Olá, eu sou o Luís, tenho 22 anos e, antes de mais nada, vou me descrever um pouco: sou bem moreno, tenho olhos castanhos e um corpinho bem gostoso, quase sem pelos; só tenho alguns nas pernas e um pouquinho no meu peito, dos quais tenho muito orgulho. Eu sou o terceiro de uma família de 5 irmãos, todos rapazes e todos safados; saímos ao nosso pai, que vive transando com a mulherada toda do bairro. Eu e meus irmãos puxávamos a ele. E, como é óbvio, a minha mãe já se divorciou dele há muitos anos e fomos criados por ele, que tem sido um grande pai.
Pois muito bem, eu vou começar a contar a minha aventura. Fazia um mês que a minha namorada tinha terminado comigo; ela me pegou com uma das amigas dela mamando o meu pau, fez um escândalo e espalhou a notícia por todo o mundo. A mulherada se uniu e eu tive dificuldades para encontrar alguma garota no bairro que quisesse transar comigo, até a “putinha” da amiga dela, que me fez a mamada, passou a me ignorar.
Em casa eu era motivo de todas as brincadeiras maldosas; até o meu pai pegava no meu pé, olhava e ria dizendo que eu estava ficando com calos de tanto ficar batendo punheta. Quando ele dizia isso, todos riam, menos eu, claro. O pior é que era verdade: eu só tocava punheta para poder aliviar o meu tesão.
Numa das muitas conversas que temos entre irmãos sobre as nossas sacanagens, ouvi uma que me chamou a atenção. O meu irmão mais velho, Tiago, estava contando que tinha “comido” o nosso vizinho ao lado. Fiquei empolgado com a história; eu conhecia o Brian desde criança, somos da mesma idade, embora não fôssemos muito chegados, frequentamos a escola toda juntos e sempre nos demos bem, mas nunca imaginei que ele fosse viado – sempre o vi com namoradas. O meu irmão dizia que tinha ido lá para foder a mãe, mas ela não estava, e, em vez de foder a mãe, fodeu o filho. Eu acreditei, pois, se há um cara safado, é o Tiago. Fiquei com tesão com aquela história, e o sacana do Tiago, ao ver que eu havia ficado interessado, ainda se gabou de que fode?lo era muito fácil, pois ele adorava pica. Na minha família foder outros caras não é problema, desde que sejamos nós os machos.
Fiquei com a história do Tiago na cabeça. Na adolescência eu tinha um amiguinho que adorava mamar o meu pau, e eu adorava as mamadas dele; só quando comecei a ter sucesso com as garotas deixei de estar com ele. Como as garotas estavam me desprezando, se eu conseguisse que o Brian me fizesse uma mamada já seria uma maravilha. Passei o dia com o pau duro só de imaginar o Brian ajoelhado na minha frente chupando o meu pau, mas não sabia como abordar o cara; ele era muito discreto, fazia tempo que não éramos íntimos e, até onde eu sabia, ele namorava.
Depois de eu ter tocado umas cinco punhetas, estava eu a ver televisão quando o Tiago chegou da casa do Brian; com certeza tinha ido “comer” a mãe dele ou ele mesmo.
- Tu agora estás sempre aí sentado, Luís! Estás a descansar a tua mão, é? – começou a rir?se de mim.
- Não sejas sacana, pode acontecer o mesmo contigo…
- Duvido, quem prova o meu pau nunca esquece e quer repetir sempre rsrsrs…
- Não me chateies mais, que eu não tenho a tua sorte…
- Mas a tua sorte pode mudar; o Brian me pediu para te perguntar se queres ir ver um filme com ele.
- Como pediu? Ele nunca fez isso!
- Não reclames, rapaz, aqui o teu irmão deu?te uma mãozinha.
- Tu estás a oferecer?me uma das tuas fodas, isso até dá para desconfiar!
- É foda ter que comer a mãe e o filho, dá sempre problema rsrsr… vou deixar o filho por tua conta rsrsrsr…
- Nem sei o que dizer, mano rsrr…
- Não dizes nada… porque ficas a dever?me uma…
- Deixa?me ir então até lá, não vou deixar o teu viadinho esperando rsrsr…
- Já devias estar indo. Só mais uma coisa…
- O que é?
- Ele já provou desta pica – e deu uma apertada forte no seu pau – agora não deixes ficar mal a fama da nossa família rsrsrsrr…
- Depois de ele provar esta aqui – e apertei a minha vara também – não sei se vai se interessar mais por isso…
O Tiago era o mais sacana de todos nós; metia o pau em tudo que tivesse buraco, fosse homem, mulher, nova ou velha, e não costumava partilhar os seus parceiros com ninguém. Por isso estranhei que ele me estivesse oferecendo o Brian, mas isso já não importava, porque a minha cabeça já só pensava no meu vizinho.
Quando cheguei à casa dele, foi ele que veio abrir a porta.
- Oi, cara, tu sempre vieste!
- É. Em casa estava muito chato — fiquei meio desorientado, não sabia o que dizer.
- O Tiago me falou que tens estado por casa meio abandonado; também estou na mesma situação.
- A sério?
- Mas agora já não estou, e nem tu – notei que ele estava diferente, falou aquilo de um jeito sacana – entra, o filme que vamos ver é muito bom, acho que vais gostar, e fazemos companhia um ao outro.
- É isso…
Ambos sabíamos o porquê de eu estar ali, mas não falámos sobre o assunto; entrámos e fomos ver o filme. Estávamos só nós dois em casa; embora eu mostrasse uma postura confiante, estava muito nervoso, coisa que nunca acontece, só podia ser porque o cara era o meu vizinho do lado. Fomos até à sala e ele pôs um filme qualquer; ficámos a assistir calados, eu nem estava a prestar atenção ao filme de tanta ansiedade, até que, de repente, o Brian colocou a mão sobre a minha perna. Ele estava muito mais à vontade do que eu.
- O filme está a ser um pouco chato, né?
- Está mesmo… – eu continuava tenso, e o safado percebeu isso e começou a passar a mão na minha coxa.
- Mas nós podemos nos animar de uma maneira bem mais gostosa – e começou a tirar a camisola; eu não falava nada, só observava – o Tiago me falou que tu também gostas de uma boa foda com outro cara, não é verdade?
- Eu não imaginava que fosses tão direto, mas estou gostando – ele deixou?me logo à vontade.
Comecei a ficar mais descontraído e também tirei a minha camiseta; ficamos os dois com o tronco nu. Ele não tirava os olhos de mim, devorava-me com o olhar e eu também comecei a reparar no corpo dele; era muito gostoso, praticamente lisinho, só tinha uns pelinhos que iam do pau até o umbigo. Ele era um tesão e, pela primeira vez, fiquei com o pau duro só de admirar o corpo de outro cara, o que não era comum, mas eu estava sentindo tesão por ele, o que era um pouco estranho, pois, ao contrário de alguns elementos da minha família, eu nunca tinha tido tesão por caras; o Brian era o primeiro cara com quem eu ficava.
- É que tu és muito gostoso para eu andar com rodeios rsrss – encostou?se ao meu ombro e começámos a nos beijar; gostei muito da forma como ele me beijava, ele enfiava a língua toda na minha boca e eu a minha língua na dele, meu tesão só aumentou.
Não sei o que me deu, mas enquanto o beijava comecei a passar a mão pelo seu peito lisinho; sentia muito prazer e, instintivamente, a minha mão foi escorregando até que percebi que estava dentro das calças dele, segurando o pau. Assustei?me, pois as garotas costumavam fazer isso comigo, mas não o larguei. Não sabia o que estava a acontecer, mas algo em mim mudara; comecei a sentir uma coceirinha no cu, e quanto mais sentia, mais tinha vontade de beijá?lo e segurar o seu pau.
Estávamos cheios de tesão um pelo outro; assim que terminamos de nos beijar, começamos a tirar a roupa que faltava. Ficamos completamente pelados, ambos de pau duro; eu não conseguia tirar os olhos do pau dele, era um pau muito lindo. Apesar de ser ligeiramente menor que o meu, que mede 19?cm, era retinho, com pelinhos na base e algumas veias no tronco, e a cabeça era grande e vermelhinha; eu estava morrendo de vontade de segurá?lo e de chupá-lo. Eu, até aquela altura, nunca tinha tocado no pau de outro cara, mas naquela hora o meu desejo por aquele cara era muito grande e ele percebia tudo, e como era muito esperto, foi fácil me levar a fazer tudo o que ele queria. Ele então levanta?se e se coloca de pé na minha frente com a sua vara bem armada e chega com o seu pau bem perto de mim:
- Vai cara, chupa!
- O quê? É que… – eu achava que era muito macho e não queria agir como um viado, pensava eu.
- Pega logo no meu pau, cara, eu sei que estás com vontade. Vai.
Eu estava muito reticente; se eu pegasse no pau dele, ele seria o macho e eu o viado, e não queria isso, mas o desejo era maior que o preconceito e peguei no pau dele. Pela primeira vez estava com um cara pelado, de vara toda armada, e segurando?a, e isso me dava muito prazer. Então comecei a bater uma punheta e a vontade de chupá-lo aumentava cada vez mais, mas eu não tinha coragem de assumir isso nem para mim mesmo, até que:
- Caralho! Chupa logo, Luís!
Era o que eu precisava ouvir; umas palavras bastaram para que eu começasse a chupar o seu pau. Comecei pela cabeça, tímido, só dava umas lambidinhas, mas adorei logo o sabor daquela pica e comecei, pouco a pouco, a sugar o seu pau, tentando engolir cada vez mais, até sentir a vara dele no fundo da minha garganta.
- Wouuuu, que é isso, Luís? Nunca pensei que tivesses uma boquinha tão gulosa – nem eu; o meu pau estava a mil, enquanto o chupava eu me punhetava, e era muito gostoso. Eu achava que ele fosse reservado, mas de reservado ele não tinha nada; estava sempre a dizer sacanagens.
Depois de estar chupando?o algum tempo, ele afastou a minha cabeça do seu pau e empurrou?me para trás.
- Foi a tua primeira vez, não foi? – fiquei surpreso com a pergunta; pensava que ele tinha gostado da minha mamada. De repente, dei por mim preocupado com uma coisa daquelas, e eu falei para mim: “Cara, tu és macho”, mas eu estava morrendo de tesão por aquele cara e queria muito satisfazê-lo, coisa que até hoje não consigo explicar.
- Foi assim tão mau que deu para notar – eu estava mesmo preocupado que ele não tivesse gostado.
- Relaxa, foi bem gostoso; para a primeira vez foi ótimo e, com o tempo, vais melhorar.
- Ei, cara, não fales desse jeito comigo, que eu não sou viado – não gostei nem um pouco da forma como ele falou; estava falando como se fosse o meu macho.
- Relaxa, cara, aqui ninguém é viado, só gostamos é de uma boa foda, o que se passa aqui fica aqui, agora fica bem descontraído - eu quis mostrar a minha posição e ele entendeu isso muito bem.
O Brian passou logo para a fase seguinte, empurrou-me para trás no sofá, abriu bem as minhas pernas e começou a chupar a minha vara. No início, eu estava meio chateado por ele ter me tratado como um viado, mas ele chupava maravilhosamente, era puro tesão, e depois eu já só gemia.
- Nossa, cara, que tesão de chupada, uhmm...
- Tu hoje vais ter tesão como nunca tiveste na tua vida, rsrsrs – o sorriso dele foi bem sacana.
- Ainda mais, uhmm...
Eu estava me deliciando com aquela mamada, mas ele tinha razão: o melhor ainda estava por vir. O safado ergueu bem as minhas pernas e foi descendo pelo meu pau até chegar ao meu cu e começou a chupar o meu botãozinho; fui à loucura, nunca pensei que se pudesse ter tanto tesão no cu.
- Uhmmmmm, nosssaaaa, caaara, uhmmmmm, que é isssooo, uhmmm, que tesãooooo – eu não conseguia evitar, ele chupava com muita mestria, sabia muito bem ir aos pontos mais sensíveis do meu cu; eu me contorcia todo e já nem queria saber se ter prazer daquela forma era coisa de viado, o que eu queria era que aquela sensação nunca acabasse.
Ao mesmo tempo que o safado enfiava a língua no meu cu, começou a passar o seu dedo bem de leve no meu botãozinho; sempre que ele fazia isso, me dava um calafrio e ele percebia. Então, o safado passou a massagear a zona à volta do buraquinho. Ele via que eu estava gostando e resolveu enfiar um pouco o seu dedo, e eu soltei um gemido de prazer; que tesão, nunca tinha sentido nada assim, eu estava adorando. Ele, ao ver a minha cara de prazer, começou a me foder com o seu dedo, primeiro lentamente e depois mais rápido, e eu só gemia; estava amando aquelas novas sensações de prazer que eu desconhecia por completo.
- Está gostoso, né, Luís? – e enfiou o segundo dedo, ele sabia que eu estava tendo muito tesão com aquilo.
- Nossa, tu sabes que sim!
- Queres experimentar algo ainda melhor?
- Eu sei o que tu queres, mas eu não sou viado, cara! Assim para mim já está muito bom.
- Que é isso, cara? Eu só quero te dar ainda mais tesão do que o que já estás tendo.
- Mas eu já estou tendo mais prazer do que podia imaginar.
- Mas o meu pau ainda te pode dar muito mais.
- Eu não sou viado, cara, já te falei isso!
- Eu sei, mas tu és dos caras que tem tesão no cu, deixa-me te mostrar como podes ainda ter mais prazer! – eu fiquei calado porque era verdade, e embora me estivesse fazendo de difícil, eu estava morrendo de vontade de ser fodido e o vai e vem dos seus dedos não era suficiente para aliviar a coceirinha que eu sentia no meu cuzinho.
Não resisti mais e deixei que ele fizesse o que quisesse, eu estava mesmo morrendo de vontade de que ele me fodesse; se com os dedos era tão delicioso, como seria com o seu pau? Ele viu que deixei de resistir, era sinal de resignação; ele tirou os dedos de dentro do meu cu e eu senti um estranho vazio, ele se levantou, foi colocar uma camisinha, veio novamente ter comigo, me levantou do sofá e me beijou.
- Brian, eu não sou viado, ninguém pode ficar sabendo, isto vai ser a maior loucura da minha vida – esse era o meu maior medo, perder a fama de macho, mas o desejo de ser fodido superava isso.
- Eu já te falei: o que acontecer aqui fica aqui – e me beijou de novo.
- Tudo bem, cara, eu vou confiar, mas por favor, vai com calma, se eu sentir dor eu paro.
- Relaxa, eu já te falei, tu és dos caras que tem prazer no cu, te encosta aí no sofá, abre bem as pernas e fica bem descontraído – ele falava de um jeito que eu ficava tranquilo.
Eu fiz tudo como ele falou, me debrucei sobre o sofá, abri bem as minhas pernas e senti ele passar um pouco de lubrificante no meu cu. Eu estava com receio que doesse, pois, como já tinha comido muitos cuzinhos de gatinhas, sabia o quanto era difícil para algumas aguentar um pau. Mas ele era bem rápido, nem me deixava pensar muito, e assim que ele acabou de lubrificar o meu cu, senti logo a cabeça do seu pau forçando o meu buraquinho; ele aumentou um pouco a pressão e a cabeça entrou.
- Uiiiiiiiiii, cara, para, para…. – como eu já suspeitava, doeu para caralho, mas dava para aguentar, contudo ele não podia fazer nenhum movimento.
- Relaxa, cara, a primeira vez é assim mesmo – e me segurou pela cintura e começou a forçar bem lentamente, e depois deu uma estocada forte, e entrou tudo, até vi estrelas.
- Caralho, Brian, eu te pedi para parar, tira essa vara de dentro de mim – é claro que não tirou e me segurou forte pela cintura.
- Parar para quê? Rsrsrs entrou tudo, cara! Logo, logo vais gemer gostoso, relaxa...
- Tu és um safado, então fica um pouco quietinho, vai – eu estava mesmo sentindo muita dor.
- Tu precisas é que eu comece a bombear nesse cu, se não essa dor não vai passar.
O safado começou a me foder com uma rapidez que, no início, eu nem conseguia respirar com as estocadas dele, mas uma coisa curiosa: o meu pau se manteve sempre duro, e depois de algum tempo já era eu que forçava o meu cu contra o seu pau.
Como o Brian me falava, eu sou mesmo dos caras que tem tesão no cu, pois nunca senti tanto prazer na vida como estava sentindo ao ser fodido por ele. Nós dois não falávamos nada, era puro tesão. Nunca pensei que aquele meu vizinho fosse tão bom de foda; ele me agarrou, me levantou e me empurrou para junto do corpo dele, rodei a minha cabeça para trás e nós começamos a nos beijar, com ele sempre mandando vara no meu cu.
Assim que paramos de nos beijar, ele tirou o seu pau e me empurrou contra o sofá e eu caí de barriga para cima, ele agarrou nas minhas pernas, puxou-as para a ponta e as colocou bem para trás; o meu cu ficou todo aberto para ele.
- Fazia tempo que eu não fodia um cara com um cu tão gostoso!
- Vai, cara, mete logo essa vara, me fode, vai - estávamos os dois dominados pelo tesão, eu nem tomava sentido no que dizia, só queria ter aquela vara me fodendo.
O Brian meteu tudo de uma só vez e começou a foder ainda mais depressa. Eu é que já estava chegando ao meu limite, era tesão demais e comecei a gozar.
- Isso aí, Luís, goza gostoso...
Enquanto eu gozava ele abrandou as estocadas, mas assim que eu terminei voltou a acelerar e, passado um pouco, foi a vez dele e senti a porra dele quente dentro de mim; quando terminou, se jogou para cima de mim e me beijou, ficamos algum tempo assim, eu estava exausto e caí no sono; quando acordei ele já estava vestido, sentado ao meu lado.
- Acordaste?
- Acabei caindo no sono, não foi?
- É normal depois da foda que tivemos.
- Brian, foi muito bom, mas esta foi a primeira e a última vez.
- Tudo bem, cara, mas tu gozaste pelo cu, vais querer repetir com certeza.
- Eu vou é para casa, que tu queres é me tornar um viado – e comecei a me vestir.
- Quando sentires falta do meu pau é só apareceres, que eu estou aqui te esperando.
- Eu já te falei, foi a primeira e a última vez, eu não vou voltar.
- Nem para me foder? Afinal de contas, não era esse o teu objetivo?
- Tu és muito safado. Tchau...
Eu fui para casa com um misto de tristeza, pois até aquele dia eu era um macho convicto, e de satisfação, a satisfação de quem tinha tido a melhor foda da vida; esses sentimentos eram normais, pois eu tinha sido educado para ser o maior garanhão da área e não o contrário. Passei aquela noite em claro pensando no que tinha acontecido, mas, quando amanheceu, a primeira coisa que eu fiz foi ir bater na porta da casa do Brian e repetir tudo de novo.
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