Estupro de uma novinha na estrada

Por: Thiago 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Conto de um relato fictício de uma novinha de 9 anos sendo estuprada e espancada

Oi. Me chamo Thiago.
Tenho 31 anos, malhado, pele morena, 23 cm de rola cabeçuda, cabelo militar. Gosto de me exibir e de um sexo bem violento. Recentemente troquei de emprego e hoje trabalho com entregas entre estados.
Costumo observar se tem algumas putas novinhas ou uns novinhos dando mole nas estradas desse Brasil.

Quando vejo pessoas sozinhas pelas estradas, reduzo a velocidade do furgão e vejo se quem sabe,dá para pegar e brincar.

Nesse dia o estava chovendo e vejo em uma estrada do Rio de Janeiro uma novinha em um ponto de ônibus e vejo que não tem nada e ninguém próximo. Paro o carro e pergunto se ela quer carona, ela nega, mas vejo que não passa ninguém e vejo a oportunidade.
Sai e vou atrás dela, ela tenta fugir, mas consigo colocar ela com muita luta dentro da parte de carga da Fiorino (estava vazia). A emoção e a adrenalina foram a mil. Continuo seguindo e ela gritando socorro na parte de trás. Olhei no mapa e vi uma estrada que estava em obras e foi abandonada. Achei o lugar final para parar o carro e mostrar como posso fazer a vida da minha nova amiguinha um inferno.

Parei o carro e fui para dentro da parte de carga do carro, entrei, fechei a porta e vi aquele ser encostado no canto, chorando e gritando por socorro. Meu pau ficou gigante dentro da calça.

Aproveitei que ela estava no canto e tirei logo a calça e fiquei só de cueca (adiantar o trabalho rs). Quando estava pronto para o bote vi mais uma vez minha presa. Uns 9 aninhos, blusa branca molhada mostrando o bico do peitinho que nem começou a crescer, shortinho mostrando a polpa da bunda que já estava redondinha e uma boquinha que ia ser muito bom brincar. Falei logo para ela que ia ser ruim e dolorosa e se ela tentar fugir ia ser pior para ela e a família dela que iria morrer.

Ela não quis entender então levou logo o primeiro tapa para aprender, dei sem olhar e acertou na mão dela, o segundo tapa foi na cara, então o choro começou a virar soluços. Vi aquele ser encolhido e a bundinha pra cima, mais um tapão que deixou a bunda com a marca do amor. Com muita luta consegui tirar a roupa dela, sempre com muito tapa e muita ameaça. Quando em fim consegui tirar tudo, ela começou a desistir, estava cansada, ofegante e assustada.

Começou a segunda parte. Prazer para mim e dor para ela. olhei o peitinho e imaginei como causar dor, então, apertei aquele mamilo com tudo, ela gritava e se contorcia e eu então em um movimento arriscado, enquanto abria a boca para gritar enfiei minha pika dentro da boca dela, ela tentava morder (doeu um pouco) deixei até ela começar a ficar mole e sem ar. Desmaiou, aproveitei para fuder a boquinha dela com tudo e dei a primeira gozada dentro da garganta dela.

Passou uns 10 minutos e ela começou a acordar para a última e melhor parte. Ainda ela meio mole, pequei meu pau que já estava uma pedra e coloquei na porta da buceta, quanto mais ela acordava e chorava, mais eu enfiava. Tenho 23cm e a buceta dela era apartada, sem pelos e curta. Enfiei até um pouco da metade do pau e já chegou no limite. Foi lindo o choro, o grito e o sangue saindo da bct dela. Meti muito no misto de bombar, segurar ela e dar uns tapa na cara. Quando tava quase gozando peguei ela e coloquei de 4. Hora de afundar o pau no cuzinho dela. Coloquei com tudo efoi bem apertado também e sangrou bastante (imagine a dor da puta). Como tempo ela parou de lutar e começou a ficar mole. Gozei e ela chegou ao limite. Já tinha escurecido e eu precisava chegar ao meu destino.

Peguei ela, dei uns bons tapas para ficar bem machucada e larguei nessa estrada abandonada, sem roupa, na chuva, no frio.

Hoje deve sonhar com isso e imaginar que irei aparecer a qualquer momento para simplesmente fazer dela um saco de pancadas sexual.

obs: Imagens da internet

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