Esse Viado Tá Quase Me Tirando de Casa

Por: natalia-franco-119 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Eu só queria ver como era gozar num cu de outro homem. Mas o cara já viciou minha Pika nele. E não consigo parar.

Tenho 39 anos, faço 40 em uma semana. Tem dois meses que tá rolando.
Numa noite de sexta, jogando sinuca com uns colegas e bebendo, como de costume, de repente uns colegas começaram a zuar, dizendo que o Vick tava afim de mim. É um cara que tomo mundo sabe que gosta de Pika, mesmo se vestindo e falando igual homem. Ele mesmo não nega. Ele tinha acabado de vir do banheiro e o pessoal jogou pilha, dizendo pra ele que eu era zerinho. Ele riu sem dar muita bola. Mas eu nunca tinha pensado nisso. Só que de repente eu olhei para a bunda dele e veio aquela curiosidade. Então pensei que não haveria mal nenhum só botar a cabecinha e bater uma pra encher ele de leite. Só que tive vergonha de ter pensado isso. Mas a pika deu sinal e eu olhei pra ele de novo, que tava sentado quase na porta do bar. Coincidiu dele olhar. E deu uma encarada pra mim. Um dos colegas cutucou o outro pra me zuar. Ele percebeu a olhada. E aí ficaram botando pilha. O Vick percebeu e veio até nos. Cochichou no ouvido do Breno e depois voltou para a mesa dele, me encarando ao passar por mim. De repente o Breno me chamou no canto do corredor do banheiro enquanto não estava na vez da partida e disse que era pra eu ir no banheiro que eles iam fazer barreira. Ele disse pro Breno que me faria gozar em menos de um minuto na boquinha dele. O Breno disse que já tinha colocado pra mamar e que eu ia gostar da boca de veludo dele. Na pilha eu fui. Estava até com tesão. Não demorou e o Vick veio. Eu nem sabia o que dizer. Ele botou o dedo na boca, pedindo silêncio, com cara de quem ia aprontar, e se abaixou, já abrindo minha calça. Era esquisito. Mas eu tava com a pika inflamada já. Assim que ele puxou ela pra fora, me encarou e sussurrou: me dá leitinho. Começou a punhetar pra mim bem suavemente, com ela apontada pra boca dele, bem pertinho, dando umas bitoquimhas na pontinha, quase sem encostar os lábios. Tudo isso me encarando com sorriso safado. De repente, sem eu esperar, ele abriu o bocão e praticamente fez minha pika sumir na boca dele e fechou ela, apertando os lábios e fazendo ela sumir totalmente. Ficou um tempinho mexendo com a boca com ela toda dentro, e depois já começou a boquetar rápido. Eu tava louco já de tesão com aquilo. Ouvi a risada do Osmar do lado de fora e sabia que iam me zuar o resto da vida. Mas nem quis saber. Já estava sendo o melhor boquete de todos os tempos. Então ele tirou a boca e só ficou olhando. Tava apontando pra lua de tão dura. E não parava quieta. Ajeitou ela com as pontas dos dedos e foi com o bocão de novo, fazendo chegar até a garganta e tirando rápido, voltando a olhar para ela. Olhou pra mim e perguntou só com os lábios, sem emitir som: quer gozar na minha boca, quer? Eu balancei a cabeça que sim. Então ele apertou bem no cabresto com dois dedos, e com a outra mão, arregaçou todinha e esticou ela. Ficou puxando, esticando ela, com a língua pra fora encostada por baixo da pontinha da cabecinha, me olhando com cara de fome. E eu tava que a vontade era de gritar de tesão, com a vontade de gozar que vinha vindo de vagar. Hum calor dos infernos tomou conta de mim e eu não tava me aguentando de tesão. As pernas até tremeram e eu saio sentia aquele tesão absurdo. Então veio o maior tesão de gozada que já tive. Eu vendo a minha porra escorrendo direto na língua dele e deslizando pra dentro da boca dele, sentindo aquele tesão quente e de vagar, até acabei soltando um urro. Era prazeroso de ver minha porra indo parar dentro da boca dele. A língua dele estava encurvada nas laterais, formando uma espécie de valeta, e a porra deslizava direitinho pra boca. A Pika não parava de latejar e a porra não parava de brotar e escorrer. De repente, com a mão que segurava e apertava a minha pika no talo, ele enforcou ela e foi puxando pra fora, já no finalzinho da minha gozada. E aí, com a mão se aproximando da cabecinha, foi aquele volume de porra na língua. Em momento algum ele tirou a língua ou fechou a boca. Então ele deu umas três espremidas e já não saía nada. Então arreganhou a boca e eu pude ver minha porra lá dentro. Se levantou, esticou o pescoço e fechou a boca. De repente colocou a mão no meu ombro, como que para eu me abaixar. Achei que fosse para chupar ele e eu recusei. Mas ele colocou o dedo no meu ouvido e depois na barriga dele. Ele abriu a boca novamente e me mostrou a minha porra lá dentro. E então eu entendi que era pra ouvir a barriga dele. Então eu me abaixei. Ele fez eu olhar para ele, com o dedo em meu queixo, e esticou o pescoço. Então eu vi ele engolindo. O movimento no pescoço. Então ele encostou com as mãos o meu ouvido na barriga dele. E eu pude escutar o barulho. Era a minha porra chegando no estômago dele. E olha que eu gozei bem. Aquilo tudo mexeu comigo. Minha pika viciou na hora. Três dias depois eu dei leitinho pra ele de novo dentro do carro dele num acostamento na Bitencourt. Eu quis comer ele. Gozar no cu dele. Ele sentou na minha pika e rebolou gostoso pra caralho. Eu vendo minha pika no rabo de outro homem deu um tesão da porra! E eu gozei com ele rebolando, uma gozada ardida e quente que até cheguei a me contorcer no banco. Tem menos de quinze dias, fomos para um motel. E lá eu comi ele de diferentes posições, sem gozar logo. Queria fazer ele gozar só na pirocada. Que era o que ele dizia que duvidava que eu fosse capaz, me provocando e chamando de fraquinho. Então era meio que uma brincadeira. Ele tentava me fazer gozar e eu tentava não gozar e fazer ele gozar. E fiz ele gozar numa posição que ele mostrou num vídeo. Minha Pika não era tão grande como a do cara. E por isso as vezes acabava saindo. Mas eu acabei encontrando um caminho um pouco diferente. Ele ficou de quatro e eu praticamente sentado na bunda dele, me apoiando nele pelo pescoço, com minhas pernas como se eu estivesse pilotando uma moto e ele fosse a moto. Eu fazia minha pika deslizar no rego dele, só com um pedacinho de nada dentro do cu, a ponto de quase sair. E sem dar aviso, de vez em quando eu me chegava pra traz e tacava pra dentro rápido e forte e já tirava rápido. Foi assim que eu acabei fazendo ele gozar. Pra mim não estava bom. Mas pra ele, com certeza estava. Porque gritava feito uma pena. Se tremia e só dizia: isso assim... vou gozar assim. E gemeu igual mulher, quando gozou. Eu estava cansado da posição, que não era nada confortável. Assim que eu fiz ele gozar, deitei ele esticado na cama de costas, com as pernas bem juntinhas, sem tirar a pika, e toquei toda pra dentro e fui empurrando até a vontade vim. E quando veio, tava gostoso pra caralho. Super quente. Quando ele sentiu que eu ia, ficou pedindo pra eu encher o cu dele de leite. E isso aumentou a vontade de ir e o prazer também. Fiquei deitado sobre ele, com minha pika cravada, só depositando dentro. Depois, ele pediu pra eu ver ele botando minha porra pra fora. Ficou de cócoras na cama com o cu pra fora e eu abaixado atrás, perto o suficiente para ver. Assistir aquele cu fazendo bico e minha porra saindo de dentro dele, derramando no chão, fez minha pika voltar a endurecer. E assim que ele terminou de botar minha porra pra fora, na posição que ele tava mesmo, só me ajeitei por trás e meti pra dentro de novo. Fez ele ficar com a bunda na posição certinho que eu tava, botei um pé na cama e me apoiei segurando firme na bunda dele e fudi aquele cu com vontade. Bem rápido. Tipo britadeira mesmo. E nem demorou muito pra eu sentir vontade de gozar. E quando estava pra ir, ele se desgrudou de mim e se sentou na cama, pedindo pra eu gozar na cara e nos peitos dele. E então eu dei um pouco de distância pra gozar na cara dele. Mas não tinha pressão. E só foi na barriga. Então ele puxou e fez eu terminar de gozar na boca. E novamente fez aquilo, de me mostrar e depois me fazer ver ele engolindo e ouvir a porra chegando no estômago dele. Eu não sei não... mas desse jeito eu acabo trocando minha esposa pra ele. Nem dá pra comparar. É outro nível de prazer.

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