ESTUPREI O ESTUPRADOR

Por: marcos-169 • 12/07/2026 • 144301 leituras
Capa do conto
Moro no Jardim Jabaquara e tive um compromisso em Santana. Era negócio demorado e eu só seria liberada em meio ao horário de pico que eu considero, para as mulheres, “horário de pica”. Fazer Santana-Jabaquara de carro no “horário de pica” é uma verdadeira tragédia e eu optei pelo metrô, apesar da certeza de ser estuprada na volta. Se ficar o bicho come, literalmente, e se correr o bicho pega inapelavelmente, resolvi seguir o conselho de Marta: “relaxar e gozar” e me preparei para um estupro gostoso: fui prática e exibidona, com decote abusado, minissaia bem generosa com as coxas e sem calcinha e engraxei bem o cuzinho por fora e por dentro, pronta para o que der e vier: E aí, tem macho para me foder?
Assim em pleno “horário de pica”, eu estava na estação Santana toda engraxada e “ventilada” nos meus buraquinhos, com peitos oferecidos e bundinha desafiadora. Via homens afoitos ao meu redor querendo botar as mãos e otras cositas mas na bundinha da menina indefesa. Otras cositas, diga-se, bem volumosas e duras, forçando minha bunda e minhas coxas. O trem não demorou, mas eu não entrei: eu fui carregada literalmente pelas picas que disputavam descaradamente a minha bundinha. Quando consegui atracar em um mísero espaço em que fiquei prensada por todos os lados, estava cercada de picas prontas para me foder.
O mais esperto, ou sortudo, encaixou a pica dura no meu reguinho. Deve ter pensado: ninguém tasca, eu vi primeiro, e ficou se esfregando como se estivesse me fodendo. Resignei-me: das picas eu não escapo. Então, enlatada como sardinha em lata, respirei fundo e resolvi relaxar: vamos ver como é que as mulheres gozam ou se exasperam no transporte público, a grande vergonha nacional! O estuprador aparentava meia-idade, era bem apessoado e estava bem vestido, de terno e gravata. Devia ser executivo que se servia dos transportes públicos para chegar a casa em tempo razoável. Malditos governos! Em vez de construírem transportes para todos, roubam os dinheiros públicos e nos fazem passar toda a sorte de vexames e sofrimentos para sobreviver, e já roubam até as empresas.
Mas era inapelável: alguém ia me foder e, se ia fazê-lo, que fizesse o serviço completo. Odeio coisas pela metade e sexo pelo meio nem pensar! Por isso fui exibida: vamos direto ao ponto! Pus a mão na estrovenga e vi que era bem grande, devendo superar os vinte centímetros. Concluí que, com a prática de foder em tais condições e com tão bela pica de grossura normal, deveria satisfazer plenamente o meu cuzinho. Abstraí os desconfortos e vexames e me fixei naquela pica se esfregando no meu cuzinho. Deu-me um bruta tesão de argolinha, tão grande que até a bocetinha invejosa começou a babar adoidada. Eu desejava ser toda furada! Prevenida, dei-lhe uma camisinha das grandes e murmurei: “estou sem calcinha. Você tem uma bela pica e, se quer me foder, faça o serviço completo como um macho de verdade. Não queira gozar sozinho que é muito feio”! Ele gostou da oferta e se preparou alegremente para me foder.
Com minissaia curtinha nem era preciso levantá-la. Era só enfiar a pica por baixo. Foi o que ele fez e ela ajustou-se acima da pica. Prático em foder em condições desfavoráveis, ele tirou a pica para fora das calças com alguma dificuldade, enfiou por baixo da minissaia e, como eu não precisava segurar-me porque não tinha como cair, empinei a bundinha, abrindo as preguinhas com as mãos nas nádegas e dirigindo a pica para o meu cuzinho, pensei: feliz enterrada!
Fiz força para cagar e a pica entrou toda, me arregaçando todinha. Relaxadinha e dando asas à imaginação, estava gostando de senti-la toda dentro de mim, mesmo pressionada por todos os lados, inclusive por outras picas doidas para me foderem. A minha bundinha despertava todos os desejos ao redor. Eu estava cercada de homens por todos os lados, mortos de vontade de me foderem e loucos de inveja do meu feliz estuprador que me comia muito risonho. Que culpa eu tinha de ser a gostosa do trem?
– Foda-me, sortudo! Não é sempre que você pega para foder uma bundinha gostosa como a minha, mas foda-me gostoso, forte, firme, com pica selvagem. Eu quero macho que me foda para valer, que me faça gemer de desejos, tesão e gozo! Que vá fundo e viril na minha fonte de prazeres, fazendo-me gemer indecências. Bota a pica bruta em mim para arrancar-me os tesões que me põem sob o teu domínio. Prova que podes e tens o direito de dominar a fêmea avassalada de tesão! Tu me tens sob o teu domínio, mete o gozo dentro de mim. Arrasa o meu cuzinho. Come! Come bruto! Fode com tesão! Fode com toda a força! Era um macho comum, muito comum como o cachorrinho de madame. Resolvi estuprá-lo.
Segura na barra vertical e sem nenhum motivo de vergonha para quem estava ao pé de mim, não via nenhuma mulher, nem crianças, mas só via estupradores, pus-me a estuprar o agressor e comecei a bombar o cu na pica, na contramão das suas estocadinhas, mas com muita força. Eu me puxava o que podia para cima e descia com todo o peso e força na porra da pica. Fiquei muito indecente e os que me tocavam com suas picas aproveitavam o meu balanço para gozarem. Ficou todo mundo esporrado. Eu queria gozar gostoso e botei toda a força no balanço do meu corpo, friccionando à bruta todas as picas que usufruíam minhas gostosuras por osmose. O meu estuprador gemia indecências e, não acostumado ao gozo bruto que eu lhe dava, parou de bombar. Botei toda a força, peso e velocidade nas fornicadas e ele foi à loucura:
Assustado, reclamou:
– Porra, minha bela, você fode como eu jamais vi alguém foder. E esporrou tudo o que tinha dentro dele. Saiu estuprado de camisinha cheia. Outro quis tomar-lhe o lugar, mas o trem começava a abrir espaços e eu procurei pelo meu. Apesar do mau jeito e desconforto, eu gozei, mas minha bocetinha só se contenta com pau dentro dela e ficou me azucrinando o juízo com desejo de pica, mesmo a da hora malfadada, e eu senti muita falta dos Tesões Grandões: Foda sem Tesões Grandões, decididamente, não é foda!
Cheguei a casa desesperada pelos Tesões Grandões. Fodinhas só me despertam o desejo de grandes fodas. Encontrei meus dois amores e cobri-os de beijos, desafiando-os: vocês não são capazes de me meter os Tesões Grandões!
Eles riram: só se quiseres com Tratamento de Choque! Deitaram-me de lado na cama, um por trás e outro pela frente agarrando-me tetas e bunda... Caralhos! Isso é que é foder!

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