Deu apenas um sorriso malicioso e virou jogando o cabelo e pulando na água, saindo como uma sereia. Depois mergulhou, levantando a bunda para fora da água, me deixando com água na boca.
– Onde ta a faca?! Essa foi a frase que me despertou para realidade. Era o Serjão perguntado.
– Quem é a gatinha?
– Porra velho, é minha sobrinha… Desconversei:
– A faca está na gaveta embaixo do balcão de mármore.
Ela saiu da piscina e foi dançar com as outras meninas, sempre rebolando olhando ora pra mim, ora pro tio. Tive chance de conversar com Paula e percebi nela certo interesse no tio. Com quem também conversei e disse achar a sobrinha gostosa, mas respeitá-la devido ao parentesco, mas se não fosse isso, adoraria “comê-la”.
Com o adiantar das horas o povo foi indo embora, até porque não gosto de futebol e tinha clássico mais tarde e quem gosta não via menor perspectiva de assistir em minha casa. Assim, pouco a pouco o grupo foi minguando.
Minha noiva me arrastou para o quarto e entre beijos e amassos, disse que ia embora, pois ia repassar a reunião do dia seguinte e não estava no clima pra “dar uma”.
Sobraram apenas eu, Sérgio e Paula, então os convidei para assistir ao futebol, com a intenção de fazê-los ficar mais um pouco. Os dois torcem pelo mesmo time, então sentou ele de um lado e eu do outro e ela ao meio.
Sua pele roçando na minha, me deu maior tesão e não tive como esconder, estando de sunga. Ela olhava para o meu pau e eu queria esconder de seu tio o que estava rolando, mas nem precisava me preocupar, o cara estava completamente hipnotizado pela partida.
De repente um gol e os dois levantaram, gritaram e se abraçaram. Ela olha pra mim com cara de safada e parece ter visto nisso a oportunidade que queria:
– Levanta! Vem comemorar.
Então me abraça, e com a mão por baixo dá uma puta pegada no meu pau. O tio senta e ela senta no colo dele, fazendo carinho na cabeça dele, perguntando se dá pra meter mais dois no gol. E fica ali fazendo hora, percebo quando enfia a mão por baixo e começa a massagear o pau do tio, que já não estava tão mole, devido às reboladas que ela tinha dado em seu colo.
Sergio olha pra mim, com cara de caneca, como quem diz: “merda, e agora o que vou fazer”. Não queria que eu tomasse a sobrinha por uma vadia, por isso não brigou com ela para sair e ao mesmo tempo lutou contra sua própria ereção devido a valores da família.
Ela se ajoelhou entre nós e perguntou: – Vocês ainda vão ficar vendo futebol?
Massageando nossas picas sobre a roupa. Puxou a minha para fora e começou a chupar, com vontade. Boca gostosa do caralho, tentou engolir todo e depois foi subindo e descendo, brincou com a cabeça envolta da língua. Sugou o caldinho na cabecinha. O tio, atônito tirou a roupa e se ajoelhou atrás dela, beijando-lhe as costas, tirando a parte de cima do biquíni e depois desamarrando as laterais da calcinha, beijando e mordiscando a bundinha dela, até atingir o cuzinho e a xoxotinha.
Depois de deixá-la bem encharcada, se posicionou atrás, metendo-lhe no “gol”, um “bolão”. Ele entrava e saia com calma, ela gemia e chupava. – Come titio, acha que nunca vi como me comia com os olhos, agora sou sua, quero dar pra você… Fode gostoso vai!
Ele aumentou o ritmo e ela parece ter gozado, pois pulou do chão e sentou-se no sofá. Eu que não sou besta, me ajoelhei na sua frente e segurando sua cintura a puxei para beirinha e meti o segundo no “gol”, do jeito que ela previa: “dava pra meter mais dois?”. Nossa! Fodi gostoso, ela me beijava e eu acariciava os peitinhos, mamando bem devagar, passando a língua com cuidado.
O Sérgio sentado ao lado era punhetado por ela e observava tudo. Ela falava obscenidades aos montes, dizia “matar dois macho com uma boceta só”, porque queria dá para o tio e queria dar para dois.
Assim que percebi que ela gozou, a soltei e a safadinha subiu no titio, cavalgando bem gostoso. Ele abriu o cu dela e com o dedo melado de saliva começou a penetrar. – Fode tio, fode minha boceta e meu cuzinho.
- Quem sabe eu não posso ajudar? Perguntei de pronto. – Vem cachorro, vem… Quer comer meu cuzinho? Eu quero dá, vem seu porra do caralho!
Abaixei-me atrás dela que reduziu o ritmo em cima do tio, para que eu pudesse lamber aquele reguinho, deixando o cuzinho bem meladinho e me posicionei. Ela empinou a bundinha e foi sentindo a vara entrar, bem devagar, às vezes descia no pau do tio pra aliviar a dor, depois subia empinando a bunda pra entrar mais. Ficamos nesse joguinho por um tempo.
Perdi a paciência e meti o pouco que restava de uma vez. Ela gritou e fez menção de sair, coisa que o próprio tio impediu. Beijei-lhe a nuca e arrepiadinha me ouviu dizer em seu ouvido pra relaxar e se acalmar. Eu e Sérgio parecíamos que estar sincronizados, começamos a fazer movimentos devagar e aumentar o ritmo gradualmente, até estarmos bombando com força.
A moleca urrava, gemia, gritava e até chorava de tesão, prazer e dor… Sei lá! Sei que depois confessou ter gozado como nunca e que achava que jamais gozaria assim.
Depois comemos aquela boceta e aquele cuzinho de várias formas, no fim ela pediu para gozarmos na cara dela, porque queria se sentir como atriz de filme pornô.
Toda melada pulou na piscina e nós também… Sem medo de sermos felizes.