- apenas um??
Aquilo me deixou maluco! Botei ela pra mamar mais uma vez. A pica estava inchada, ela babava muito e sugava tudo. Eu podia aquela boca com gosto, empurrando sua cabeça de encontro ao meu quadril, com tesão e uma sensação de quase ódio. Ela não arregava, engolindo tudo, com lágrimas escorrendo, se afogando com gosto. Deixei sua cabeça sobre minhas coxas e gozei em sua rosto lindo, deixando ela numa posição degradante, humilhada. Ela agradecia com o olhar. Arrastei com os dedos toca a porra para dentro da sua boca, ela engoli saboreando, e voltou a mamar a pica com gosto da porra, e disse:
- Sua piroca é muito gostosa, eu não resisto.
Como não havia nada melhor para fazer, relaxei, cruzei os braços atrás da cabeça, e ela continuou mamando a pica, agora com calma, com tranquilidade. Mamava, engolia, sugava, lambia. Provocava olhando com o pau encostado em seus lábios, o olhar de uma vadia que sabia dar prazer ao seu macho. Gozei mais uma vez, dando leite dentro de sua boca. Eu tremia de prazer, ela sugava cada gota. Ela lambeu toda a piroca lambuzada da terceira gozada, e sorriu, como se estivesse agradecendo o jantar. Eu perguntei:
- Quiser continuar, fique a vontade.
Ela quis apelar:
- Você só quer me usar. Terminou o namoro comigo mas não consegue ficar longe.
Respondi:
- Sim, eu sei que existe essa vadia que não nega pau, eu preciso gozar, vou te usar mesmo.
Aquila provocação me deixou com raiva e tesão. Apertei sua pescoço, dei um tapa na cara, passei os dedos eu seus lábios que estavam melados. Ela me olhou com tom ameaçador, provocante. Dei um tapa forte em sua cara e ordenei:
- Vai mamar, vadiazinha barata! É só pra isso que você serve!
E dei uma cusparada violenta em sua boca.
Ela ficou assustada, com olhar submisso. Adorei, era isso que eu queria. Forcei seu pescoço para voltar à minha piroca, e comei a foder sua garganta com força. Ela se afogava, dando tapinhas pedindo para eu parar. Tirei sua boca do pau, olhei pra ela, cuspi mais uma vez em sua boca, xingando, humilhando. Ela estava dominada, subserviente. Voltei a usar aquela boca, socando em sua garganta. Tirei mais uma vez, cuspi em seu rosto. Ela disse:
- Para com isso, eu não gosto!
Respondi:
- Não perguntei se você gosta, cala a boca, putinha!
E voltei a socar o pau em sua garganta, com força, até o talo. Ela se afogava, babava, lacrimejava. Soquei tanto e tão gostoso que não resisti: gozei no fundo da sua garganta. Ela se afogou muito e tossia, ao ponto de sair um pouco de porra pelo seu nariz.
- Qualquer dia você vai me matar numa gozada, cavalo.
Eu estava acabado, morto, ela havia me feito gozar quatro vezes na mesma noite, usando apenas sua boca. Por isso eu disse:
- Caralho, você me fez gozar quatro vezes! Que vadia!
- Gostou? Respondeu, com olhar provocante, se exibindo orgulhosa.
Era uma vadia de primeira classe, que sabia como servir seu macho.