Meu n?me é André, tenh? 23 an?s e s?u recém f?rmad? engenheir? eletricista. Eu trabalh? numa firma de engenharia ?nde ac?ntece muita suruba entre ?s funci?nári?s, de tant? temp? que a gente passa pel? interi?r fazend? instalações para fazendas e fábricas. Os al?jament?s fervem de sex? entre engenheir?s, estagiári?s e peões! Putaria de verdade é ? que ac?ntece quand? v?cê c?l?ca um m?nte de h?mem junt? n? mei? d? mat?, sem nenhuma mulher p?r pert? pra aliviar!
Eu c?mecei nessa firma c?m? estagiári?, quand? eu tinha ainda 18 an?s. N?rmalmente as empresas nã? c?ntratam estagiári? antes d? 4º semestre, nem ?s supervis?res de estági? das faculdades aut?rizam, só que n? meu cas? f?i na inf?rmalidade mesm? e adivinhe p?r quê: Tinha um veteran? que já vinha me c?mend? desde ? tr?te n? primeir? semestre e era estagiári? na firma, ? Le?. Ele que me b?t?u pra dentr?.
Naquela ép?ca eu ainda era mais ?u men?s recatad? e nunca tinha feit? sex? grupal. Eu só dava para ? Le?, meu veteran?, e tinha pre?cupaçã? em nã? ficar c?m fama de puta pela faculdade. L?g? iss? mud?u quand? fui para ? meu primeir? serviç? de camp? c?m a equipe da empresa.
O chefe n?s mand?u fazer um repar? numa subestaçã? de uma pequena fábrica de embutid?s n? interi?r. N?rmalmente essa é uma tarefa que nã? precisa da participaçã? de estagiári?s, mas ? pess?al estava querend? apr?veitar a ?p?rtunidade para me iniciar mesm?. F?m?s na van da firma eu, ? Le?, ? engenheir? Gerald?, e d?is peões: ? eletricista Fábi? e ? pedreir? J?sué. Dirigind?, f?i ? m?t?rista Carl?s.
Já na van mesm?, ?s d?is peões ficaram me fazend? massagear as r?las dele p?r cima da calça. O Le? tinha me deixad? sentar n? mei? d?s d?is para eu ir já me familiarizand?. Ele e ? engenheir? Gerald? ficaram sentad?s de frente para nós, só rind? e c?mentand? que t?d? mund? ia ad?rar me c?mer.
L?g? que chegam?s, f?m?s recebid?s pel? encarregad? da fábrica, um tal de Arthur, um h?mem madur?, beirand? ?s 50 an?s. Ele apert?u a mã? d? Gerald? e l?g? repar?u que eu era n?vat? p?r aquelas bandas e quis saber quem eu era. Gerald? resp?ndeu: "Esse é ? André, carne n?va, está aprendend? ainda". Arthur resp?ndeu: "B?m, Gerald?, v?cê já c?nhece bem ? l?cal. V?u deixar v?cê s?zinh? enquant? lev? ?s estagiári?s pr? meu escritóri?", a? que ? engenheir? resp?ndeu: "Fica à v?ntade, meu n?bre. Ensina esses gar?t?s"! Eu ?lhei espantad? para a cara d? Le?, mas ele parecia estar levand? tud? c?m naturalidade.
Assim, nós n?s dividim?s em d?is grup?s. De um lad?, f?ram Gerald?, Fábi? e J?sué para a subestaçã? e, d? ?utr?, f?m?s Arthur, Le? e eu para ? escritóri?. Carl?s permaneceu na van. Enquant? n?s c?nduzia pel? caminh?, Arthur ia c?nversand? c?m ? Le?: "Faz temp? hein", "P?is é, muita c?rreria c?m a faculdade e ? estági?", "V?cês têm que vir mais vezes aqui, nã? precisa esperar dar pane", "P?is é, seria b?m mesm?", "E esse n?vinh? aí?", "Eu que indiquei ele pra firma, ach? que v?cê vai g?star dele"...
Entram?s n? escritóri?, Arthur tranc?u a p?rta e já c?meç?u a desafivelar ? cint? e abrir a calça. Ele se sent?u na sua cadeira de enc?st? alt? só de cueca. Le? se aj?elh?u n? chã?, pux?u ? pau d? Arthur pra f?ra da cueca e c?meç?u a mamar bem ali na minha frente! Eu fiquei paralisad?, um p?uc? ch?cad? c?m aquela familiaridade deles, mas l?g? as atenções se v?ltaram pra mim: "Tá esperand?, ? quê? Vem chupar l?g?", disse Arthur. "É André, vem que eu divid? c?m v?cê", Le? acrescent?u. L?g? me vi f?rçad? a sair d? transe e t?mar uma iniciativa.
Eu me aj?elhei n? chã? e ab?canhei ? pau d? Arthur, que ? Le? me ?fereceu, ainda empunhand? a base. Era a primeira vez que eu pagava b?quete para um h?mem tã? mais velh? que eu, quase ? tripl? da minha idade! Ele p?deria ser meu pai! Na verdade, dep?is fiquei sabend? que ele tinha um filh? da minha idade. Achei uma experiência bem interessante. Aquele mach? estava c?m um leve ?d?r de su?r masculin? n? sac?, cheir? que eu am?! P?r iss? eu l?g? me c?ncentrei em lamber as b?las dele, deixand? ? Le? v?ltar a ab?canhar ? pau. Ficam?s n?s revezand? um temp? entre quem mamava a pica e quem lambia ? sac?. Entã? Arthur fal?u: "Quer? ver v?cês se beijand? na minha r?la"; nós c?meçam?s a dar um beij? de língua, Le? e eu, e Arthur ficava esfregand? a cabeça d? pau n? mei?.
Dep?is nós f?m?s para ? s?fá, Le? tir?u as calças e fic?u e quatr? e me ?rient?u a fazer ? mesm?. Eu ?bedeci e ficam?s ?s d?is ali p?sici?nad?s para serm?s enrabad?s. Arthur peg?u de dentr? de uma gaveta da escrivaninha um KY e algumas camisinhas. Ele encap?u ? pau e vei? n?s c?mer. Ele me penetr?u primeir? e fic?u b?mband? n? meu cu durante uns 2 minut?s, mas l?g? tir?u de dentr? e f?i meter n? cu d? Le?. Eu estranhei um p?uc? aquil?, p?rque c?mig? ? Le? sempre era 100% ativ?; aquela era a primeira vez que eu via ele dand? ? cu. Dep?is de uns 2 minut?s mais, ele v?lt?u a me c?mer. Ele fic?u alternand? assim algumas vezes, até que, p?r fim, ele tir?u a camisinha e g?z?u nas n?ssas bundas. Eu e ? Le? ficávam?s reb?land? enquant? ? Arthur esp?rrava n? bumbum meu e n? dele.
Eu e Le? n?s vestim?s assim mesm?, meland? a parte de trás da cueca de esperma. Eu perguntei para ele: "E ag?ra?" e ele resp?ndeu: "Ag?ra nós vam?s pr?curar ? Gerald?, pra ver se ele já quer meter". Saím?s d? escritóri? e f?m?s em direçã? à subestaçã?. Chegand? lá, vim?s ?s peões trabalhand? e ? Gerald? supervisi?nand?. Assim que n?s avist?u, Gerald? deu algumas instruções para ? Fábi? e ? J?sué e finaliz?u assim: "Terminem v?cês s?zinh?s, que eu v?u pra van c?m ?s estagiári?s", e ?s peões s?rriram malici?samente.
Gerald? f?i n?s c?nduzind? para a van, andand? n? mei? de nós d?is e apalpand? as n?ssas bundas. "E aí, ? Arthur já c?meu v?cês?", ele pergunt?u. "Já sim", f?i a resp?sta d? Le?. "E já estã? pr?nt?s pra mais pir?ca?", "Sempre, né, Gê"! Eu fiquei impressi?nad? c?m aquela liberdade que ? Le? tinha c?m ? engenheir?.
O m?t?rista n?s avist?u chegand? e Gerald? fal?u: "Aí Carl?s, ?lha só quem cheg?u"! Ele desceu d? lugar d? m?t?rista e vei? se juntar a nós na parte de trás d? veícul?.
Já fechad?s dentr? da van, tiram?s a r?upa e n?s sentam?s n? fund?. Eu fiquei d? lad? d? Gerald? e Le? se aj?elh?u n? chã?, na frente de Carl?s. Gerald? me fez pegar n? pau dele e c?meç?u a me beijar na b?ca. Ele era um h?mem madur?, de quarenta e p?uc?s an?s, de aliança n? ded?, casad? e c?m filh?s. Aquele era ? segund? c?r?a c?m quem eu ia transar naquele dia. Era muit? l?uc? beijar aquele h?mem héter? respeitável e chefe de família ali n?s fund?s de uma van!
Enquant? eu beijava e masturbava Gerald?, Le? pagava um b?quete para Carl?s. Em seguida, Gerald? cham?u Le?, que se sent?u d? meu lad?. Eles ficaram se beijand? da minha frente e eu fiquei masturband? ?s d?is. Aí Gerald? me mand?u sentar n? pau dele. Eu m?ntei sem camisinha mesm? e fiquei cavalgand?, e Le? f?i sentar n? pau de Carl?s, de frente para nós. Eu quiquei na pir?ca daquele c?r?a igual f?sse um r?dei?, quand? ele cheg?u a? ?rgasm? ele inund?u meu burac? de p?rra!
Carl?s mand?u ? Le? desm?ntar d? pau dele e me cham?u. Eu m?ntei na pica d? m?t?rista e cavalguei nele, até ele g?zar dentr? de mim.
Quand? ? Carl?s termin?u de me encher de esperma, Gerald? mand?u que eu f?sse dar para ? Le?. Eu fiz c?m? ele mand?u e m?ntei n? pau d? meu veteran?. Fiquei cavalgand? nele enquant? ? engenheir? passava a mã? na minha bunda. M?ntei até ? Le? g?zar dentr? d? meu rab?, levand? minha terceira ejaculada dentr?.
Dep?is n?s vestim?s e de n?v? eu quis saber qual era a praxe. "E ag?ra, Le??", eu perguntei. "Ag?ra vam?s dar pr?s peões", ele resp?ndeu, "c?m? eu já g?zei, eu v?u ter que ser só passiv?, que nem v?cê", ele c?ntinu?u, "p?dem?s dar um para cada um, ?u tr?car as duplas, se v?cê preferir", e acrescent?u "? J?sué é negã? e mais d?tad?, se tu quiser eu d?u pra ele e deix? v?cê dar só pr? Fábi?". "Fazem?s c?m? v?cê achar melh?r", eu resp?ndi. Eu nunca tinha transad? nenhum h?mem negr?, e tinha um p?uc? de curi?sidade, mas também estava c?m med?, já que ? meu cu estava arr?mbad? dep?is de ter levad? 4 picas naquele dia.
Nós v?ltam?s pra subestaçã? e f?m?s ver em que pé estava ? serviç?. O J?sué f?i ? primeir? a falar quand? n?s avist?u: "E aí, já deram a bunda pr? d?tô Gerald?"? "Já, e pr? Carl?s também, ag?ra viem?s aqui dar pra v?cês", ? Le? resp?ndeu. "Dem?r?u, é ag?ra que vam? arr?mbar esses n?vinh?", Fábi? se emp?lg?u, passand? a mã? n? v?lume da mala. Mas l?g? cheg?u ? Gerald?, ainda ajustand? a camisa para dentr? da calça e dand? a ?rdem: "Nada de interr?mper ? serviç? pra f?der! Se quiserem, é só dep?is de acabad? ? c?nsert?"! Entã? ? Le? resp?ndeu: "Nã? tem pr?blema, a gente espera". "Já tam? quase acaband?, chefe", resp?ndeu ? Fábi?. Gerald? vir?u na minha direçã? e fal?u: "Fiquem aí e prestem atençã? n? trabalh?, quem sabe assim v?cês aprendem um p?uc? de engenharia e nã? só a dar ? cu"!
Le? e eu ficam?s lá na subestaçã? ac?mpanhand? ? serviç?, mas eu nã? c?nseguia prestar atençã? em nada, eu só ficava pensand? se eu ia ter c?ragem de dar pr? pedreir? negã? ?u se eu ia dar pr? eletricista.
Quand? ? repar? estava c?mplet?, l?g? deu para escutar ? pess?al da fábrica desligand? ? gerad?r e ? encarregad? Arthur vei? para verificar que estava tud? de v?lta a? n?rmal. "E aí Gerald?, tud? cem p?r cent??", ele pergunt?u. "Tud? n?v? em f?lha, meu n?bre", Gerald? resp?ndeu. "Graças a Deus, se nã? ? d?n? ia c?mer ? meu fígad?!", disse Arthur. "Ah nã? reclama, vai! Tu c?meu d?is cus n?vinh?s h?je, acab?u saind? n? lucr? c?m essa pane!", c?ment?u ? Gerald?. "É verdade, a firma de v?cês tem ?s melh?res estagiári?s, hein?! Ag?ra vam?s lá n? meu escritóri? pra preparar a papelada, Gerald?". O engenheir? vir?u na n?ssa direçã? e fal?u: "M?lecada, v?cês tã? liberad?s. Vã? lá se divertir que dep?is eu busc? v?cês na van". Entã? ? Arthur pergunt?u: "Eles vã? f?der ag?ra?", e ? Gerald? resp?ndeu: "É, ag?ra é a h?ra da peã?zada se divertir c?m ?s estagiári?s". "E ?nde eles vã? ficar?", "Sei lá, iss? é c?m eles, ach? que vã? pra van... ?u quem sabe ficam aqui mesm?". Entã? Arthur sugeriu: "Nós estam?s reformando um anex? aqui atrás e h?je ele está vazi? p?rque nós dispensam?s ?s pedreir?s c?m a pane. Se v?cês quiserem, p?dem ir lá. Tem até uns c?lch?netes! Só tem um detalhe, tem um segurança t?mand? c?nta, talvez ele queira participar também hehehe".
Nós quatr? n?s entre?lham?s, indecis?s c?m aquela pr?p?sta. O fat? é que ?s d?is peões queriam c?mer a gente, nã? imp?rta ? l?cal, só nã? sei se estavam disp?st?s a n?s dividir c?m ? segurança. Le? parecia estar sempre pr?nt? para transar c?m quem quer que f?sse e nã? tinha ?piniã? nem c?ntra nem a fav?r. Já eu, c?m? n?vat? naquele estil? de vida, e pre?cupad? em c?nseguir dar c?nta de tant?s mach?s, preferiria fazer só c?m ?s peões da firma e ? meu veteran? mesm?. Entã? Arthur fal?u: "Venham c?mig?, eu m?str? anex? pra v?cês e apresent? ? Otávi?", esse era ? n?me d? segurança; e c?ntinu?u: "aí v?cês decidem ? que preferem fazer".
F?m?s t?d?s até ? anex?, e Arthur fal?u para segurança na entrada: "Otávi?, a turma da elétrica quer um espaç? pr? lazer deles dep?is d? serviç?. Eu v?u deixar eles ficarem aqui n? anex? e usarem ?s c?lch?netes d?s pedreir?s. Se v?cê quiser participar da festinha deles, eu nã? tenh? nada a ver c?m iss?, nem ninguém vai c?ntar nada pra sua esp?sa, viu?". O segurança Otávi? arregal?u ?s ?lh?s assim que ?s peões da n?ssa firma já f?ram puxand? d?is c?lch?netes junt?s e tirand? as picas pra f?ra das calças. "Essa turma nã? perde temp?, hein Gerald?? Anda, vam?s pr? escritóri? pra dar fim naquela papelada l?g?!", disse ? Arthur, que se retir?u d? recint? junt? c?m ? n?ss? engenheir?.
Le? sussurr?u pra mim: "Iss? m?difica um p?uc? ?s n?ss?s plan?s. Eu v?u dar pr? segurança e deix? v?cê dar c?nta d? Fábi? e d? J?sué". "Mas p?r que eu tenh? que dar pra d?is e v?cê só dá pra um?", eu questi?nei. "Eles d?is já me c?meram antes e c?m certeza vã? querer estrear ? seu cu p?rque tu é carne fresca na firma. Além diss?, eu s?u teu veteran? e tu tem que me ?bedecer mesm?"! Eu fiquei sem argument?s.
Le? e eu n?s aj?elham?s n?s c?lch?netes e l?g? estávam?s cercad?s pel?s três mach?s; nós d?is r?dead?s de três membr?s eret?s bem na n?ssa cara. C?meçam?s as mamadas, c?mpartilhand? t?d?s ?s paus. A n?ssa divisã? nã? valia para ? ?ral. Eu c?mecei mamand? ? segurança Otávi? e ? eletricista Fábi? alternadamente, enquant? ? Le? só chupava ? pedreir? J?sué. Dep?is, ? Le? pux?u ? pau d? segurança para si e deix?u que eu ficasse me c?ncentrand? só n? Fábi?, enquant? ele dava c?nta d?s ?utr?s d?is. Em seguida ? negã? quis experimentar a minha b?quinha, e substituiu ? Fábi?, que f?i dividir a chupada d? Le? c?m ? Otávi?. C?m? era d?tad? aquele negã?! Era a primeira vez que eu mamava uma r?la daquele p?rte, reluzente de tã? preta! O cheir? de su?r na virilha, n? sac? e n?s pentelh?s dele era bem f?rte e delici?s?. C?nfess? que fiquei viciad? a? primeir? c?ntat?!
L?g? Fábi? v?lt?u para ? meu lad?, e eu me encarreguei de chupar ? pau dele e ? d? J?sué a? mesm? temp?, enquant? Le? fic?u f?cand? só n? segurança Otávi?, e a partir daí fic?u acertada a n?ssa divisã? para ? anal. Le? f?i ? primeir? a t?mar iniciativa, tirand? e r?upa e ficand? de quatr? pr? segurança meter nele. Otávi? penetr?u só n? cuspe mesm?. Eu c?ntinuei ainda mamand? ?s d?is peões.
Em seguida, Fábi? mand?u que eu tirasse a r?upa, e J?sué f?i até ? macacã? dele buscar um KY que ele trazia num d?s b?ls?s. Eu pensei: "Graças a Deus esse cavalã? anda preparad?"!
Eu fiquei de quatr? pelad? e senti ?s d?is peões me dedand? e me lambuzand? de lubrificante a? mesm? temp?! Que l?ucura aquil?, eu estava t?talmente entregue para aqueles caras! Enquant? iss?, bem d? meu lad?, ? segurança ?távi? mandava ver n? cu d? meu veteran?, metend? c?m f?rça e sem dó. Le? parecia estar g?stand? e levand? bem de b?a ?s avanç?s vi?lent?s d? segurança.
Quand? ?s d?is peões se deram p?r satisfeit?s c?m a quantidade de KY que aplicaram n? meu cu, ? negã? fal?u assim: "Fábi?, vai tu primeir? pra ir laceand? ? rab? dele", e assim ? eletricista f?i ? primeir? a me penetrar, enquant? eu c?ntinuei só pagand? b?quete pr? pedreir?. Fábi? nã? era tã? d?tad? quant? ? negã?, mas ainda assim tinha um pau c?nsideravelmente gr?ss?. Felizmente eu já estava tã? abert? das ?utras f?das que eu c?nsegui levar ? pau dele n? meu cu bem de b?a. Além diss?, eu estava feliz de p?der c?ntinuar me deliciand? naquela pica preta d? J?sué sem parar.
Enquant? iss?, ali n? c?lch?nete a? lad?, Le? fal?u pr? segurança: "Deita pra eu p?der m?ntar n? teu pau". Eu achava incrível c?m? ? meu amig? c?nseguia assumir ? c?ntr?le assim dand? pra um desc?nhecid?! L?g? ele já estava sentad?, quicand? n? pau d? Otávi?.
Quand? J?sué pediu pra alternar c?m ? Fábi? c?mend? ? meu cu, ? negã? me mand?u levantar para ele deitar n? c?lch?nete, e me mand?u m?ntar na r?la, da mesma f?rma que a dupla d? n?ss? lad?. Eu direci?nei a glande dele na entrada d? meu ânus e fui descend? devagar e c?m cuidad?, de frente para ele, deixand? aquele mastr? me alargar ainda mais as pregas! Quand? desci até ? tal?, c?mecei a cavalgar g?st?s? n? negã?, sentind? muit? prazer a? mesm? temp? que as minhas preguinhas queimavam!
F?i entã? que ? inesperad? ac?nteceu: Fábi? apr?veit?u que eu estava sentand? n? pau de J?sué até embaix? e se apr?xim?u p?r trás de mim, me empurrand? para a frente e tentand? encaixar ? pau dele junt? c?m ? d? negã? n? meu rab?! D? n?ss? lad?, ? segurança exclam?u: "Caralh?, ?lha iss? meu irmã?!" e ? meu amig? Le? até par?u de cavalgar para ac?mpanhar enquant? ?s d?is peões tentavam me penetrar duplamente.
Eu c?mecei a suar para aguentar aquela tentativa de dupla penetraçã?! Fábi? fracass?u na primeira tentativa, entã? ele busc?u ? KY e deix?u cair uma pr?fusã? de lubrificante n? meu rab?, para ver se assim c?nseguia meter junt? c?m ? J?sué. Ag?ra sim, c?m ? meu cu bem mais lubrificad?, ele teve sucess? e c?nseguiu c?l?car ? pau dentr? e eu s?ltei um urr? quand? a segunda pica entr?u. Era a primeira vez que eu ac?m?dava duas r?las a? mesm? temp? n? meu cu!
Fábi? c?meç?u a me c?mer p?r trás, enquant? eu tentava me m?vimentar n? pau d? J?sué, mas só c?nseguia fazer m?viment?s bem limitad?s, ?nduland? ? quadril em cima dele. Mesm? assim ele estava dand? sinais de estar g?stand?, me chamand? de putinh? e me faland? para cavalgar. Eu tentava cumprir c?m? p?ssível, gemend? de êxtase. Apesar d? s?friment? da dupla penetraçã?, eu me sentia muit? emp?derad? c?m aquela aventura! A partir de entã? eu virei ? centr? das atenções de t?d?s ali. Le? desm?nt?u d? pau d? segurança Otávi? e ?s d?is vieram me cercar. O segurança me mand?u mamar nele e eu ?bedeci, me sentind? muit? pervertid? p?r estar chupand? ? pau que tinha entrad? n? cu d? meu amig?! Aquil? era muit? excitante pra mim.
Durante a dupla penetraçã?, ? pau de Fábi? ?u ? de J?sué acabavam escapand? de dentr? d? meu cu, de tã? arr?chad? que eles estavam entrand?. T?da a h?ra eu precisava parar para m?ntar de n?v? na pir?ca de um ?u deixar ? ?utr? enfiar de n?v?. O sex? assim era bem mais atrapalhad?, mas a? mesm? temp? eu estava ad?rand? ser rasgad? n? mei? p?r d?is h?mens simultaneamente! Os demais também c?mpartilhavam d? meu tesã?. O ambiente estava t?mad? gemid?s máscul?s e grunhid?s de prazer. Pura test?ster?na n? ar!
Nã? dem?r?u muit? e eu senti Fábi? g?zar dentr? d? meu rab?. A gala dele, que tinha esc?rrid? um p?uc? pra f?ra quand? ele tir?u ? pau d? meu cu, f?i s?cada pra dentr? de n?v? c?nf?rme eu c?ntinuava cavalgand? n? pau d? J?sué. O entra e sai da pica d? negã? estava fazend? creme c?m a p?rra d? ?utr? peã?!
O segurança apr?veit?u que ? Fábi? tinha se retirad? para vir p?r trás e me penetrar também. F?i a minha segunda dupla penetraçã? d? dia! Ele c?nseguiu s?car ? pau n? meu cu e fic?u me dividind? c?m ? negã?. Os d?is me enrabaram junt?s enquant? Le? cheg?u pert? d? meu r?st? e eu fiquei mamand? n? pau dele, que estava meia-b?mba. Fábi? fic?u só ?bservand?, enquant? se vestia.
Em p?uc?s instantes eu pude sentir meu ânus send? invadid? p?r ?utra d?se de sêmen quente, a princípi? sem saber de quem! Mas dep?is de mais d?is minut?s de penetraçã? ininterrupta f?i p?ssível c?nstatar que havia sid? ? negã? que tinha g?zad?, p?rque senti ? pau dele murchand? dentr? de mim e ? segurança c?ntinuava s?cand? n? meu rab? sem dó. Cada est?cada trazia t?da aquela quantidade de esperma para dentr? e para f?ra d? meu ret?, lambuzand? as minhas nádegas e ? meu reg? c?m creme branc?, quente e visc?s?.
A r?la d? negã? já tinha am?lecid? e escapulid? d? meu cu quand? finalmente ? segurança Otávi? g?z?u. Ele finaliz?u dentr? de mim, c?m? ?s ?utr?s, me preenchend? c?m a terceira d?se de esperma naquela f?da, e a sexta n? t?tal daquele dia! Quand? ele se retir?u de mim e eu pude ver ? estad? dele, vi que uma grande quantidade da p?rra d?s três mach?s tinha ficad? n?s pentelh?s dele. Uma ?utra parte tinha esc?rrid? d? meu ânus e pingad? n? negã?.
Antes de n?s vestirm?s e sairm?s d? anex?, eu perguntei se Le? ia querer me c?mer pela segunda vez, já que eu estava ali levand? r?la de t?d? mund?. Mas ele ainda nã? tinha ficad? dur? ? suficiente para me penetrar e p?r iss? deixam?s para lá. F?m?s para a van, ?nde Gerald? e Carl?s já estavam n?s esperand? para partirm?s. N? trajet? de v?lta pra firma, Fábi? e J?sué c?ntavam pr? engenheir? ?s detalhes da ?rgia c?m ? segurança, descrevend? as minúcias da minha perf?rmance. Eu e Le? f?m?s sentad?s n? fund? c?nversand?. Eu c?nfidenciei para ele que eu estava t?d? arregaçad? e d?l?rid?, mas que tinha ad?rad? aquil?, que nunca tinha imaginad? que seria capaz de tanta perversã?. Ele me c?nt?u que já havia passad? p?r aquela situaçã? em ?utr?s trabalh?s de camp?, em que ele tinha sid? ? únic? passiv? dand? para vári?s mach?s e dep?is v?ltad? c?m ? cu t?d? est?urad?, mas ele disse que nunca tinha levad? dupla penetraçã?. Eu c?nfessei pra ele que me sentia pre?cupad? p?r ter deixad? tant?s h?mens g?zarem dentr? d? meu cu, sem pr?teçã?, mas que iss? também me excitava.
Dep?is dessa minha primeira experiência, eu passei p?r diversas ?utras ?rgias nesses cinc? an?s de firma, até que fui efetivad? c?m? engenheir?. Nã? abr? mã? p?r nada!