma celebração da intimidade e da paixão que nos unia, selando nossa conexão em um momento de êxtase e cumplicidade que mais à frente se revelaria na realização de uma fantasia dele.
Em um momento de íntima conexão, enquanto continuava a sentar naquele pau gostoso de meu homem, senti o desejo de expressar meu carinho de uma maneira mais tangível. Baixando-me sobre seu corpo, encostei meus lábios nos seus, transmitindo todo o amor e gratidão que eu sentia naquele momento. Beijei sua testa com ternura, sem perceber que tinha tocado em um ponto sensível dele, um ponto que desconhecia. Seu gemido alto foi a confirmação de que havia encontrado um caminho para um prazer novo e intenso. Ele segurou minhas mãos e as guiou até seu cabelo, pressionando meus polegares contra sua testa enquanto experimentava um orgasmo que jamais havia experimentado antes. Seus grunhidos de prazer enchiam o quarto, enquanto ele beijava minhas mãos e as recolocava em sua cabeça, incapaz de parar de me beijar e agradecer. Naquele momento, para mim, era apenas um casal compartilhando um momento íntimo de prazer e conexão, sem perceber a profundidade do impacto que tínhamos um sobre o outro.
Após o momento de êxtase dele, o desejo entre nós não se dissipou. Quando recomecei a me mover, senti seu membro se enrijecer novamente, ainda dentro de mim, e assim, entregamo-nos mais uma vez ao amor, envolvendo-nos em uma dança de prazer e intimidade que parecia não ter fim. Enquanto nossos corpos se uniam em uma união apaixonada, minha mente vagueava para os flertes e provocações do bar, reacendendo o fogo que ardia dentro de mim. Então, em um momento de total entrega e êxtase, fui consumida por um orgasmo poderoso, que me fez desabar sobre o corpo do meu marido. Juntos, nos entregamos ao cansaço, caindo para o lado e sucumbindo ao doce torpor do sono, envoltos em um abraço cálido e reconfortante. Naquele momento de paz e serenidade, encontramos a verdadeira essência do amor e da intimidade, adormecendo juntos, unidos pelo vínculo indomável que nos ligava.
No sábado, despertei antes do meu marido, sentindo-me cheia de energia e animação. Decidi surpreendê-lo com um café da manhã especial, então me levantei e fui até a rua comprar alguns ingredientes frescos. Enquanto passeava pelas ruas, peguei alguns ovos de codorna, sabendo que seriam uma pequena provocação para ele. Ao retornar, preparei um café da manhã delicioso, com frutas frescas, pães recém-assados e tudo mais que ele merecia.
Montei a mesa com carinho e chamei meu marido para se juntar a mim. Ele prontamente levantou-se, tomou um rápido banho e logo se juntou à mesa. Ao sentar-se e avistar os ovos de codorna, ele me olhou e me chamou de palhaça, mas logo ambos rimos da situação. Decidimos então aproveitar o dia e sair para visitar a feirinha que acontecia todos os sábados ao lado do nosso apartamento. Era uma oportunidade perfeita para desfrutar juntos da atmosfera animada da feira e saborear algumas delícias locais enquanto aproveitávamos o tempo juntos.
Na aconchegante barraquinha da feira, nós pedimos um delicioso chocolate quente e nos acomodamos, prontos para aproveitar o momento juntos. Enquanto saboreávamos nossas bebidas, meu marido não hesitou em trazer à tona o assunto da noite anterior. Ele expressou sua gratidão pelo meu entusiasmo em participar da brincadeira, reconhecendo o prazer intenso que compartilhamos naquela ocasião. Eu concordei, compartilhando suas palavras, reconhecendo a explosão de prazer que experimentamos juntos.
Entre goles de chocolate quente e risadas, meu marido me perguntou sobre nossa noite no barzinho, e eu prontamente compartilhei sobre os flertes e interações, especialmente mencionando o jovem brasileiro que se sentou ao meu lado e me deu o cartão de visitas dele. Ele, brincalhão como sempre, comentou: "Vixe, fui corno por quantos minutos?" Nós rimos juntos, reconhecendo o humor misturado com uma pitada de verdade na observação. Respondi, em tom leve: “foi apenas por alguns minutos, uns quinze no máximo”. Ele brincou com sarcasmo, sugerindo que poderíamos ter aproveitado para uma "rapidinha". Retruquei, prometendo caprichar mais da próxima vez. Percebi naquele momento, olhando-o nos olhos, que nossas brincadeiras divertidas continuariam no que dependesse dele. Gostei já que aqueles momentos fortaleceriam nossa conexão e cumplicidade.
Saímos de mãos dadas andando pela feirinha e conversando sobre nossas estripulias quando ele de repente me convidou para irmos no outlet. Disse que queria me comprar algumas coisas.
Ele me ajudou a escolher leggings, conjuntos de pijamas e lingeries que perfeitos para diferentes ocasiões, desde algo confortável para relaxar até algo mais sensual para apimentar a noite.
Percebi que meu homem mostrava cuidado e atenção aos meus desejos e preferências, mas sutilmente escolheu peças que me deixariam mais exposta e sensual. Estava claro que ele queria criar uma atmosfera de sensualidade e intimidade em nosso relacionamento, e suas escolhas refletiam isso.
De volta ao assunto, ele disse que aquele momento que vivemos despertou algo novo e poderoso dentro dele, e ressaltou que ele gozou como nunca vivido antes. Sua admiração e apreciação pela experiência que pediu e vivemos expos desejos mais íntimos dele que eu desconhecia. Falou-me abertamente que nunca havia sentido tamanho prazer e que aquela situação, apesar de ter até dado dor no peito e calafrios, o fez completo como homem e também o fez muito feliz.
Já de forma mais formal, me perguntou se gostei de fato e se podíamos continuar com as brincadeiras. De forma aberta e franca perguntei-lhe o que almejava com aquele pedido da noite anterior onde me expos as assertivas de outros homens. Aquilo, eu percebi que havia dado a ele prazer imensurável e a mim idem.
Fitando-me de forma carinhosa me disse que foi um pedido de um desejo daquele momento, mas, que aquele momento lhe fez feliz e nos propiciou um prazer inigualável. Em seguida me perguntou o que realmente eu havia sentido. Abrindo meu coração lhe respondi que me senti viva, poderosa, dominando a situação, e que no sexo me fez sentir um gozo também nunca vivido.
Ao decidirmos nos casar, estabelecemos a promessa de uma total honestidade, comprometendo-nos a nunca esconder nada um do outro, independentemente do assunto. Acordamos que as escolhas feitas em conjunto não seriam motivo de recriminação, e que, uma vez acordadas, não poderiam ser usadas contra nós mesmos.
Ao relembrá-lo desse compromisso, expressei que estaria disposta a continuar com as brincadeiras, desde que tudo fosse devidamente acordado. Acrescentei que só seguiria adiante se ele me enviasse um e-mail solicitando o que desejasse, e eu respondesse. Estabelecemos também que qualquer tentativa de usar isso contra o outro resultaria em uma multa de U$ 10.000,00 (dez mil dólares), conforme combinado. Ele concordou com os termos e em seguida me convidou para irmos ao cinema para matar o tempo.
Chegamos no cinema fora da hora da sessão e para matarmos o tempo compramos uma pipoca e nos sentamos na praça de alimentação já que teríamos que esperar por quase uma hora. Nesse momento passou um belo rapaz sozinho caminhando para a bilheteria do cinema. Ele na maior cara de pau pediu: “segue e fique na entrada para ver se ele dá em cima de você”. Eu sem pestanejar lhe disse: “passe o e-mail de forma clara que eu faço”.
Ele então passou o e-mail com esses dizeres, que aqui resumo: “amor, peço-lhe que vá atras do homem que passou em nossa frente agora e fique dando mole na entrada dos cinemas. Se ele chegar em você, entre na sessão com ele que fico te esperando”.
Respondi de imediato: “ok. E se ele chegar e nós entrarmos no cinema e ele tentar alguma coisa”.
O safado me respondeu: “te autorizo a dar uns malhos, se quiser”.
Sem sequer dirigir-lhe um olhar, demonstrando a seriedade da situação, levantei-me e me dirigi para a entrada das catracas e ficava olhando ansiosamente para o relógio, como se tivesse sido deixada esperando por alguém que não apareceu.
Com o passar dos minutos, o saguão começou a esvaziar-se à medida que as pessoas entravam nas salas. Então, aquele rapaz passou por mim, lançou um olhar rápido e seguiu em direção ao banheiro. Decidi permanecer no mesmo lugar, sentando-me no sofá de espera e cruzando as pernas de modo que ele pudesse ver minha coxa quando saísse do banheiro.
Que coincidência inesperada! Ele sentou-se na poltrona em frente à minha e perguntou se também havia perdido a sessão. Fiquei surpresa ao perceber que ele não pretendia entrar na sala. Respondi afirmativamente, explicando que teria que esperar quase uma hora e que só tinha aquele momento para assistir ao filme, não querendo perder a oportunidade. Ele então revelou que também estava esperando, e para minha surpresa, pelo mesmo filme.
Após as apresentações, ele, sem hesitar, sugeriu que poderíamos esperar juntos na choperia em frente. Num piscar de olhos, percebi a situação complicada em que meu marido se envolveu. Aceitei o convite e caminhamos até a choperia, passando pela mesa onde meu marido estava, como se fosse um completo desconhecido.
Na choperia, pedi para me sentar em uma das primeiras mesas, escolhendo uma posição de frente para a mesa onde meu marido estava. Se ele estava buscando brincadeira, a situação agora tomava uma seriedade inesperada. Meu marido com um sorriso malicioso, parecia uma criança que acabara de ganhar um novo brinquedo no parque! Estávamos a cerca de seis metros da mesa do meu marido. Aquela proximidade despertou em mim uma excitação indescritível.
Pedimos nossas bebidas, eu optei por um drink e ele por um chopp, e começamos a conversar animadamente por cerca de quarenta minutos. Enquanto isso, meu marido parecia inquieto e até se ausentou para ir ao banheiro. Quando chegou a hora de entrarmos para o cinema, foi o ápice da situação.
Levantamo-nos, e o rapaz, gentilmente, ofereceu-me a mão para ajudar-me a levantar da cadeira. Ficamos de mãos dadas enquanto caminhávamos em direção ao cinema, passando bem perto da mesa onde meu marido estava e aproveitei para lhe mandar um piscar de olhos provocativo. Sem hesitar, entrei no cinema com o rapaz, dando um tchauzinho por trás do corpo para meu marido, provocando-o.
Entramos quando as luzes já estavam apagadas, e o rapaz me guiou até uma das últimas fileiras do cinema. Com o brilho das cenas, percebi que o cinema estava praticamente vazio. Durante toda a sessão, nos entregamos ao clima de paquera. Houve carícias intensas, e, estando eu ao lado da parede do cinema, ele se virou o suficiente para me pedir que o masturbasse, o que fiz até que ele gozou fartamente. Gentilmente, ofereci-lhe minha echarpe para que pudesse se limpar, guardando-a em minha bolsa em seguida.
Com o final do filme, o rapaz expressou o desejo de prolongar a noite, mas eu lhe disse que tinha compromissos e precisava ir embora. Ele compreendeu e me passou seu número de telefone. Marcamos de jantar durante a semana, deixando uma expectativa no ar.
Então, quando aquele homem foi para o estacionamento do shopping, voltei para a entrada do cinema e lá estava meu marido. Sem dizer uma palavra peguei meu celular e lhe mandeu um e-mail dizendo: “sai com aquele rapaz e dentro do cinema brincamos muito e no final bati uma punheta para ele até o final. Está feliz agora? Te excitou?”.
Ele então me respondeu: “foi para mim um baque quando vi que havia conseguido mais do que te pedi. Estou feliz e muito excitado. Gosto de quero mais! Depois disso nos e beijamos longamente e saímos em silêncio rumo ao taxi.
Chegamos em casa era um pouco antes das 21 h. De novo, dessa vez sem dizermos uma palavra, fizemos amor de forma viril até que explodimos, novamente, num gozo maravilhoso.
Levantamos e fomos tomar banho para sairmos para jantar quando ele me pediu para usar a saia que havia me comprado, mas, sem calcinha. Lá estava aquele brilho felino nos olhos de meu macho. Perguntei de pronto para ele: “você quer mais?”. Ele disse que sim e que o limite dependeria sempre de mim.
Ao saímos de casa para jantar, já estávamos preparados para a possibilidade de decidirmos ir para uma balada. No caminho, decidimos parar para comer um petisco em algum lugar, seguindo a noite com espontaneidade.
Chegamos no barzinho e ficamos bebericando e comemos um petisco quando meu marido deu a ideia de irmos para uma balada. E lá seguimos para a Club 69.
Chegamos e já estava lotada a casa com um pessoal diverso e pessoas bonitas. Todos alegres e radiantes. Ficamos pouco tempo na fila e ao entrarmos meu marido já encostou em mim e me disse: “vamos nos separar e ver o que rola”. Novamente lhe falei: “Envie o e-mail. É o que você quer ou quer apenas darmos uma volta sozinhos?”. Ele disse: “se você topar, para o que rolar”. Esperei o e-mail e ele me mandou na hora. Respondi com um ok. Aproveitei e perguntei para ele se ele iria azarar as meninas também. Ele me respondeu que não. Disse que iria acompanhar minha performance de longe.
Foi um momento de clareza, quando percebi que precisava tomar uma atitude. Puxei meu marido de lado, peguei a echarpe do cinema e a coloquei em seu pescoço. De forma firme, disse-lhe que se a retirasse por um instante, nosso acordo estaria cancelado. Sem dar-lhe sequer um beijo, virei-me e saí para explorar o local, deixando-o refletindo sobre minhas palavras.
Iniciei uma dança animada no salão, sem nem sequer me preocupar com o paradeiro ou as ações do meu marido. Continuei dançando por um longo tempo e, já completamente suada, dirigi-me ao bar para pegar uma Tequila. Fui abordada por uma garota que me informou que seu primo havia se interessado por mim e queria me conhecer. Ela perguntou se eu estava sozinha, e respondi prontamente que estava com um primo também, mas que ele estava pela casa e que só iríamos embora juntos.
Peguei minha tequila e saímos juntas do bar, dirigindo-nos para um camarote mais discreto, localizado no fundo da casa. Foi lá que ela me apresentou seu primo, um espanhol que estava envolvido em negócios na Argentina.
Ele era um homem atraente, de aparência viril, alto e muito forte. Apresentamo-nos e começamos uma conversa descontraída repleta de trivialidades, rindo bastante. O grupo era animado, composto por pessoas de diferentes lugares, o que proporcionava uma variedade de assuntos e muitas risadas.
Ao ser questionada se tinha algum compromisso, pausei por um momento antes de responder que não tinha nada sério e que ele não precisava se preocupar. Nesse instante, olhei para o lado do camarote e vi meu marido conversando animadamente com uma garota, mas sem desviar os olhos de mim. Senti-me protegida e, ao mesmo tempo, provocada, já que meu homem estava engajado em uma conversa com outra fêmea.
Naquele momento exato, percebi que era a minha chance de provocá-lo, já que estávamos a menos de três metros de distância um do outro. Então, de propósito, virei-me e debrucei-me no parapeito do camarote, como se estivesse conversando com a menina que me havia acompanhado até ali, erguendo sutilmente minha bunda na direção daquele homem que já havia demonstrado interesse por mim. Funcionou perfeitamente; imediatamente senti aquele homem encostar-se em minha bunda, disfarçadamente debruçando-se sobre mim e roçando em mim seu pau já muito duro, o que me atiçou ainda mais.
Diante da percepção de que meu marido estava observando a cena, virei-me e me aproximei ainda mais daquele homem. Sem hesitar, ele me puxou para si e começou a me beijar apaixonadamente, sem cerimônia, enquanto suas mãos exploravam livremente minha bunda.
Após um longo amasso, sentindo as mãos daquele homem explorarem cada parte do meu corpo, desde minhas nádegas até minhas costas, nuca e coxas, voltei a ficar de frente para a pista de dança. Ele então me puxou, colando minha bunda em seu sexo, e começamos a dançar juntos, bem coladinhos, deixando a química entre nós tomar conta do ambiente. Eu estava sendo bolinada em frente ao meu marido. Ele me olhava inquieto e mal dava atenção para a garota que estava com ele. Dei-lhe um sinal e dizendo que precisava ir ao banheiro sai para encontrá-lo.
Ao cruzar com meu marido no caminho para o banheiro, rapidamente lhe dei a desculpa que deveria usar se necessário de que era meu primo e pedi-lhe para agir naturalmente. Entrei no banheiro para disfarçar, e ao sair, nos encontramos novamente no balcão do bar, onde começamos a conversar e rir para disfarçar a situação. Foi então que ele me revelou que teve que se masturbar no banheiro porque não aguentou. Aquelas palavras inesperadas provocaram em mim um tesão diferente, como se eu estivesse apreciando a ideia de provocá-lo com outras pessoas. Fiquei alucinada com aquela verdadeira declaração de amor, cumplicidade e confiança absoluta em mim, mesmo sabendo que eu estava envolvida em aventuras.
Então, tomada pelo desejo, puxei-o pela echarpe e perguntei se continuava ou se disfarçávamos e iríamos embora. Ele então me disse para escolher. Preferi continuar, mas com a condição dele ficar no camarote sentindo de pertinho o que estava rolando. Ele aceitou e eu o apresentei como meu primo e ele foi muito bem recebido.
Passados alguns minutos, meu parceiro começou a se aproximar novamente e discretamente me provocava na frente do meu marido. Eu estava controlando a situação, até que ele perguntou se havia algum problema por causa do meu primo. Ao confirmar que não, ele se sentiu mais à vontade e me encostou na parede do camarote, começando a me beijar com ardor e desejo.
A excitação dele era evidente, especialmente por causa da calça de malha que usava, e isso estava claro, a menos de dois metros de distância do meu marido, que foi meu primeiro homem. Ali, eu estava me entregando a esse homem, enquanto tentava compreender como meu marido podia compartilhar sua mulher, que só conheceu ele como seu macho. Era uma confusão de pensamentos, mas o desejo, a luxúria e o prazer de provocar meu marido eram mais fortes.
A noite avançava e todos estavam mais descontraídos devido à bebida, a música fluía e o clima ficava cada vez mais excitante. Ao meu lado, a garota que me abordou para me levar ao camarote estava flertando com meu marido, o que me incomodava um pouco. Percebi que ele tentava se esquivar, mas ela era bonita e provocante! Minutos após ele veio ao meu ouvido e sussurrou perguntando se queria ir embora, e é claro que eu disse que não. Afirmei que ficaria um pouco mais.
Para provocá-lo ainda mais, perguntei se ele tinha algum desejo especial para aquela noite. Ele se abriu e admitiu que gostaria que eu fizesse aquele homem gozar, mas enfatizou que não queria que transássemos ou que saíssemos juntos da balada. Explicou que pegaria um táxi para casa para buscar nosso carro, me esperando na saída da balada.
Então, combinamos que se alguém perguntasse, eu diria que ele foi levar uma amiga em casa e que voltaria para me buscar às quatro horas da manhã. Assim, eu teria mais duas horas para ficar ali.
Comecei novamente a dançar ao lado daquele homem e de imediato ele já me enlaçou me virando de costas para ele e começamos a dançar até que ele se sentou na poltrona ao lado de meu marido que estava terminando sua bebida para ir embora e me puxou para o colo. Sentei e como se não bastasse coloquei as penas em cima do braço da poltrona o que deixava meu marido de frente comigo.
Como se fosse obra do destino, começou a tocar música latina, que aliás, eu adoro. Aproveitei a batida e comecei a rebolar cerca de um palmo acima do colo dele, enquanto ele, sem nenhum pudor, acariciava todo o meu corpo. Com minha bunda virada para ele, por trás ele passava a mão em minha xoxota, apertando de leve, enquanto meu marido, sentado à altura dos olhos do que estava acontecendo, podia ver tudo claramente. Eu olhava para meu marido e discretamente provocando-o e me abria para aquele homem. Então, ele se levantou e se encostou na parede, ainda de costas e aproveitando o ambiente escuro, senti sua mão passar pela minha bunda e, em seguida, o pau daquele homem se encaixar entre minhas coxas. A penumbra nos escondia, mas não escapava dos olhos de quem provocou toda aquela situação.
Nesse momento meu marido se levantou veio até nós e se despediu e se foi.
Ficamos ali curtindo e aquele homem me bolinando e se revelando um verdadeiro safado. Então, ele recebe uma ligação que interrompe a noite já que por uma urgência ele precisou ir embora de imediato. Eu, como meu marido iria voltar, fiquei.
Eu fiquei ali no camarote sendo bem servida, com bebida em excesso, mas sozinha. Então, liguei para meu marido e expliquei a situação brincando com ele dizendo: “vem cuidar de sua mulher senão vou encher o ambiente”. Ele sem pestanejar me respondeu: “só vou te buscar. Me surpreenda”.
Confesso que não sei se minha vontade era matá-lo ou castrá-lo. Seguindo o protocolo, passei um e-mail assim: “já progredi bastante no que me pediu na noite. O camarote está vazio e você não quer vir. O que quer que eu faça. Peça”. Ele me respondeu: “encha o camarote. Farreie e me surpreenda. No mesmo trato de antes”.
No decorrer da noite, algumas meninas passaram pelo camarote, mas saíram rapidamente, já que seus companheiros não podiam entrar. Então, vi uma menina muito bonita que já estava lá antes e a chamei. Expliquei o que estava acontecendo e perguntei se ela conhecia as outras meninas, sugerindo que poderiam vir para o camarote e trazer os meninos. Em menos de dez minutos, já havia mais duas meninas e quatro jovens rapazes no camarote.
As duas meninas que vieram estavam se divertindo já que estavam sozinhas e eu, claro, também. Os meninos, todos muito jovens também se divertiam demais. Mas, creio que pelo fato de serem muito jovens, eram tímidos e não chegavam, até que um deles chegou em mim e me pediu um beijo. Claro, caprichei.
Ele era um rapaz bonito e educado, e ficamos ali brincando e nos provocando. Então, ele me perguntou que horas iria embora, e eu disse que em breve, pois faltavam apenas uns trinta minutos. Ele ofereceu carona, mas quando mencionei que meu primo viria me buscar, percebi que ele perdeu um pouco o interesse. Perguntei se ele estava com carro, e ele confirmou que sim. Então, convidei-o para sairmos dali, já que a balada para mim estava terminando. Ele aceitou, e saímos juntos.
O wallet trouxe o carro dele e pude ver que era alguém com poder aquisitivo. Então me convidou para um lanche que aceitei desde que fosse para a direção de minha casa. Seguimos.
Passei então uma mensagem para meu marido dizendo: “aqui a noite ainda não terminou. Sai da balada com um menino gente boa e ajuizado que pediu para irmos lanchar e eu aceitei. Estamos indo em direção a nossa casa, assim, não venha me buscar ainda. Me responda, contínuo ou encerro? O que meu maridinho quer?”. Ele me respondeu de imediato: “já sai para ir até vocês, mas vou voltar. Se precisar vou te buscar onde estiver. Continue. Me surpreenda”.
Fato era que meu homem estava vibrando com nossas aventuras e acompanhando de perto. Aliás, olhei no telefone e ele estava acompanhando pelo aplicativo que temos e que nos monitoramos por segurança.
Paramos então em um drive-thru de lanches e fizemos nossos pedidos, mas logo fomos informados de que estavam fechando. No entanto, nos disseram que poderíamos ficar no estacionamento, pois não havia perigo, já que era em frente à delegacia de polícia. Ele, talvez de propósito, estacionou embaixo de uma árvore e de frente para a entrada do estacionamento. De lá, podíamos observar todo o movimento local e quem se aproximava.
Comemos nossos lanches e ficamos ali conversando até que as últimas pessoas saíram do local. Então, aquele rapaz me fitou nos olhos e, com um olhar suplicante, pediu-me um beijo, dizendo que havia me visto na balada e ficado na vontade. Elogiou meu corpo, meu jeito de dançar e disse que infelizmente não deu certo de chegar em mim naquele momento.
Claro, coloquei a mão em sua boca para que parasse de falar e o trouxe até mim, e nos beijamos intensamente. Foi um beijo com pitadas de ternura, daquelas que sugerem um desejo de namoro. No entanto, é importante lembrar que sou casada, aliás, muito bem-casada!
Então, vendo que ele estava indo muito devagar, para apimentar levantei sua camiseta e dei-lhe chupadinhas e mordidinhas em seus mamilos que se retesaram de imediato. Ele se esticava no banco do carro de tanto tesão que ficou. Pronto, eu havia despertado um homem no menino.
Ele então reclinou o banco do carro até o máximo, fazendo o mesmo com o meu. Em seguida, tranquilizou-me, dizendo que do lado de fora do seu carro, um Camaro, ninguém conseguiria ver o que acontecia e que o carro era blindado.
A noite já estava acabando e, na verdade, não tínhamos tempo. Entre beijos, fui descendo a mão até desabotoar o cinto e, abrindo seu zíper, coloquei a mão por dentro, podendo perceber seu membro todo lambuzado e duro como ferro. Passei a mão delicadamente sobre ele e, sem deixar de beijá-lo, puxei-o para fora para que pudéssemos ficar mais à vontade. Então, ele levou as duas mãos e baixou as calças até os joelhos, e eu completei levando-as para ele até os seus pés. Naquele momento, meu rosto estava colado ao seu pau. Eu sentia o cheiro daquele homem-menino, sentia o quanto ele estava excitado, e sentia que deveria aliviá-lo.
Sem nada dizer, sem um som que fosse, peguei aquele mastro com as duas mãos e levando até minha boca comecei a chupar primeiramente com delicadeza e minutos depois com volúpia.
Aquele homem foi se contorcendo, gemendo alto e segurando minha cabeça para que minha boca ficasse alinhada com seu pau, permitindo-nos brincar de tira e põe. Percebi que ele não iria durar muito e, num movimento rápido, deitei-me no banco do carro e pedi que viesse por cima para gozar em meus seios. Eu o olhava nos olhos, fazendo um pedido safado para que gozasse gostoso em meus seios. Clamava para que me desse seu leite quentinho... eu precisava daquilo. Em minutos, ele explodiu em um gozo abundante, quente e espesso. Espalhei com as mãos e desci o sutiã, pedindo-lhe que me levasse para casa. Ele, ainda trêmulo, se recompôs.
Chegamos em meu endereço onde parei um pouco longe por privacidade, trocamos telefone e ele se foi. Rumei para casa ao entrar fui surpreendida com um espumante aberto, frutas e rosas com um belo cartão que trazia a seguinte mensagem: “primeiro dia de realizações que muitos levariam anos para vivê-las, se o privilégio de uma mulher como eu tenho lhes fosse concedido”. Amei.
Meu marido estava no banho, e quando lhe disse que havia chegado, ele respondeu que estava me acompanhando e que decidiu tomar um banho. Logo depois, saiu e, sem dizer mais nada, começou a me beijar com amor e carinho, agradecendo-me por tudo. Fiquei apaixonada com a atitude dele, que foi sincera e superou qualquer preconceito.
Começamos a dar risadas do nada e ele nos serviu o espumante e fomos papeando sobre as travessuras que aprontamos em tão pouco tempo. Mas, antes que o assunto evoluísse eu pedi-lhe que pegasse a echarpe que havia determinado que usasse. Ele pegou e ainda que dissesse que só a tirou para tomar banho, fiz com que ele cheirasse ela todinha e que a recolocasse para dormir. Era punição por me desobedecer.
Em complemento, pedi a ele que pegasse o copo de espumante e me acompanhasse até nossa cama. Lá, ergui o sutiã e o fiz me limpar com o espumante, sorvendo cada gota do sêmen daquele homem. Em seguida, coloquei o sutiã todo cheio e manchado do esperma daquele homem debaixo do travesseiro dele e disse que só aceitaria que saísse dali no domingo à noite, quando ele viajaria novamente. Ele obedeceu sem questionar. Percebi que meu homem havia se tornado submisso a mim.
Perguntei-lhe o que o levou a me conduzir para as aventuras vividas naquele dia. Queria saber qual o motivo, o que ele esperava, o que realmente queria. Então ele me disse que nada foi programado e que foi um desejo de momento e que ele teve coragem de me pedir e eu de fazer. Disse que confia em mim e sabe que essas brincadeirinhas não atrapalhariam nosso relacionamento, com o que, concordei.
Disse que o tesão que sentiu no barzinho, na balada e depois no final da balada são distintos e que todos os momentos ele sentiu muito prazer e gozou de forma totalmente diferente do que goza normalmente. Disse que quando via me tocarem que tudo tremia por dentro, que dá arrepios e o prazer é enorme. Ele falou que quando eu estava trocando beijos sentiu um pouco de ciúmes, mas, no mesmo momento se repreendeu já que quem havia instigado e pedido foi ele.
Então, querendo saber até onde ia aquele tesão do meu marido, até onde ele iria me pedir para chegar, perguntei abertamente: “e se eu tivesse ido para um motel com um dos homens?” Ele me respondeu que aguentaria já que quem pediu e estava provocando era ele. Entendi ali a dimensão do prazer que meu macho sentia com aquelas travessuras. E levando o caso mais para frente, perguntei-lhe se ele sentia aquilo somente ao meu lado ou se quando estava fora também. Ele respondeu que era ainda mais forte.
Então, para saber com mais profundidade perguntei se poderia então chamar o primeiro rapaz do barzinho para consertar algo em casa quando ele pedisse, ainda que em viagem. Ele respondeu que poderia chamar a qualquer momento, qualquer um, desde que compartilhasse com ele. Desacreditei.
O resultado foi que nos pegamos a noite inteira, transamos inúmeras vezes e em todas o gozo do meu homem foi totalmente diferente. Mais intenso, mais entregue, enfim, ele tinha realmente tesão naquela brincadeira.
Fomos dormir e só saímos de casa café mana já que ele iria viajar após o almoço só voltando na próxima sexta-feira.
Chegamos em casa do café por volta das dez horas e ficamos no sofá de bobeira até que ele começou a me bolinar. Brincamos um pouco na sala mesmo e decidimos ir para o quarto onde ele após muito me malhar, me catou gostoso e forte.
Ao final de nosso namoro, apenas para testar, perguntei casualmente se a nossa caixa de gordura precisava de uma limpeza e se a revisão elétrica do nosso apartamento estava em dia, já que eu pensava em trocar as tomadas. Antes que ele respondesse, ele já estava ficando excitado novamente. Ri da situação e aquilo nos deixou felizes. Em seguida, ele pediu um caderno e detalhou o que precisaria ser feito. Com um olhar safado, ele sugeriu que isso levaria cerca de dois dias, ou seja, duas visitas. Perguntei se ele estava falando sério, e ele respondeu afirmativamente. Pronto, ele deu sinal verde para que eu chamasse o rapaz do barzinho.
Então, sem dizer mais nada, perguntei o que estava faltando. Ele, prontamente me encaminhou um e-mail com os seguintes dizeres: “autorizo você a chamar o homem da manutenção para prestar-nos serviços elétricos e outros necessários, não sem você o provocar na forma como achar que deve, ficando autorizada a ir até onde quiser em nossas fantasias. Desde já assumo total responsabilidade sobre o que aqui fica autorizado. Essa autorização está condicionada ao uso de roupas provocantes que me deverão ser encaminhadas fotos das mesmas em seu corpo”.
De novo, desacreditei do que li!
Chegou a hora dele partir e ele foi para seu compromisso profissional deixando-me só.
Na segunda-feira eu pensando em tudo que aprontamos naquele final de semana, no final da tarde, experimentei as roupas que ele me presenteou. As leggings eram justíssimas e marcavam, ainda que pouco, por conta do corte delas, minha bucetinha e minha bunda que aliás ficou show.
Os pijamas um era curto, mas larguinho e o outro justinho e bem coladinho. Mas, todos ficaram lindos!
Estava terminando de experimentar quando meu marido me ligou. Atendi dizendo o que estava fazendo e lhe disse que não tinha ainda achado jeito de estar com aquelas roupas quando o rapaz chegasse. Ele então me deu as dicas que eram perfeitas.
Ele me mandou chamar o rapaz no final da tarde e recebê-lo com uma legging. Quando ele começasse a ver o serviço, que eu dissesse que havia acabado de chegar da academia e que iria tomar um banho rápido. Ao sair, sairia com o pijama. Perfeito.
Ele queria saber quando eu iria azarar o rapaz e eu disse que na terça-feira eu tinha compromisso e que talvez na quarta-feira daquela semana. Ele então disse que dependendo do serviço ele poderia voltar na quarta-feira e assim atrapalharia meus planos já que o menino viria em casa. Era a forma como eu poderia fazer. Ficamos no suspense até que ele então falou: “chama hoje”. Pedi para pensar um pouco e marcamos de nos falar mais tarde.
Desliguei o telefone com um suspiro pesado, sentindo-me incandescente com a intensidade da nossa conversa. Cada palavra trocada parecia acender uma chama dentro de mim, deixando-me completamente em brasa. Movida pelo desejo ardente, peguei o cartão do rapaz e imediatamente o cadastrei no WhatsApp. Com um toque de ousadia, me identifiquei e solicitei um orçamento, mesmo que não houvesse tempo para resolver no mesmo dia.
Em questão de minutos, sua resposta chegou, marcando de vir as 17:30, o qual prontamente aceitei. Sem hesitar, capturei a tela da nossa conversa e a enviei para meu marido. Sua resposta rápida veio com um simples "muito obrigado", indicando sua compreensão e aprovação da situação. Ele mencionou seus planos de estar no hotel às 18:00 e sugeriu que ativássemos a webcam do meu notebook, deixando-a estrategicamente posicionada. Uma onda de excitação percorreu meu corpo ao pensar nos eventos que estavam por vir, a antecipação da sedução e do jogo sensual que aguardavam.
Com a mente borbulhando de expectativa, preparei-me para receber o rapaz no horário combinado. Antes de sair de casa, mandei uma instrução sutil, informando que estaria na academia, mas que se ele chegasse antes, deveria me contatar pelo celular. Era parte do jogo, uma maneira de aumentar a tensão e a excitação da situação. O plano estava em andamento.
Com a casa impecavelmente arrumada, às 17:15 deslizei para dentro da legging mais ajustada, delineando cada curva do meu bumbum e coxas. A camiseta de academia abraçava meu corpo, enquanto borrifava água para criar a ilusão de suor, adicionando um toque de autenticidade ao meu disfarce. Com o cabelo amarrado em um rabo de cavalo alto, aguardei com nervosismo e antecipação a chegada do trabalhador. Cada detalhe do encontro estava meticulosamente planejado, e eu estava pronta para seduzir e provocar até o limite. Para adicionar um toque final de provocação, deixei um pijama curto largo disposto sobre a cama na suíte, uma estratégia importante do que estava por vir.
Com cinco minutos de atraso, a campainha tocou, fazendo meu coração palpitar. Atendi e era ele, a quem, é claro, mandei subir.
O rapaz chegou carregando uma maleta de ferramentas, seu corpo destacado pelo macacão jeans que vestia, emanando uma aura de virilidade irresistível. Confesso que era um trabalhador muito bonito. Assim que entrou, trocamos cumprimentos, dois beijinhos que provocaram arrepios sutis na minha pele. Sem perder tempo, ele perguntou do que eu precisava, e eu, com um sorriso travesso, indiquei os reparos que precisavam ser feitos, saboreando a expectativa do jogo que estava apenas começando.
Conduzi o rapaz pelos corredores da casa, explicando os reparos que precisavam ser feitos, focando especialmente na troca das tomadas. Ao chegarmos à suíte, onde o pijama estava estrategicamente posicionado sobre a cama, ele notou o detalhe com um leve sorriso nos lábios, uma sugestão sutil do que poderia vir a seguir. A tensão no ar era palpável, e eu mal podia esperar para ver como ele reagiria à provocação que havia preparado.
Ao final, acrescentei que também era necessário limpar a caixa de gordura sob a pia. Ele prontamente perguntou por onde deveria começar, e pedi que ele verificasse todas as tomadas mais problemáticas para que pudéssemos fazer uma lista de compras. Enquanto ele se ocupava com essa tarefa, mencionei que iria tomar um banho, alegando que acabara de chegar da rua e precisava me refrescar. Era apenas mais uma desculpa para criar um momento de intimidade e antecipação entre nós.
Enquanto ele começava a desmontar as tomadas, eu me apressei no banho, consciente de que cada minuto contava para o nosso encontro planejado. Saí do banheiro com agilidade e segui o plano, vestindo o pijaminha largo que meu marido havia escolhido. Naquele momento, compreendi a escolha peculiar do meu marido na hora da compra. Mas, como dizem, missão dada, missão cumprida. Com uma toalha enrolada na cabeça, fui verificar como estava o progresso do trabalho que estava sendo realizado.
Percorri os cômodos da casa, mas o encontrei na cozinha, agachado sob a pia, inspecionando a caixa de gordura. Ao me aproximar, ofereci-lhe uma bebida para se refrescar, sugerindo suco ou cerveja. Quando ele emergiu da escuridão da pia, nossos olhares se encontraram, e pude sentir o calor do desejo palpitar entre nós. Ele educadamente optou por uma cerveja.
Com a cerveja servida, observei enquanto ele lavava as mãos, resignado com a constatação de que nada poderia ser feito naquele dia devido ao fechamento das lojas. Tranquilizei-o, sugerindo que relaxasse e viesse para a sala para desfrutar a cerveja com tranquilidade. Era hora de aproveitar o momento e deixar o clima descontraído nos envolver.
Ele demonstrou certa timidez ao recusar o convite para se sentar no sofá, alegando estar suado. Embora eu insistisse que não haveria problema, ele optou por se acomodar no tapete. Enquanto ele estava ali, sentado diante de mim, com aquele pijama provocante que eu usava, tive que ser cuidadosa para não revelar mais do que o momento permitia. A tensão sensual entre nós era palpável, cada movimento calculado, cada olhar carregado de desejo contido.
Ao notar sua hesitação quando ofereci outra cerveja, sugeri alternativas, e ele expressou interesse em uísque. Sem demora, perguntei-lhe sua preferência e servi-lhe uma dose generosa. Optei por um gin com tônica para acompanhar e nos acomodamos para uma conversa descontraída. Enquanto trocávamos ideias e risadas, o clima entre nós se tornava cada vez mais íntimo e carregado de expectativa. Era apenas o começo de uma noite que prometia ser memorável.
Enquanto estávamos prestes a terminar aquela dose, meu celular emitiu o sinal de uma mensagem. Ao verificar, vi que era meu marido pedindo que eu ajustasse o notebook, pois a imagem estava ruim e pegando muito da mesa. Sem hesitar, sugeri ao rapaz que fosse tomar um banho para se sentir mais confortável. Ele respondeu que não tinha roupa para vestir após o banho, mas eu prontamente ofereci emprestar-lhe algumas peças, desde que ele as trouxesse de volta no dia seguinte. Consciente de que ainda teria que voltar para concluir o serviço, ele aceitou minha oferta. E assim, aquele homem incrível se dirigiu para o banho, naturalmente na minha suíte. A antecipação do que poderia acontecer a seguir inundava o ar, deixando-me ansiosa e excitada com as possibilidades que estavam por vir.
Ele estava no banho e aproveitei para conversar com meu marido dizendo onde já estávamos na brincadeira o que o animou. Ele então me chamou de caçadora pelo fato do que aprontei e já tinha mandado o menino para o banho. Então, ele disse que se eu quisesse poderia ir além. Confesso que não entendi o que ele me disse e o questionei. Ele então disse em palavras claras: “se quiser e sentir vontade, acabe com ele. Dê para ele até fazer ele desmaiar pelo gozo”. Fiquei surpresa com aquele posicionamento de meu marido. Havíamos brincado, bati duas punhetas mas isso é totalmente diferente de fazer sexo com alguém! Nem entrei em detalhes e como o chuveiro desligou, despedi-me e foquei no momento.
Ofereci a ele uma bermuda e uma camiseta do meu marido, que tem um corpo semelhante ao dele. Embora ele fosse um pouco mais forte e ligeiramente mais alto, as roupas serviram perfeitamente. Assim, ele emergiu da suíte, vestindo uma mistura do meu marido com um toque de estranho. Brincando, ele comentou sobre o bom gosto do dono das roupas. A situação era divertida e excitante, com uma pitada de humor que apenas aumentava a tensão sensual entre nós.
Agora, já refrescado pelo banho, ele se juntou a mim no sofá, sentando-se ao meu lado. Servi-lhe outra dose de uísque e, para acompanhar, preparei uma para mim também. Estávamos próximos, compartilhando o calor do momento e as vibrações eletrizantes que fluíam entre nós. Cada gole era como um convite para nos entregarmos ao desejo que ardia dentro de nós.
Ele então puxou o assunto sobre o barzinho e perguntou por que eu estava sozinha. Respondi, com um sorriso malicioso, que na verdade não estava sozinha, mas que isso não importava naquele momento. A tensão sexual entre nós estava alcançando um nível palpável, e cada palavra trocada era como uma faísca que alimentava o fogo da atração que ardia entre nós.
Sem mais palavras, aquele homem se aproximou de mim no sofá, de forma que nossas respirações se misturavam. Com delicadeza, ele envolveu meu pescoço e guiou meus lábios aos seus em um beijo que começou suavemente, mas logo se intensificou deixando claro a volúpia avassaladora. Cada toque, cada movimento, era uma dança de desejo e entrega, uma fusão de nossos corpos e almas que parecia transcender o tempo e o espaço. Naquele momento, éramos apenas nós dois, perdidos no êxtase do momento presente.
Diante da cena provocante, ele se ergueu no sofá de modo que seu membro ficou à altura da minha boca, lançando um olhar suplicante em minha direção. Era evidente o desejo ardente que ele sentia por mim, uma jovem senhora com um corpo ainda jovem e bem delineado. Diante dessa tentação irresistível, me vi confrontada com a decisão de seguir adiante, sabendo que o caminho que estávamos trilhando inevitavelmente nos levaria ao ápice do prazer físico. A chama da luxuria que queimava entre nós era impossível de ignorar, e eu me perguntei se deveria render-me aos impulsos do momento e mergulhar na intensidade do desejo mútuo, ainda que autorizada e provocada pelo meu homem.
Então, disfarcei e fui ao banheiro momento em que aproveitei e chamei meu marido pelo aplicativo. Ele, respondendo de imediato, perguntou-me o que havia. Disse em poucas palavras: “se eu deixar, ele vai me comer”. Emendou ainda: “guarde o produto em seu pijama, isso, se não quiser a pelo.
Bem, entendi que deveria deixar correr o encontro que estava sendo seguido pelo maior interessado, meu marido, e que era uma pegado diferente do que havíamos feito anteriormente. Deixei rolar.
Voltei e coloquei uma música ambiente gostosa e continuamos a conversar quando perguntei: “onde paramos?”. Ele sem pestanejar novamente levantou-se e aproximou seu quadril de forma que eu sentia até o latejar do pau daquele homem. Sem pensar, com carinho e cuidado fui baixando a bermuda dele até que saltou para fora um membro bonito, grande e robusto, com veias saltadas pelo êxtase que ele estava sentindo. Peguei-o, senti seu cheiro e vagarosamente comecei a dar beijinhos nele todo.
Brincamos ali por alguns minutos e cada vez mais aquele macho ia se retesando, ia ficando maior e mais duro. Meus carinhos faziam que brotassem gotas de prazer, as quais, eu sorvia com desejo.
Então, ele percebendo talvez meu temor, ternamente me beijou e me chamou para apenas brincarmos. Aceitei e ele começou a mamar meus seios com desejo, pegando forte, mas sem me causar dor, alternava-os me levando a loucura descendo sua língua até meu umbigo e depois com a língua toda aberta descendo até o final de minha bucetinha. Aquilo foi me deixando alucinada, escorrendo em bicas e ele sorvendo com vontade. Em determinado momento ele parou somente em meus seios chupando-os por baixo e me pediu para deixar uma marquinha o que permiti e senti então ele chupar com vontade puxar e soltar. Subiu mais, me deu um beijinho e colocou o pau em minha boca com vontade. Eu abria a boca e tentava, mas não ia. Então ele me puxou para cima do sofá e recostou minha cabeça no encosto, inverteu seu corpo e colocou de novo o pau em minha boca pressionando. Não doía, mas me afogava e então ele tirava. Lágrimas escorriam de meus olhos mas aquilo não tocava aquele homem que estava inteiramente dedicado em nosso momento de sexo.
Em um dos momentos em que ele me deixou relaxar a boca ele me puxou e abrindo minhas pernas batia seu pau em minha xoxota dando-lhe uma surra por cima do pijama.
Ele então se deitou ao meu lado e eu ainda com pijama ele cutucava minha bucetinha com força, mas sem entrar, num aviso de que estava chegando e iria judiar.
Então, num movimento firme e forte, numa de suas avançada ele mirou a entradinha de minha buceta e foi mais da metade daquele membro grande e gostoso arrancando de mim um grito de susto misturado com pitada de dor e muito prazer. Nesse momento ele travou minha anca para que eu não escapasse dele só me pediu que confiasse nele. Então, novamente, sem dó colocou até o final me fazendo delirar.
Seu pau era muito mais grosso que o de meu marido e confesso que quando senti seu quadril encostar em minha bunda senti alívio.
Após alguns poucos minutos, com ele todinho colado em mim, ele começou a movimentar chegando num frenético vai e vem. Saiam de meus lábios grunhidos e gritos abafados de prazer, extraídos sem dó por aquele macho saboroso.
Com seus movimentos viris, ele ocasionalmente complementava com palmadas fortes nas minhas nádegas, aliviando a tensão do momento. Então, enquanto me penetrava com força, ele erguia o corpo sobre o meu, me envolvendo completamente de uma maneira que eu jamais havia experimentado com meu marido. Sob aquele ataque delicioso, eu alcancei um orgasmo avassalador, com ele dentro de mim por completo. Segundos depois ele se retesou todo e também explodiu num gozo forte onde segurando-me forte socava fundo até depositar todo seu gozo em mim.
Ele então deitou-se ao meu lado, acariciando meus cabelos com ternura, enquanto eu me recuperava da intensidade daquele orgasmo tão forte.
Levantei-me para buscar um suco para nós, sentindo o gozo daquele macho escorrer pelas minhas pernas. Dirigi-me ao armário de roupas de cama, pegando uma fronha para me limpar.
Cheguei com o suco e tomamos em silêncio, até que ele esticou o braço e acariciou gentilmente um dos meus seios. Segurou-o pelo biquinho e me puxou delicadamente até colocá-lo inteiramente em sua boca, sorvendo-o com uma voracidade irresistível, como se fosse um sorvete delicioso.
Novamente, fui tomada por um desejo avassalador e comecei a retribuir aquele carinho, chupando seus mamilos e percorrendo seu tórax com beijos, lambidas e mordidinhas delicadas. Conforme eu explorava seu corpo, percebi que ele voltava a ficar excitado. Em seu ouvido, sussurrei para que ele se deitasse de costas para mim, e ele prontamente obedeceu, ansioso pelo que viria a seguir.
Na posição em que ele se deitou, eu estava a menos de um metro do meu notebook, que supostamente deveria estar com a câmera ligada para meu marido assistir. Aproveitei a situação para enviar discretamente uma piscada e um beijo para a câmera, enquanto me entregava aos encantos daquele homem que, a essa altura, estava sob mim. Nua, encaixei-me nas nádegas dele, deixando que ele sentisse o calor da minha bucetinha, enquanto meus cabelos soltos tocavam suas costas. Subi lentamente, explorando sua pele, até alcançar seu pescoço, onde comecei a mordiscar delicadamente toda a região lombar, as orelhas e, enfim, retribuí cada carinho que ele me proporcionou com juros, em um jogo de prazer mútuo.
Naquele momento, com ele todo arrepiado, e ao beijar sua orelha e deslizar a ponta da minha língua, sua reação foi imediata. Com um movimento viril, ele se virou sob mim, levando a mão ao seu membro e posicionando-o na entrada, e de uma só vez, ele me penetrou por completo, arrancando mais um forte grito de prazer dos meus lábios, enquanto começava a me socar com vigor, proporcionando uma experiência intensa e eletrizante.
Ele deslizou as duas mãos por baixo das minhas pernas e segurou firmemente minhas nádegas, para ditar o ritmo das estocadas. Eu podia sentir cada centímetro daquele homem dentro de mim, e embora às vezes seu toque alcançasse meu útero, causando um leve desconforto, diante do prazer intenso que inundava meu corpo, essas sensações eram insignificantes.
O ritmo frenético das estocadas era alucinante, provocando arrepios de tesão por todo o meu corpo. Quando ele diminuiu um pouco o ritmo, percebi que meu orgasmo estava se aproximando rapidamente. Abraçando-o com força, implorei em seu ouvido para que não parasse, e naquele momento ele retomou as estocadas com ainda mais força. Enquanto eu alcançava o ápice do prazer, ele também atingiu seu clímax, e juntos explodimos em um êxtase avassalador. Ele continuou a me penetrar de forma mais espaçada, evidenciando cada jato de prazer que ele derramava dentro de mim. Abraçados, tremíamos com a intensidade daquele sexo ardente que acabamos de compartilhar.
Ficamos deitadinhos juntinhos e como ele estava deitado em meus seios eu podia provocar meu marido que deveria estar vendo aquela cena que ele pediu e permitiu que acontecesse.
Apesar do ar-condicionado, ambos estávamos cobertos de suor depois da nossa deliciosa batalha. Então, sugeri que ele fosse tomar um banho enquanto eu preparava algo para jantarmos. Ele assentiu e se retirou para o banheiro.
Para ganhar mais tempo, fui até o banheiro e preparei a banheira, dizendo a ele que traria um vinho e que relaxasse um pouco. Na verdade, eu queria esse tempo extra para falar com meu marido e verificar se ele realmente tinha acompanhado tudo como havia prometido.
Então, fui até a cozinha e peguei uma taça de vinho para ele, coloquei uma música suave e disse para ele relaxar e aproveitar o banho, enquanto eu iria falar com meu marido, já que era o horário em que ele costumava me ligar. Ele me lançou um olhar malicioso e pediu para eu não demorar.
Antes de tudo eu novamente peguei a mesma fronha e limpei-me tirando todo aquele gozo de dentro de mim, o que não era pouco. Ele gozava muita quantidade!
Ao retornar ao meu notebook e para verificar se meu marido realmente estava assistindo através da câmera, apontei meu celular para ele e pedi que me escrevesse. Em questão de segundos, recebi um "oi" como resposta. Confirmado, ele estava de fato acompanhando tudo. Perguntei se tinha visto, e ele confirmou, apenas questionando se, dada a intensidade, eu não tinha sido machucada pelo tamanho. Respondi que discutiríamos isso mais tarde, após ele ir embora. Meu marido agradeceu-me por fazê-lo feliz e por proporcionar um prazer sem igual. Fiquei tocada ao perceber que ele realmente estava desfrutando de tudo o que estávamos fazendo.
Meu marido então perguntou se já havíamos parado e quando falei que ele estava na banheira ele pirou. Perguntou se eu estava querendo mais e o lembrei do e-mail que havia me passado. Disse-lhe que se dependesse de mim, eu iria acabar com aquele macho, claro, se eu aguentasse. Então, meu marido falou: “estou aqui torcendo por você e me matando na punheta” Você está me deixando doido!”. Lembrei-o então que tudo quem começou foi ele e que eu só fiz o que ele estava me pedindo. Perguntei se queria que parasse e a resposta foi: “acabe com ele. Estou torcendo por você”.
Com receio de perder tempo na banheira, corri para o outro banheiro e tomei um banho rápido. Enquanto lavava minha bucetinha, percebi que ela estava inchada e vermelha. Estava um pouco dolorida, mas nunca havia experimentado uma relação tão intensa, nem com alguém do tamanho do pau daquele homem. Então, entrei no quarto só de toalha e como dá vista para a banheira ele ficou me tentando a entrar nela com ele, o que neguei. Coloquei então o pijaminha curtinho que me marcava por inteira.
Enquanto ele terminava preparei um rondele para nós e jantamos sem pressa falando de banalidades. Era i
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