Eu e a pequena Drika

Por: tiota-ikosi-1 24/07/2026 750 leituras
Capa do conto

O dia em que a minha prima gozou em meu joelho.

Não vou falar muito de mim, pois de fato não serei eu o grande destaque dessa história, mas começo dizendo que sou extremamente depravada, minha mente é tão suja quanto uma calçada de rua, sempre pensando nas piores coisas que poderiam acontecer e acredite muitas coisas me excitam, coisas que eu sei que não deveriam (claro que tudo tem limites).

Sempre fui muito centrada e controlada, qual é, nós sabemos medir os desejos até o ponto de saber o que não se deve desejar e eu admito, tentei resistir.

Nunca fui muito próxima da minha família, principalmente a parte paterna sempre me senti desencaixada entre eles e até um pouco deixada de fora, não de propósito todos eles me tratam muito bem, eu tenho 19 anos e faço faculdade, eles todos acreditam muito em mim e no meu potencial, quando tinha 15 me mudei pra São Paulo, só retornando a minha cidade natal aos 19, quando conheci ela, Drika para os íntimos, Adriele, é uma menina única, não apenas pela beleza, ela também é vaidosa e acreditem muito safada para idade dela, ela tem 7 anos, e me conheceu quando tinha 5, sempre muito querida, me abraçava a todo momento dizendo que me amava mesmo me conhecendo a poucos meses ela sempre foi vidrada em mim, e eu sempre tratei ela bem, vejam bem, nunca se passou pela minha cabeça tocar nessa menina.

Tudo começou quando ela fez 7 anos, os olhinhos castanhos escuros grandes, os cabelos longos e pretos lisos e macios, magrinha até, a pele dela é branquinha e macia com um leve rosado pelo sol que toma ao ir e voltar da escolinha, ela não é muito mais baixa que eu, mas admito que um mal de genética meu é não puxar a altura da família do meu pai que são todos altos enquanto eu tenho 19 e travei no 1,59 a menina tem 7 e é quase do meu tamanho, ela sempre gostou de ficar sozinha comigo, nós conversamos e brincamos juntas ela nunca foi de me esconder nada.

Certa vez eu estava sentada na área dos fundos de casa, é fresco e tem uma Boa Vista para o céu, eu fico lá pra pensar, bom não dessa vez, a menina correu para meu colo sentando com seu corpinho pequeno em minha perna, quem é o doente que pode se excitar com um corpo infantil, bom, querendo ou não, tem como, eu não disse nada e deixei ela fazer o que quisesse enquanto voltei a olhar pra céu, alguns minutos se passaram e eu comecei a notar que drika dava pequenos gemidos e esfregava-se de cima pra baixo no meu joelho.

Sem entender de primeira perguntei se ela estava bem, a safadinha sorriu e disse que queria brincar de cavalinho.

Me encostei mais na cadeira abrindo mais minhas pernas pra ela ter mais acesso e passei a movimentar meu joelho de cima pra baixo, ela usava uma blusa branca com alcinhas finas e uma saia jeans, eu podia sentir a bucetinha quente daquela safadinha se esfregando no meu joelho cada vez mais.

Ela se esfregava deliciosamente em mim e eu sem aguentar a tensão levei minha mão até a bundinha durinha dela e comecei a ajudar ela com os movimentos fazendo ela gemer ainda mais com a cabeça deitada em meu ombro.

Eu nem queria pensar no que estava fazendo, só queria deixar a menina fazer o sentisse vontade eu jamais pensei em machucar ela ou traumatizar, ela estava tão linda gemendo e indo cada vez mais rápido revirando os olhinhos quando travou sua buceta em meu joelho gemendo mais alto enquanto tremia podia sentir a calcinha dela ficando molhada, não podia acreditar que ela tinha acabado de gozar no meu joelho.

Como se nada tivesse acontecido a menina levantou, me deu um beijo na bochecha e saiu correndo.

Me deixando la totalmente atordoada.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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