No final de semana seguinte, Gabi estava ansiosa pra ver Tom novamente. Queria beijá-lo como namoradinha e se deitar com ele para receber muito carinho. Queria que continuasse sendo especial para ela, assim como estava sendo excitante para mim e prazeroso para todos.
- Filha, vamos colocar uma roupa bem bonita pra quando ele chegar?
- Sim, Mamãe! Eu quero estar muito linda pra ele.
- A mamãe comprou uma roupinha especial pra você encontrar com ele hoje, meu bem. Vou deixar você embaladinha pra presente pra ele.
Havia comprado em um site de fantasias infantis um corpete preto transparente, uma meia arrastão da mesma cor e uma calcinha preta minúscula para deixá-la bem sensual, como uma putinha. Levei-a para o quarto, mostrei-lhe a roupa enrola ficou toda animada. Quando comecei a vesti-la, fui ficando cada vez mais excitada com aquele corpinho inocente. Passei a mão por cima de sua bucetinha e massageei bem devagar seu grelinho:
- Você gosta quando a mamãe roça o dedinho aqui, filha?
- É muito gostoso, mamãe. Faz uma cosquinha gostosa.
- É? Que bom!
- A mamãe pode mexer assim?
- Pode!
- Como vc tá molhadinha, filha! Que pepeca gostosa, inchadinha, toda meladinha. Que vontade de beijar!
Desci a bica devagar pelo seu corpinho, lambendo seus mamilos e indo parar em sua xaninha. Ajoelhei, coloquei-a sentada na cama e, com as mãos, abri seus lábios rosadinhos enquanto sugava seu pequeno clítoris ensopado. Aquele cheiro de bucetinha infantil, o gosto do seu mel escorrendo pela minha boca ...eu estava louca de tesão, ainda mais ao vê-la tendo prazer. Penetrei-a com meu dedo enquanto sugava seu grelinho: ela gemia baixinho, de olhos fechados e seu corpinho começou a tremer. Minha filha estava gozando na minha boca, que delícia!
Subi em cima dela, que se deitava de barriguinha pra cima, com a respiração ofegante, e sussurrei em seu ouvidinho:
- Vamos ficar bem linda pra quando o Tom chegar?
- Vamos, mamãe! - respondeu sem forças.
- A mamãe vai te arrumar igual uma putinha e ele vai querer namorar com você o dia inteiro, meu amor.
- Promete, mamãe? Promete que ele vai me querer muito?
- Claro, meu bem! Você é linda e ele te ama. - Nisso, ela me agarrou o pescoço e beijou minha boca.
Foi quando acabei de trocar Gabi que vi como ela ficou linda e sensual: seu corpete transparente havia aderido bem junto ao seu corpinho esbelto, deixando as popas de sua bundinha redondinha de fora e marcando uma linda patinha de camelo em sua bucetinha inchada. Dois carocinhos rosas emergiam de seus peitinhos, espetando sua roupa, pedindo para serem chupados. Reforcei seus cachinhos ruivos e longos, que passavam de seus ombros, e fiz uma leve maquiagem para valorizar seus grandes olhos azuis e as sardas que se espalhavam por seu rostinho. O batonzinho vermelho deu um toque de vulgaridade que contrastava com a composição sexy. Mas ainda faltava um último toque: uma borrifada de perfume barato, daqueles usados por putas de rodoviária, que eu tinha guardado comigo.
Pronto! Ela estava impecável! Embalada para presente, pronta para ser desembrulhada como um pacotinho e usada como se fosse um brinquedinho que se ganha no Natal. Eu iria garantir que Tom tirasse o máximo de proveito daquela femeazinha linda, não só metendo seu pau dentro dela até as bolas, mas saboreando bem devagar, explorando cada pedacinho de seu corpinho. Queria assistir ela sendo usada, explorada e tendo prazer também; queria os dois mandando em mim; queria ser testemunha da paixão deles. Eu estava indo à loucura com tudo aquilo.
Quando Tom chegou, Gabi correu e pulou em seu pescoço, se pendurando nele com as perninhas entrelaçadas em sua cintura. Ela quis um beijo logo de cara. Quis sentir, novamente, a sensação daquela grande língua áspera a invadir sua boquinha. Seu corpo emanava sinais para seu macho, dizendo querer ser possuída por ele: seus mamilos durinhos, quase furando o corpete; suas pupilas dilatadas; o melzinho que escorria de sua vaginazinha...tudo nela era pura entrega ao macho que havia escolhido para a ter como fêmea.
Tom abraçou-a fortemente contra seu corpo, correspondendo o beijo. Ela, então, mostrou-se a menina mais feliz do mundo, tagarelando em seu colo:
- Que saudades, Tom! Mamãe me arrumou todinha pra você. Ela falou que se eu ficasse muito linda você iria querer namorar comigo o dia inteiro e que iria ser meu namorado pra sempre. – os olhos dela brilhavam ao falar.
- Nossa, Bibi, você está muito linda mesmo! Uma perfeita mulher! Muito linda e gostosa, dá até vontade de não te largar mais. E que perfume gostoso!!
- Obrigada, Tom! Você também não dá vontade de sair do colo, eu te amo!
- Eu também te amo, minha paixão!
Gabi não se cabia de tanto amor. Fechei a porta atrás de Tom e falei para ficarem á vontade na sala, enquanto eu preparava o almoço:
- Bibi, mostra pro Tom aquela dança que você sabe, ele vai adorar ver a namoradinha dele rebolar nessa roupinha linda.
-Ah, eu vou amar! Quero muito ver minha paixão dançando.
Coloquei a música favorita de Gabi, enquanto Tom se recostava no sofá. Gabi começou a fazer os movimentos sensuais de um funk, instintivamente instigando seu macho que a assistia. Colocou as mãos sobre os joelhos, virou-se de costas e parecia que ia quebrar os quadris do jeito que se mexia. Na mesma da hora, trouxe uma cerveja para Tom e sentei-me ao seu lado, incentivando minha pequena em sua apresentação.
- Que mulher gostosa você fica quando dança, meu bebê! O Tom tá gostando tanto que já está de pipi duro pra você, meu bem. – Tom estava com o pau estourando, querendo ser colocado pra fora.
Com muito cuidado, até para que não desse a entender que estava me apropriando de seu macho, abri a calça de Tom e coloquei seu pau duro pra fora:
- Olha, Bibi, como você deixou seu namorado feliz. – Mostrando a verga dura em minha mão.
Gabi se aproximou e passou a rebolar esfregando a bundinha em sua rola ereta. Aquela pica maravilhosa latejava, como se tivesse vida própria e estivesse lutando para se soltar e possuir aquela criança-mulher. Tom arfava, recostado no sofá com as mãos a segurar a cabeça, se deleitando com sua mini-odalisca de bordel. Eu masturbava Tom bem lentamente, enquanto Bibi se esfregava nele, quando, não aguentando mais, ela subiu em seu colo, e, abrindo um buraquinho em seu corpete para revelar seu mamilo rosado durinho, direcionou sua boca e fez ele chupar. Tom enfiou a boca e passou a alternar entre vigorosas sugadas e lambidas molhadas naqueles carocinhos.
À medida que a intensidade foi aumentando entre eles, eu me levantei e passei a assistir de longe. Queria que aquele, especificamente, fosse um momento só deles. Tom começou a desembrulhar seu presente como eu havia imaginado: no calor do momento, chupando aqueles peitinhos e alisando seu corpinho perfumado, não se aguentou e, com apenas um mover de mãos, partiu a parte de baixo do corpete de Gabi deixando sua bundinha exposta e sua bucetinha livre pra ser penetrada. Muito romanticamente, contendo seus instintos mais selvagens, ele direcionou seu mastro na entradinha de sua xaninha e encaixou a cabeça em seu buraquinho encharcado. Não falou uma palavra, apenas a beijava e chupava intensamente, enquanto empurrava delicadamente seu pau dentro dela. Chegando na metade, pegou o rostinho de Bibi e falou:
-Você é uma delícia! Quero muito enfiar tudo, mas até aqui já está bom. Eu te amo, bebezinha!
Gabi voltou a beijar sua boca e, sem pedir, continuou descendo em seu pau fazendo-o deslizar todo dentro dela sem reclamar. Ela o queria inteiro, não pela metade, ficou claro que de agora em diante ela seria sua fêmea. Eu me masturbava e gozei quando vi aquela tora entrando inteira e sua bucetinha gulosa. Tom quase não acreditava e começou a controlar seu corpinho, fazendo-a cavalgar cada vez mais rápido. Ela sentava como se quisesse estourar uma bexiga em seu colo, fazendo-o socar cada vez mais fundo. Tom explodiu em um gozo alucinante, me permitindo ver a porra escorrendo pelas suas peninhas. Mesmo assim Bibi não parou, continuou cavalgando em seu pau. Foi uma cena linda: enquanto cavalgava, a porra escorria e parecia a querer grudar em suas perninhas à medida que subia e descia. Tom suava e urrava, mas também não parou. Seu pau voltara a ficar duro e, dessa vez, foi ele quem socou forte nela até gozar novamente, só que, dessa vez, abriu toda sua bundinha com suas mãos poderosas e massageou seu cuzinho rosado com o dedo, me fazendo gozar como uma égua também.
Logo após ele, foi a vez dela de cair desfalecida com o forte orgasmo que teve. Bibi se largou em cima de seu peito e ficou ali, com porra escorrendo pelas suas perninhas, enquanto ele acariciava seus cabelos. Essa visão e seu significado me fizeram gozar como uma cadela novamente.
Alguns minutos depois, Gabi, ainda largada em cima dele, falou bem manhosa:
-Mamãe! Você limpa com a boca o creminho que o Tom colocou dentro de mim?
-Claro, meu amor! O que você quiser. – falei com a voz embargada, pois estava gozando novamente.
- Quero lá na cama, pra dormir com vocês depois!
- Sim, minha linda! Mamãe vai deitar com você e o Tom, meu anjo. – e fomos para o quarto.