Estavam à vontade. Bermudas largas, descalços ou com sandálias leves, camisas de malha, manga inteira ou cavada.
Uma delas se descartava. Loura, linda, corpo perfeito, e não era nova. Uma mulher feita, diria.
Ambiente de festa, já por terminar, hora alta. Ninguém ali sóbrio de todo, mas não entregue ao alcoolismo, igualmente. O velho casal estava assim. Ela lindíssima, no seu louro dourado de fazer inveja a meninas bem, muito mais jovens. Rosto perfeito, bem sustentado por ossatura perfeita. Corpo, não se pode saber como, como de uma ninfeta pronta para ser possuída sem cessar.
O champanha estava em temperatura e gosto como todos os admiradores gostam.
— Está linda!
— Ora, você diz isso para todas...
Sentiu a mão dele acariciar seu belo rosto,permitiu, era ao mesmo tempo gostoso e sem a menor agressividade. Beijou suavemente seus lábios, que se entreabriam para receber o carinho. Baixou para o pescoço, que sugou com carinho de colocar qualquer mulher louca. Os seios, os biquinhos, foram devorados.
— Você está me possuindo!
— Ainda não. Abre bem, vai ser agora.
Não era um super dotado, muito menos um desfavorecido. Agradava qualquer mulher!
Entrou tudo, ela levantou as pernas, louca de tesão, querendo um membro duro dentro de si. Foi o que aconteceu. Entrou tudo! Logo que chegou ao fim, os dois entraram em êxtase. Queriam se agarrar, pegar as partes gostosas dos corpos, beijar, sugar, beijar mais, beijar muito, falar coisas dóceis e tesudas nos ouvidos, serem correspondidos, olharem um a alma do outro com um mirar de olhos tarado e apaixonado.
Mãos firmes na cintura da loura querida, gozaram juntos, olhos sem se despregarem. Estavam loucos de amor! Ela sentiu quando foi inundada de sêmen, porra quente, em jatos dentro do seu corpo. Encostou a cabeça no seu ombro e dormiu como se anjo fosse...