Como havia descrito no conto anterior, minha esposa e eu contratamos uma empregada para nos ajudar duas vezes por semana nos afazeres domésticos, pois ambos trabalhamos muito e a casa estava um tanto quanto descuidada.
Cristiane eh o nome dela, uma morena cor de bombom, cabelos e olhos negros, pernas grossas, lindos pés e pequenos seios. Extremamente tímida e inocente, no auge dos seus 18 anos nunca havia sido tocada por um homem, tinha vindo do interior para morar com a avo e fazer um curso de auxiliar de enfermagem.
Dando continuidade ao conto anterior, fiquei ansioso para chegar a próxima sexta feira e poder novamente explorar aquele corpo todo virgem e cheio de tesao. Cristiane chegou e começou suas atividades, e logo que minha esposa saiu me chamou pra conversar. À principio me preocupei, e pensei, será que ela tinha se arrependido? Cris, como passei a chama-la, novamente chorou e disse que sua avo tinha mandado ela devolver as coisas que havia ganhado, que não era certo receber presentes, mas disse que não se preocupasse, que eu conversaria com a avo dela. Nesse mesmo dia, fui ate sua casa e conversei com a avo, e disse que no interior era diferente, que aqui ela precisava se enturmar e que um visual semelhante ao das amigas não era nenhum crime, e que ela estava realmente sendo discriminada no curso. Convenci com muito custo a deixar ela ficar e usar as roupas e disse que minha esposa tinha algumas coisas que nao usava e que iria dar a ela. Meio relutante, ela aceitou, pois viu que era para o bem da neta.
Voltei pra casa e contei a novidade pra Cris e fui recompensado com um beijo que não tinha fim. Ela segurava meu pescoço e não desgrudava sua boca da minha. Voltei às minhas atividades e as 16:00hs voltei pra casa e percebi que Cristiane já havia terminado suas tarefas. Ela me disse que gostaria de gozar novamente, que tinha passado a semana toda pensando no que havíamos feito. Cai de boca naquela bocetinha peludinha e novamente ela se contorceu toda em um gozo mais intenso que o anterior. Pegou meu pau e começou a bater uma punheta, ate que eu gozasse e deitamos juntos trocando beijos e caricias. Como era sexta feira e ela tinha aula, tomou um banho e foi embora. No outro dia, sábado, estava determinado a ir mais longe. Queria realmente transar com Cris. Sai e comprei outro vestidinho e duas sandálias, uma de salto e uma rasteirinha, comprei camisinha e uma pílula do dia seguinte. Quando cheguei, Cris já havia terminado seu serviço e estava me esperando. Mal entrei em casa e me beijou com muita vontade. Fui lhe mostrar os presentes e ela disse que veria depois, pois queria gozar. Levei ela pro quarto e disse que faríamos algo diferente, que hoje ela pegaria no meu pau primeiro. Ela foi logo batendo uma punheta e pedi pra parar, falei que era pra segurar, sentir, olhar e instintivamente ela colocou a boca. Começou a chupar meio desajeitada, as vezes mordia sem querer, mas estava pegando o jeito. Coloquei ela em cima e passamos a fazer um 69. Ela estava nas nuvens, e eu também... me dizia que aquilo era melhor ainda, que era a melhor coisa do mundo.Coloquei um dedinho e ela gemia cada vez mais. Quando estavamos ambos prestes a gozar, parei e a beijei novamente, mas após o beijo ela queria voltar pro 69, mas disse a ela que tinha outra surpresa. Forrei a cama com um lençol velho, pois ela era virgem, e a deitei na cama. Dei-lhe um beijo e passei meu pau no grelinho dela. Ela gostou... deu uma gemidinha e pediu mais. Continuei passando minha rola em seu grelinho, esperando ela pedir pra colocar, mas gozou e me fez gozar junto com uma punhetinha que melou toda sua boceta. Fomos pro banho e novamente a coisa esquentou, em alguns minutos eu estava duro de novo e ela toda molhadinha, então coloquei um dedinho na bocetinha virgem dela e foi outro delírio, sentia aquela vagina virgem apertando meu dedo. Fomos para o quarto de deitei ela novamente, comecei a passar meu pau no grelo de novo, e forcei a cabeça, ela gemeu e pediu pra parar, pois estava doendo. Continuei quietinho com a cabeça enfiada e voltei a beija-la com intensidade. Ela interrompeu e beijo e me disse: sei o que você quer. Vem pra dentro de mim. Estou pronta pra você. Fiquei com o pau mais duro ainda e deslizei pra dento daquela morena quente e apertada, ela gemeu, gemeu muito, mas pediu pra ficar dentro dela, quietinho, mas dentro, disse que estava doendo, mas estava bom. Me pediu para beija-la, e senti um leve vai e vem vindo de seu quadril, era o sinal que eu precisva para começar a meter. Tirei devagar e coloquei de novo, ela novamente pediu pra parar. Fui tirando e colocando com carinho e aumentando o ritmo a medida que ela se acostumava com a rola. Veio o gozo... se contorceu , gemeu, pediu pra não parar... continuei metendo e gozei dentro dela. Fomos às nuvens. Fiquei dentro dela mesmo depois de gozar, nos olhando nos acariciando. Ela me perguntou o que tinha acontecido e eu disse que ela a partir daquele momento era uma mulher. Disse que estava apaixonada por mim, e que mesmo eu sendo casado ela queria ser minha amante. Respondi dizendo que estava gostando dela também, e que mesmo sendo casado, fazer amor com ela era uma delicia. Ficamos deitados trocando carinhos. Expliquei a ela o risco da gravidez, mas que já havia comprado o remédio adequado, mas que sempre deveria usar camisinha, pois alem de gravidez corre-se o risco de alguma doença, e que dessa vez foi sem camisinha devido a fato dela ser virgem, queria que fosse especial.
Ela tomou mais um banho e foi embora toda feliz com outro vestido novo e um sorriso na cara.
Continua....