- Vamos subir pra fazer um lanche?
Normalmente eu subia na sua casa pra usar o banheiro ou beber água e nunca tinha acontecido nada de anormal. Mas daquela vez ao chegarmos na cozinha, ele me puxou pro seu colo que nitidamente ainda estava de pau duro... Ele sabia que eu sentia toda sua virilidade debaixo da minha bunda.
- Você já está pronta pra ganhar sua moto Leila.
- Não vai querer mais me treinar?
Ele enfiando a mão por baixo da minha blusa chegando no meu peitinho e apalpando.
- Sempre que você quiser minha princesa.
Tomei a iniciativa de subir minha blusa e deixar que ele continuasse a me apalpar. Mas ele foi com a boca que começou a chupar os biquinhos me fazendo gemer.
- Oh vô... Ooooh... É gostoso... Hummmm... Hummmm!
- Você sabe que eu fico de pau duro por sua causa, não sabe?
- Sei vô... Sei sim...
Ele após chupar mais um pouquinho meus peitinhos, pegou-me no colo e me levou até a cama no seu quarto. Tirou meu short com a calcinha junto e foi logo caindo de boca na minha bucetinha, lambendo, chupando e mordiscando.
- Hummm vô... Hummmm... gooooostoooooso... Hummmm...
Ele cutucando a ponta da língua na minha bucetinha foi me deixando louca de tesão.
- Mete na minha buceta vô... Mete!
Eu ali olhando meu avô tirar suas roupas, fiquei um pouco assustada com o tamanho do seu pinto que estava bastante duro. Ele ficando deitando atrás do meu corpo, me fez levantar minha perna pra encostar seu pinto na minha xana que já estava latejando e bastante úmida. Ele usando meu corpo como apoio foi empurrando seu pau pra dentro da minha apertada bucetinha como se estivesse me desvirginando novamente. Que eu só transava com meu namorado, fui descobrindo que ele tinha um pintinho muito pequeno perto do meu avô que me fazia urrar recebendo tudo dentro de mim.
- Aaaaiii... Aaaaiiii... Meeeete vô... Meeeeete...
E ele segurando minha perna no ar, foi socando tão gostoso que em menos de três minutos eu estava tendo um orgasmo delicioso. Mas ele continuou metendo por mais algum tempo, até tirar seu pau da minha buceta, me fazer ficar de bruços e gozar muito sobre minhas costas. Tomamos um banho juntos e voltamos pelados pra cama... Deitei sobre seu peito e joguei minha perna sobre sua coxa.
- Leila... Está tudo bem com você?
Eu dando vários beijos no seu rosto.
- Tudo vô... Adorei o que nós fizemos.
- Você foi maravilhosa... Nem imaginava que isso podia acontecer.
Eu praticamente subindo sobre seu corpo e novamente lhe dando beijos.
- Posso ser sua sempre que quiser; vô!...
- Mas vamos ter que tomar muito cuidado, pra ninguém desconfiar; combinado?
- Pode deixar vô... Jamais vou contar pra alguém...
Ele com as mãos apertando minhas nádegas.
- Você já deu a bundinha, também?...
- Kkkkkkk... Que isso vô... Tá querendo saber tudo o que sei fazer, é isso?...
- Ué... Preciso saber o que você gosta.
Dei-lhe uma bicota na boca.
- Gosto de tudo vô... Sou bastante taradinha... Kkkkkk...
- Então me beija mais, me beija!...
E sem nenhum constrangimento, beijei a boca do meu avô ao mesmo tempo passei o pé sobre seu pinto enquanto ele continuava apalpando minhas nádegas. Estava adorando ter descoberto que meu avô era bastante sem vergonha. Ele com seu pinto a meia bomba me pediu pra usar minha boca pra deixa-lo mais duro. Não excitei em chupar aquela picona grossa, que na medida em que ia crescendo eu tinha que ir tirando da minha boca.
- Você deixa agora, ser na bundinha?...
Eu que estava com a minha bucetinha latejando por ter aguentado aquele enorme pinto, logo imaginei aquilo tudo entrando por trás de mim. Fiquei de quatro, e ele após colocar a boca sobre meu cuzinho pra soltar salivas, e, também molhar a ponta do seu pinto veio com tudo... Foi empurrando e na medida que ia entrando no meu cuzinho eu ia ficando apavorada sentindo estar sendo dividida ao meio. Mas quando ele conseguiu enfiar tudo, a dor foi diminuindo e passei a curtir aquela coisa dura fazendo movimentos pra trás e pra frente.
- Oooooh Leila... Ooooohhhhh... Que cuzinho delicioso... Aaaaahhhh... Aaaaahhhh...
E eu rebolando pra sentir melhor suas penetrações.
- Aaaaaiiii vô... Aaaaiiiii... Mais vô... Maaaaiiiiisss... Uuuuhhhhnnnn... Uuuuhhhmmmm!!!!
Eu sentia os pentelhos do meu avô encostando nas minhas nádegas, quando sua virilha batia em mim com força... Depois de vários minutos ele ficou com tudo enfiado e fui sentindo ele gozando dentro da minha bunda. Passei a ficar doida pra chegar o dia dele me pegar em casa e me levar direto pra sua cama e me foder bem gostoso. Depois que ganhei minha moto, eu mesma ligava pro meu avô e ia me encontrar com ele na sua casa.