Estuprei minha irmãzinha e criei uma puta p1 – O Estupro

Por: matheus-38 • 24/07/2026 • 1304 leituras
Capa do conto

Nessa série descrevo um enorme desejo de fazer com a irmãzinha, caso tivesse uma.

Tenho uma irmã, Catarina, três anos mais nova que eu.

Quando éramos bem pequenos, quase não via meu pai, ele saia para trabalhar muito cedo, e voltava quase na hora que a gente ia dormir, minha mãe ficava em casa cuidando da gente, morávamos numa cidade muito quente,eu e minha irmãzinha, Cacá, ficávamos em casas só de cueca e calcinha de malha.

Quando fiz 12 anos, nossa situação financeira, que não era boa, piorou.

Minha mãe precisou ir trabalhar fora também, e como sempre ajudei minha mãe em tudo, fiquei responsável por cuidar da Cacá.

Mamãe preparava a comida a noite, e deixava separada na geladeira, no dia seguinte quando chegávamos da escola, eu só esquentava.

Comecei a andar com uma turminha barra pesada na escola, e como precisava ficar em casa para cuidar da Cacá, eles iam lá pra casa, brincar, soltar pipa, jogar bolinha de gude, essas coisas de moleques, e minha irmãzinha sempre por perto, com vestidinho já gasto e curto, brincando de casinha e boneca.

Frequentemente tínhamos a ideia de tomar banho de mangueira, ficávamos todos de cueca, e eu mandava a Cacá ficar só de calcinha, nós ameaçávamos bater nela se contasse o que fazíamos para nossos pais.

Seus peitinhos já estavam começando a aparecer, não demorou para termos a idéia de brincar médico.

Cacá reclamava porque sempre ela tinha que ser a paciente, era um tal de apertar os peitinhos dela e passar a mão no corpo todo, com o tempo ela foi acostumando nem reclamava tanto.

Um dia, ela tinha acabado de fazer 11 anos, falamos que precisava de um exame mais detalhado, tiramos a roupa toda dela, ela esperneou dizendo que não queria mais brincar, mas nós éramos cinco meninos mais velhos e bem mais fortes que ela, logo ela estava pelada chorando, mas parou de resistir, botamos ela deitada de costas na mesa abrimos as pernas dela e começamos a manipular sua bucetinha lisinha, mas nenhum de nós tinha qualquer experiência sexual, então não passamos disso.

Naquele ano ela desenvolveu muito, estava da minha altura, o corpo de mocinha cheio de curvas, os peitos já não cabiam na mão, e amadureceu também, passava muito mais tempo no seu quarto que no quintal perto da gente, mesmo assim as vezes ainda forçamos ela ser nossa paciente na brincadeira de médico.

Pouco depois que fiz 15 anos um dos meninos apareceu com um monte de revistinhas de sacanagem.

Depois de um mês devorando aquelas revistinhas e fazendo rodinha para bater punheta escondidos no pomar, dei idéia de mostrar para a Cacá e fazer com ela.

Cercamos ela na cozinha mostrando as revistas, ela disse que aquilo era nojento, tentou sair da rodinha e ir para o quarto, mas agarrei ela e disse íamos brincar como na revista.

Ela gritou, me bateu, arranhou, mas os meninos seguraram ela firme, na luta para tirar seu velho vestido acabei rasgando o tecido desgastado, no embalo puxei a calcinha até rasgar também, ela xingava e se debatia.

Nesse dia estávamos em quatro, um dos meninos segurou seus braços por trás, os outros dois seguraram uma perna cada um, imobilizando ela.

Comecei a beijar e chupar seus peitos alí mesmo, em pé na cozinha, ela tentava se soltar sem sucesso, mandava eles soltarem senão ia contar para nossos pais.

O menino que estava segurando ela por trás apertou mais seus braços, deu um tapão na bunda e disse que se contasse para alguem eles iam arrebentar ela de porrada, me ajoelhei e passei chupar e lamber sua boceta, ela choramingando pedia para eu parar.

Levantei, beijei sua boca e mandei eles segurarem ela deitada na cama dela.
Esfregue meu pau no seu rosto e na sua boca, ela virou o rosto chorando.

Chupei seus peitos mais um pouco, apalpei sua boceta e percebi que apesar de tudo estava meladinha, dei uma lambida, mas queria mesmo era meter nela.

Encaixei a cabeça do pau na entradinha e fui forçando, ela chorava baixinho pedindo para eu não fazer aquilo, senti a resistência do cabaço se romper e meu pau entrou até a metade, fui bombando e enfiando cada vez mais, logo estava metendo até o fundo, ela gemia choramingando.

Gozei no fundo da sua boceta, parei e beijei sua boca, ela deixou eu beijar mas não correspondeu.
Sai de dentro dela e logo o menino que estava atrás tomou meu lugar, fui segurar seus braços e percebi que não resistia mais.

Enquanto cada um dos meninos comiam ela, eu beijava e lambia seu rosto, sua boca e seus peitos.
Depois que os três gozaram, mandei eles embora, ela estava meio apática, levei para o banheiro e dei banho nela.

Mandei se enxugar, se vestir, e reforcei que se contasse alguma coisa já sabia o que ia acontecer.

Quando meus pais chegaram ela disse que já tinha jantado, estava com dor de cabeça e foi dormir.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

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