Após aquela noite em nossa casa e cama, onde o negão socou seus 24 cm sem dó na bucetinha da minha mulher, fazendo-a gozar aos gritos, levamos o nosso hóspede até a edícula onde o mesmo estava hospedado, que além do quarto tem uma área com churrasqueira, onde fiz um belo churrasco para nós, regado a cerveja, onde fiz questão de pessoalmente servir aquele fabuloso macho. Após a janta nos despedimos e fomos dormir, não sem antes prometer ao nosso macho que teria uma nova sessão com a minha esposinha pela manhã.
No outro dia acordamos cedo, ainda ligados por todo o tesão sentido na noite anterior e comecei a alisar minha mulher que já estava novamente com a buceta molhadinha, gemendo aos meus toques. Decidi que estava na hora de ela levar nova surra de rola do negão e pedi-lhe que vestisse um baby-doll rosa com uma tanguinha da mesma cor que eu lhe havia comprado especialmente para esta ocasião. A cor foi uma escolha do negão que a adorava.
Pedi a ela vestir um robe sobre o baby-doll afim de escapar de possíveis olhares indiscretos dos vizinhos e nos encaminhamos à edícula.
O negão ainda estava deitado mas acordado e ao entrar no quarto e trancar a porta, retirei o robe da minha esposinha, apresentando-a linda e tesuda com a tanguinha enfiada no rabo. O negão reagiu imediatamente, levando a mão ao pau e ela, tomada pelo tesão, sentou-se na beira da cama, enfiando a mão para baixo da coberta e agarrando aquela ferramenta maravilhosa. Existia uma segunda cama de casal naquele quarto e eu a puxei para ela, convidando o negão a juntar-se a nós, sendo que acabamos os tres na cama, com ela ao meio. A minha mulher ficou de frente para mim e o negão se encaixou em seu traseiro, ficamos nos beijando sofregamente. De repente ela começou a gemer e quando lhe perguntei se estava gostando ela balbuciou que o negão já havia cravado seu majestoso caralho na sua bucetinha, passando a respirar ofegadamente e gemendo. Não acreditando na rapidez do pedreiro, levei minha mão à sua buceta, sentindo-a totalmente preenchida pelo caralho do macho que estava duríssimo, conforme constatei ao alisar sua majestosa base de 8 cm de largura. Tudo isso sem retirar sua calcinha! Fiquei com um tesão enorme e me passou pela cabeça uma vontade imensa de estar no lugar dela recepcionando aquela enorme rola na minha bunda. Mas no meu papel de corno manso, me cabia certificar-me que ela estava recebendo o máximo de prazer, fato do qual pude me certificar logo, já que ela começou a gozar loucamente e aos gritos, com aquela imensa geba enfiada na sua maravilhosa bucetinha. Depois de voltarem ao normal, tratei de fazer café para mais uma vez alimentar o nosso macho.
Depois de uma refeição demorada, durante a qual ainda assisti a minha mulher elogiando o negão como um fabuloso garanhão comedor, levamos o nosso amigo até a rodoviária para que voltasse a Praia Grande, já que afinal ele tinha nulher e filhos para cuidar.
Na rodoviária ainda pedi a minha mulher que se despedisse dele com um selinho, oferecendo-lhe seus lindos lábios para um rápido beijo.
Após nos dirigimos ao mercadinho da cidade para um choppinho e para relaxar um pouco. Pedimos bebidas e junto ao balcão observamos um belo moreno, jovem e musculoso, que logo chamou a atenção da minha putinha. Observei que eles se encaravam descaradamente e que a minha mulher já havia puxado a saia para cima para liberar a visão de suas belas coxas ao garoto. Ficamos nisso mas confesso que fiquei com vontade de entregá-la para outro macho fodedor, porque já entendi que o meu papel daqui para a frente vai ser o de arrumar bastões de carne para alimentar esta insaciável buceta que um dia já foi só minha! Numa próxima oportunidade vou arrumar o telefone da nossa próxima potencial vítima para ver se ele topa ser nosso próximo macho. Quando acontecer, eu conto, para tanto peço que comentem e votem, caso gostem.