Ótimo. Fabi pediu pra deitar um pouquinho, por que ainda estava cansada. Fomos pro quarto dos meus pais, tiramos nossas roupas, liguei o ar condicionado, eu fiquei só de cueca e as duas de calcinha, e deitamos, eu no meio abraçando a Pat e Fabi ao lado. Achei que iríamos tirar uma sonequinha, mas logo a Fabi me abraçou por trás tal como havia feito na noite anterior, mas desta vez estava só de calcinha, e encostava os seios nas minhas costas, ia beijando minha nuca, passando a mão na minha cueca, e sorrindo pra Pat, que sorria pra ela também. Joguei minha mão pra trás, fazendo um carinho na bunda da Fabi pra retribuir o carinho dela, e voltei minha mão pra frente, abraçando a Pat, que olhou pra mim e falou:
--“amor, eu to com inveja de você”.
Sorri pra ela e dei um selinho. Tava gostoso mesmo ficar ali no meio das duas. Fabi falou:
>>”eu empresto o Beto pra vocês um pouquinho, amiga”.
--“bem que eu queria, Fabi, mas o Julio tem ciúmes. Falou que eu vou ficar igual Dona Flor (conto 14)”, e riu com cara de pidona.
E Fabi toda dengosa atrás de mim, passando a mão por cima da minha sunga, e falou:
>>”você se preocupa muito, Julio. Você é o homem da Patrícia. O Beto é só um brinquedinho dela”.
Eu ri da explicação e me virei ficando de barriga pra cima, pra dar atenção à Fabi. Ela jogou uma perna sobre a minha coxa, ficando com o peito nu sobre meu ombro, daí perguntei:
-“eu sou seu brinquedinho?”
>>”é, e eu adoro”, falou colocando a mão por dentro da sunga e segurando meu cacete e continuou: “e você, gosta do seu brinquedo?”
-“eu acho uma delícia esse brinquedo carnudo”, falei rindo passando a mão no grelo dela por cima da calcinha.
>>”Pat, você gosta do seu brinquedo?”
--“brinquedão né Fabi?”, e continuou: ‘pena que o Julio tem nojo do meu brinquedo”, falou rindo olhando pra mim.
-“pô, eu te beijo depois que você chupa ele e até quando ele goza na sua boca... Só se eu der pra ele agora”, falei olhando pro teto, sem emoção.
--“ai exagerado, nem se você quisesse iria conseguir dar pra ele”, e riu pra mim, fazendo carinho com a mão no meu rosto, e continuou: ”to falando por que eu queria que você fizesse algumas coisinhas que você não faz por causa desse nojinho”.
-“hum, quais coisinhas por exemplo?”
--“amor, eu queria ver você pegando o pau dele e colocando dentro de mim, e tenho tesão em ver você me chupando enquanto ele mete, já até te pedi isso”.
-“por que você não pede pra ele fazer o mesmo?”
--“por que minha fantasia é com você, Julio. Você quer que eu comece a ter fantasias com o Beto?”
Nesse ponto eu concordei, mas olhem que tesão insano da Pat, meus amigos. Ainda bem que a Fabi tava ouvindo, pensei, e poderia colocar um pouco de juizo na cabeça da Pat. Então falei:
-“mas Pat, e se o pau dele sai de dentro de você e fica encostando no meu rosto?”
--“posso te falar a verdade?”
-“claro, fala”.
--“eu ia adorar ver você dando uma bela chupada nele e colocando ele de volta dentro de mim”.
-“meu amor, olha o que você tá falando ... Eu não sou gay!”
--“não tem que ser gay, amor, é só uma brincadeira igual eu e Fabi”.
-“eu sei, mas imagina o Beto me olhando com o pau dele na minha boca”.
Daí Fabi interveio:
>>”ele sabe que é só brincadeira, e eu acho que ele ia gostar”.
Eu estava me sentindo pressionado com esse pedido constante da Pat, ainda mais agora com o aval da Fabi. Pat sentiu meu desconforto e me abraçou:
--“amor, você não precisa fazer nada que não quiser. É só uma fantasia minha. Vocês gostam tanto um do outro, que eu queria ver você tocando nele. Não precisa chupar”.
-“tá bom, mas é complicado. Nem sei como o Beto ia encarar isso”.
>>”vamos deixar pra conversar isso quando ele chegar”.
A que ponto chegamos. Preferi ficar quieto pra não crescer o assunto mais ainda. Alguns minutos depois ouvi a porta da sala bater, e o Beto chegou no quarto e encontrou as duas semi nuas abraçadas comigo. Abriu um largo sorriso e me falou:
>”nossa, que harém hein Julio. Posso deitar aqui no cantinho?”
Eu ri da brincadeira. Fabi se virou pra ele, que deitou ao lado dela e se beijaram, daí ela se virou pra mim de novo e arrebitou a bunda pra ele ficar encoxado. Ele tirou a roupa e ficou de cueca também abraçando ela, segurando os seios que estavam encostados em mim. Beto notou que o ambiente estava sem assunto e falou:
>”vocês estão me escondendo alguma coisa”.
Foi o suficiente pras duas darem uma risadinha. Até eu fui obrigado a esboçar um sorriso. Fabi já se adiantou:
>>”a gente tava conversando sobre as fantasias da Pat com você e Julio”, falou abraçada em mim, mas com a cara virada pra trás na direção do Beto.
-“as duas estavam me atentando até agora”.
>”de que fantasia você tá falando, Pat? Por que a de beijar a gente depois que você chupa o outro eu vi o Julio fazendo na boa. A gente até tinha conversado sobre isso né Julio?”
-“é, mas ela não tá satisfeita não”, tive que rir e dei um selinho na Pat, que riu também e falou:
--“eu queria ver vocês dois se tocando”.
E Beto se fez de desentendido, passando a mão na minha cabeça e no meu peito, e falou:
>”assim, Pat?”
Eu, Pat e Fabi rimos da piadinha. E eu falei:
-“quem dera se fosse só isso”, e Fabi soltou o verbo:
>>”amor, a fantasia dela é ver o Julio pegando no seu pau, colocando na xaninha dela, e te fazendo carinho”, disse isso enquanto ficava massageando meu pau sobre a sunga.
-“por aí, e eu achei que a Fabi ia me dar uma moral, e você só colocou mais fogo”, falei olhando pra ela.
Então Fabi virou pro Beto e falou:
>>”amor, posso contar aquela historinha do meu ex pra eles?”
>”Pode, claro”.
>>”Julio, meu ex namorado curtia essa fantasia, e quando a gente saía com um casal que ele tinha confiança, as vezes rolava da gente brincar juntos com o amigo dele, assim como a gente brincava com a esposa do amigo também. Eu gostava daquela liberdade da gente poder fazer o que quisesse sem ninguém pra ficar julgando. Isso era só uma brincadeira, não tem nada a ver com ser gay como você falou. É que você ainda não separou as coisas. Eu e Beto já conversamos sobre isso, e ele tá livre pra fazer o que quiser, mas tem que ser com alguém de confiança, que até agora são só vocês rsrs”.
Olhei pra ela surpreso, e olhei pra ele, que nunca tinha me falado nada disso. Daí Pat falou:
--“viu, amor? Se eu te pedir como um presente, você faz?”
-“não sei, só na hora pra ver. Se eu fizer, é por que é fantasia sua, e Beto tem que prometer que não vai nem ficar pensando nisso depois”.
>”que isso, Julio, fica tranquilo comigo”.
Nos cumprimentamos e a Pat ficou toda feliz, me dando selinhos, daí falei:
-“vocês duas são as mulheres mais safadas que eu já conheci”.
>”nisso eu concordo”, Beto falou rindo.
--“você me ama mesmo assim?”, Pat me perguntou rindo também.
-“te amo, delícia. Só você mesma pra me pedir isso”.
--“essa conversa me encheu de tesão. Faz amor comigo?”
-“pode ser agora? Eu to com vontade desde de manhã”.
--“vem, gostoso, tira essa cueca”.
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