Entrei no apartamento chamando: filha, cade você, o que aconteceu, e ela respondeu: to aqui no quarto pai! Entrei devagar, luz apagada e ela com os cabelos na cara, com carinha de choro, deitada coberta por um lençol, ia sentar ao lado da cama mas ela pediu pra deitar com ela, como negar, deitei e a abracei, ela encostou a cabeça no meu peito e chorou reclamando que o marido era um banana, não atendia seus desejos, e se sentia largada e mal amada! Fiquei afagando seus cabelos e dando beijinhos na sua testa, disse que o cara não era mal e que ela tinha que ter paciência! Neste momento ela me olhou feroz e disse: porque? Você faz todas as vontades minhas e da minha mãe e nunca reclamou, o filho da puta não faz 10% e se acha o gostosão, olha só meu corpo, to toda inchada e gorda! Eu ri e disse que ela estava mais linda do que nunca! Ela me olhou de novo, agora com carinha mais meiga do mundo, ensaiou um sorriso e disse: pai, me conta uma coisa? Claro amor, o que você quiser! Eu sei porque já perguntei, mas como você com esse pausão comia a mamãe quando estava gravida? Eu ri e disse que normalmente chupava ela pra faze-la gozar, depois metia de ladinho, com calma, deixava ela ir até onde se sentia bem! Ela ficou quieta, mas notei que seus bicos dos seios reagiram na hora! E foi a minha vez de perguntar: e que historia é essa de pausão? Ela riu e disse que sempre me via tomando banho, e quando estava comendo a mãe dela sempre achava um jeito de observar! Safadinha você hein! Ela agora sorriu, levantou o corpo e ficou bem perto do meu rosto, me deu um beijinho no lábio e disse: pai, me ajuda? To com muito tesão, o Gustavo é um banana, não tem nem metade do seu pau e acha que vai acertar o bebe! Ri dela e puxei seu corpo ainda mais, beijei sua boca com carinho, sua língua quente se mexia com rapidez, fui controlando a temperatura, apalpei os seios durinhos e pontudos, um pouco cada um, desci pela barriga de 6 meses de gestação e pousei na bucetinha, tirei a calcinha de lado e fiquei brincando com os lábios entre os dedos, ela toda arrepiada dizia que aquilo era bom. Suguei cada um dos seios com carinho, lambi eles inteiros e sentia sua buceta melar cada vez mais, brinquei com o cuzinho com a ponta do dedo melecado, e no meu ouvido ela disse: o banana nunca comeu ai! Ri e disse que agora quem manda ali sou eu! Nisso sua mão já abria minha calça e tirava meu pau pra fora, ela me pediu e tirei minha roupa, deitei de novo e ela quis vir me chupar, primeiro a cabeça e deixou bem babado, aquela menina era boa naquilo, e ela enfiou até onde deu, tirando e deixando ele brilhando, e toda dengosa foi virando de costas pra mim apontando meu pau para a sua bucetinha! Fui esfregando de leve, sentindo ela ter choques no corpo todo, toda dengosa disse: pai, mete em mim! Fui segurando pela cintura e forcei, a bucetinha se abriu levemente, fui entrando e ela agora gemia alto: caralho, que pauzão, minha mãe é que é feliz, mete tudo pai, quero ser arrombada desde novinha, realiza meu sonho! Fui tirando e colocando, sempre apalpando os peitões, ela gemendo dizendo que me amava, que queria ser minha amante, minha puta e acelerando os palavrões começou a gozar, rebolava e jogava aquele rabão redondo na direção do meu pau, rebolava e tirava, estava alucinada, fui apertando cada vez mais seus seios e ela agora gritando gozou, mas foi aquele orgasmo que devia estar guardado há tempos, ela tinha espasmos, sua buceta mastigava o meu pau, fui bombando e ela pediu: pai, me enche de porra, quero sentir você explodir dentro de mim! Nem precisava pedir muito, fui bombando e logo saiu o primeiro jato, o segundo e outros mais, ela dava gritinhos a cada bombada de porra que levava, e de novo gozou, desta vez sentindo a minha porra dentro dela! Ficamos abraçados, ela não deixou tirar de dentro, me beijava a boca e dizia que me amava, que seria minha cadelinha, que agora tinha um homem de verdade na sua cama.
Foi acalmando, fui tomar banho e logo ela veio, estava linda com aquele barrigão, toda delicada, seios maiores do que o comum, sua bunda estava mais redonda ainda, a abracei e nos beijamos. O pau deu sinal de vida de novo, e ela com todo carinho se ajoelhou, bem putinha me olhando nos olhos e foi chupando e me punhetando, até que disse que ia gozar de novo, ela sorriu e voltou a ação, levou o primeiro jato e engoliu, foi engolindo o que dava e babava, porra escorrei pelos seus seios e pela barriga, e ela estava radiante! Terminamos o banho e quando estava para ir embora ela me abraçou e me agradeceu, dizendo que sempre quis transar comigo mas ficava preocupada da mãe descobrir, e quando sentava no meu colo a vontade era tirar a roupa e transar ali mesmo, mas agora sabia que podia contar comigo, e que aguentava meu pau na bucetinha e rindo disse que queria experimentar no cuzinho, mas na próxima visita, estava acabada! Dormiu o dia todo, me ligou a noite toda dengosa dizendo que iria dormir sozinha e estava sentindo um vazio imenso na bucetinha, mas o banana tinha avisado que ia voltar, ela me prometeu ficar de boa com ele e que a partir daquele dia sempre iria visita-la de manhã! Foram meses até o bebe nascer, comi a minha enteada de varias formas, e depois do bebe nascer, assim que pode, marcamos num motel e inaugurei aquele cuzinho delicioso, ela berrou mas aguentou tudo, e depois disso sempre que pode volta pra casa com o bebe no colo e o cuzinho cheio de porra!