Euler, o favelado drogado e pauzudo

Por: pi-deka-1 12/07/2026 1236 leituras
Capa do conto
Um dia eu fui com um amigo pra uma festa numa boate gay e quando chegamos lá logo percebi que o povo usava drogas e ficava lá dançando que nem uns loucos.

No final, porém, um deles chegou em mim dizendo que tinha um amigo afim de me levar pra casa dele e me comer. Na hora não dei muita confiança porque achei o cara muito ousado. Mas quando vi o amigo, fiquei doido de tesão. Não era bonito, mas era magrelão e tinha um volume muito legal nas pernas.

Aceitei ir com ele pra casa dele. Foi um puta tesão estar no carro daquele macho com estilo de favelado e um pouco drogado. Nem de longe ele parecia gay.

Ao chegar na casa dele, muito bonita por sinal, ele já foi deitando na cama igual macho despojado e mandou eu ir mamar a vara dele.

Fiquei de 4 na cama e tirei a calça dele. A cueca era bem cheia e já via que o cacete do cara estava ficando maior. Tirei e comecei a mamar como se fosse o último pau da minha vida. Ficava cada vez maior até que ficou muito duro.

Devia medir uns 21cm e tinha uma cabeça bem grande. Ele empurrava a minha cabeça pra engolir o máximo possível, mas era muito difícil. Como ele viu que não estava conseguindo, disse que ia me fazer aguentar de outra forma.

Já pegou a camisinha e deu um tapão na minha bunda. Chupou bastante o meu cuzinho e começou a meter. Se tem uma coisa que favelado é bom é pra meter. Ele metia com tanta força que eu pensava que ele ia me atravessar.

Eu gemia com a piroca no meu rabo e pedia pra ir um pouco mais devagar. Ele me batia e gritava que viado servia pra apanhar e levar varada de macho, que se ele quisesse que comeria o dia inteiro.

O cara meteu no meu cu em todas as posições possíveis e até dentro do banheiro. Depois de uns 30 minutos judiando do meu cu disse que ia gozar na minha cara. Tirou a camisinha e jorrou porra no meu rosto. Quando acabou ficou passando a mão no meu rosto me melando de porra e no fim deu um tapa na minha cara.

Depois disso me levou pra casa e nunca mais o vi.

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