Eu, minha priminha e meu marido.

Por: ana-325 • 12/07/2026 • 194678 leituras
Capa do conto
Bem, este conto foi algo inesperado, inusitado.
Vamos aos fatos, Por conta de uma necessidade profissional de meu marido (Cassius), nos mudamos para Santiago no Chile desde O início deste ano, a princípio fiquei um pouco deslocada, terra estranha longe dos amigos e das aventuras (somos super ativos sexualmente rsrsrs), mas estamos nos adaptando. Em Junho retornamos ao Brasil para o casamento de minha prima Polyana (nome fictício), que reside no Recife e que seriamos padrinhos. A Poly é uma morena fantástica, destas que os homens enchem a boca pra chamar de G O S T O S A. Cabelos longos e pretos, peitos de médios a pequenos, coxas roliças bunda empenada e durinha, uma mulher deliciosa. Em nossa chegada, ao aeroporto Guararapes, ficamos impressionado com a beleza da Poly, (tinha mais de 5 anos que não nos víamos), Logo percebi o olhar de lobo a espreita da presa que o Cau lançou sobre ela, mas compreendi, afinal era um mulherão. Fomos direto para a casa dos meus tios e assim que fiquei sozinha com a Poly ela me disse que precisava muito da minha ajuda... estranhei aquilo tudo, mas, estava cheirando a coisa errada. Eu disse que sim e pedi que ela me contasse o que estava havendo. Ela me pediu para falarmos a sós, que eu desse uma desculpa ao Cau e deixasse ele com os meus tios enquanto nos falávamos. Achei péssimo, pois estava cansada e além do mais não escondo nada do Cau, mas, minha curiosidade era maior ainda.
Fui até o Cau e disse que tinha um assunto de mulher com a Poly e que nos ausentaríamos um pouco.
Sugeri a Poly que fossemos a um barzinho, mesmo ela sendo evangélica eu sabia que ela não tinha esta frescura contra ir a barzinhos, inclusive, vez ou outra eu sabia que ela bebericava umas cervejinhas escondido.
No bar ela foi logo dizendo das suas preocupações, o noivo (também evangélico, inclusive congregam na mesma igreja) é do tipo “tirado a danadinho”, é de família tradicional e gosta de tirar umas casquinhas das irmãs (safado).
A Poly me contou que num destes amassos que eles deram no carro, ele acabou enfiando dois dedos com violência na xoxota dela e rompeu o hímen, ela disse que chorou muito com medo, mas ele a acalmou dizendo que como iriam se casar que não tinha problema. Mas, o cachorro disse que só se casaria se ele fodesse com ela antes. Ela não aceitou, ameaçou romper o noivado e ele disse que era bobagem, pois depois do casamento isto iria acontecer de qualquer forma.
Ai é que tá o “X” da questão.
Ela queria que eu desse algumas dicas de sedução a ela, eu expliquei algumas coisas, disse como fazer para seduzir e apimentar a relação com o canalha, mas ela insistia em algo a mais.
Comecei a desconfiar que aquela garota estava querendo me dizer algo, mas não estava com coragem.
Então olhei fixamente pra ela e disse: “Poly, o que é mesmo que você quer de mim?”

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Bom, na minha época, nos (meninas) tínhamos que aprender as safadezas da vida sozinhas, era comum as meninas praticarem o beijo entre si (pra não passar vergonha quando encontrasse um namoradinho), na minha boca e língua, muitas amigas aprenderam a beijar ardentemente, rsrsrs. A Poly também aprendeu comigo. Estávamos em um casamento em Ilhéus (nesta época ela morava na Bahia) e como era um casamento de crente, não tinha bebida alcoólica, nós compramos uma cidra no mercadinho e foi o suficiente para nos deixar prontinhas.
Eu tinha uns 22 a 23 anos e a Poly tinha 14, ela estava meio grogue e eu pra sacanear perguntei se ela queria aprender a beijar.
Ela disse que sim e eu (toda safada, com a xoxota ardendo de tesão) lasquei um beijo de língua nela e amassei os peitinhos dela que já estavam crescidos, enfiei a mão por dentro da calcinha e senti os pelinhos da bucetinha virgem ainda fininhos, mas ficamos nisto.

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Bom, voltando....
A Poly me disse que queria saber mais como fazer um sexo gostoso pois para ela é isto que segura um marido e disse que eu seria a pessoa certa pois sabia que eu e o Cau tínhamos uma vida sexual bem ativa. Ela confessou que é tarada e que bate pelo menos uma siririca por dia (temos o mesmo DNA rsrsrsrsrsrs) e que gostaria muito que eu a ajudasse.
Isto me pegou de surpresa, eu disse que ajudaria, mas que seria sob meus termos, ela topou e voltamos para casa, eu conversei com o Cau sobre o ocorrido, e ele disse que eu poderia tirar o dia seguinte livre e comprar um “consolo” para mostrar a ela como fuder gostoso, rsrsrsrs.
Dia seguinte após o café falei para ela que sairíamos as 10 e só retornaríamos à noite, que daríamos a desculpa que iriamos ver algumas coisas para o casamento, como meu tio deixou o carro dele em nossas mãos ficou mais fácil.
Quando disse a ela que queria ir a um sex shop ela ficou envergonhada e eu fui à loja sozinha. Comprei um dildo médio de 12 cm, como ela nunca recebeu uma rola achei que aquele seria o ideal. Pedi para dirigir e fui a um motel (eu sabia que ela não teria coragem de dirigir até lá).
Chegamos lá e ela estava muito nervosa, pedi duas caipirinhas e no primeiro gole a mulher se entregou, rsrsrsrsrsrs.
Liguei a TV e quando ela viu o filme que rolava, ficou inquieta, passava a mão entre as pernas, passava pelos seios que mesmo com sutian estava aparecendo os bicos duros, e eu sentada na cama ao lado dela só observando. Peguei no ombro ela e ela soltou um gemidinho bem gostoso.
Deixei ela nua e chupei todinha, ela gozou umas quatro vezes. Quando ela achava que tinha terminado, eu comecei a enfiar o dildo em todos os buracos, a mulher estava impossível, se contorcia como uma cobra, rsrsrsrsrs.
Paramos um pouco para almoçar e descansar, depois assistimos mais filmes e ela já se mostrou mais solta, me chamou pra tomarmos um banho e me chupou também (meio sem jeito, mas eu gostei), a mulher estava transbordando de tesão, fiquei impressionada com tanto fogo, ai perguntei: “Você que fuder com um homem de verdade agora?” Ela se assustou e respondeu “Tá louca?, que homem?”
Acalmei mais uma vez a ferinha e expliquei que ela comigo só teria a teoria e que seria legal a pratica sambem. Ela disse que não seria honesto trair o marido, que não faria isto com um desconhecido qualquer, e outras coisas mais.
Novamente eu bem calmamente disse que trair por trair ela já estava fazendo comigo, e que antes que ela dissesse que é diferente, fui logo dizendo que mesmo entre duas mulheres o que estava sendo praticado ali era sexo.
Então ela acalmou-se mais e perguntou, quem poderia fazer isto, pois ela não queria ariscar com um desconhecido, e eu mandei na lata: “O Cau”
Ela se espantou e quase gritou: “Seu marido????”, “Você é doida mesmo, qual mulher cederia o próprio homem pra transar com outra mulher???, eu só podia estar louca quando pedi sua ajuda”.
Então argumentei, você acha que desde que você conheceu o Cau eu não percebi suas olhadas pra ele? Você acha que eu não sei que você sempre quis foder com ele? Você acha que a algumas amigar não me contaram que você me praguejou quando casei com o Cau, pois você disse que era mais nova e bonita e ele deveria ter sido seu????
Então, vai querer eu vai ficar lamentando???
A mulher ficou amarela, quis chorar, eu a abracei e antes que ela pudesse se arrepender de algo dei um beijo nela e enfiei o dedo em sua xoxota.
Ela balançou a cabeça positivamente e eu mais que rápido liguei pra o Cau, dei no endereço do Motel e pra não apagar o fogo continuei no chupa-chupa com a Poly.
Não demorou muito o Cau chegou, ficou um clima meio tenso, mas pedi que ela ficasse sentada enquanto eu despia o Cau.
Demos nosso showzinho e quando olhamos para a cama a Poly já estava se esbaldando na siririca.
Larguei o Cau e fiquei atrás dela, acariciando seus seios durinhos, brincando com os biquinhos e beijando-lhe a nuca, a Poly entrou em êxtase, falava coisas desconexas, gemia, grunhia.... Dei sinal para o Cau e ele se ajoelhou em frente as pernas abertas da Poly que estava de olhos fechados se deliciando com minhas caricias, assim que a língua do Cau tocou seu grelinho, a mulher ficou louca, agarrou a cabeça do Cau e a empurrou contra sua xoxota melada, meu macho não negou fogo e fez a vagabundinha gozar loucamente em sua boca.
Ela quase sem forças pediu: “Vem, acaba logo com isto, me come, me come...”
O Cau apontou a cabeça da pica que já estava latejando e foi enfiando vagarosamente, arrombando a bucetinha virgem da minha priminha gostosa. Antes mesmo que a pica estivasse toda dentro a Poly gozou novamente.
O Cau dava bombada longas e suaves, a Poly nos surpreendeu mais uma vez: “Goza gostoso dentro do meu cuzinho... Mete devagar...”
Ela ficou de quatro e o Cau lambeu o cuzinho dela que foi como uma descarga elétrica, o cu piscava feito lâmpada de arvore de natal, logo me meti por baixo dela pra chupar seu grelinho inchado e latejante, foi a coisa mais deliciosa e excitante que eu já vi. Por baixo vi cada centímetro do pau do Cau entrando no cuzinho apertado da Poly, lambi o saco do Cau e ele gemia, lambia o grelo da Poly e ela delirava... Uma delícia. Em alguns minutos a Poly gozou com a pica do Cau toda enterrada no seu cuzinho quente, não demorou muito até que ele também enchesse o cuzinho dela de porra, ficaram por algum tempo “engatados” feito dois cachorros. O Cau tirou o pau já mole de dentro da Poly e ela suspirou realizada.
Fodemos os três o restante da tarde toda e só chegamos em casa por volta das 9 da noite.
No dia seguinte a Katia só levantou depois do meio dia.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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