Eu sou alto, tenho 42 anos, cabelos e olhos pretos, um pênis de 13cm quando ereto e me chamo Murilo (nome fictício).
A primeira menina é baixinha, tem 8 anos, cabelos e olhos pretos, uma bucetinha como capô de fusca e se chama Marina (nome fictício).
A segunda menina é baixinha, tem 8 anos, olhos e cabelos castanhos, uma bucetinha como patas de camelo e se chama Mariana (nome fictício).
A terceira menina é baixinha, tem 8 anos, cabelos loiros e olhos azuis, uma bucetinha normal e se chama Maria (nome fictício).
O conto começa quando eu me formei professor, e fui chamado para assumir uma turma do 4º ano escolar com 30 crianças de 8-9 anos. Nessa escola iria substituir uma professora, que tinha saído para dar a luz a sua filha e ficaria afastada por 5 meses.
Numa Segunda-feira, fui de manhã a escola falar com a diretora ela me disse assim:
Solange: Seu Murilo, aqui temos algumas regras para professores e alunos que são:
1) professores ensinam e alunos aprendem.
2) professores ditam regras e alunos aprendem.
3) Alunos só podem ir ao banheiro em dupla (uma menina e um menino).
4) Ensinar todo mundo sem fazer distinção se é feminino ou masculino, se é calmo ou agitado, se é de pele branca ou negra.
Achei as regras boas, assim se tudo fosse feito certo e a coordenadora gostasse eu poderia até ganhar aquela turma e impor meu ritmo e forma de ensinar.
Naquela tarde, eu fui a escola sem saber que turma iria achar e se eles me aceitariam ou não sabendo que estava lá só de passagem por 5 meses. Quando o sinal bateu, depois dos alunos entrarem a diretora me levou até a sala e explicou aos alunos que eu estava lá apenas para substituir a professora deles.
Naquela sala vi 3 meninas de nome Marina, Mariana e Maria elas eram irmãs trigêmeas e estavam de camiseta e saia e os outros alunos estavam de camiseta e calça.
Essas meninas em questão sentavam na primeira carteira e as vezes abriam as pernas e eu de relance via a calcinha delas, cada uma com uma cor diferente.
Marina: branca com ursinhos.
Mariana: rosa com bolinhos.
Maria: azul com latas de tintas.
No fim daquele dia, fui falar com a diretora e perguntei:
Murilo: Dona Solange, na minha sala tem as trigêmeas que estão de saia e não de calça como os outros porquê?
Solange: Olha senhor Murilo, a mãe ainda não pode comprar as calças do uniforme então autorizei elas virem de saia, algum problema?
Murilo: Sim Solange, elas de vez enquanto abrem as pernas deixando suas calcinhas aparecer para todos que vem a minha mesa ver.
Solange: Pode deixar Murilo vou conversar com a mãe delas.
Na parte 2, contarei o que a diretora decidiu e como as meninas foram a aula no dia seguinte.