ENRABADA NA CHUVA E OUTRAS TARAS

Por: isadora-meireles-269 12/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Sábado eu estava numa festa de aniversário da minha amiga Melina. Estava também um amigo louco para me foder. Eu não costumava dar para amigos, mas o tempo estava virando, ameaçando uma bela de uma chuva. Fazia tempo que eu desejava uma chuva no lombo, tomando vara grossa. O amigo estava tarado por mim, como eu amo o macho. Se tivesse chance era bem capaz de me atacar à força. Perguntei-lhe se ele era capaz de me foder debaixo de chuva bem forte.
- Claro! Nem que chova canivete.
- E tu sabes fazer as superfodas arrebatadoras dos Tesões Grandões?
- O que é isso?
Ensinei-o e ele concordou:
- Claro! É fácil. É assim importante?
- Tu verás. Sem elas não há nenhuma chance de pegar a Mel. Mas tem de foder Eu tomava chuva forte no lombo e vara grossa no cu. A enrabada que eu amo.

como cachorrão. Cachorrinho de madame leva pontapé. Eu quero o gozo máximo ou nada. Então vamos fazer assim. Tu vais no meu carro para a minha casa. Quando a chuva cair forte, tu me fodes o rabo com força, fora do carro. O rabo se dá melhor com as fodas comuns porque é mais apertado. Aí nós vamos para a minha casa e lá nós fazemos a festa com as superfodas. Tu vais amar a minha bocetinha. Ela sabe como ser sempre virgem. Tu já comeste uma virgem?
- Não! Mas tu não és virgem!
- Não! Mas a minha boceta tem músculos super treinados e dá um nó sempre que eu queira que é exato como um cabaço. Vais ter de fazer força para entrar apertado. Deixa ver o que tu tens para me dar.
Pus-lhe a mão no caralho excitado e fiquei feliz:
- É curto e grosso. É dos que eu amo. Vamos, gostosão!
A chuva veio grossa com trovões. Tiramos a roupa e fomos para a chuva. Que enrabada! Ele meteu a cabeça e foi enterrando. Fiz muita força para cagar e a coisa foi entrando, até que gostosura! Estava com tudo dentro. Ele disse:
- Vai pedindo a força que tu queiras. O pau está com todo o gás. Sente a dureza.
A dureza era ferro e o cu foi ganhando o zão e eu fui pedindo força. Quando relampejava ele dava um tempinho e metia junto com o trovão, trepidando tudo. Passou um cara correndo e riu:
- Assim vale a pena tomar chuva.
Eu era comida com força, com grandes enterradas e gemendo feito louca. Ri:
- E até tomar no cu!
O cu esbanjava prazeres. Beijei o macho com fúria erótica e dirigi para casa com o cu em festa. Baixei “O Amor Sem Mistérios”, da internet para ele ler enquanto eu fazia o café.
Após o café ele estava com o pau em ponto de bala e me jogou na parede, fazendo-me subir como lagartixa; jogou-me na cama e me meteu a superfoda de boceta e clitóris; a de boceta e ponto G e até a de cu e clitóris, deixando-me arriada numa festa interminável de gozo extremo. Ele estava afiado nas superfodas e fascinado com minha boceta dando nós na pica bruta.
Não demorou ele estava com o pau duro no meu nariz, metendo-o na minha boca:
- Tu não sacias ninguém. Estou com mais fome do que nunca das putarias da tua boceta e do teu cu. Quero mais puta virgem. Vou foder-te até o sol raiar.

Fim

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