Eu e minha irmã Izabel – parte 3 – Mandando nudes

Por: lucas-236 • 11/07/2026 • 252562 leituras
Capa do conto
No final do conto passado eu disse que recebi uma mensagem da minha irmã.
Abri e era uma foto dela. Ou melhor, uma foto dos seus seios.
Não acreditava que aquilo era real.
Depois de tantos anos, eu consegui vê-la nua de novo...mesmo que por meio de uma foto.
Seus seios estavam ainda mais volumosos do que eu me lembrava.
As aréolas também pareciam maiores e mais proeminentes, mas ainda rosadinhas.
Os seios de minha irmã enchiam a tela do meu celular.
Fiquei com tanto tesão que me masturbei até adormecer.
No dia seguinte acordei tarde e Izabel já estava no curso.
Passei o dia pensando no que fazer. Responder a mensagem com outro nude? Agradecê-la? Escrever algo picante? Pedir mais?
No final decidi só escrever que meu dia começou com uma surpresa inesquecível e que eu estava muito feliz e aguardando o seu retorno.
Ela riu e só.
No final da tarde ela retornou do curso e agiu como se nada tivesse acontecido.
Apenas no final do nosso jantar ela tocou no assunto.
--- Ontem fiquei com muito tesão por causa de tudo aquilo que você me falou. Faz tempo que o meu marido não me...fode gostoso. Fui pra cama e precisei me masturbar para conseguir dormir e...aproveitei pra mandar o nude que você me pediu.
--- Como disse na mensagem, fiquei muito feliz com o...presente. Será que vou ganhar outros? --- resolvi me arriscar e perguntar.
--- Não sei. Sou casada e você é meu irmão. Não é meio loucura isso?
--- A verdade é que isso é comum...digo...incesto entre irmãos...só que as pessoas escondem bem porque...
--- Opa, opa...foi só um nude...não tem incesto nenhum. Não imagine coisas.
--- Só quis esclarecer --- já me arrependendo por ter falado em incesto.
Isso porque incesto é uma daquelas palavras proibidas. É tabu, assim como “sexo anal” já foi lá no início dos anos 60 ou 70.
Você pode falar em “envolvimento entre irmãos”, “relações”, “intimidades”, mas “incesto” assusta as pessoas.
--- Vou tomar um banho. Quem sabe você recebe alguma coisinha hoje à noite pra se divertir...SOZINHO --- disse Izabel enfaticamente.
Fui para meu quarto e fiquei esperando.
Por volta da meia-noite meu telefone vibrou: era uma nova foto de Izabel. E dessa vez tinha legenda: “Ontem você viu meus seios, hoje vai uma foto da minha bucetinha...você se lembra dela?”.
É claro que eu me lembrava...só que dessa vez ela estava raspadinha.
Os lábios menores se destacavam um pouco pra fora e seu clitóris não era tão saliente.
Preciso dizer que me masturbei muito pensando na minha irmã? Acho que vocês já podem imaginar a resposta.
Novamente, fiquei com a dúvida: o que responder?
Decidi que já era hora de devolver o presente. Mandei uma foto do meu pau.
Pra quem interessar, sou circuncidado e meu membro tem cerca de 17 cm de comprimento. Não sei a espessura, mas não é fino.
Não é torto e o cogumelo é rosado e proporcional ao pau.
Izabel respondeu: “finalmente eu tenho algo pra brincar”.
Eu já tinha perdido toda a vergonha e escrevi: “se quiser brincar de verdade, é só vir aqui no meu quarto.”
Mas Izabel não veio...e nem respondeu a última mensagem.
No outro dia ela foi embora, mas prometeu que me manteria atualizado até a sua volta no mês seguinte. E assim o fez.
Nos primeiros dias ela me mandou alguns nudes que eu chamo de “mais discretos”: usando uma camisola transparente, com a calcinha enterrada na bunda, lambendo os lábios etc.
Como o passar do tempo os nudes ficaram mais ousados: com dois dedinhos dentro da buceta, lambendo os próprios mamilos, com meu nome escrito no corpo.
Depois vieram os áudios. A maioria deles me provocando:
“Gosta de se masturbar pensando na maninha, né seu safado?”
“Duvido que você goze com outros nudes que não sejam os meus”.
“Não se esqueça de me mandar fotos do seu pau todos os dias. Adoro gozar olhando pra ele”.
“Ai ai ai se não fosse proibido transar com o irmão”.
E depois vieram os vídeos:
O primeiro era dela se masturbando com uma escova de cabelos. “Imagine que é você metendo”, dizia ela no vídeo.
O segundo era dela tomando banho. Enquanto ela ensaboava o corpo, dizia: “não é assim que você se lembra de mim? Saindo do banho cheirosinha?”
O terceiro era ela de quatro enquanto usava um plug anal.
“Meu marido não gosta muito do meu cuzinho, então resolvi mostrar pra você, maninho...gostou?”
Enfim, foram vários vídeos que se seguiram. Um melhor o que o anterior.
Eu também passei a mandar áudios e vídeos pra ela.
Lembro-me de algumas coisas que eu falava:
“Quero encher sua boca com meu leitinho”.
“Só consigo gozar pensando em você, maninha”.
“Quero te foder de quatro enquanto você usa esse plug no rabo”.
Enfim, por um mês inteiro ocorreu essa troca de nudes e de mensagens, mas então finalmente ela voltou para as aulas da pós.
Como foi o retorno? Leia o próximo conto na terça-feira.

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