-“tá se divertindo?”.
--“eu tava te colocando um chifre, amor. Olha o piru do Beto dentro da minha xaninha”, e abriu mais a perna.
Olhei pra baixo e vi a jeba dele parada, mas dura preenchendo a buceta da Pat. Estiquei a mão e passei na buceta dela, e entrei na brincadeira:
-“putinha, tá gostando de me colocar chifre é?”
--“to adorando. Se você for um corninho bem obediente pode ficar aqui com a gente”.
-“ahh é? Tenho que te obedecer é?”
--“tem sim, amor. Faz tempo que você tá vendo a gente?”
-“cheguei agora (mentira), e vocês, tem tempo que estão aqui?”
--“nem sei, delícia, mas eu já gozei duas vezes com o meu machão”.
-“ahh, ele é seu machão e eu sou o corninho?”
Olhei pro Beto e dei um sorriso, mostrando que eu tava aceitando brincadeira. Pat sabia provocar meu tesão. Beto recomeçou um lento vai e vem metendo nela, só pra manter a jeba dura, e ela respondeu:
--“é, e você vai ficar só olhando. Eu vou dar só pra ele”
Meu pau estava explodindo e eu não poderia participar? Fiquei em pé, tirei meu short e reclamei:
-“isso é injusto. Também quero um pouquinho”.
Ela passou a mão no meu pau e falou:
--“nossa, amor, que pau duro. Você tá gostando de ver o Beto metendo em mim?”
-“tô, sua putinha, mas eu quero também”.
--“me chupa um pouquinho pra ver ele me comendo de pertinho”, e abriu de novo as pernas mostrando a bucetinha aberta com o pau do Beto enfincado, e ficou punhetando meu pau de leve.
Naquela penumbra e no tesão que eu tava não pensei duas vezes. Meti a cara na buceta e fiquei lambendo o clitóris vendo a jeba do Beto entrando e saindo devagar. Coloquei um pé em cima da cama, levando meu pau na direção da boca dela pra ganhar uma chupada também. Senti a lingua dela dando umas lambidas e os lábios envolvendo a cabeça do meu pau, então ela empurrou minha cabeça ainda mais reclamando:
--“me chupa, amor”.
Eu sei o que ela queria, mas continue mantendo uma distância de segurança, e fiquei lambendo o clitóris e os pequenos lábios, vendo o pau do Beto entrando e saindo a poucos centímetros. Enquanto isso ela gemia de prazer e falou:
--“que delícia, amor. Mete mais rapidinho, Beto”.
>”tá gostando de dar pra mim com o Julio te chupando, sua putinha?”
--“tô adorando, tá muito gostoso. Chupa, amor”.
>”chupa essa putinha, Julio”.
Estava gostoso sentir ela me punhetando e chupando a cabeça do meu pau. Beto não estava metendo tudo, por que a posição deles era quase que de conchinha, e uma hora o pau dele saiu. Ele aproveitou pra dar uma pausa na metida e ficou deslizando o pau na buceta da Pat. Eu Tirei meu rosto e passei meus dedos no buraco da buceta dela pra conferir como estava abertinho. Fiquei vendo naquela penumbra a jeba deslizando no clitóris da Pat, passando o pau todo pela buceta.
Ela então deitou de costas no colchão e colocou dois travesseiros debaixo da cabeça, e o Beto saiu de trás dela e se ajoelhou entre as pernas, e continuou passando o pau na xana dela. Eu fiquei de lado vendo a cena e olhei pra ela, que parou de me chupar e ficou só segurando meu pau e acompanhando a brincadeira com aquele sorriso de safada que adora uma sacanagem, daí ele deu umas porradas com a cabeça do pau no clitóris dela, e ela falava:
--“que delícia. Bate com ele na minha xaninha, gostoso”.
>”vadia, gosta de surra de pica né”.
--“adoro. Tá gostando de ver o Beto me dar surra de pica, corninho?”
Dei um sorriso pra ela, como se dissesse que estava suportando esse teatrinho dela, e falei:
-“eu quero meter na sua xaninha também”.
--“hoje você vai ficar só vendo, corninho. Coloca o pau dele na minha buceta, vai”.
No tesão que eu tava, não ia estragar o clima, e eu sabia que depois ia comer ela também, então só respondi:
-“safada”, e peguei no pau do Beto e fui direcionando pra portinha da buceta.
Beto colocou a mão dele de leve sobre a minha, como se pedisse pra eu continuar segurando, e iniciou um movimento de punheta devagar, enquanto passava a cabeçona na portinha da buceta até o clitóris dela. Fiquei sentindo aquela jeba quente e grossa, e coloquei a cabeça na portinha da buceta até que ele foi metendo nela. Pat não se conteve:
--“que delícia, amor. Adorei”.
-“você é uma safada mesmo”, e me virei pro Beto e falei “e você tá me devendo”.
--“deixa de ser bobo, amor. Vem ca me dar um beijo”.
Fui lá, ela me abraçou e nos beijamos enquanto o Beto metia nela e o corpo dela mexia pra cima e pra baixo devagar, e falei baixinho:
-“eu quero te comer, delícia”.
E ela respondeu no meu ouvido:
--“quer meter na sua namorda também, gostoso?”
-“quero, sua safada”.
--“fala que me ama, amor”
-“te amo, sua gostosa”
--“eu também te amo, corninho. Agora o meu macho vai comer sua namorada mais um pouquinho, tá?”
Dei um sorriso pra ela concordando e sentei ao lado dos dois, vendo o Beto de frente metendo nela, e Pat ficou me provocando:
--“amor, o Beto tá me comendo gostoso”, chupa meu peito”.
Dei um beijo nela e desci pra chupar os seios, e fiquei dedilhando o clitóris.
>”que buceta apertadinha que essa safada tem, Julio”, tá gostando da minha pica, vadia?”
--“to adorando, seu pirocudo. Mete na sua vadia”, você gosta, amor, de ver meu macho me comendo assim?”
-“gosto, delícia, dá gostoso pra ele”.
--“fala pra ele me comer gostoso, corninho”.
Eu só dei um sorriso pro Beto, que sorriu pra mim também, e não falei nada. Esse lance de me chamar de corninho era sem graça, eu tava deixando rolar mas depois eu ia falar pra ela que não vi tesão nisso. Beto continuou metendo e falou que não estava aguentando de vontade de gozar. Pat me perguntou:
--“ele pode gozar na minha boca, Julio?”
-“pode, delícia”.
Pat olhou pro Beto e mandou ele ficar ajoelhado e se sentou de frente pro pau dele e me chamou:
--“vem aqui, fica do meu lado vendo”.
Eu já estava perto o suficiente, mas fui mais perto e fiquei de lado pros dois vendo a mamada que ela dava na cabeça enquanto punhetava a pica do Beto. Fiquei passando a mão nos seios e no clitóris dela, e ela fazia questão de chupar e olhar pra mim, falando:
--“tá gostando?”
-“tô, e você?”
--“tô adorando, delícia”, e veio me dar um beijo.
Nos beijamos e o Beto passou a mão na minha cabeça, depois repousou no meu ombro. Quando a Pat voltou a chupar ele falou:
>”que boca gostosa que ela tem, Julio. Vou gozar gostoso na boca dela, tudo bem?”
-“goza na boca dessa safada”.
--“me dá seu leite, gostoso”, e continuava punhetando e chupando.
Fiquei do lado dos dois vendo a chupada. Betp segurou a cabeça dela e começou um movimento pra frente e pra trás, fudendo a boca dela enquanto ela punhetava, até que ele falou que ia gozar, e ela falou:
-“vem, amor, vê de pertinho”, e abriu a boca na frente do pau dele.
Fui mais perto conferir a cena, até por que o quarto estava meio escuro e eu tinha tesão em ver ela levando gozada na boca, e o Beto apertou meu ombro e com a outra mão foi punhetando vigorosamente. Os jatos de porra começaram a voar pra dentro da boca dela, que colocou a lingua mais pra fora pra ganhar mais leite. Eu vi a gala caindo na língua dela e descendo no queixo, até que ela engoliu e continuou ordenhando o pau dele. Quando saiu mais um pouco de porra ela levantou o corpo e passou a cabeça do pau no bico do peito dela, lambuzando a auréola, e depois deu aquela última chupada com os lábios pra fora, como se fosse um sorvete, pra deixar o pau limpo, e sorriu pra ele falando:
--“gostou, tesudo?”
>”nossa, que boca maravilhosa”.
--“gostou, amor?”
-“gostei. Você tá cada dia mais safada”, e ri pra ela.
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