Desde sempre eu fui uma pessoa compreensiva, um grande senso de empatia. Gostava de conhecer mais sobre as outras pessoas e nunca compartilhar um segredo importante. Fiz faculdade de psicologia por conta disso e porque sempre tentei ajudar as pessoas para que conhecessem melhor a si mesmas.
Hoje tenho 37 anos, sou casada e tenho um filho chamado Antônio. Vim compartilhar uma experiência que tive anos atrás. Meu nome é Larissa, me tornei psicóloga particular e a oito anos criei meu consultório na minha antiga casa, recebia desde crianças de 10 anos até adultos.
Antes de mais nada, digo que isso não tem o objetivo principal de ser ERÓTICO, e sim um DESABAFO, então, se achar que não leu "putaria suficiente", sinto muito, mas esse nunca foi isso que eu busquei neste site.
Tenho algumas antigas colegas que viraram professoras, então sempre fui indicada para os pais de algum pestinha que fosse mais rebeldezinho. Era comum que em alguns casos os meninos que tinham alguns problemas em casa acabassem passando dos limites na escola, então nem era muito culpa deles.
Uma vez o Henrique, um dos meus meninos, veio para uma sessão semanal comum logo após a escola, mas ele estava bem quieto e parecia distante, quando eu perguntei se estava bem, ele demorou pra responder.
-Não é nada tia...
-Pode falar, Henrique, sabe que não posso falar nada pra ninguém se você não quiser que mais ninguém saiba.
-Mas se eu falar, você vai ficar brava comigo.
Dei risada, mais para descontrair e tentar passar confiança para ele. Saí do meu lado da mesa e me ajoelhei ao lado da sua cadeira para ficar da mesma altura que ele. Sorri.
-Eu sou sua amiga, antes de ficar brava eu vou tentar entender o seu lado e te aconselhar no que precisar.
Ele hesitou mais uma vez. Segurei em sua mão e tentei acalma-lo, e logo seus olhos ameaçaram ficar cheios de lágrimas.
-Tia... Às vezes eu vejo... Mulher pelada no computador, e isso faz o meu pinto ficar duro, aí hoje eu cheguei rápido na sala pra ser o primeiro e ficar sozinho com a prô Fernanda e mostrei meu pinto pra ela porque achei que ela ia me mostrar alguma coisa também...
Ele começou a chorar, estava assustado, acho que acabou levando uma bronca e sua consciência pesou muito. Comecei a acariciar seus cabelos.
-Bom, eu não estou brava Henrique. A prô ficou super brava, não foi?
-Muito. Ela brigou comigo e não falou mais comigo a manhã inteira, e ainda por cima escreveu um bilhete pra minha mãe, quando ela ler ela vai me bater.
Ele continuou chorando, eu precisava acalmar ele, mas não dava pra falar que ia esconder aquilo da mãe dele.
-Olha Henrique, isso que você fez com a prô foi muito feio e uma grande falta de respeito. Um menino de 11 anos não pode mostrar isso pra ninguém, só pra mãe e pro pai.
-Eu sei tia, mas antes eu não sabia, eu não queria deixar a pro brava, e agora a minha mãe vai me bater.
-Ela não vai, você aprendeu a lição, não aprendeu? - ele balançou a cabeça que sim - então está tudo bem, eu vou falar com a sua mãe e vou pedir pra ela pegar leve.
-Você está mentindo. Vai falar que o que eu fiz foi muito feio e vai mandar ela me botar de castigo pra sempre.
Fiquei surpresa, sentia que estava perdendo a confiança dele, e se isso acontecesse, nosso trabalho ali estaria perdido, porque nunca mais ele se abriria comigo e eu não conseguiria ajudar na vida dele.
-Claro que não Henrique, eu sou sua amiga, lembra? Sempre vou querer te ajudar e não gosto de te ver mal.
-Então prove.
Ele estava bravo, e chorava muito. Eu não tinha muito o que fazer, então minha única saída seria me colocar no mesmo lugar que ele. Uma psicóloga jamais deveria se colocar no lugar do paciente, mas isso era por uma causa maior.
Pensei no que estava prestes a fazer e pensei no Eitor, que na época era só um namorado meu, se ele descobrisse, eu estaria morta, mas eu não via aquilo como uma traição, de início não pensei em ir tão longe.
Eu me afastei um pouco, mas continuei abaixada, comecei a desabotoar minha blusa, tirei. Henrique parou de chorar e ficou me olhando, mas parecia estar envergonhado. Não parei, tirei meu sutiã. Meus seios fartos caíram. Me senti um pouco envergonhada, mas logo passou.
Ele ficou me olhando muito tempo, e tinha retirado sua expressão raivosa e preocupada.
-Se eu contar pra sua mãe, também terei que contar que mostrei meus peitos pra você. Aí ela ficaria brava comigo também, não é? - falei me aproximando novamente.
-É...
-Então ok. Viu que sou sua amiga?
Ele balançou a cabeça, mas não parava de olhar meus peitos. Parecia bem agora. Me levantei e fui pegar meu sutiã para me vestir novamente e voltar para meu lugar, mas ele segurou meu braço.
-Tia...
-Pode falar Henrique.
-Porque você fez isso? - Perguntou tímido.
-Pensei que nem você, achei que se eu mostrasse meus peitos, você ia me mostrar seu pinto. Sua mãe não pode saber disso, certo?
Inventei essa desculpa, mas logo ele continuou.
-Mas você disse que não posso me mostrar pra ninguém, só pra mãe e pro pai.
-Ah Henrique, mas nós somos amigos, e se eu falei que não ia falar pra ninguém, significa que eu vou manter segredo.
Menti de novo. Ele hesitou durante um tempo, mas logo depois ele se levantou da cadeira e baixou as calças. Seu pintinho estava bem duro. Eu fiquei sem reação, não acreditava no que estava fazendo, mas não voltei atrás, até porque a situação não estava me incomodando, eu só não queria deixa-los desconfortável.
-Achou a tia bonita? - ri, depois me sentei no chão. Estava a vontade só de calça jeans.
-Sim - ele tirou toda a calça, se ajoelhou na minha frente - tia, posso tocar nos seus peitos?
-Pode sim.
Ele se animou, veio com muito entusiasmo e começou a massagear meus seios, as vezes apertando os mamilos. Como era uma coisa nova para ele, eu estava feliz por deixá-lo feliz.
-Tia, quer tocar meu pinto?
-Quero sim.
Peguei com os dedos. Como ele só tinha 11 anos, não era muito grande, mas não importava.
-Eu posso fazer um negócio novo, Henrique, quer ver?
Ele disse que sim.
Me abaixei e comecei a chupar seu pintinho. Ele não falou nada, e logo começou a se contorcer. Claro que era a primeira vez dele sentindo aquilo.
Continuei chupando porbunw minutos. Ele não gostou, e acho que nem conseguiria porque ainda não tinha idade suficiente, o que foi até melhor, menos chance de fazer sugeira.
Terminei de chupar e voltei meu rosto para a autora do dele, estava vermelho. Me perguntava onde aquilo ia parar.
-Tia...
Ele falou meio sem jeito, mas sem mais nem menos, começou a me beijar, e eu deixei, não sei se era o primeiro beijo dele, mas não me importei também, apesar da sua falta de experiência, estava ali para ajudá-lo a se entender melhor e se comportar, e que melhor maneira de fazer isso senão deixando ele explorar tanto meu corpo quanto o dele?
Me joguei no carpete e ele se deitou em cima de mim, ainda me beijando, sentia seu pinto roçar minha barriga. Comecei a acariciar seu pinto, logo ele começou a me encochar.
-Tia?
-Pode falar Henrique - respondi com uma voz doce.
-Você pode tirar a calça?
-Claro meu querido.
Abri o zíper ainha jeans e tirei junto da minha calcinha. Ele passou a mão na minha periquita, e o pauzinho dele não amolecida mais, estava encantado com o que estávamos fazendo.
-Pode fazer o que quiser, agora nós temos um nível de intimidade maior que qualquer outro - falei.
Ele não pensou duas vezes, começou a roçar minha periquita com o pinto, e como ele era menor, ficou de cara nos meus peitos. Ele não me penetrou, talvez nem soubesse daquilo. Eu fechei minhas pernas entre ele e o ensinei a meter no buraco da minha periquita.
Estávamos de fato transando. Eu, uma mulher de 34 anos na época com um menino de 11. Aquilo poderia ser considerado absurdamente errado, mas eu não o forcei a nada, muito pelo contrário, estava fazendo a vontade dele. Sentir aquele pintinho indo e voltando me deu um pouco de prazer, mas fiquei mais satisfeita em ser a primeira mulher a dar prazer ao Henrique.
Pensei de novo no Eitor, mas ainda não via aquilo como traição, pensei em começar a ensinar educação sexual para o Henrique, junto ensinaria bons modos com as mulheres, se ele progredisse, iria continuar.
Ele chupava meus seios e ia com muita força na minha buceta, não chegava a ser algo excepcional, mas ele estava se esforçando. Deixei ele se divertir, fiquei de quatro e pedi para meter mais e mais, e também dei o cu ao garotinho.
Logo ele estava ficando cansado, então pedi para pararmos um pouco e nos sentamos novamente no carpete.
-Ninguém pode ficar sabendo disso, Henrique. Okay? Nem um amiguinho da escola. Se alguém sabe, eu posso ser presa.
-Mas por que tia? Porque vão te prender? A gente não fez nada de errado.
-Algumas pessoas não achariam que é pegar isso, então esse vai ser mais um dos meus segredos, ok? Se quiser que a gente faça isso de novo, tem que prometer ficar com o bico fechado, e olha que eu vou saber se você contar pra alguém.
-Ok tia, não conto.
Ele prometeu e encerramos com um beijo. Nos vestimos de novo e comecei um jogo da memória que eu tinha em minha gaveta para irmos nos acostumando de novo com o ritmo normal do dia.
Quando a mãe do Henrique chegou, chamei ela para conversar e contei o que ele fez com a professora e contei sobre o bilhete, mas garanto que ele tinha aprendido a lição e que só um pequeno castigo já era suficiente. Ninguém saiu triste dali.
Meu namorado, por mais que pareça ser invenção, estava numa viagem de negócios que durou um mês e meio, e em todas as semanas que se passaram, eu e Henrique transamos em quase todas as nossas cessões. No meio desses dias, ele começou a gozar, mas não paramos, nem mesmo usamos camisinha.
Pouco antes do Eitor voltar, fiz um teste de gravidez, e "convenientemente" deu positivo. Esta parte eu pensei em tirar do conto, mas acho que, se é pra desabafar, como psicóloga eu acho que devo ser totalmente transparente e contar tudo.
Na hora pensei que fosse algum erro, nenhum teste da 100% de certeza no resultado, então comprei mais dois, mas também deram positivo. Eu estava grávida do Henrique.
Conversei com ele na cessão seguinte, disse que tinha gostado de tudo que fizemos e que eu havia ensinado tudo a ele, educação, técnicas de sexo, ajudei até a melhorar seu desempenho na escola, mas que eu estava de mudança e que ele não precisava mais da minha ajuda. Ele ficou chateado, mas compreendeu.
Poucos meses depois eu e Eitor nós mudamos e começamos a planejar nosso casamento, dei um jeito de ele achar que o filho é dele, e ele nunca suspeitou. Após me mudar, continuei exercendo a função de psicóloga, e as vezes quase cheguei a repetir a história, mas impus limites a mim mesma: nenhuma forma de sexo, nudez talvez dependendo da situação e da índole do meu paciente, se fosse um marmanjo de 15 anos espertinho ou mais velho, sem chance.
Hoje Antônio tem 1 ano e quatro meses. Honestamente, as vezes me culpo por tudo isso, mentir para meu marido e ter escondido minha gravidez do Henrique, que nem sabe que é pai. Sim, memórias nos torturam e nos assombram, mas não dá pra mudar, amo minha família, e aceitei tudo isso, apesar de ter dito que as vezes a culpa bate forte.
A verdade é que o que passou passou, não dá pra voltar, então as vezes a melhor forma de resolver um problema interno é abraçar as coisas boas que temos, e tratar as lembranças ruins da maneira que de fato elas merecem: como lembranças, não prejuízos do presente.
Eu psicóloga e meu paciente de 11 anos
Sua imaginação também tem espaço aqui.
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